INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO) NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.

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sábado, 26 de outubro de 2019

Como fazer o origami?

Material: papel de origami

O tradicional não é difícil. Não é preciso ferramentas ou cursos especiais - apenas muita atenção e ser bom observador. É claro que você precisa de papel adequado e conhecimento das regras de dobradura. Qualquer pessoa que dobrar o papel com paciência e exatidão poderá transformá-lo em uma bonita figura.

Você pode usar qualquer papel que tiver à disposição, incluindo jornal, folhas de propaganda ou papel de presente. É você quem decide o tamanho, a quantidade e a cor do papel de acordo com o que quiser fazer. Mas se quiser fazer algo bem bonito, é melhor escolher com cuidado a cor do papel, mas também do tipo de papel que usa. O ideal é usar papel feito especialmente para origami. Pode ser que você queira usar o papel artesanal japonês, chamado washi.

Para a maioria das figuras, é essencial que o papel seja um quadrado perfeito. para verificar se o papel é quadrado, você pode juntar os dois cantos opostos e dobrá-los em forma de triângulo. Se todas as bordas combinarem perfeitamente, então o papel foi cortado da maneira correta.

Para conseguir um ótimo resultado, você tem de dobrar o papel de forma que canto combine com canto e borda com borda, de modo exato. Além disso, é necessário apertar bem as dobras. Ao dobrar o papel em forma de triângulo, junte dois cantos opostos e segure-os bem firme com o polegar e o indicador de uma das mãos e dobre a base com a outra mão. Quando for dobrar o papel no meio para formar um retângulo, certifique-se de que os cantos superiores se casem perfeitamente e então segure bem firme as bordas superiores enquanto dobra a base.

Para algumas figuras de origami é necessário dobrar e desdobrar o papel, fazendo um vinco nele, em preparação para o passo seguinte. Ás vezes é preciso enrolar, preguear, torcer, apertar, forçar para dentro, abrir com sopro e virar o papel pelo avesso - tudo para dar-lhe diferentes efeitos.

Você pode fazer uma variedade de figuras tradicionais ou até mesmo criar outras novas.

Não perca a chance de aprender a arte de dobrar papel.


A prática do origami é benéfica para todo mundo, mas as crianças podem ser estimuladas tanto física como mentalmente. Implica num desafio para elas e um desafio, porque além de estarem se divertindo estão aprendendo.






































sexta-feira, 25 de outubro de 2019

O lúdico no processo de aprendizagem

O lúdico deve estar presente no processo de ensino-aprendizagem, contribuindo na metodologia de ensino, sendo considerado um importante fator neste processo, que vem acarretada de uma educação flexível, que norteiam aspectos e características que serão importantes para o aprendizado e para inserção no meio social. 

Diante disso, é importante trazermos em nosso trabalho o conceito de infância, como também o lúdico como uma forma de educar e aprender, trazendo consigo atividades que promovem diversas aprendizagens e significações a partir da visão de mundo que das crianças. 

Com base em estudos e observações, percebe-se que as professoras observadas da pré-escola fazem o uso de atividades lúdicas nos diversos momentos da sua rotina. O lúdico é um fator presente na instituição o que facilita a ação das professoras e o aproveitamento das crianças.  

De acordo com as professoras e as observações realizadas, a utilização de atividades lúdicas proporcionam uma melhor aprendizagem e interação das crianças. É importante destacar que a aprendizagem proporcionada pelo lúdico não acontece somente nos momentos de atividades educacionais, mas também nos momentos em que as crianças brincam livres e naturalmente, sem influência de adultos ou dos profissionais da educação. 

É importante perceber que a ludicidade pode ser uma grande aliada no trabalho pedagógico, pois quando existe uma aplicação de atividade sem suporte lúdico é necessário maior esforço para alcançar a atenção das crianças e para obter melhor retorno sobre conteúdo com que se deseja trabalhar. Diante disso, a temática deve ser sempre aprofundada na formação continuada, para melhor compreensão e qualidade na prática educativa.


 
 
 
 
 






quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Guitarra

Material: Caixa de sapato, elásticos e adesivos decorativos


A história da guitarra começa em 1930, quando o instrumento surge como uma modificação do violão.
As populares e versáteis guitarras se originaram a partir de um instrumento musical de origem espanhola. A vihuela, como era denominada, se originou por meio de outros dois instrumentos mais antigos ainda: o “ud”, com cinco cordas e muito popular no Oriente Médio, e a “cozba”, um aparelho musical romano.
As guitarras elétricas surgiram em 1930, como uma modificação do próprio violão. Os primeiros modelos geravam um som muito suave e baixo, algo bem diferente do que conhecemos hoje em dia. Para ampliar a potência sonora do instrumento, no mesmo foram colocados captadores (espécies de minúsculos microfones). Isso gerou um pequeno problema, pois estes dispositivos faziam os bojos das guitarras vibrarem, provocando a famosa alteração sonora conhecida como feedback. Para solucionar tal problema, o famoso músico norte-americano Les Paul criou o corpo maciço da guitarra, o que deixou o instrumento na forma como conhecemos atualmente.
A empresa Rickenbacker começou a fabricar as primeiras guitarras em 1931. O primeiro modelo de guitarra elétrica a ser comercializado foi a Electro Spanish. Contudo, o principal responsável pela produção em massa e popularização do instrumento foi Leo Fender, criador da tradicional fabricante de guitarras que leva seu sobrenome. A Fender também desenvolveu uma das mais lendárias guitarras: a Stratocaster.
A guitarra se popularizou após a Segunda Guerra Mundial, durante as décadas de 50 e 60, período em que ganhou enorme espaço no mundo da música. Hoje em dia, estima-se que existam cerca de 50 milhões de guitarristas em todo o mundo.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Simetrias natalinas










Material: papelão

Desenhe uma espiral , depois recorte.
Prenda o centro da espiral no teto.
Decore com bolas natalinas e pingentes.



domingo, 13 de outubro de 2019

O valor educativo e cultural das fábulas

A fábula retrata situações do cotidiano em geral, e logo em seguida, apresenta sua lição de moral. O contato com as fábulas em qualquer fase da aprendizagem ajuda as crianças a resolverem os seus conflitos, contribui ainda para o seu desenvolvimento cognitivo e social. 

Busca-se também o conceito de literatura, sua finalidade e contribuições para a formação do aluno, possibilita constatar que a leitura e a literatura são ferramentas necessárias à escola no quesito de formação de leitores. 

No desenvolvimento da criança, a leitura ganha um papel essencial, ela se realiza como um diálogo e a este é atribuído um tempo e um espaço e uma situação, que vão gerar momentos de descontração, criatividade e imaginação. 

Quando o professor realiza a leitura, ele precisa ir além do texto, buscando sempre a compreensão do que está lendo, para tornar a leitura prazerosa e significativa. 

Entretanto, não é somente ler para os alunos, e sim, ajudá-los a interpretar o que se está lendo, é neste momento que o papel do professor é fundamental para fazer a intervenção correta, por isso é necessário que o profissional tenha um vasto conhecimento sobre o gênero apresentado. 

Desse modo, a escola, os professores e até os pais devem reconhecer esse valor que a leitura e a literatura têm para as crianças e para a sociedade. 

 É preciso entender que a escola é a maior pioneira da leitura no país, pois é por meio da intervenção desta, que a criança fica hábil na leitura. 

Ao citar as obras de Monteiro Lobato, percebe-se sua preocupação com a realidade em que vivia. Desde sua juventude preocupou-se com as questões que o país estava passando. 

Por meio de suas obras literárias buscou ajudar de forma significativa, ao trazer para a criança personagens criadas em meio à fantasia do mundo infantil possibilitando ampliar o imaginário dos pequenos leitores. 

Desenvolvendo por meio do gênero fábula, o qual foi citado e analisado em relação as suas contribuições o qual permite que a criança adquira o conhecimento de resolver conflitos quando se vê em frente um, fazendo isso de forma sútil, fantasiosa e muito prazerosa. 





sábado, 12 de outubro de 2019

Oficina de totem e máscaras, na arte afro-brasileira

Objetos simbólicos dotados de grande força expressiva, inspirados na arte africana e afro-brasileira. 
Esta atividade permite muitas possibilidades de criação, de forma alegre e lúdica.

Material: papelão, rolos de papel toalha, tintas.


Máscaras e totens são elementos da arte africana que representam a identidade cultural e os rituais das tribos africanas. 

Máscaras
São usadas em rituais religiosos, de guerra, de fertilidade da terra e de entretenimento 
Representam o divino e são usadas para incorporar espíritos e adquirir forças mágicas 
São usadas em cerimônias, celebrações festivas e eventos sociais 
São usadas em rituais de iniciação, como a chegada à maioridade ou a preparação para papéis de liderança na comunidade 
São usadas para proteção contra forças negativas ou espíritos malignos 
São esculpidas em madeira, barro, marfim, metais, couros, tecidos, cerâmica, bronze e cobre.


Máscaras e Totens Africanos - Expressões de Identidade e Cultura

Objetivo geral:
Compreender a importância das máscaras e totens na arte africana e afro-brasileira, valorizando suas expressões simbólicas, espirituais e estéticas por meio da criação artística.

Materiais:

Papelão

Rolos de papel toalha

Tintas coloridas

Tesoura sem ponta

Cola

Fitas, barbantes, sementes, tecidos, miçangas (opcional)

INTRODUÇÃO CULTURAL

Converse com os alunos sobre:

A diversidade dos povos africanos e suas tradições artísticas.

O significado simbólico das máscaras e totens: representação de antepassados, espíritos, forças da natureza e proteção.

A influência dessas expressões na arte afro-brasileira, como no Candomblé, Congada, Maracatu e Afoxé.

OBSERVAÇÃO E INSPIRAÇÃO

Mostre imagens de máscaras africanas e totens, destacando:

Cores vibrantes e formas geométricas.

Elementos simbólicos (animais, olhos grandes, bocas expressivas).

Materiais naturais usados na confecção tradicional.

CRIAÇÃO ARTÍSTICA

Proponha que cada aluno:

1- Escolha um símbolo pessoal (força, coragem, alegria, ancestralidade).

2- Modele sua máscara ou tótem usando papelão e rolos de papel.

3- Pinte e decore com cores que expressem sentimentos e significados.

4- Dê um nome e uma história para o objeto criado.

SOCIALIZAÇÃO E REFLEXÃO

Monte uma exposição ou uma roda de conversa:

Cada aluno apresenta sua criação e explica o simbolismo.

Discutam como a arte pode expressar identidade, fé e pertencimento.

Relacione com a consciência negra e o respeito à diversidade cultural.

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS ESPECÍFICOS

Desenvolver a expressão artística e simbólica.

Promover o reconhecimento e valorização da cultura afro-brasileira e africana.

Estimular o respeito à diversidade e a criatividade coletiva.

Favorecer o trabalho manual e o senso estético.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Transforme uma árvore de natal


Uma árvore de natal é tipicamente uma árvore. 
Mas quem diz que é preciso? hahah ...
Aqui está uma árvore externa, feita de pneus reaproveitados. 
Pulverizados, pintados de verde e decorados. 


Se você tiver acesso a pneus, essa é uma ótima dica para decoração externa.

Jogo da memória tátil (adaptado para deficientes visuais)

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