VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
segunda-feira, 30 de março de 2020
ELMER , O ELEFANTE XADREZ
https://brinquedosmaterialreutilizado.blogspot.com/2015/03/elefante-colorido.html
A História fala de diferenças e é um apelo à tolerância e ao respeito.
ELMER, O ELEFANTE XADREZ
Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor.
Todos, quer dizer, menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.
A História fala de diferenças e é um apelo à tolerância e ao respeito.
ELMER, O ELEFANTE XADREZ
Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor.
Todos, quer dizer, menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.
segunda-feira, 23 de março de 2020
Improviso e criatividade na confecção de fantasias
Exercite as habilidades das crianças, estimule o mundinho deles incentivando a ir além dos super heróis, mergulhando no poder da transformação das coisas e de si mesmo.
Use o improviso, a criatividade, com a brincadeira de confeccionar junto, e de ser o que eles quiserem ser.
domingo, 22 de março de 2020
quinta-feira, 19 de março de 2020
Sobre ser humano
Moçambique é um dos poucos países que não apresentaram nenhum caso de contaminação.
Nas escolas os alunos tem reservado um tempo para orar e interceder pelo mundo.
segunda-feira, 16 de março de 2020
Jogo de alfabetização
Faça um recurso de leitura fantástico com este jogo de alfabetização de copos fonéticos para crianças! Adaptável para diferentes estágios do desenvolvimento fonético, simples e rápido de montar e perfeito para a aprendizagem em sala de aula e em casa.
quinta-feira, 5 de março de 2020
Ampulheta
Plano de Atividade – Construindo e Explorando a Ampulheta
Identificação
Identificação
Autora: Renata Bravo
Eixo temático: Tecnologia e Sociedade
Conteúdo: Medida do tempo
Série: 1º ciclo do Ensino Fundamental (2º e 3º anos)
Público-alvo: Crianças
Número de participantes: 1 a 3 por ampulheta
Tempo estimado: 15 minutos
Formação: Individual, em duplas ou trios
Objetivos
Geral: Desenvolver a noção de tempo a partir da construção e uso da ampulheta.
Cognitivo: Estudar a medida do tempo e compreender como diferentes civilizações desenvolveram formas de medi-lo.
Afetivo: Estimular a observação, a curiosidade e a capacidade de análise.
Motor: Exercitar a motricidade fina durante a montagem da ampulheta.
Procedimento
Selecionar dois recipientes iguais (plásticos ou de vidro).
Colocar areia em um deles.
Colar as tampas dos recipientes.
Fazer um pequeno furo no centro das tampas coladas, para permitir a passagem da areia.
Unir os dois recipientes pelas tampas, formando a ampulheta.
Medir, com o auxílio de um relógio, o tempo que a areia leva para passar de um recipiente ao outro.
Anotar o tempo nas extremidades da ampulheta.
Desenvolvimento
Utilizar a ampulheta construída em pequenas atividades recreativas matemáticas (ex.: contar quantas vezes a areia passa em 1 minuto; medir o tempo de execução de uma tarefa simples).
Relacionar o tempo da ampulheta com o tempo medido pelo relógio, comparando resultados.
Autoavaliação
Conversar com os alunos sobre o que observaram.
Questões norteadoras:
O que aconteceu com a areia?
O tempo foi sempre o mesmo?
Para que podemos usar uma ampulheta no dia a dia?
Refletindo
Explicar a história da ampulheta:
Também chamada de relógio de areia.
É formada por duas âmbulas (recipientes cônicos ou cilíndricos) comunicadas por um orifício.
Foi usada em navios, igrejas e até no início do telefone para medir a duração das chamadas.
Muito presente na arte como símbolo da passagem do tempo e da transitoriedade da vida.
Origem do nome: Ampulla, do latim, que significa redoma.
Encerramento
“O professor de Matemática que dispõe de um bom Laboratório, poderá, com a maior facilidade, motivar seus alunos por meio de experiências e orientá-los mais tarde, com a maior segurança pelo caminho das pesquisas mais abstratas”.
--Malba Tahan
Eixo temático: Tecnologia e Sociedade
Conteúdo: Medida do tempo
Série: 1º ciclo do Ensino Fundamental (2º e 3º anos)
Público-alvo: Crianças
Número de participantes: 1 a 3 por ampulheta
Tempo estimado: 15 minutos
Formação: Individual, em duplas ou trios
Objetivos
Geral: Desenvolver a noção de tempo a partir da construção e uso da ampulheta.
Cognitivo: Estudar a medida do tempo e compreender como diferentes civilizações desenvolveram formas de medi-lo.
Afetivo: Estimular a observação, a curiosidade e a capacidade de análise.
Motor: Exercitar a motricidade fina durante a montagem da ampulheta.
Procedimento
Selecionar dois recipientes iguais (plásticos ou de vidro).
Colocar areia em um deles.
Colar as tampas dos recipientes.
Fazer um pequeno furo no centro das tampas coladas, para permitir a passagem da areia.
Unir os dois recipientes pelas tampas, formando a ampulheta.
Medir, com o auxílio de um relógio, o tempo que a areia leva para passar de um recipiente ao outro.
Anotar o tempo nas extremidades da ampulheta.
Desenvolvimento
Utilizar a ampulheta construída em pequenas atividades recreativas matemáticas (ex.: contar quantas vezes a areia passa em 1 minuto; medir o tempo de execução de uma tarefa simples).
Relacionar o tempo da ampulheta com o tempo medido pelo relógio, comparando resultados.
Autoavaliação
Conversar com os alunos sobre o que observaram.
Questões norteadoras:
O que aconteceu com a areia?
O tempo foi sempre o mesmo?
Para que podemos usar uma ampulheta no dia a dia?
Refletindo
Explicar a história da ampulheta:
Também chamada de relógio de areia.
É formada por duas âmbulas (recipientes cônicos ou cilíndricos) comunicadas por um orifício.
Foi usada em navios, igrejas e até no início do telefone para medir a duração das chamadas.
Muito presente na arte como símbolo da passagem do tempo e da transitoriedade da vida.
Origem do nome: Ampulla, do latim, que significa redoma.
Encerramento
“O professor de Matemática que dispõe de um bom Laboratório, poderá, com a maior facilidade, motivar seus alunos por meio de experiências e orientá-los mais tarde, com a maior segurança pelo caminho das pesquisas mais abstratas”.
--Malba Tahan
Roteiro de Oficina Prática - Construindo uma Ampulheta
Título da Oficina
"Medição do Tempo com Areia"
Público-alvo:
Crianças do 2º e 3º ano do Ensino Fundamental.
Duração:
30 a 40 minutos.
Materiais Necessários:
2 garrafinhas PET pequenas ou frascos iguais transparentes;
Areia fina, sal ou açúcar;
2 tampinhas iguais (que encaixem bem);
Cola quente ou fita adesiva;
Tesoura ou furador;
Relógio ou cronômetro.
Passo a Passo:
Lave e seque bem os recipientes.
Coloque uma quantidade de areia em uma das garrafinhas.
Faça um pequeno furo no centro das duas tampinhas.
Cole as tampinhas, de forma que fiquem unidas e os furos alinhados.
Encaixe uma garrafinha em cada lado, formando a ampulheta.
Vire e cronometre o tempo que a areia leva para passar.
Anote esse tempo no corpo da ampulheta.
Variações:
Usar diferentes quantidades de areia e comparar o tempo.
Fazer uma competição: quem consegue bater palmas, escrever seu nome ou montar um quebra-cabeça antes da areia acabar?
Criar um "campeonato de ampulhetas": qual grupo fez a mais rápida e a mais lenta?
Encerramento:
Debater: "Para que serve medir o tempo? Como seria nossa vida sem relógios?"
Título da Oficina
"Medição do Tempo com Areia"
Público-alvo:
Crianças do 2º e 3º ano do Ensino Fundamental.
Duração:
30 a 40 minutos.
Materiais Necessários:
2 garrafinhas PET pequenas ou frascos iguais transparentes;
Areia fina, sal ou açúcar;
2 tampinhas iguais (que encaixem bem);
Cola quente ou fita adesiva;
Tesoura ou furador;
Relógio ou cronômetro.
Passo a Passo:
Lave e seque bem os recipientes.
Coloque uma quantidade de areia em uma das garrafinhas.
Faça um pequeno furo no centro das duas tampinhas.
Cole as tampinhas, de forma que fiquem unidas e os furos alinhados.
Encaixe uma garrafinha em cada lado, formando a ampulheta.
Vire e cronometre o tempo que a areia leva para passar.
Anote esse tempo no corpo da ampulheta.
Variações:
Usar diferentes quantidades de areia e comparar o tempo.
Fazer uma competição: quem consegue bater palmas, escrever seu nome ou montar um quebra-cabeça antes da areia acabar?
Criar um "campeonato de ampulhetas": qual grupo fez a mais rápida e a mais lenta?
Encerramento:
Debater: "Para que serve medir o tempo? Como seria nossa vida sem relógios?"
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Capa:
“Relógio de Areia: Como Medir o Tempo Brincando”
Página 1 – O que é uma ampulheta?
- É um tipo de relógio muito antigo.
- É feita de dois potes transparentes ligados por um buraquinho.
- A areia cai de um lado para o outro e marca o tempo.
Página 2 – Vamos construir a nossa?
Materiais: 2 potinhos, areia, tampas, cola e relógio.
Página 3 – Passos:
Coloque areia em um pote.
Faça um buraquinho nas tampas.
Una as tampas e cole.
Coloque os dois potes juntos.
Vire e veja a areia cair!
Página 4 – Experimente!
Cronometre o tempo da sua ampulheta.
Use-a para jogar e brincar.
Compare com o relógio da sala.
Página 5 – Você sabia?
A ampulheta já foi usada em navios, igrejas e até para medir chamadas de telefone!
Na arte, ela aparece como símbolo da passagem do tempo.
Página final – Mensagem:
"O tempo não volta… mas podemos aprender a usá-lo da melhor forma!"
“Relógio de Areia: Como Medir o Tempo Brincando”
Página 1 – O que é uma ampulheta?
- É um tipo de relógio muito antigo.
- É feita de dois potes transparentes ligados por um buraquinho.
- A areia cai de um lado para o outro e marca o tempo.
Página 2 – Vamos construir a nossa?
Materiais: 2 potinhos, areia, tampas, cola e relógio.
Página 3 – Passos:
Coloque areia em um pote.
Faça um buraquinho nas tampas.
Una as tampas e cole.
Coloque os dois potes juntos.
Vire e veja a areia cair!
Página 4 – Experimente!
Cronometre o tempo da sua ampulheta.
Use-a para jogar e brincar.
Compare com o relógio da sala.
Página 5 – Você sabia?
A ampulheta já foi usada em navios, igrejas e até para medir chamadas de telefone!
Na arte, ela aparece como símbolo da passagem do tempo.
Página final – Mensagem:
"O tempo não volta… mas podemos aprender a usá-lo da melhor forma!"
Plano Interdisciplinar (Matemática + História + Arte)Tema
O Tempo e suas Medidas: da Antiguidade aos Nossos Dias
Disciplinas Envolvidas
Matemática: Medidas de tempo, comparação de durações, uso da ampulheta como instrumento.
História: Origem da ampulheta, quadrante solar e clepsidra.
Arte: Representações da ampulheta em pinturas, esculturas e desenhos.
Atividades Integradas
Matemática:
Construção da ampulheta.
Registro do tempo em tabelas.
Comparação com relógio digital e analógico.
História:
Linha do tempo sobre instrumentos antigos de medir o tempo.
Debate: Como era a vida sem relógio de pulso ou celular?
Arte:
Produzir desenhos da ampulheta como símbolo da vida.
Explorar imagens famosas de ampulhetas em quadros e filmes.
Criar um mural coletivo: "O tempo em nossas mãos".
Produto Final
Exposição na escola com:
Ampulhetas construídas pelas crianças;
Linha do tempo ilustrada;
Painel artístico com interpretações da passagem do tempo.
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Título da Experiência:
“Medição do Tempo com Areia: o Relógio da Antiguidade”
Objetivo da Atividade:
Demonstrar como diferentes culturas mediam o tempo antes dos relógios modernos.
Relacionar a prática manual (montagem da ampulheta) com conceitos matemáticos de medida de tempo.
Desenvolver curiosidade científica e histórica nos visitantes da feira.
Espaço da Apresentação:
Mesa com cartaz explicativo.
Materiais expostos (areia, potes, ampulhetas prontas).
Relógio analógico ou digital para comparação.
Painel ilustrado com a linha do tempo dos instrumentos de medir o tempo (sol, água, areia, mecânico, digital).
Materiais Utilizados:
2 garrafinhas PET pequenas ou potes iguais transparentes.
Areia fina (ou sal/açúcar colorido para ficar mais visual).
Cola quente ou fita adesiva.
Tesoura ou furador.
Relógio ou cronômetro.
Cartaz com curiosidades sobre a ampulheta.
Procedimento (demonstração na feira):
Mostrar os dois potes vazios ao público.
Explicar que um será preenchido com areia e o outro ficará vazio.
Fazer o furo nas tampas (já adiantado para facilitar durante a feira).
Unir as tampas com cola/fita e encaixar as garrafas.
Virar a ampulheta e deixar a areia cair.
Usar um relógio para comparar o tempo que a areia leva para escoar.
Explicar que a mesma quantidade de areia sempre marca aproximadamente o mesmo tempo.
Perguntas para o Público:
Vocês já viram uma ampulheta em jogos de tabuleiro?
Como vocês acham que as pessoas mediam o tempo antes do relógio de pulso?
O que aconteceria se colocássemos mais areia? E se aumentássemos o furo?
Curiosidades para os Visitantes:
A ampulheta foi muito usada em navios para marcar o tempo das viagens.
Em algumas regiões de Portugal, servia para medir o tempo de ligações telefônicas.
Na arte, é um símbolo da passagem da vida.
O nome vem do latim ampulla = redoma.
Encerramento:
Os alunos podem concluir com uma frase coletiva:
“Hoje usamos relógios digitais e celulares, mas tudo começou com ideias simples, como areia, água e o sol. O tempo é precioso, e aprender a medi-lo foi uma das maiores conquistas da humanidade.”
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