sexta-feira, 25 de outubro de 2019

O lúdico no processo de aprendizagem

O lúdico deve estar presente no processo de ensino-aprendizagem, contribuindo na metodologia de ensino, sendo considerado um importante fator neste processo, que vem acarretada de uma educação flexível, que norteiam aspectos e características que serão importantes para o aprendizado e para inserção no meio social. 

Diante disso, é importante trazermos em nosso trabalho o conceito de infância, como também o lúdico como uma forma de educar e aprender, trazendo consigo atividades que promovem diversas aprendizagens e significações a partir da visão de mundo que das crianças. 

Com base em estudos e observações, percebe-se que as professoras observadas da pré-escola fazem o uso de atividades lúdicas nos diversos momentos da sua rotina. O lúdico é um fator presente na instituição o que facilita a ação das professoras e o aproveitamento das crianças.  

De acordo com as professoras e as observações realizadas, a utilização de atividades lúdicas proporcionam uma melhor aprendizagem e interação das crianças. É importante destacar que a aprendizagem proporcionada pelo lúdico não acontece somente nos momentos de atividades educacionais, mas também nos momentos em que as crianças brincam livres e naturalmente, sem influência de adultos ou dos profissionais da educação. 

É importante perceber que a ludicidade pode ser uma grande aliada no trabalho pedagógico, pois quando existe uma aplicação de atividade sem suporte lúdico é necessário maior esforço para alcançar a atenção das crianças e para obter melhor retorno sobre conteúdo com que se deseja trabalhar. Diante disso, a temática deve ser sempre aprofundada na formação continuada, para melhor compreensão e qualidade na prática educativa.


 
 
 
 
 






quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Guitarra

Material: Caixa de sapato, elásticos e adesivos decorativos


A história da guitarra começa em 1930, quando o instrumento surge como uma modificação do violão.
As populares e versáteis guitarras se originaram a partir de um instrumento musical de origem espanhola. A vihuela, como era denominada, se originou por meio de outros dois instrumentos mais antigos ainda: o “ud”, com cinco cordas e muito popular no Oriente Médio, e a “cozba”, um aparelho musical romano.
As guitarras elétricas surgiram em 1930, como uma modificação do próprio violão. Os primeiros modelos geravam um som muito suave e baixo, algo bem diferente do que conhecemos hoje em dia. Para ampliar a potência sonora do instrumento, no mesmo foram colocados captadores (espécies de minúsculos microfones). Isso gerou um pequeno problema, pois estes dispositivos faziam os bojos das guitarras vibrarem, provocando a famosa alteração sonora conhecida como feedback. Para solucionar tal problema, o famoso músico norte-americano Les Paul criou o corpo maciço da guitarra, o que deixou o instrumento na forma como conhecemos atualmente.
A empresa Rickenbacker começou a fabricar as primeiras guitarras em 1931. O primeiro modelo de guitarra elétrica a ser comercializado foi a Electro Spanish. Contudo, o principal responsável pela produção em massa e popularização do instrumento foi Leo Fender, criador da tradicional fabricante de guitarras que leva seu sobrenome. A Fender também desenvolveu uma das mais lendárias guitarras: a Stratocaster.
A guitarra se popularizou após a Segunda Guerra Mundial, durante as décadas de 50 e 60, período em que ganhou enorme espaço no mundo da música. Hoje em dia, estima-se que existam cerca de 50 milhões de guitarristas em todo o mundo.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Instrumento musical - Ganzá

Material: Latinha de refrigerante, papel colorido, cola, eva, adesivos e grãos de arroz



Ganzá é um instrumento musical de percussão utilizado no samba e outros ritmos brasileiros. O ganzá é classificado como um idiofone executado por agitação. É um tipo de chocalho, geralmente feito de um tubo de metal ou plástico em formato cilíndrico, preenchido com areia, grãos de cereais ou pequenas contas. O comprimento do tubo pode variar de 15 centímetros até mais de 50 centímetros. Os tubos podem ser duplos ou até triplos.

Execução e origens :
O instrumento é executado por agitação. O percussionista segura o ganzá horizontalmente com uma ou ambas as mãos e o agita para a frente e para trás. Com pequenos movimentos giratórios, o músico é capaz de controlar a maneira como os grãos caem dentro do tubo, permitindo a variação de intensidade de acordo com os tempos fortes e fracos do ritmo. O som é próximo a pulsos de ruído branco com curta duração e intensidade variável. No samba, o ganzá serve para fazer a marcação, sendo que os tempos são marcados por batidas fortes e os contratempos por batidas fracas.
Nas escolas de samba, é um dos instrumentos que fazem parte da bateria. Para aumentar a intensidade desse instrumento e permitir que seja ouvido entre os tambores, dezenas de ganzás são utilizados. Em geral, nesses casos, são utilizados grandes ganzás duplos ou triplos.
Há uma certa controvérsia a respeito das origens do ganzá: alguns pesquisadores afirmam que o instrumento é de origem africana; entretanto, moradores da comunidade indígena Catu dos Eleotérios - localizada entre os municípios de Canguaretama e Goianinha (no estado do Rio Grande do Norte, no Brasil) - afirmam que o ganzá é uma variação do maracá. Segundo moradores da citada comunidade, na primeira metade do século XX, fazer uso de maracás era proibido devido à ligação desse instrumento com os antigos cultos indígenas (dos quais o catimbó-jurema é uma ramificação). Por isso, os caboclos desenvolveram o instrumento e passaram a ritmar suas toadas com ganzás. A possibilidade de o ganzá (também chamado "pau de cimento") ser de origem indígena se torna maior quando percebemos a semelhança que há entre o citado instrumento e o "pau de chuva", dos índios.
Durante a primeira metade do século XX, uma lata de óleo ou de algum outro produto era levada aos mestres funileiros, que moldavam o instrumento derramando dentro da lata pedacinhos de chumbo.
Tanto emboladores de coco (dos quais o falecido Chico Antônio, caboclo, nascido no município de Pedro Velho, no Rio Grande do Norte, foi um exemplo), como membros de religiões afro-indígenas (mas também pesquisadores do calibre de Luís da Câmara Cascudo), chamam, às vezes, o ganzá de maracá e o maracá de ganzá (lembremo-nos que, em alguns catimbós da Paraíba, a Missão de Pesquisas Folclóricas, dirigida por Mário de Andrade, durante a década de 1930, encontrou maracás confeccionados com latão - sendo que o maracá é um instrumento ligado diretamente a cultos de origem indígena e o ganzá um instrumento em toadas de teor não religioso).
Porém, uma pesquisa mais profunda precisa ser realizada para conferir a veracidade das duas versões, uma vez que, na África, também há tipos autóctones de maracás e, partindo do princípio de que o município de Canguaretama nasceu de um povoado - o Saco do Uruá - composto por índios fugidos de aldeamentos e uns poucos quilombolas, em meados de 1850 - o ganzá pode ser um instrumento "híbrido" afro-indígena.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Simetrias natalinas










Material: papelão

Desenhe uma espiral , depois recorte.
Prenda o centro da espiral no teto.
Decore com bolas natalinas e pingentes.



domingo, 13 de outubro de 2019

O valor educativo e cultural das fábulas

A fábula retrata situações do cotidiano em geral, e logo em seguida, apresenta sua lição de moral. O contato com as fábulas em qualquer fase da aprendizagem ajuda as crianças a resolverem os seus conflitos, contribui ainda para o seu desenvolvimento cognitivo e social. 

Busca-se também o conceito de literatura, sua finalidade e contribuições para a formação do aluno, possibilita constatar que a leitura e a literatura são ferramentas necessárias à escola no quesito de formação de leitores. 

No desenvolvimento da criança, a leitura ganha um papel essencial, ela se realiza como um diálogo e a este é atribuído um tempo e um espaço e uma situação, que vão gerar momentos de descontração, criatividade e imaginação. 

Quando o professor realiza a leitura, ele precisa ir além do texto, buscando sempre a compreensão do que está lendo, para tornar a leitura prazerosa e significativa. 

Entretanto, não é somente ler para os alunos, e sim, ajudá-los a interpretar o que se está lendo, é neste momento que o papel do professor é fundamental para fazer a intervenção correta, por isso é necessário que o profissional tenha um vasto conhecimento sobre o gênero apresentado. 

Desse modo, a escola, os professores e até os pais devem reconhecer esse valor que a leitura e a literatura têm para as crianças e para a sociedade. 

 É preciso entender que a escola é a maior pioneira da leitura no país, pois é por meio da intervenção desta, que a criança fica hábil na leitura. 

Ao citar as obras de Monteiro Lobato, percebe-se sua preocupação com a realidade em que vivia. Desde sua juventude preocupou-se com as questões que o país estava passando. 

Por meio de suas obras literárias buscou ajudar de forma significativa, ao trazer para a criança personagens criadas em meio à fantasia do mundo infantil possibilitando ampliar o imaginário dos pequenos leitores. 

Desenvolvendo por meio do gênero fábula, o qual foi citado e analisado em relação as suas contribuições o qual permite que a criança adquira o conhecimento de resolver conflitos quando se vê em frente um, fazendo isso de forma sútil, fantasiosa e muito prazerosa. 





sábado, 12 de outubro de 2019

Oficina de totem e máscaras, na arte afro-brasileira

Objetos simbólicos dotados de grande força expressiva, inspirados na arte africana e afro-brasileira. 
Esta atividade permite muitas possibilidades de criação, de forma alegre e lúdica.

Material: papelão, rolos de papel toalha, tintas.


Máscaras e totens são elementos da arte africana que representam a identidade cultural e os rituais das tribos africanas. 

Máscaras
São usadas em rituais religiosos, de guerra, de fertilidade da terra e de entretenimento 
Representam o divino e são usadas para incorporar espíritos e adquirir forças mágicas 
São usadas em cerimônias, celebrações festivas e eventos sociais 
São usadas em rituais de iniciação, como a chegada à maioridade ou a preparação para papéis de liderança na comunidade 
São usadas para proteção contra forças negativas ou espíritos malignos 
São esculpidas em madeira, barro, marfim, metais, couros, tecidos, cerâmica, bronze e cobre.


Máscaras e Totens Africanos - Expressões de Identidade e Cultura

Objetivo geral:
Compreender a importância das máscaras e totens na arte africana e afro-brasileira, valorizando suas expressões simbólicas, espirituais e estéticas por meio da criação artística.

Materiais:

Papelão

Rolos de papel toalha

Tintas coloridas

Tesoura sem ponta

Cola

Fitas, barbantes, sementes, tecidos, miçangas (opcional)

INTRODUÇÃO CULTURAL

Converse com os alunos sobre:

A diversidade dos povos africanos e suas tradições artísticas.

O significado simbólico das máscaras e totens: representação de antepassados, espíritos, forças da natureza e proteção.

A influência dessas expressões na arte afro-brasileira, como no Candomblé, Congada, Maracatu e Afoxé.

OBSERVAÇÃO E INSPIRAÇÃO

Mostre imagens de máscaras africanas e totens, destacando:

Cores vibrantes e formas geométricas.

Elementos simbólicos (animais, olhos grandes, bocas expressivas).

Materiais naturais usados na confecção tradicional.

CRIAÇÃO ARTÍSTICA

Proponha que cada aluno:

1- Escolha um símbolo pessoal (força, coragem, alegria, ancestralidade).

2- Modele sua máscara ou tótem usando papelão e rolos de papel.

3- Pinte e decore com cores que expressem sentimentos e significados.

4- Dê um nome e uma história para o objeto criado.

SOCIALIZAÇÃO E REFLEXÃO

Monte uma exposição ou uma roda de conversa:

Cada aluno apresenta sua criação e explica o simbolismo.

Discutam como a arte pode expressar identidade, fé e pertencimento.

Relacione com a consciência negra e o respeito à diversidade cultural.

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS ESPECÍFICOS

Desenvolver a expressão artística e simbólica.

Promover o reconhecimento e valorização da cultura afro-brasileira e africana.

Estimular o respeito à diversidade e a criatividade coletiva.

Favorecer o trabalho manual e o senso estético.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Transforme uma árvore de natal


Uma árvore de natal é tipicamente uma árvore. 
Mas quem diz que é preciso? hahah ...
Aqui está uma árvore externa, feita de pneus reaproveitados. 
Pulverizados, pintados de verde e decorados. 


Se você tiver acesso a pneus, essa é uma ótima dica para decoração externa.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Ludo



Relatório – TDAH e Ludoterapia
Autora: Renata Bravo

Introdução


O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é caracterizado principalmente pela dificuldade em manter a atenção, pelo esquecimento frequente e pela impulsividade/hyperatividade.
A ludoterapia surge como estratégia terapêutica eficaz para crianças de 3 a 11 anos, já que utiliza o jogo como linguagem natural da infância para trabalhar aspectos cognitivos, sociais e emocionais.

Tipos de Ludoterapia e Aplicações no TDAH
1. Brincadeira participativa

O terapeuta participa ativamente do jogo.

Estimula a confiança, a socialização e o manejo de emoções intensas.

Ajuda a criança a lidar com revezamento, competição e cooperação.

2. Ludoterapia centrada na criança

O jogo é iniciado pela criança.

O adulto responde às escolhas lúdicas, valorizando comunicação não-verbal.

Favorece a expressão de sentimentos e comportamentos.

3. Ludoterapia estruturada

Atividades com objetivos claros.

Trabalha: foco, memória, seguir instruções, paciência e autorregulação.

4. Autorregulação

Uso do jogo para controlar foco e emoções.

O terapeuta atua como modelo e oferece experiências sensoriais, atividades físicas e técnicas de relaxamento.

5. Relação terapêutica

Baseada em confiança, humor, carinho e cordialidade.

Ambiente seguro - criança mais aberta a aceitar orientações e trabalhar objetivos.

- Jogo do Ludo como Recurso Terapêutico:

Benefícios Cognitivos

Estimula raciocínio lógico.

Desenvolve coordenação motora fina.

Estimula planejamento e concentração.

Trabalha contagem e noção numérica (dado).

- Benefícios Socioemocionais:

Desenvolve empatia.

Ensina a lidar com frustrações.

Promove interação social.

Incentiva o trabalho em equipe.

- Benefícios Educacionais:

Ensina estratégias e habilidades matemáticas.

Ensina a esperar a vez pacientemente.

Ajuda no controle emocional.

Promove superação de limites.

Pode ser usado como ferramenta interdisciplinar.

- Atividades Práticas:
1. Ludo adaptado para TDAH

Tabuleiro maior, com cores bem vivas.

Regras simplificadas no início, aumentando a complexidade gradativamente.

Tempo cronometrado por rodada (para ajudar no foco).

2. Circuito da Autorregulação

Montar uma trilha com cartas de instruções simples (pular, respirar fundo, imitar animal, esperar 10 segundos).

Objetivo: treinar autorregulação de forma lúdica.

3. História do Dado

Cada jogada do dado deve vir acompanhada de uma ação verbal, ex.:

1 - diga uma qualidade sua

2 - respire fundo 3 vezes

3 - imite um animal

4 - conte até 10 calmamente

5 - elogie alguém

6 - conte algo que gosta de fazer

Trabalha memória, expressão e controle de impulsos.

4. Oficina Criativa – Construindo Meu Ludo

As crianças desenham e montam seu próprio tabuleiro (papelão, cartolina, tampinhas).

Estimula criatividade, paciência e vínculo com o jogo.

Conclusão:

A ludoterapia, quando associada a jogos estruturados como o Ludo, torna-se uma ferramenta poderosa no tratamento do TDAH. Além de estimular aspectos cognitivos e motores, favorece a socialização, a autorregulação emocional e o fortalecimento da autoestima.


Sugestões de Aplicação em Sala de Aula

1. Ludo da Matemática


Objetivo: trabalhar números, contagem e noções de probabilidade.

Como aplicar:

Cada jogada do dado deve ser contada em voz alta pelo aluno.

Ao avançar casas, pode-se pedir para somar/subtrair o número obtido.

Exemplo: tirar 4 - responder a uma conta simples (2+2).

Benefícios: concentração, raciocínio lógico, reforço de operações básicas.

2. Ludo da Convivência

Objetivo: desenvolver habilidades socioemocionais.

Como aplicar:

Cada cor do tabuleiro representa uma atitude (ex.: vermelho = coragem, azul = cooperação, verde = paciência, amarelo = respeito).

Ao cair em determinada cor, o aluno deve citar uma situação do dia a dia em que viveu essa atitude.

Benefícios: empatia, expressão de sentimentos, construção de valores.

3. Ludo da História

Objetivo: revisar conteúdos de forma divertida.

Como aplicar:

Ao cair em casas especiais, o professor faz uma pergunta de História/Geografia.

Acertou - joga novamente.

Errou - perde a vez.

Benefícios: memorização, paciência, foco em instruções.

4. Ludo do Movimento

Objetivo: ajudar na autorregulação e gastar energia de forma saudável.

Como aplicar:

Cada número do dado corresponde a uma ação física (ex.: 1 = pule 5 vezes, 2 = respire fundo, 3 = bata palmas, 4 = alongue-se, 5 = imite um animal, 6 = sente-se e conte até 10).

Benefícios: coordenação motora, controle da impulsividade, relaxamento.

5. Construindo o Ludo da Turma

Objetivo: estimular criatividade e cooperação.

Como aplicar:

Os alunos constroem seu próprio tabuleiro em cartolina ou papelão.

Definem juntos as regras adaptadas (ex.: casas de desafio, casas de relaxamento).

Benefícios: protagonismo, engajamento, valorização do trabalho coletivo.

- Dicas para o Professor:

Trabalhar em grupos pequenos (máx. 4 por jogo) para manter o foco.

Usar tempo delimitado (cronômetro ou música) para manter a dinâmica.

Reforçar elogios a cada conquista (mesmo que pequena).

Alternar entre atividade física + jogo de tabuleiro para equilibrar energia e concentração.


Plano de Aula – Ludo Pedagógico para Crianças com TDAH

Turma: Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano)
Duração: 50 minutos
Tema: Concentração, cooperação e aprendizagem por meio do jogo Ludo

- Objetivos
Gerais:

Favorecer a inclusão de crianças com TDAH em atividades coletivas.

Promover o desenvolvimento cognitivo, social e emocional por meio do jogo.

Específicos

Estimular a concentração e a atenção sustentada.

Trabalhar a noção de turno e espera da vez.

Desenvolver raciocínio lógico-matemático.

Incentivar a autorregulação emocional e o respeito às regras.

Estimular a convivência e o trabalho em equipe.

- Metodologia:

Apresentação (10 min)

O professor apresenta o tabuleiro do Ludo e explica as regras básicas.

Breve conversa sobre paciência, respeito às regras e importância de esperar a vez.

Jogo Principal – Ludo adaptado (30 min)

Divisão em grupos de até 4 alunos.

Cada grupo recebe um tabuleiro adaptado com casas especiais:

- Casa da Calma - a criança deve respirar fundo 3 vezes antes de jogar de novo.

- Casa do Desafio - responder uma conta de matemática ou pergunta de conteúdo (História/Geografia).

- Casa da Amizade - fazer um elogio ou ajudar o colega do lado.

O professor acompanha, ajudando na regulação da atenção e incentivando a cooperação.

Encerramento (10 min)

Roda de conversa rápida:

“O que você aprendeu jogando?”

“Como foi esperar a vez?”

“O que foi mais difícil e mais divertido?”

- Recursos Didáticos:

Tabuleiros de Ludo (um por grupo).

Dados grandes e coloridos.

Peões adaptados (pode usar tampinhas ou botões coloridos).

Cartas de desafio (matemática, curiosidades, relaxamento).

Cronômetro ou música para marcar o tempo de cada rodada.

- Avaliação:

Observação contínua durante o jogo:

Atenção ao esperar a vez.

Participação ativa e cooperação.

Respeito às regras.

Capacidade de autorregulação emocional diante de vitórias e frustrações.

Autoavaliação oral na roda de conversa final.

- Possíveis Adaptações:

Educação Infantil: tabuleiro ampliado, menos casas e foco em cores e movimentos.

Ensino Fundamental II: incluir desafios mais complexos (problemas matemáticos, charadas, questões de ciências).

Inclusão: uso de tabuleiro com símbolos visuais para alunos com dificuldades de leitura.


Tabuleiro de Ludo Adaptado – Casas Especiais
Estrutura do Tabuleiro

Formato: clássico, com quatro cores (azul, verde, vermelho e amarelo).

Casas especiais adicionadas:

- Casa da Calma: respire fundo 3 vezes antes de jogar novamente.

- Casa do Desafio: responder uma questão simples (matemática, curiosidade ou conteúdo escolar).

- Casa da Amizade: fazer um elogio ou ajudar o colega do lado.

Sugestão Visual de Distribuição:

Casa de Início: padrão, cada cor inicia com seus peões.

Casas normais: percorrer o caminho do tabuleiro normalmente.

Casas especiais: distribuídas ao longo do percurso, 1 a 2 de cada tipo por cor.

Tipo de Casa -Símbolo/Cor -Função
Normal - Quadrado colorido - Avançar conforme dado
Calma - ou azul claro - Respirar fundo 3x antes de jogar
Desafio - ou laranja - Responder questão de conteúdo
Amizade - ou rosa - Elogiar/ajudar colega

Materiais para Montagem:

Cartolina ou papelão para o tabuleiro.

Canetinhas, lápis de cor ou adesivos para diferenciar casas.

Peões: tampinhas, botões ou peças do Ludo tradicional.

Dados grandes e coloridos.

Cartas pequenas com perguntas ou instruções (opcional).

Sugestões de Aplicação em Sala:

Cada grupo de até 4 alunos recebe um tabuleiro.

Professor orienta e acompanha a autorregulação durante o jogo.

Casas especiais ajudam a desenvolver: foco, paciência, empatia e autorregulação emocional.

Ao final, roda de conversa sobre aprendizado, estratégias e sentimentos durante o jogo.


Renata Bravo em colaboração com a Secretaria Municipal da Educação Superintendência de Gestão Educacional Departamento de Ensino Fundamental de Curitiba


JOGOS: TRANSPOSIÇÃO DO TABULEIRO PARA A QUADRA

LUDO 
ORIGEM: ÍNDIA 
COMO JOGAR: NO TABULEIRO

O tabuleiro do Ludo é formado por um quadrado que possui um percurso marcado com o desenho de uma cruz, com cada braço de uma cor diferente (vermelho, amarelo, verde, azul). Em cada um dos cantos estão os 4 pontos de saída onde começam os 4 peões de cada jogador. 
Para iniciar, um jogador lança dois dados e percorre com um dos seus peões o número de casas correspondente ao valor tirado. 
O objetivo do jogo é ser o primeiro que, partindo do ponto de saída, chegar com os 4 peões à casa final, no centro da cruz. Para isso, devem dar a volta inteira no tabuleiro e chegar antes dos adversários. 
Uma vez concluído o percurso em torno de todo o tabuleiro, o peão deve subir a coluna correspondente à sua cor para chegar ao círculo central. Para chegar, é necessário tirar no dado o número exato, correspondente ao número de casas que que faltam para o peão conquistar o círculo central. Se não conseguir, pode utilizar o número para movimentar outros peões ou então passar a sua vez.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Transforme pratinhos de papelão em máscaras

Pratinhos de papelão transformados em máscaras "Queimadas pelo Sol". 🌞
Enquanto recortam e pintam as máscaras, aproveite e converse com as crianças, sobre os perigos da exposição inadequada ao sol. 




outras opções de máscaras 




Arara-azul

Mundo Azul: arara-azul e seus biomas

arara azul Cartilha Educativa: Conhecendo a Arara-Azul Autora: Renata Bravo Atividade criativa Monte sua arara-azul Materiais necessários: C...