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terça-feira, 22 de julho de 2014

Use a sua própria caneca ou garrafa reutilizável

Adote uma Garrafinha Reutilizável
Por que utilizar garrafas plásticas diariamente se é possível ter a sua própria garrafa reutilizável? O plástico é produzido a partir de matérias-primas não renováveis, como petróleo e gás natural. Além disso, seu tempo de decomposição pode variar entre 100 e 400 anos, contribuindo para o acúmulo de resíduos em aterros, rios, mares e outros ambientes naturais. Estudos mostram que uma grande quantidade de garrafas PET ainda deixa de ser reciclada adequadamente no Brasil. Por isso, uma das atitudes mais sustentáveis é reduzir o consumo de descartáveis no dia a dia. Uma alternativa simples é carregar sua própria garrafinha na bolsa, mochila ou local de trabalho. Além de evitar a geração de resíduos plásticos, ela incentiva a hidratação, pois está sempre por perto e pronta para o uso. Garrafas de alumínio e modelos térmicos de inox são excelentes opções. Também é importante dar preferência às garrafas livres de BPA, substância presente em alguns plásticos que pode trazer riscos à saúde. Vamos incentivar amigos, familiares e colegas a adotarem esse hábito. Pequenas mudanças fazem grande diferença para o meio ambiente e para a qualidade de vida de todos. Então, beba bastante água, mas dê preferência à sua própria garrafinha reutilizável!

Adote uma Caneca

Você sabia que, ao utilizar apenas três copinhos descartáveis por dia, uma pessoa pode consumir mais de 700 copos ao longo de um ano?
Uma solução simples e eficiente é adotar uma caneca para uso diário na escola, no trabalho ou em casa.
As canecas ajudam a reduzir significativamente o consumo de copos descartáveis. Embora precisem ser lavadas, a quantidade de água utilizada na higienização é muito menor do que os recursos necessários para fabricar centenas de copos descartáveis ao longo do ano.
Pequenas atitudes geram grandes impactos. Adote uma caneca e faça parte dessa mudança.

O meio ambiente agradece! 

Peso de porta feito de garrafa pet

Material: Garrafa pet, retalhos, lã, enchimento, olhinhos, aviamentos


Como fazer um peso de porta artesanal
Dividir a garrafa PET
Encaixar uma garrafa na outra
Colocar areia para ficar pesado
Fechar com durex ou cola de silicone
Aplicar tecido de sua preferência
Fazer acabamento

sábado, 19 de julho de 2014

Transforme vidas com maracas

Material: lata, cano, grão de bico ou arroz, fita crepe, tinta


Material: garrafa pet, tampa de garrafa pet, fita adesiva


Adaptações específicas da Oficina Artística e Projeto Musical com Maracas Recicladas

1- Crianças com Autismo (TEA)

Adaptações:

Ambiente estruturado e com previsibilidade (organização visual das etapas).

Cartazes com pictogramas ou imagens para sequência da atividade.

Início com história social curta: “Hoje vamos criar um instrumento musical chamado maraca. Vamos usar materiais diferentes, decorar e depois tocar juntos.”

Evitar sobrecarga sensorial: oferecer tampas de ouvido ou limitar sons simultâneos.

Oferecer escolhas: entre tipos de grãos, materiais e ritmo.

Reforço positivo: elogiar e valorizar cada etapa vencida.

Tempo de pausa individual: espaço tranquilo disponível.

Destaques do Projeto Musical:

Trabalhar com ritmos previsíveis e repetitivos.

Usar vídeos visuais e músicas com movimentos coreografados.

Introduzir maracas como ferramenta para regulação sensorial.

2- Idosos com Alzheimer

Adaptações:

Ritmo mais lento, com explicações simples e repetições.

Evocar memórias afetivas: usar músicas antigas ou populares (ex: boleros, forró, sertanejo raiz).

Trabalho em dupla: cuidador ou voluntário pode ajudar na criação da maraca.

Estímulo tátil com materiais macios e leves, evitando sons agudos.

Sequência simplificada: reduzir para no máximo 3 etapas por encontro.

Estimulação cognitiva leve: conversar sobre cores escolhidas, sons lembrados, sensações.

Destaques do Projeto Musical:

Realizar roda de canções conhecidas com acompanhamento das maracas.

Incluir momentos de fala e escuta (“Qual música lembra sua infância?”).

Promover sensação de pertencimento e alegria.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Transforme pregadores em um divertido porta canetas

Material: 4 pregadores de madeira, 1 folha de papel sulfite,  papel camurça da cor de sua preferência, pincel, lápis preto, canetinha preta, tesoura, cola, tinta guache


Modo de fazer:

-Com um pincel e guache da cor de sua preferência, pinte os pregadores.
-Faça as pintinhas do cãozinho.
-Segure com a mão esquerda um pregador n aposição horizontal e com a outra mão, segure outro pregador no vertical, apontando para cima.
-Aperte a ponta do pregadorque está na vertical, para abrir. Encaixe o pregador da outra mão neste espaço. Os pregadores vão formar um 7. Essa será q parte da frente do cachorro.
-Segure com a mão esquerda, pregador de cabeça para baixo, na posição vertical e na outra mão, segure um pregador na horizontal.
-Vire o "L" para o lado esquerdo e encaixe o 7. Nesse ponto o corpo do cachorrinho estará pronto.
-Desenhe com o lápis as orelhas do cachorro na parte de trás do papel camurça.
-Faça as pontas das orelhas mais largas, q o centro.
-Com um lápis, desenhe 2 olhos no papel sulfite. Contorne e pinte com canetinha preta.
-Desenhe na parte de trás do papel camurça um cpirculo para fazer o focinho o cãozinho.
-Passe cola e cole a orelha do cachorro. Aperte um pouco e espere até grudar bem.
-Coloque alguns pinguinhos de cola e grude os olhos e o focinho no cãozinho.
-Finalize apertando o pregador atrás da orelha, e pode virar um porta caneta ou porta recados.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Macaquinho

Material: Garrafa, papelão, jornal, tinta



Monstrinhos porta guloseimas

Material: Garrafa Pet, eva, tinta


A importância dos bonecos representativos na primeira infância

Bonecos que Representam: Brincar, Pertencer e Aprender a Respeitar as Diferenças 
Brincar está longe de ser uma atividade frívola. Na infância, a brincadeira é uma das principais formas de aprender, compreender o mundo e construir conhecimentos sobre si mesmo e sobre os outros. É por meio dela que as crianças experimentam papéis sociais, desenvolvem a imaginação, elaboram emoções e criam significados para as experiências que vivenciam diariamente.
Os brinquedos, nesse contexto, são muito mais do que objetos de entretenimento. Eles funcionam como instrumentos de aprendizagem, expressão e desenvolvimento. Ao brincar, a criança cria histórias, reproduz situações observadas em seu cotidiano, testa soluções para problemas imaginários e desenvolve habilidades cognitivas, emocionais e sociais fundamentais para a vida.
Entre os diversos brinquedos presentes no universo infantil, os bonecos ocupam um lugar especial. Eles permitem que as crianças representem pessoas, relações e situações. Ao cuidar de um boneco, colocá-lo para dormir, conversar com ele ou inseri-lo em aventuras imaginárias, a criança projeta sentimentos, organiza pensamentos e explora diferentes formas de interação humana.
Por isso, é fundamental que os bonecos representem a diversidade existente na sociedade. Quando uma criança encontra brinquedos que se parecem com ela, sua família ou sua comunidade, ela fortalece seu sentimento de pertencimento e sua autoestima. Ao mesmo tempo, quando tem contato com bonecos que representam diferentes culturas, etnias, características físicas, deficiências, modos de viver e contextos sociais, amplia sua visão de mundo e aprende a reconhecer a riqueza da diversidade humana.
A representatividade nos brinquedos não beneficia apenas as crianças que se identificam diretamente com eles. Ela favorece o desenvolvimento da empatia em todas as crianças. Ao brincar com personagens diversos, os pequenos aprendem, de forma natural e significativa, que as diferenças fazem parte da vida e merecem respeito.
Essa aprendizagem é especialmente importante em uma sociedade que busca ser mais inclusiva. Valores como acolhimento, respeito, solidariedade e convivência democrática não surgem apenas em discursos ou conteúdos escolares. Eles também são construídos nas experiências cotidianas, inclusive durante as brincadeiras.
Quando oferecemos brinquedos diversos, estamos ampliando possibilidades. Estamos dizendo às crianças que todas as pessoas têm valor, que existem muitas formas de ser, viver e existir no mundo. Estamos contribuindo para a formação de indivíduos mais conscientes, sensíveis e preparados para conviver em uma sociedade plural.
Brincar é aprender. Brincar é construir identidade. Brincar é desenvolver empatia. E, quando os brinquedos representam a diversidade humana, brincar também se torna um poderoso caminho para a inclusão.



Jogo da memória tátil (adaptado para deficientes visuais)

O impacto do surto de esclerose múltipla e o fortalecimento de habilidades preexistentes

Introdução Desde muito cedo, percebi que minha forma de experimentar o mundo era diferente da maioria das pessoas. Durante anos, acreditei q...