quarta-feira, 30 de abril de 2025

A crescente preocupação com o impacto ambiental e a importância de escolher opções mais eco-friendly para o cuidado com os animais de estimação

Buscando alternativas que minimizem o desperdício e a poluição.

1. Alimentos:
Rações e petiscos orgânicos e naturais, evitando ingredientes com origem duvidosa ou embalagens não recicláveis.
Alimentos em embalagens compostáveis ou reutilizáveis.
Promoção da alimentação crua (BARF) como uma opção mais sustentável.

2. Brinquedos:
Brinquedos feitos de materiais naturais e biodegradáveis, como madeira, algodão e fibras naturais.
Brinquedos reutilizáveis e duráveis, evitando a necessidade de trocas frequentes.
Brinquedos feitos de materiais reciclados, como PET.

3. Higiene e Cuidado:
Produtos de higiene (shampoos, sabonetes, condicionadores) com ingredientes naturais e livres de químicos agressivos.
Sabonetes em barra como alternativa aos produtos em frascos plásticos.
Produtos de higiene com embalagens recicláveis ou compostáveis.

4. Acessórios:
Coleiras e focileiras de materiais naturais, como couro ou corda.
Camas e toalhas de algodão orgânico ou materiais reciclados.
Bolsas e transportadoras reutilizáveis e duráveis.

5. Práticas Sustentáveis em Pet Shops:
Utilização de embalagens biodegradáveis e recicláveis.
Promoção da venda de produtos sustentáveis e informações sobre seus benefícios.
Parcerias com ONGs e instituições que trabalham com o bem-estar animal e a proteção do meio ambiente.

Benefícios da adoção de produtos sustentáveis para pets:
Redução da pegada de carbono e impacto ambiental.
Promoção da saúde dos animais, evitando substâncias químicas e alergênicas.
Contribuição para a economia circular e o consumo consciente.
Incentivo à inovação e ao desenvolvimento de produtos mais sustentáveis.

Considerações:
Pesquisar e identificar os fabricantes e lojas que oferecem produtos sustentáveis para pets.
Avaliar a durabilidade e a qualidade dos produtos, buscando opções que sejam adequadas para as necessidades dos animais.
Educar os tutores sobre a importância da sustentabilidade e as opções disponíveis no mercado.
Promover a conscientização e a adoção de práticas mais sustentáveis em pet shops e clínicas veterinárias.



quinta-feira, 24 de abril de 2025

Em um passo importante rumo à energia sustentável

O Japão colocou em operação sua primeira turbina subaquática em escala de megawatts .

Batizada de AR1100, a turbina foi instalada no Estreito de Naru, nas Ilhas Goto, e marca um avanço no aproveitamento da força das marés como fonte limpa e renovável .

Desenvolvida pela Proteus Marine Renewables, a AR1100 tem capacidade para gerar 1,1 megawatt de energia elétrica , suficiente para abastecer centenas de residências.

O projeto é fruto de um teste bem-sucedido realizado em 2021, que já havia demonstrado a viabilidade dessa tecnologia inovadora .

Com um design modular inteligente, lâminas ajustáveis em tempo real e integração eficiente à rede elétrica , a turbina simboliza uma nova era na geração de energia oceânica.

A instalação fortalece o compromisso do Japão com a descarbonização e a transição energética .

A Proteus Marine Renewables se destaca como a primeira empresa a operar turbinas de maré em escala de megawatts no Japão e no Reino Unido .

A atuação da empresa também se estende à Escócia, França e Estados Unidos , impulsionando a adoção dessa fonte energética promissora.

O sucesso da AR1100 comprova o potencial das correntes oceânicas na luta contra as mudanças climáticas .

Esse marco representa um passo decisivo para o futuro da energia renovável, mostrando que o oceano pode ser um grande aliado na geração de eletricidade limpa e sustentável .



Geração de energia agrovoltaica - uma nova fronteira para as energias renováveis

Maquete de usina de geração de energia agrovoltaica, é um sistema que combina a produção de energia solar com a agricultura, aproveitando a mesma área para gerar eletricidade e cultivar alimentos. Essa integração permite que painéis solares sejam instalados sobre plantações ou pastagens, permitindo que a luz solar seja capturada para gerar eletricidade, enquanto as plantas ainda recebem luz suficiente para crescer.

Como funciona:
1. Instalação dos painéis:
Os painéis fotovoltaicos são instalados sobre estruturas elevadas, geralmente a uma altura que permite que as plantas abaixo recebam luz suficiente para a fotossíntese.
2. Geração de energia:
A luz solar é capturada pelos painéis e convertida em energia elétrica.
3. Utilização da energia:
A energia gerada pode ser utilizada para consumo próprio na propriedade rural, como a iluminação, ou vendida para a rede elétrica.
4. Benefícios para a agricultura:
A sombreamento proporcionado pelos painéis pode reduzir a evaporação da água no solo, proteger as plantas de condições climáticas extremas e aumentar a produtividade em algumas culturas.

Benefícios da agrovoltaica:

Aumento da eficiência do uso do solo:

Permite que a mesma área seja utilizada para produção de energia e agricultura, otimizando o uso do solo.
Redução do impacto ambiental:
Reduz a necessidade de desmatamento para instalação de usinas solares e contribui para a geração de energia renovável.
Benefícios econômicos para os produtores:
Pode gerar uma renda adicional para os agricultores ao vender a energia produzida e pode melhorar a produtividade das culturas.
Diversificação da produção:
Permite que os agricultores diversifiquem a produção, gerando renda com a produção de alimentos e energia.

Considerações importantes:

Tipos de culturas:
Nem todas as culturas são adequadas para a agrovoltaica. É importante escolher culturas que se beneficiem do sombreamento e que não sejam prejudicadas pela presença dos painéis.
Planejamento e instalação:
A instalação de uma usina agrovoltaica requer um planejamento cuidadoso, levando em consideração a irradiação solar, as características do solo e as necessidades da propriedade.
Manutenção:
É importante realizar a manutenção dos painéis solares e das estruturas de suporte para garantir o bom funcionamento do sistema.


Encomendas de maquetes, entrar em contato com o email: renatarjbravo@gmail.com



Fontes não renováveis de energia

As fontes não renováveis de energia são aquelas que se utilizam de recursos naturais esgotáveis, ou seja, que terão um fim, seja em um futuro próximo, seja em um período de médio ou longo prazo. Em alguns casos, esse tipo de energia costuma apresentar problemas de ordem ambiental, além de disputas envolvendo a extração e comercialização de suas matérias-primas.

1 - O Petróleo é, ainda nos dias atuais, a principal matéria-prima e uma das principais fontes de energia do mundo. Assim sendo, sua extração e utilização foram e ainda são alvos de conflitos envolvendo potências imperialistas e países produtores e refinadores. Trata-se, assim, de um recurso natural de caráter estratégico, pois é amplamente utilizado por veículos, constituindo-se como um elemento importante nos meios de transporte, além de também poder ser utilizado na fabricação de produtos derivados, notadamente o plástico.

2 - O carvão mineral passou a ser amplamente utilizado a partir das revoluções industriais resultantes do capitalismo, sendo ainda hoje uma fonte de energia bastante utilizada em todo o mundo, perdendo somente para o petróleo. No total, ele corresponde a pouco menos de 26% dos recursos utilizados na produção de energia mundialmente, um número que cai para cerca de 6% no Brasil.

3 - O gás natural nada mais é do que a mistura de hidrocarbonetos leves na forma gasosa, tais como o metano, etano, propano, butano e outros. Suas reservas encontram-se quase sempre disponibilizadas nas áreas onde se extrai o petróleo, passando pelo mesmo processo de constituição. No entanto, ao contrário do petróleo e do carvão mineral, o gás natural é menos poluente, embora a sua combustão ainda sim apresente alguns níveis de poluição que causam danos à atmosfera.

4 - A energia nuclear é obtida a partir do processo de fissão nuclear de átomos de urânio, que é considerado uma fonte esgotável de energia. Quando ocorre a fissão do núcleo desse material, libera-se uma grande quantidade de energia que e utilizada para a produção principalmente de eletricidade.




Energia renovável

Energia renovável é aquela que vem de recursos naturais que são naturalmente reabastecidas, como sol, vento, chuva, marés e energia geotérmica. É importante notar que nem todo recurso natural é renovável, por exemplo, o urânio, carvão e petróleo são retirados da natureza, porém existem em quantidade limitada.

1 - Usina hidrelétrica é uma obra da engenharia que utiliza a força hidráulica das águas para a produção de eletricidade. Também conhecidas como usinas hidroelétricas ou centrais hidroelétricas, essas grandes estruturas se aproveitam do movimento dos rios para a obtenção da energia elétrica.

2 - Energia solar é um termo que se refere à energia proveniente da luz e do calor do Sol. É utilizada por meio de diferentes tecnologias em constante evolução, como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica, a arquitetura solar e a fotossíntese artificial.

3- Energia eólica é a transformação da energia do vento em energia útil, tal como na utilização de aerogeradores para produzir eletricidade, moinhos de vento para produzir energia mecânica ou velas para impulsionar veleiros. O impacto ambiental é geralmente menos problemático do que o de outras fontes de energia.

4 - Energia geotérmica, ou energia geotermal, é a energia obtida a partir do calor proveniente do interior da Terra. O calor da Terra existe numa parte por baixo da superfície do planeta, mas em algumas partes está mais perto da superfície do que outras, o que torna mais fácil a sua utilização.

5 - Usina termoelétrica é uma instalação industrial usada para geração de energia elétrica a partir da energia liberada por biomassa como bagaço de diversos tipos de plantas, restos de madeira etc. Vale ressaltar que existem termoelétricas que não são renováveis que utilizam por exemplo o carvão mineral.

6 - A energia das ondas ou ondomotriz, provém do aproveitamento das ondas oceânicas. É uma energia "limpa", isto é, sem quaisquer custos para o ambiente e até a atualidade, não está disponível de forma comercial, apesar de ser estudada desde o ano de 1890.




terça-feira, 22 de abril de 2025

Quais barcos você ainda mantém ancorados por medo de não dar certo?

Essa frase:

"Ao chegar na ilha, queimem seus barcos e afundem eles" carrega uma poderosa metáfora sobre comprometimento total e decisão sem volta. Ela remete à ideia de que, ao eliminar todas as rotas de fuga, a única opção que resta é seguir em frente e fazer dar certo.

Queimar os barcos é um ato simbólico de coragem. Significa que você está tão comprometido com um objetivo que não permitirá a si mesmo recuar. É abrir mão da segurança do "plano B" e mergulhar de cabeça no propósito que escolheu. Em vez de olhar para trás, você olha para frente com foco, determinação e criatividade porque agora, o sucesso não é uma escolha: é uma necessidade.

Na vida, muitas vezes hesitamos porque sabemos que podemos voltar. Mantemos os "barcos" ancorados: um emprego seguro que não nos satisfaz, uma relação morna, um sonho adiado.

Queimá-los não é uma atitude inconsequente, mas sim um chamado à ação: confie em si mesmo o suficiente para não precisar de uma rota de escape.

Pergunta que fica: "quais barcos você ainda mantém ancorados por medo de não dar certo?"

Xeque-mate efetuado pelo bispo!

Em 2019, o Papa Francisco visitou o Japão pela primeira vez em 38 anos desde que o Papa Juan Pablo II o visitou em 1981. Ele recebeu uma túnica de anime personalizada, que usou.


E para quem diz que anime é coisa do mal:

Xeque-mate efetuado pelo bispo!

*Um dos xeque-mates mais difíceis de aplicar no xadrez*


*Klassen Tid"

Na Dinamarca, a empatia é ensinada como matéria obrigatória nas escolas desde 1993, para alunos dos 6 aos 16 anos, e é conhecida como "Klassen Tid" (Hora da Classe). Durante essas aulas semanais, os alunos discutem emoções, desafios pessoais e dinâmicas de grupo em um ambiente seguro e acolhedor. As aulas incluem três aspectos da disciplina: afetivo, cognitivo e regulador de emoções. 

Detalhes:

Klassen Tid:

É uma aula semanal onde os alunos são incentivados a discutir seus problemas, sejam eles pessoais ou escolares, e a encontrar soluções em conjunto com o professor e a turma. 

Aspectos da Disciplina:

Afetivo: Os alunos aprendem a compartilhar e compreender os estados emocionais dos outros. 

Cognitivo: Eles aprendem a deliberar sobre os estados mentais dos outros. 

Regulador de Emoções: Os alunos aprendem a controlar e regular suas próprias emoções. 

Benefícios:

Construção de relacionamentos. 

Prevenção de assédio moral. 

Melhora no desempenho acadêmico e social. 

Aprendizado do trabalho em equipe. 

Desenvolvimento do "eu interior". 

Como funciona na prática:

Os alunos podem compartilhar seus problemas pessoais ou observar os problemas de outros e, juntos, discutir como resolvê-los, com o professor a orientar a discussão e a buscar soluções. 

Diferenças:

A educação dinamarquesa não se concentra em competir com os colegas, mas sim no desenvolvimento das habilidades e talentos de cada um. 

Os professores desempenham um papel fundamental, orientando as conversas e ajudando os alunos a desenvolverem habilidades como inteligência emocional, escuta ativa e resolução de conflitos.

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Objetivos e benefícios:

- Promover a cooperação, compreensão e harmonia social, valores profundamente enraizados na cultura dinamarquesa.

- Fortalecer a resiliência emocional e os relacionamentos interpessoais.

- Melhorar o desempenho acadêmico, já que alunos emocionalmente seguros tendem a se concentrar e aprender melhor.

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Pesquisas indicam que ensinar empatia desde cedo pode reduzir o bullying e preparar as crianças para enfrentarem os desafios da vida com gentileza e compreensão. Essa prática é um exemplo de como a educação pode moldar sociedades mais compassivas e inclusivas.



segunda-feira, 21 de abril de 2025

"Sedes vacans"

"O trono está vazio"


“A Páscoa é a festa da vida!”

A mensagem “Urbi et orbi” (para a cidade de Roma e para o mundo) do Papa Francisco por ocasião da celebração pascal foi lida por Mons. Diego Ravelli, mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias. Do balcão central da Basílica Vaticana, o Pontífice acenou para os milhares de fiéis na Praça São Pedro e desejou a todos “Feliz Páscoa”. 

O Santo Padre estava acompanhado pelo cardeal-protodiácono, Dominique Mamberti, e pelo cardeal espanhol Fernando Vérgez Alzaga.

“Cristo ressuscitou! Neste anúncio encerra-se todo o sentido da nossa existência, que não foi feita para a morte, mas para a vida. A Páscoa é a festa da vida! Deus criou-nos para a vida e quer que a humanidade ressurja!”

Este anúncio de esperança ressoa hoje ainda mais forte enquanto vemos todos os dias os inúmeros conflitos que ocorrem em diferentes partes do mundo. “Quanta violência vemos com frequência também nas famílias, dirigida contra as mulheres ou as crianças!”, escreve com pesar Francisco, que formula os seus votos:

“Neste dia, gostaria que voltássemos a ter esperança e confiança nos outros” e “a ter esperança de que a paz é possível!” O Santo Padre então elenca os vários países e regiões em conflito, a partir da Terra Santa. O Papa extende seus votos de paz a todo o Oriente Médio, para o Sul do Cáucaso e aos povos africanos vítimas de violências. Na Ásia, o pensamento de Francisco vai a Mianmar, que além do conflito armado sofre com as consequências do terremoto.

“Não é possível haver paz sem um verdadeiro desarmamento! A necessidade que cada povo sente de garantir a sua própria defesa não pode transformar-se numa corrida generalizada ao armamento”, acrescenta o Pontífice, que renova o pedido para que os recursos disponíveis sejam utilizados para ajudar os necessitados, combater a fome e promover iniciativas que favoreçam o desenvolvimento. “Estas são as ‘armas” da paz: aquelas que constroem o futuro, em vez de espalhar morte!”, diz ainda o Papa, apelando que não se ceda à lógica do medo.

Ao final, o Papa concedeu a bênção apostólica e saudou os fiéis do papamóvel.

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#papafrancisco #páscoa 

Fonte: vaticannewspt

A origem de diversos sotaques brasileiros

O "R" caipira do interior de SP, MT, MG, PR e SC deve-se aos indígenas que aqui moravam não conseguiam falar o "R" dos portugueses, não havia o som dessa letra em muitos dos mais de 1200 idiomas da região.

Então na tentativa de se pronunciar o R, acabou-se criando essa jabuticaba brasileira, que não existe em Portugal. A isso também se deve o fato de muitas pessoas até hoje em dia trocarem L por R, como em farta (falta) e frecha (flecha).

Com a chegada de italianos à SP o sotaque do paulistano incorporou o R vibrante atrás dos dentes, porta como "porita", e em alguns casos até incorporando mais Rs: carro como "caRRRo", se quem fala for de Mooca, Brás e Bexiga, bairros com bastante influência italiana.

O R falado no RJ deve-se ao fato de que quando a Corte portuguesa pisou aqui, a moda era falar o R como dos franceses, saindo do fundo da garganta, como: "PaRRRRi".

A elite carioca tratou de copiar a nobreza, e assim, na contramão do R caipira e 100% brasileiro, o importou seu som de R dos franceses. Do mesmo modo a Realeza trouxe o "S" chiado dos cariocas.

As regiões Norte e Sul receberam a partir do século XVII imigrantes dos Açores e ilha da Madeira, lugares onde o S também vira SH. Viviam mais de 15 mil portugueses no Pará, 4ª maior população portuguesa no Brasil à época, o que fez os paraenses também incorporarem o chiado.

Já Porto Alegre misturava indígenas, portugueses, espanhois e depois alemães e italianos, toda essa mistura resultou num sotaque sem chiamento.

Curitiba recebeu muitos ucranianos e poloneses, a falta de vogais nos idiomas desses povos acabou estimulando uma pronúncia mais pausada de vogais como o E, para que se fizessem entender, dando origem ao folclórico "leitE quentE".

Em Cuiabá e outras cidades do interior do Mato Grosso preservou-se o sotaque de Cabral, não sendo incomum os moradores falando de um "djeito diferentE". Os portugueses que se instalaram ali vieram do norte de Portugal e inseriam T antes de CH e D antes de J. E até "hodje os cuiabanos tchamam feijão de fedjão".

Junto com os 800 mil escravos também foram trazidos seus falares, e sua influência que perdura até hoje em se comer o R no final das palavras: Salvadô, amô, calô e a destruição de vogal em ditongos: lavôra, chêro, bêjo, pôco, que aparece em muitos dialetos africanos.

A falta de plurais, o uso do gerúndio sem falar o D (andano, fazeno), a ligação de fonemas em som de z (ozóio, foi simbora) e a simplificação da terceira pessoa do plural (disséro, cantaro) também são heranças africanas.

Arara-azul

Mundo Azul: arara-azul e seus biomas

arara azul Cartilha Educativa: Conhecendo a Arara-Azul Autora: Renata Bravo Atividade criativa Monte sua arara-azul Materiais necessários: C...