quarta-feira, 2 de julho de 2014
Arte na Educação Infantil e o desenvolvimento das funções psíquicas superiores
O uso de garrafas pet como forma de preservação ambiental e viabilidade econômica
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Chaplin e a florista
Vivenciar, sentir ou entender o que aqueles que enxergam com o coração vivem todos os dias não é tão simples quanto parece. Como alguém que pode apreciar a beleza de um pôr do sol laranja e vermelho, ou de uma borboleta poderia representar o que é abrir os olhos e não conseguir enxergar mais que escuridão?
Foi na época onde o cinema mudo perdia sua força que Charles Chaplin, ator e diretor americano reconhecido por seus filmes cõmicos e críticos às elites, deixou de lado um pouco seu estilo de filme tradicional. Ele se adaptou às novas ondas do cinema e escreveu, dirigiu e atuou no que seria nomeado como o seu melhor filme: Luzes da Cidade.
Com estreia em 1831, este filme aclamado não só nos brinda uma mistura única de comédia e drama, mas também traz à luz questões profundas. O longa analisa a relação que a sociedade da época tinha com as pessoas com deficiência (PCDs) ou demais desvantagens sociais, desafiando-nos a repensarmos nossos próprios preconceitos.
O melhor filme de Chaplin
A história de Luzes da Cidade gira em torno do vagabundo, interpretado por Chaplin, um personagem carismático e bem-intencionado que se apaixona por uma florista com deficiência visual.
No decorrer da trama, vemos como o vagabundo se esforça para ajudar a florista, que está lutando para sobreviver na cidade grande, enquanto ele mesmo vai enfrentando desafios e situações engraçadas ao longo do caminho.
Uma das cenas da obra mais aclamadas pela crítica foi a do “Encontro”, o momento em que o protagonista conhece a florista. É uma cena simples, mas profunda. É atuada de modo tão natural que, por um momento, parece que as falas entre os dois existem. Esquece-se que este é um filme mudo – sua mente cria o diálogo. A atriz Virginia Cherrill, a florista, narra que passaram semanas rodando essa só essa cena, devido a sua complexidade tanto técnica como emocional.
Continuando com a história, uma reviravolta na vida do vagabundo ocorre quando um milionário se torna seu amigo quando está bêbado, mas não o reconhece quando está sóbrio, criando uma série de situações cômicas e inesperadas.
Voltando à parte romântica da história, após seu encontro, a florista pensa que o vagabundo é alguém da classe alta porque deixou que ela fique com o troco. Paralelo a isso, em vários momentos o vagabundo ganhava dinheiro e pegou emprestado o carro do seu amigo bêbado milionário, itens que permitiam que, durante as saídas com a florista, ele conseguisse aparentar ter dinheiro, assim como ajudá-la a pagar certas coisas.
A florista com deficiência visual, mas capaz
Para entender a representação das pessoas cegas na obra, é essencial considerar o contexto histórico e social da década de 1930. Naquela época, as atitudes em relação às deficiências eram frequentemente marcadas por estereótipos e preconceitos. As pessoas cegas eram muitas vezes vistas como incapazes, dependentes e até mesmo como seres inferiores ou até marcados como “inúteis”, atitudes claramente representadas no começo do filme.
Por outro lado, vemos a atitude do vagabundo. No início, ele não percebe que a florista era cega, e, ao perceber, demonstra compaixão, e solidariedade, ajudando-a com o pouco dinheiro que tinha. Assim, a obra mostra como o acesso à educação e oportunidades de emprego para pessoas com deficiência visual era extremamente limitado, em especial para mulheres.
Chaplin retrata a cegueira com sensibilidade durante o decorrer do filme, reconhecendo e deixando em claro a incapacidade da pessoa cega de ver o mundo ao seu redor, e como isso afeta o seu dia a dia, mas sem colocar a florista como uma pessoa sem valor ou capacidade. No filme, ela não vive de esmolas, mas procura sair junto com sua avó vendendo flores, trabalhando, “dando um jeito” para que seu pequeno negócio não seja atrapalhado por sua falta de visão. Ela consegue definir quando o cliente precisa de troco.
Além disso, sua interação com o Vagabundo desempenha um papel crucial na transformação de ambos os personagens, pois, afinal, é ela quem dá sentido e propósito à jornada do vagabundo. Porém, quando ela recobra a vista graças ao vagabundo, ela percebe ter tido um conceito errado do mundo.
Até um certo ponto, a florista parece acreditar e ver os homens ricos como heróis, mas percebe que nenhum deles teve a atitude bondosa do homem que de fato a ajudou.
Dessa forma, Luzes da Cidade é sátira e uma crítica aos homens da classe alta da época, taxando-os como aqueles que têm as condições econômicas de ajudar aos outros, mas que preferem gastar em festas sem sentido, bebidas, mulheres. Quem tem menos dinheiro, no filme, tem mais empatia pelo próximo.
Os recursos e a deficiência visual
A influência da posição e os recursos econômicos fazem uma grande diferença na prevenção da cegueira e da deficiência visual. De acordo com uma pesquisa da Organizaçõ Pan-Americana da Saúde, aproximadamente 80% dos casos de cegueira tratados com antecipação poderiam ser evitados. Além disso, esta condição é significativamente mais prevalente entre pessoas de baixa renda e com pouca instrução que residem em regiões periféricas e rurais, em comparação com os habitantes de áreas mais abastadas.
Para combater esse problema, é fundamental ampliar a disponibilidade de serviços oftalmológicos, especialmente nas áreas menos favorecidas de cada nação, fortalecendo os recursos públicos. O acesso aos cuidados visuais pode desempenhar um papel fundamental na redução da deficiência visual e na correção de problemas refrativos ao longo da vida.
Muitas luzes
É curioso como o título do filme representa claramente o que Chaplin queria expor. Por exemplo, Luzes da Cidade faz referência à atmosfera urbana e vibrante que serve como plano de fundo para a história, retratando a cidade como um local cheio de movimento, energia e, é claro, luzes brilhantes. Essas luzes representam não apenas a agitação e a atividade da vida nas grandes cidades, mas também simbolizam esperança, sonhos e oportunidades.
Além disso, representa o contraste entre a luz da cidade e a escuridão que envolve a vida da florista cega, que terminaria se perdendo na grande cidade devido às dificuldades e limitações que essa cidade de luzes lhe impõem por sua condição física.
Luzes da cidade traz a reflexão que, por trás da deficiência, há indivíduos com sonhos, desejos e capacidades únicas, oferecendo uma representação complexa e multifacetada das pessoas cegas, desafiando estereótipos, promovendo a empatia. Essa mensagem atemporal continua a ressoar até os dias de hoje, lembrando-nos da importância de reconhecer a humanidade e a dignidade de todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou limitações físicas.
Chaplin e sustentabilidade
Enquanto se discute se há aquecimento global ou não os problemas de meio ambiente se multiplicam: nas condições de vida dos seres humanos, em toda biodiversidade e ecossistemas (grego oikos (οἶκος), casa + systema (σύστημα), sistema: sistema onde se vive). Este debate sobre o aquecimento global é emblemático porque explicita a não neutralidade científica. Ao se afirmar que há aquecimento global há um apelo mundial para que as pessoas se unam em defesa do meio ambiente já. Ao se afirmar que não há aquecimento global, retira-se este apelo sobre a urgência para que as pessoas ajam no dia a dia na solução dos conflitos ambientais porque a "ciência" é capaz de explicar todos os fenômenos ambientais como "naturais". Além de uma certa passividade há quase que uma negação da transcendência dos problemas ambientais. A forma como as religiões, por exemplo, avaliam como os seres humanos se relacionam entre si e com Deus.
A questão é que pensando-se nos seres humanos, o primeiro problema ambiental é o próprio ser humano. Somos parte do meio ambiente. Nossa interferência no mundo que nos cerca é inquestionável. Os problemas socioambientais que são gerados pelas ações humanas é um fato. Não há como negar. Mesmo aqueles que dizem que não há como mudar nada ideologicamente não são neutros. Manter os problemas ou assistirmos conflitos socioambientais se multiplicarem é uma posição ideológica. Como interferimos nas relações socioambientais vários mestres, pensadores, avatares nos fazem refletir. A abordagem dos problemas ambientais é múltipla. Possuem dimensões humanas, bem como sobre nassa relação com a ciência e com Deus. Por isto relembramos alguns destes mestres sob o ponto de vista socioambiental. A forma como os seres humanos constroem relações de produção e consumo continua presente quando procura-se construir a sustentabilidade. Uma das questões colocadas: onde está o valor humano no mundo em que vivemos ? Todos questionamentos sobre o valor dos seres humanos e todo o meio ambiente são reflexões que possibilitam fundamentar os caminhos para a construção da sustentabilidade. Como erguer sociedades onde haja a valorização de todos os seres humanos ? O que desde os "Tempos Modernos" retratado pelo mestre Charles Chaplin mudou ? Chaplin com certeza trouxe inúmeros questionamentos para a construção da sustentabilidade: questiona ainda hoje o próprio ser humano. Para construirmos algo novo é preciso aprender com nossos erros. As saídas para a construção de um Brasil e um mundo sustentável passa pela ação dos seres humanos.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Desenvolvimento Sustentável na infância
Nós, adultos, somos os responsáveis tanto pelos recursos naturais do planeta como também pelos recursos humanos de nossas crianças.
São eles: Refletir, Recusar, Reaproveitar, Reduzir e Reciclar.
* REFLETIR sobre o tempo de qualidade que passo junto ao meu filho e se o mesmo tem sido aproveitado para aumentar o nosso vínculo de afeto;
* RECUSAR a adultização da infância: maquiagem, ostentação, consumismo ou estimular o namoro e outras atitudes que não são naturais na infância.
* REDUZIR o tempo de exposição das telas de TV ou eletrônicos. Segundo a OMS, crianças antes dos 2 anos não devem ter contato com telas e eletrônicos e de 2 a 12 anos não devem ultrapassar 2 horas por dia.
* RECICLAR as imagens observadas pela criança durante o dia e favorecer que coloque em ação através do livre brincar essas próprias imagens mentais e que ajudarão a entender tudo aquilo que sua observação foi capaz de captar e que ainda estão em fase de compreensão.
* REAPROVEITAR as observações e interesse das crianças pelos fenômenos da natureza e despertar nela o encantamento pelos elementos naturais: água, fogo, terra e ar.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Bolha de sabão e arte
Conteúdos:
Objetivos:
Desenvolvimento:
Primeiro momento: Organizados na colcha roda de conversa iremos relembrar fatos sobre a vida do artista plástico Ivan Cruz. Iremos questionar às crianças sobre diferentes telas que ele já pintou. Disponibilizaremos a Tela “Bolha de Sabão” e deixaremos que observem e relatem o que as crianças da tela estão fazendo. Perguntaremos se as crianças já conhecem essa brincadeira em seguida disponibilizaremos água e sabão para que brinquem livremente no pátio.
Segundo momento: Através de diálogos indagaremos às crianças qual é a forma geométrica das bolhas e observaremos bolas e objetos parecidos. Identificando o circulo e esfera observaremos também os blocos lógicos, Através da caixa didática "figuras geométricas", manusearemos a forma círculo com diferentes texturas.
Nos direcionaremos então até a parede que contém as casas da tela de Ivan Cruz para nos fotografarmos inspirados na obra
Terceiro momento: Utilizando a TV apresentaremos algumas imagens de Telas em que Artistas Plásticos representaram a brincadeira “Bolha de Sabão” e após nos direcionaremos ao pátio externo e as crianças irão brincar de bolhas de sabão com corantes, farão as bolhas sobre cartolinas e observarão como ficará a cartolina pintada com esta técnica, a mesma será utilizada para montarmos um painel com nossas fotos inspiradas na tela para expormos na instituição.
Quarto momento: Vamos relembrar o livro de Mércia Maria Leitão e Neide Duarte Folclorices de Brincar e iremos ler o poema que escreveram no livro em seguida as crianças irão ilustrar esse poema.
Recursos: Diferentes tipos de bola, água, detergente, colcha roda de conversa, cartolina e giz de cera, caixa didática formas geométricas.
Avaliação: Se dará através da observação da interação das crianças com as vivências proporcionadas, e dos relatos afetos ao que já conhecem dos expoente das artes plásticas.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Plano Individual de Intervenção para a Criança com Autismo
- Perfil Psico-Educativo revisto
(Schopler & al, 1990; Chapel Hill – Carolina do Norte)
Permite avaliar as competências escolares e pré-escolares, bem como o comportamento.
Especialmente adequado para crianças até aos 7 anos de idade.
7 áreas do desenvolvimento: Imitação, Percepção, Motricidade Fina, Motricidade Global, Coordenação Óculo-Manual, Desempenho Cognitivo e Cognição Verbal.
Determinar as Áreas Fortes e as Áreas Fracas da criança.
Permite também a determinação das Competências Emergentes em cada uma das áreas avaliadas.
- ESCALA DE COMPORTAMENTO
Destinada à identificação de comportamentos não habituais característicos do autismo.
O objectivo é o diagnóstico: fornece informações sobre o grau de desorganização e de desvio dos comportamentos presentes na criança, localiza os domínios precisos nos quais esses comportamentos se manifestam.
Avalia 4 grandes áreas: Relações e Afeto, Jogo e Interação com o material, Respostas Sensoriais e Linguagem.
- ESCALA DE COMPORTAMENTO
PEP - R
ESCALA DE COMPORTAMENTO
DATA: 11 / 04 / 02
ID. CRON.: 6A 10M
- ESCALA DE DESENVOLVIMENTO
PEP - R
ESCALA DE DESENVOLVIMENTO
DATA: 11 / 04 / 02
ID. CRON.: 6A 10M
- Imita com objectos sonoros, Imita movimentos globais, Repete dígitos
ITEM
EMERGÊNCIAS
FALHAS
IMITAÇÃO
Imita o som dos animais
Joga às escondidas
Imita com objectos sonoros
Imita movimentos globais
Repete dígitos
PERCEPÇÃO
Revela interesse no livro da linguagem
MOT. FINA
Faz uma taça com plasticina
Toca com o polegar nos outros dedos em sequência
MOT. GLOBAL
Chuta a bola
Atira a bola
Apanha a bola
COM
Copia um triângulo
Pinta dentro dos limites
Copia 7 letras
Copia um losango
DC
Aponta partes do corpo num boneco e em si mesmo
Identifica formas geométricas
Identifica cores
Identifica letras
Escreve o seu nome
Reconhece imagens
Tem noção de quantidade
Identifica tamanhos (grande e pequeno)
Mima a função de objectos
Demonstra a função dos objectos
Lê e segue ordens
CV
Nomeia formas geométricas
Nomeia cores
Pede ajuda
Nomeia letras e objectos
Repete frases curtas e simples
Utiliza o plural
Utiliza pronomes
Nomeia grande e pequeno
Identificação (nome e género)
Resolve problemas na 2ª pessoa
Lê (palavras curtas, com alguns erros, 1 frase, com compreensão)
- OBSERVAÇÃO DO COMPORTAMENTO
ITEM
ADEQUADO
LIGEIRO
RELAÇÃO
Reacção ao medo
Contacto visual
Cooperação
Tolerância a interrupções
Motivação pelos reforços sociais
MATERIAIS
Motivação por recompensas concretas
Exploração do ambiente
Exame do material
Capacidade de atenção
SENSORIAL
Sensibilidade visual e auditiva
Interesse gustativo
Interesse pelas texturas
Interesse olfactivo
Gestos estereotipados
LINGUAGEM
Tagarelice / balbuciação
Utilização das palavras
Inteligibilidade das palavras
Entoação e inflexão
Ecolália imediata e diferida
Utilização dos pronomes
- Plano Individual de Intervenção
Este plano é inicialmente estabelecido com base na avaliação formal e na aquisição de competências do desenvolvimento psicomotor (PEP-R), com especial incidência nas competências emergentes.
Pretende definir os objectivos e estratégias de intervenção.
Representa o ponto de partida para o acompanhamento especializado nas áreas onde a criança tenha revelado maior necessidade e potencial.
- Plano Individual de Intervenção
Cont.
Uma entrevista com a família e técnicos que acompanham a criança permite depois cruzar os objectivos e as tarefas propostas com os interesses da família e actividades quotidianas da criança.
Para melhor se adequar às necessidades da criança e da família, e por forma a validar a intervenção, o plano deverá ser revisto e aferido sempre que se justifique.
- Plano Individual de Intervenção 1
Área
Nível Actual de Actividade
Objectivo Geral (Objectivo a longo termo)
Estratégias
Imitação
Reacção à apresentação de um fantoche
Manipula um fantoche
Manipular o fantoche na área do “Aprender”
Recurso a ajuda física e verbal
Desempenho Cognitivo
Pega os materiais e explora-os livremente, levando-os à boca
Associar duas imagens de animais a pedido verbal
Jogos de loto.
Recurso a ajuda física e demonstração
- Plano Individual de Intervenção 2 Comunicação/ Linguagem
Área
Nível Actual
Objectivos
Autonomia
Necessita de ajuda às refeições
Autonomia na alimentação
Utilização correcta dos talheres – colher e garfo
Comunicação/ Linguagem
Apenas comunica quando necessita de ir ao WC (gesto)
Pede água recorrendo à palavra
Aumentar a sua capacidade de transmitir as suas necessidades e desejos
Aumentar o seu repertório de palavras
Socialização
Não cumprimenta as pessoas
Dizer “bom dia” quando chega à sala
Mot. Global
Chuta a bola indiscriminadamente
Chutar a bola para o colega pelo menos 5x seguidas
Desempenho Cognitivo
Não identifica cores
Identificar pelo menos 3 cores: azul, vermelho e verde
- Plano de Intervenção Individual 2 – cont.
Estratégias / Orientação Metodológica
Trabalho individualizado
Demonstração das tarefas
Ajudas física e verbal
Recurso a reforço positivo
Utilização de pictogramas para estimular a autonomia nas tarefas
Avaliação
Avaliação formal: inicio e final do ano.
Avaliação contínua, com registos e observação directa, por forma a aferir sempre que necessário o programa.
Participação no grupo / turma
Cumprirá o horário da sala do regular das 8h às 12h.
O aluno participará em todas as actividades da turma: visitas de estudo, música, educação física.
Outros Apoios
Terapia da fala duas vezes por semana.
Psicomotricidade uma vez por semana.
- ESCALA DE DESENVOLVIMENTO
PEP - R
ESCALA DE DESENVOLVIMENTO
DATA: 31 / 10 / 03
ID. CRON.: 8A 4M
- ESCALA DE COMPORTAMENTO
PEP - R
ESCALA DE COMPORTAMENTO
DATA: 31 / 10 / 03
ID. CRON.: 8A 4M