sábado, 28 de setembro de 2024

A dignidade de todas as pessoas é um princípio fundamental que deve ser respeitado para alcançar o desenvolvimento sustentável (pedido para pesquisa escolar)

 A hegemonia do modelo econômico, regulado pelo neoliberalismo rumo a um crescimento desregulado sem que haja restrições à livre iniciativa e ao poder do capital, principalmente, nas três últimas décadas, tem causado danos graves ao meio ambiente e violações aos direitos humanos, empurrando as populações fragilizadas à situação de miséria para espaços ambientais extremamente agredidos e degradados.

Antigamente, pensava-se que a necessidade de desenvolvimento implicava na contradição da preocupação com a preservação e conservação do meio ambiente e dos bens naturais; atualmente, esse pensamento é desmitificado não somente pela necessidade de convivência, como pela percepção da harmonia entre essas demandas. Porém, a pretensão econômica e o descompromisso com valores essenciais para a própria existência da vida no planeta atropelam a busca de um futuro da sustentabilidade.

Existem questões relevantes no que tange ao desenvolvimento sustentável, como a implantação de instrumentos que viabilizem o amparo não somente dos direitos humanos como da eficaz proteção ao meio ambiente, buscando a sustentabilidade e o equilíbrio no crescimento econômico e social.

O modelo neoliberal modernizou e acelerou o modo e a circulação do capital, porém, a economia dominante tornou os Estados e as populações dependentes do capitalismo e do crescimento econômico. Esse crescimento econômico acelerado, decorrente dos impulsos de mais lucros ao capital, causa consequências trágicas para toda a economia globalizada, trazendo implicações drásticas, principalmente, às populações mais pobres, com enormes impactos ambientais, e aos direitos humanos.

A independência e soberania dos Estados foram restringidas pelo neoliberalismo que estabeleceu os rumos da economia mundial e impôs restrições e condições aos países, sobretudo, àqueles em desenvolvimento ou subdesenvolvidos, causando violação aos direitos humanos e agressão ao meio ambiente. A diminuição da atuação do Estado reduz a capacidade de garantir e satisfazer as necessidades básicas da população na moderação das desigualdades sociais e no atendimento dos direitos fundamentais.

É necessário o comprometimento da comunidade internacional num novo modelo de governança, com maior regulação e controle dos mercados. Na esfera internacional, é necessário estabelecer regras e limitações ao setor financeiro, criando uma agenda proativa em favor das questões ambientais e dos direitos humanos. Esses assuntos não se limitam a determinado governo ou posições ideológicas, mas vinculam-se a questões que afetam toda a humanidade, sob pena de agravarem os problemas ambientais e humanitários com o aumento das desigualdades sociais, da pobreza extrema de parcela da população e da riqueza absoluta e desmedida de grupos cada vez mais restritos.

Portanto, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável integra o rol dos direitos humanos, consistindo na proteção da dignidade humana e na necessidade de se manter o ambiente em condições de assegurar a sobrevivência da espécie humana e a realização dos demais direitos. Nesse aspecto, há uma relação intrínseca entre os direitos humanos, a o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade.

sábado, 21 de setembro de 2024

Uma mera reflexão: Cidade cuidada e preservada gera turismo. Turismo gera renda, empregos, divisas e promove o desenvolvimento de todo o local. (pedido para pesquisa escolar)

Sustentabilidade e responsabilidade social

Observa-se que, nos países desenvolvidos, os conceitos de responsabilidade social empresarial já são discutidos há mais tempo do que no Brasil, onde o movimento de valorização deste tema passou a ganhar forte impulso na década de 90. Nota-se também que as partes interessadas ligadas às empresas (stakeholders), conscientes dos seus papéis, estão exercendo um maior poder de pressão sobre as empresas, chegando a influenciar a visão do empresariado a respeito da responsabilidade social. Pesquisas realizadas recentemente mostraram que a consciência da importância da responsabilidade social têm aumentado entre os empresários e os consumidores brasileiros. É uma preocupação que traz resultados positivos para a comunidade, para os funcionários, para o governo e, principalmente, para a empresa que consegue contribuir, por exemplo, para a melhoria da sociedade e sua imagem corporativa.

Mostra-se que os ganhos empresariais obtidos a partir da responsabilidade social são passíveis de se revestir de um valor econômico direto. Embora a primeira obrigação das empresas seja a obtenção de lucros, estas podem, ao mesmo tempo, contribuir para o cumprimento de objetivos sociais e ambientais mediante a integração da responsabilidade social, enquanto investimento estratégico, no núcleo da sua estratégia empresarial, nos seus instrumentos de gestão e nas suas operações. Assim, a responsabilidade social de uma empresa deve ser considerada como um investimento, e não como um encargo. 

Atualmente, uma das condições para a empresa obter lucro e ser competitiva é relacionar sua marca a conceitos e valores éticos. Afinal, para conquistar o consumidor, que exerce com mais consciência a sua cidadania, as companhias precisam comprovar que adotam uma postura correta, tanto na relação com funcionários, consumidores, fornecedores e clientes, como no que diz respeito às leis, aos direitos humanos e ao meioambiente. As perdas empresariais oriundas dos casos de desastre ambiental, como apresentado aqui, mostram o quanto as empresas estão pressionadas pelos stakeholders em agir com responsabilidade social.

Vale lembrar que as atuações sociais são atitudes louváveis e devem ser usadas para a valorização da empresa no mercado. No entanto, essa valorização deve associar os valores e objetivos da empresa à ética, gerando resultados que irão, ao mesmo tempo, colaborar para a melhoria das condições sociais da comunidade onde ela está inserida. 

As enormes carências e desigualdades sociais existentes em nosso país dão à responsabilidade social empresarial relevância ainda maior. A sociedade brasileira espera que as empresas cumpram um novo papel no processo de desenvolvimento: sejam agentes de uma nova cultura, sejam atores de mudança social e sejam também construtores de uma sociedade melhor. O fato dos órgãos governamentais não atenderem aos anseios da sociedade abre um importante espaço para a formação de parcerias entre o governo e as empresas privadas no intuito de assumir e implementar ações de responsabilidade social. 

É sugerido pesquisas futuras que tratem dessa questão considerando a participação de uma mesma empresa em diversos índices, bem como estudos utilizando metodologias diferentes, apesar de ter ficado claro as vantagens que podem ser obtidas pelas empresas a partir de práticas de sustentabilidade, governança e responsabilidade social.








A nossa conexão com as Árvores vai muito além do que imaginamos.

A Árvore tornou-se por excelência, o símbolo da evolução biológica, já que sua imagem sempre ramificada, retrata com grande intensidade as interconexões inconfundíveis entre todas as espécies vivas da Terra.

Compreender a nossa interconexão com a vida vegetal e a importância de suas vidas, nos ajuda a conservar e cuidar melhor deles, para que eles possam cuidar melhor de nós.





terça-feira, 17 de setembro de 2024

Paleta para pintura (godês de pintura)

Antes de montar a paleta, é recomendado estudar as cores que são mais utilizadas, para evitar que fiquem esquecidas e ocupem espaço.


 




segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Sabia que nós temos um osso que não é ligado a nenhum outro osso do corpo?

É o osso hióide, que fica embaixo da língua. Ele têm função importante na respiração (manutenção do espaço aéreo superior na região da laringe), na fonação (fala), na deglutição (engolir os alimentos), na mastigação, na abertura e fechamento da boca, no posicionamento do pescoço.


 

sábado, 14 de setembro de 2024

O erro nos levam ao deserto, sala de aula que nos lapida... nos tornam mais compassivos, fortes e sábios.

Se o leite der errado, vira iogurte.

Iogurte é mais valioso que leite.

Se piorar, vira queijo.

Queijo é mais precioso que

tanto iogurte quanto leite.


E se o suco de uva ficar ácido?

vira vinho, que é ainda mais caro do que suco de uva.


Você não é mau porque cometeu erros.

Erros são experiências que te tornam mais valioso como pessoa.


Cristóvão Colombo cometeu um erro de navegação que o levou a descobrir a América.


O erro de Alexander Fleming o fez inventar a penicilina.


Não deixe que os erros te abatam.

A prática em si não faz a perfeição.

Erros são o que aprendemos que nos tornam perfeitos!


Não tenha medo dos erros

grandes passos em frente

Continue andando...

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Biblioteca escolar

-O bibliotecário escolar como agente educador, além de apresentar problemas e ações pesquisáveis para estudos futuros. 
-Encontra-se no trabalho do bibliotecário uma excelente oportunidade para mediar informação dentro da escola e, principalmente, dentro da biblioteca escolar. 
-O profissional, portanto, precisa se unir aos professores e pedagogos da instituição de ensino para promover momentos de leitura reflexiva, dar voz às crianças e ensinar ao corpo discente as primeiras noções de cidadania infantil.

A cidadania infantil pode e deve ser desenvolvida dentro da biblioteca escolar a partir do trabalho do bibliotecário. Este profissional precisa se unir aos professores, pedagogos e demais funcionários para promover momentos de leitura reflexiva, dar voz às crianças e ensinar ao corpo discente as primeiras noções de cidadania infantil. 

O acesso à informação e educação é um direito de todos os indivíduos, logo deve ser fomentado a partir da infância pela família e instituições de ensino. Em vista disso, ambos precisam ser proporcionados à criança através da participação da sociedade no desenvolvimento de um indivíduo ao prepará-lo para exercer a cidadania (BRASIL, 1988). 

 A primeira maneira de socializar uma criança é pelo convívio familiar, porém a escola é um dos principais ambientes em que ela irá entrar em contato com diversas pessoas e culturas. Neste contexto, a biblioteca escolar também pode ser inserida como um espaço de extrema importância para a promoção da leitura reflexiva e o desenvolvimento da cidadania infantil.

Um indivíduo, por mais jovem que seja, precisa ser incentivado a ter espaço e voz ativa para se manifestar na sociedade. Isso significa que para formarmos bons cidadãos é necessário que eles sejam ensinados desde a infância sobre coletividade, convivência em grupo, ética, respeito e responsabilidade.

A pesquisa surgiu para identificar como o trabalho do bibliotecário escolar pode se tornar um dos pilares para a formação da cidadania infantil, pois sabe se que esse profissional também é considerado um agente educador e possui função fundamental nesse processo. 

O objetivo é proporcionar um olhar amplo acerca do trabalho desse profissional no que diz respeito ao desenvolvimento da cidadania infantil. Configura-se em uma pesquisa exploratória de cunho bibliográfico pois apresenta como principal finalidade esclarecer ideias em relação ao bibliotecário escolar como agente educador além de apresentar problemas e ações pesquisáveis para estudos futuros (GIL, 2008). 

Durante a Idade Média, a criança participava de todas as esferas da sociedade sem limitações por ser considerada um pequeno adulto e por não existir diferença entre a infância e a vida adulta. A visão que se tinha das crianças é que elas se tornariam adultos adequados às exigências sociais caso fossem disciplinadas de modo severo e inflexível. Essa disciplina, contudo, era extremamente rígida ao ponto de engessar e podar o potencial da criança para tudo o que não lhes fosse ensinado.

A partir do século XVII, a ideia de infância foi reconhecida na sociedade e os adultos começaram a entender que elas são seres dependentes e precisam de cuidados diferenciados. Na Convenção Internacional Relativa aos Direitos da Criança, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1989, a criança passou a ser encarada como um cidadão hábil a deter seus próprios direitos . Desse modo, a distinção entre as fases de desenvolvimento humano ficou mais clara através do reconhecimento da importância da educação infantil, uma vez que os períodos escolares eram determinados pelas idades.

Dentro dessa conjuntura, cidadania é o direito à vida em todos os sentidos, isto é, o direito que deve ser concebido socialmente. Ele precisa satisfazer não apenas às necessidades essenciais do ser humano, mas também precisa ser acessível a todos os níveis de existência. De forma geral, a cidadania é promovida pela convivência e socialização do indivíduo, mas para que se tenha consciência do seu significado, compreendê-la e exercitá-la, exige-se um nível de aprofundamento que pode acontecer por meio da leitura e obtenção de informação nos mais variados suportes. 

A missão de uma instituição de ensino é preparar as crianças “[...] para a vida em sociedade e para o exercício da cidadania [...]”. Diante deste cenário, a biblioteca escolar e o trabalho do bibliotecário surgem, em meio aos espaços que existem na escola, para contribuir com a promoção da cidadania infantil. Além de professores, pedagogos e demais agentes educadores que compõem a equipe escolar, também existe um grande potencial na dimensão educativa do trabalho do bibliotecário. 

Por ser um ambiente que preza pela coletividade, o bibliotecário escolar precisa construir em seus usuários mirins a percepção de respeito aos livros, materiais e indivíduos envolvidos. Assim, os estudantes começam a entender desde cedo que as obras e materiais à sua disposição precisam ser cuidados e preservados para que os demais visitantes também tenham acesso a eles. Por mais que as crianças não saibam explicar o conceito de cidadania, elas irão colocá-la em prática a partir do momento que desenvolverem um senso de zelo e respeito ao próximo.

Compreendido assim o trabalho do bibliotecário escolar como agente educador, cultural, gestor e mediador da informação, espera-se que este profissional vise a formação da cidadania infantil através de mudanças inovadoras e da difusão da informação. Uma biblioteca escolar, além de existir como um espaço físico, também deve se fazer presente e estar envolvida com o papel social da escola para que seus usuários se tornem cidadãos responsáveis. 

O professor tem uma função essencial dentro da escola em face do papel educacional, mas essa função também deve ser dedicada ao bibliotecário já que ele faz parte do processo educacional de uma instituição. Em cima dessa análise, entende-se que o bibliotecário escolar deve procurar a se fortalecer como um dos pilares da educação, especialmente nos casos em que esse profissional se encontra trabalhando em ambiente escolar. 

Em diversos espaços da sociedade é muito comum que a criança não seja considerada como um cidadão. A infância é vista como uma fase à parte do restante do desenvolvimento dos indivíduos, isto é, uma fase em que a criança não possui personalidade e pensamentos próprios. Apesar de nesse período ela ser inteiramente dependente dos cuidados de um adulto, esse indivíduo já é um cidadão que desfruta de direitos, possui deveres e pode ser participante ativo da sociedade. Sendo assim, as crianças precisam de espaço para terem sua voz e ideias levadas em consideração. 

Espera-se que essa pesquisa possa contribuir para a discussão sobre o desenvolvimento da cidadania infantil e como o bibliotecário pode ser um agente fundamental para esse processo. Além disso, o assunto abordado pode incentivar diversos bibliotecários escolares a refletirem sobre o modo como trabalham atualmente e, quem sabe, tentarem transformar a biblioteca escolar em um ambiente mais lúdico, convidativo e de grande difusão da cidadania infantil.

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

Disciplina e rigor nos cumprimentos da lei - regras de condução

Grande exemplo de práticas conscientes, legado e relações humanas (sustentabilidade).

Na Alemanha, quando o trânsito para completamente, os motoristas se deslocam para o lado da estrada para criar uma faixa rápida para veículos de emergência (ambulâncias, corpo de bombeiros, viaturas policiais).

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Existem diversas regras de condução, entre as quais se destacam:

- Respeitar a sinalização e as prioridades das vias

- Não parar em fila dupla

- Não usar o celular enquanto conduz

- Cuidar de pedestres e ciclistas

- Manter a distância

- Diminuir a velocidade

- Usar cinto de segurança

- Não beber álcool antes de dirigir

- Conduzir com precisão

- Manter a pressão dos pneus

Para transportar crianças, é necessário utilizar o equipamento de segurança adequado à idade.

- Até 1 ano - bebê conforto

- De 1 a 4 anos - cadeirinha

- De 4 a 7 anos - assento de elevação

- De 7 a 10 anos - cinto de segurança no banco traseiro

- Após 10 anos - pode ser transportado no banco dianteiro, sempre com cinto de segurança.

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Mundo Azul: arara-azul e seus biomas

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