Como também são de glicerina vegetal, assim como os sabonetes da Phebo, também podem ser usados como substitutos do creme de barbear.
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Um estudo descobriu a presença de Porphyromonas gengivalis, uma bactéria responsável pela periodontite crônica, no cérebro de pacientes com Alzheimer falecidos.
Pesquisadores descobriram que quando os ratos foram infectados com bactérias, colonizaram seus cérebros e provocaram a produção de beta amilóide, uma proteína comumente associada ao Alzheimer. Esta evidência fortalece a hipótese de que a doença pode ter origens infecciosas em vez de ser apenas um distúrbio neurodegenerativo.
É isso que mostra um estudo do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™: o contato com pets, especialmente com gatos mais calmos, pode ajudar no desenvolvimento de habilidades emocionais, sociais, fisiológicas e cognitivas nas crianças. Essa relação cria uma forte conexão entre os dois e promove uma socialização super saudável, isso porque os felinos interagem com os pequenos de forma muito natural e sem qualquer tipo de pressão.
A interação humano-animal tem sido foco do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal Waltham, parte da Mars Petcare. Objetivo é comprovar o quanto essa relação é benéfica. Também nesta busca por informação estão os resultados de um estudo financiado pelo Human Animal Bond Research Institute (HABRI), da Universidade do Missouri, que identificou que crianças com autismo e pais que adotaram um felino sentiram, de imediato, uma forte conexão com o pet.
Os estudos mostram que a presença dos gatos na vida de crianças autistas causa efeitos positivos no desenvolvimento cognitivo e de aprendizado do vocabulário, isso porque os felinos interagem com os pequenos sem transmitirem a sensação de “pressão”. Os gatos recebem carinho sem demonstrar e podem passar horas olhando para uma imagem em absoluto silêncio. Dessa maneira, ambos podem curtir seus silêncios naturalmente e juntos.
Segundo estudo, relação promove uma melhoria no desempenho e desenvolvimento na comunicação, raciocínio, percepção e memória (Foto: reprodução)
Desenvolvimento físico, cognitivo e social
Os resultados de pesquisas mostram que a convivência com cães e gatos beneficia crianças e adultos de forma geral: reduzindo estresse, medo, fadiga e tristeza. Mas há uma diferença com base no animal: as crianças autistas tendem a se relacionar melhor com animais mais calmos, por exemplo. Além disso, a pesquisa Waltham mostra que o contato com pets pode diminuir o risco de as crianças desenvolverem alergias futuras.
O estudo evidenciou que a interação dos gatos com as crianças que possuem Transtorno do Espectro do Autismo e crianças com Déficit de Atenção promove uma melhoria no desempenho e desenvolvimento na comunicação, raciocínio, percepção e memória.
Os pesquisadores de Waltham apontam que ter um pet no ambiente familiar pode impactar positivamente a saúde emocional e as habilidades sociais das crianças com autismo. Por exemplo, ter contato com os animais em casa ajuda a criança a criar vínculos e se sentir bem na presença de outro ser. Eles também auxiliam muito o emocional dos pais ao verem o filho interagir com um pet, quando a criança tem dificuldade de interação com a família.
Para promover mais benefícios na relação de laços entre crianças e pets, a interação entre eles deve ser sempre monitorada por adultos para evitar imprevistos em que a criança pode se machucar ou exceder o limite imposto pelo animal e sempre procurar um especialista para qualquer eventualidade.
Devido à falta de preparo de profissionais e à escassez de publicações que conciliem bases teóricas e a aplicação prática de metodologias ef...