*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.
A tese que fundamenta este blog parte de uma ideia simples e duradoura: a infância, o brincar, a cultura, a natureza e as relações humanas constituem dimensões essenciais da formação do indivíduo e da construção da vida em sociedade. Embora os contextos históricos, as tecnologias e os modos de viver se transformem, essa base permanece atual. Por isso, não se trata de uma tese vinculada a uma época específica, mas de uma perspectiva que atravessa gerações e continua encontrando sentido sempre que uma criança brinca, aprende, cria, convive e estabelece sua relação com o mundo.

domingo, 20 de abril de 2025

Animação "Atlantis: O Reino Perdido"

Você percebe que em "Atlantis: O Reino Perdido", a Disney fugiu do padrão e ninguém deu atenção ao filme.

– Não há músicas, nem princesas, nem animais falantes. Há cultura antiga, saque colonial e uma mensagem poderosa: nem tudo o que você descobre… te pertence.

– Milo não é um herói musculoso. Ele é um nerd idealista, que ninguém escuta… até provar que seu coração vale mais do que seu currículo.

– Kida é uma das melhores "princesas" que a Disney já criou: sábia, guerreira, protetora de seu povo. E, ainda assim, a história não a colocou em um castelo, mas sim em batalha.

– A animação é belíssima, misturando arte steampunk, linguagem fictícia e mitologia. E o roteiro, para ser "infantil", tem mais profundidade que muitos filmes adultos.

Uma joia enterrada. Exatamente como a cidade que quis homenagear.



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