INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO) NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.

CONTATO: RENATARJBRAVO@GMAIL.COM - PESQUISAS, TECNOLOGIA ASSISTIVA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESDE 2013.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Algumas sugestões de atividades utilizando prendedores de roupas, que podem ser utilizados para exercitar no aprendizado das letras, alfabetização, cores, quantidades, agilidades, formas geométricas, associação e a criatividade.






Monte um avião












Passarinhos feitos com tampinhas de garrafa pet

Nunca subestime a capacidade e a inteligência das pessoas com autismo. Einstein, Mozart, Isaac Newton, Michelângelo, Thomas Jefferson, também tinham Autismo


Perspectivas tradicionais acreditam que dentre as características do autismo infantil está a incapacidade ou grande dificuldade destas crianças desenvolverem atividades de brincar. No entanto, assumindo a perspectiva histórico-cultural de desenvolvimento humano - que compreende os sujeitos enquanto seres sociais, constituídos culturalmente, na e pela linguagem - esta afirmação deixa de ser sustentável, uma vez que brincar é uma atividade constituída socialmente. Considerando isto, este estudo tem como objetivo analisar as peculiaridades do brincar de uma criança com autismo infantil, imersa em ricas experiências com outras crianças, com brinquedos e com brincadeiras. A coleta de dados ocorreu a partir de gravações em vídeo de sessões de terapia fonoaudiológica com um grupo de quatro crianças autistas. O enfoque será para as brincadeiras de uma delas, S1 de quatro anos. As gravações foram transcritas e as análises dos dados regidas pela perspectiva da análise microgenética. Os dados mostram que é possível para a criança autista, quando vivenciando interações sociais favoráveis, desenvolver o brincar, os processos imaginativos e as sequencias de ações observadas no grupo social e no uso cultural dos brinquedos. Conclui-se que é fundamental a intervenção do terapeuta durante o processo de interação, atribuindo significações às ações da criança, proporcionando a ela a possibilidade de constituir-se como um ser cultural e de interagir com o outro e, dessa forma, construir as bases para as internalizações que daí decorrerão. Observa-se também que as experiências vivenciadas fora da instituição possibilitam oportunidades de brincar e desenvolver-se durante as brincadeiras, mesmo que de forma mais lenta e específica.

domingo, 1 de março de 2015

Caminhão - Material: Caixa de leite pote de sorvete, retalhos tampinhas de garrafa pet



Cubra a caixa de leite com retalhos e corte 1 retânguloe 2 quadrados de retalhos, para fazer as janelas


Cole a caixa de leite no pote de sorvete



Cole as tampinhas de garrafa pet


Pronto! 



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Atividade de colagem

Pegue um pedaço de eva ou papelão e corte o desenho de uma tartaruga


Use um pratinho descartável


Para fazer o casco da tartaruga


Cole os olhinhos, pinte o nariz


Decore o casco com as crianças. 
Você poderá utilizar materiais como algodão, papel crepom, palitos de fósforo, serragem, sementes de feijão e milho, barbantes, lã e o que mais vier à sua cabeça.
As atividades com colagens para o maternal não precisam necessariamente serem realizadas com objetivos estéticos, pode ser uma arte livre e abstrata, para deixar as crianças interagirem com o material utilizado.
Muito importantes para trabalhar a coordenação motora fina das crianças do maternal.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Boneca feita com colher de pau


Adereço de cabeça feito com garrafas pet


Painel feito com dobraduras



Barcos Dentro de Garrafas: Paciência, Arte e Mistério



Há quem atribua a origem dos barcos dentro de garrafas exclusivamente aos marinheiros, mas a história dessa curiosa arte é ainda mais antiga. Seus primeiros registros surgem nos primórdios do século XVI, nas chamadas “garrafas de paciência”, peças que traziam em seu interior cenas religiosas e simbólicas, montadas com extremo cuidado.

Com o passar do tempo, essa técnica chegou às mãos dos marinheiros. Durante longas viagens marítimas, o tempo livre era grande e os recursos eram poucos. Assim, criar tornou-se uma forma de passar o tempo, aliviar a saudade e exercitar a concentração. As garrafas passaram então a abrigar barcos, cenas portuárias e paisagens marítimas, sempre relacionadas ao universo do mar.

Não se sabe exatamente quem foi o primeiro a colocar um barco dentro de uma garrafa, nem quando isso aconteceu. No entanto, existe um exemplar histórico guardado no Museu de Lübeck, na Alemanha, datado de 1784, considerado um dos mais antigos registros dessa prática.

Os marinheiros utilizavam materiais simples e disponíveis a bordo, como madeira, osso e marfim, esculpidos manualmente. Nos finais do século passado, essa arte evoluiu, tornando-se mais elaborada, com cenas completas de portos, faróis e atividades marítimas, revelando grande habilidade técnica e criatividade.

Mas afinal, como o barco entra na garrafa?

Essa é a pergunta que mais desperta curiosidade e a resposta é um excelente exemplo de engenho e paciência.

O barco não é colocado inteiro dentro da garrafa. Ele é construído fora, com partes móveis. Os mastros e velas são dobráveis, presos por fios. O casco entra primeiro pelo gargalo da garrafa. Depois, com o auxílio de pinças, varetas longas e muita precisão, o barco é posicionado no interior.

Quando tudo está no lugar, o artesão puxa cuidadosamente os fios, fazendo com que os mastros se levantem e as velas se abram, formando o barco completo. Por fim, os fios são cortados, e a garrafa é fechada, sem nenhum corte ou colagem visível.

Essa técnica transforma o que parece impossível em realidade e ensina importantes lições: planejamento, paciência, coordenação motora fina e criatividade. Mais do que um objeto decorativo, o barco dentro da garrafa é um verdadeiro exercício de arte, ciência e imaginação.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Libélulas feitas com prendedores de roupas , palitos de picolé e pedras

Os insetos são seres vivos muito comuns ao cotidiano das pessoas em diferentes ambientes. Utilizá-los como ferramenta para o ensino de Ecologia é bastante viável. Pois, facilita a ampliação da visão que os alunos possam desenvolver acerca de processos ecológicos. Como, por exemplo, perceber a função desses seres no meio ambiente. Isso pode influenciar no processo individual e coletivo de sentimento de preservação e conservação desses seres. 
Uma vez que o indivíduo descobre a função daquele ser – inseto – no Meio Ambiente, ele desconstrói conceitos e opiniões erradas pré-existentes sobre eles. 





Jogo da memória tátil (adaptado para deficientes visuais)

O impacto do surto de esclerose múltipla e o fortalecimento de habilidades preexistentes

Introdução Desde muito cedo, percebi que minha forma de experimentar o mundo era diferente da maioria das pessoas. Durante anos, acreditei q...