sábado, 23 de janeiro de 2021

Brinquedo para crianças e adultos, instrumento de ótica, fonte de inspiração para os desenhistas, decoradores e bordadeiras, o caleidoscópio provoca positivas transformações na vida de quem o manuseia. Centramento, calma, concentração e alegria são vivenciados através da expansão e contração das figuras geométricas.

COMO FAZER UM CALEIDOSCÓPIO

Então, como vimos, esse dispositivo oferece uma enorme variedade de possibilidades de imagens. E o mais legal é que você pode fazer o seu próprio caleidoscópio em casa e apreciar diversas imagens deslumbrantes. Para isso você irá precisar dos seguintes materiais:

  • Um tubo circular de papelão, plástico ou metal;
  • Papel para forrar o tubo, ou tinta (papel de presente, papel brilhante…);
  • 3 ou 4 retângulos para formar um prisma (cortar os retângulos do tamanho adequado de acordo com o diâmetro e comprimento do rolo escolhido);
  • Pedras coloridas (miçangas, paetês, vidrilhos, canutilhos, lantejoulas, acrílico ou vidro colorido);
  • Uma caixinha transparente maior do que o diâmetro do tubo para colocar as pedras coloridas escolhidas;
  • 1 folha de papel transparente para servir de retroprojetor;
  • Tampa de garrafa (pode ser de refrigerante, água, suco e etc).

Agora, o passo a passo de como montar o seu caleidoscópio caseiro:

  • Com as placas cortadas, monte o prisma, recomenda-se que não tenha espaço entre as placas, pois caso isso ocorra, os desenhos pode conter falhas;
  • Revista ou pinte o tubo, e decore do jeito que achar melhor;
  • Coloque o prisma dentro do tubo;
  • Recorte na folha do retroprojetor, um círculo do tamanho do diâmetro do tubo;
  • Recorte o fundo da tampinha escolhida;
  • Coloque o círculo recortado no tubo, e prenda-o com a tampinha cortada;
  • Do outro lado, grude a caixinha no tubo.

Feito isso, agora você já tem o seu próprio caleidoscópio e pode apreciar as diversas imagens que o instrumento oferece.




terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Atividade que pode estimular o movimento de sopro em bebês e crianças



 As brincadeiras de sopro, as quais as crianças sopram para mover um objeto, além de simples e divertidas ajudam a treinar a musculatura da face e a respiração.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Brincando de pontaria com bolas

Plano de Atividade – Arremesso com Bola
Autora: Renata Bravo

Público-alvo:

Crianças do Ensino Fundamental I (pode ser adaptado para diferentes idades).

Duração:

20 a 30 minutos.

- Objetivos

Principal:

Desenvolver a coordenação motora e a concentração por meio de jogos de arremesso.

Secundários:

Estimular a expressão corporal.

Trabalhar atividades lúdicas em grupo.

Explorar noções de ritmo e tempo de reação.

Melhorar a condição física geral (força, agilidade, flexibilidade e resistência).

Incentivar a motivação, a cooperação e a qualidade de vida.

Materiais:

Bolas leves (de borracha, de espuma ou recicladas com meias/papel amassado).

Baldes, caixas ou círculos no chão para servir de alvo.

Fita adesiva ou cones para marcar distâncias.

Música (opcional, para atividades rítmicas).

Procedimento:

1- Aquecimento (5 min): alongamentos dinâmicos (braços, pernas e tronco).

2- Atividade principal (15 min):

Cada criança recebe uma bola.

Deve arremessar em direção ao alvo (balde ou círculo).

Variar a distância do arremesso conforme a idade.

Trocar mãos (direita/esquerda) para estimular a coordenação bilateral.

Introduzir desafios rítmicos: arremessar no tempo da música, por exemplo.

3- Variações:

Jogo em duplas: um arremessa, o outro recolhe.

Competição saudável: quem acerta mais vezes o alvo em 1 minuto.

Arremesso em movimento: correr até a linha marcada e lançar.

Encerramento (5 min):

Alongamentos leves.

Conversa rápida: “O que foi mais difícil, mirar ou se concentrar no tempo de jogar?”.

Avaliação:

Observar se as crianças:

Conseguem controlar melhor os movimentos.

Mostram mais precisão nos arremessos.

Estão atentas e concentradas durante a brincadeira.

Trabalham em grupo com motivação e cooperação.


Atividade Adaptada – Arremesso com Bola para Inclusão
Público-alvo:

Crianças do Fundamental I

Pessoas idosas em atividades terapêuticas

Crianças e adultos com necessidades específicas

Objetivos:

Desenvolver coordenação motora e concentração.

Promover interação social e expressão corporal.

Estimular o prazer da atividade física como fator de qualidade de vida.

1- Crianças com Autismo (TEA)
Adaptações:

Previsibilidade: explicar a atividade antes de começar, mostrar passo a passo.

Estimulação visual: usar bolas coloridas e alvos grandes.

Regras simples: arremessar até o alvo sem tempo limite.

Organização espacial: demarcar claramente o lugar de arremesso e do alvo com fita adesiva colorida.

Reforço positivo: cada tentativa é celebrada, independente do acerto.

- Benefícios: melhora da coordenação, atenção compartilhada e regulação sensorial.

2- Pessoas com Deficiência Física
Adaptações:

Cadeira de rodas: posicionar o alvo à altura do participante.

Limitação de movimento nos braços: usar bolas maiores e leves (balões cheios de arroz, bolas de espuma).

Movimento restrito: permitir lançamentos rolando a bola em direção ao alvo.

Participação coletiva: duplas podem se ajudar (um segura a bola, o outro guia o movimento).

- Benefícios: fortalecimento de membros superiores, autoestima e integração social.

3- Idosos (ex.: Alzheimer, Parkinson ou limitações motoras)
Adaptações:

Ritmo lento: dar mais tempo para preparar o arremesso.

Alvo próximo: aumentar o tamanho do alvo e reduzir a distância.

Repetição suave: movimentos curtos, sem sobrecarga física.

Alongamento inicial sentado: preparar articulações para evitar dores.

Estimulação cognitiva: associar arremessos a contagem de pontos ou músicas (ex.: jogar a bola ao ritmo da canção).

- Benefícios: manutenção da memória, concentração, interação social e mobilidade.

Avaliação Inclusiva:

Não medir apenas a precisão dos arremessos, mas o engajamento, o esforço, a interação e a motivação.

Cada aluno/participante é estimulado a superar o próprio desafio, não o do colega.

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Por que trabalhar com jogos na Educação?

O jogo pode atrair o aluno que muitas vezes se encontra desmotivado devido a metodologia aplicada pelo docente,tendo por consequência o mau desempenho do mesmo, pois, o cerne de uma aprendizagem é o interesse do ser humano, seja qual for a área do conhecimento.

É também um atrativo, uma boa propaganda (metodologia) para promover (ensinar) o produto (conteúdo escolar). É possível citar o marketing empresarial que utilizam o lúdico para despertar a sociedade infantil, e logo os tornar sujeitos subordinados ao consumo. A utilização do lúdico se torna uma importante ferramenta para conquistar e auxiliar o ensino e aprendizagem, e fazer que os educandos aprendam de forma prazerosa, trazendo êxito à proposta de aprendizagem do educador. Aprender a conhecer consiste no prazer em descobrir, construir e reconstruir o conhecimento, portanto, é importante que o pedagogo aplique métodos prazerosos em suas atividades. ( DELORS apud RODRIGUES, 2016).

 É comum crianças brincarem do faz-de-conta atribuindo características de práticas adultas. O jogo por sua vez é constituído por regras e podem contribuir acrescentando conhecimentos atitudinais de boa conduta como a ética, respeito, honestidade, companheirismo entre outras que são essenciais para a formação do indivíduo, e também conduzir as crianças em suas atitudes no decorrer de jogos, brincadeiras ou competições e interferir quando preciso. Nos jogos de regras, as crianças são estimuladas a conhecer que o mundo é construido por limites. A vida em sociedade é composta por leis, isso ocorre pelo bem-estar de todos os cidadãos. Pois diante da diversidade cultural no qual o mundo possui, é preciso o sujeito respeitar o seu próximo, e conhecer onde começa e onde termina seu limite. 

Os alunos necessitam praticar o autocontrole, tendo por consequência habilidade para cumprir regras que a ela for estabelecida [...] “dominar as regras significa dominar seu próprio comportamento, aprendendo a controlá-lo, aprendendo a subordinálo a um propósito definido. (BRASIL, 2009, p. 12).











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