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Dilemas da Sustentabilidade frente ao consumismo

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Bolinha de sabão

Brincar de fazer bolhas de sabão é uma atividade divertida e educativa para a educação infantil, e na educação infantil tem vários objetivos, como desenvolver a coordenação motora, a percepção visual, a comunicação e a exploração sensorial.

Objetivos específicos
Desenvolver a coordenação motora
Desenvolver a percepção visual
Desenvolver a comunicação e o compartilhamento
Promover a exploração de conceitos básicos como “dentro” e “fora”
Estimular a interação social
Promover o conhecimento corporal
Encorajar a comunicação de desejos e emoções
Explorar a relação de causa e efeito
Trabalhar os movimentos corporais
Desenvolver a percepção e atenção
Desenvolver a criatividade e a imaginação
Desenvolver a percepção tátil e visual
Estimular o autoconhecimento

Como trabalhar/brincar com bolhas de sabão

Preparar uma mistura de água e detergente
Colocar a mistura no copo
Soprar até formar bolhas
Estimular os movimentos das mãos e olhos
Deixar que a criança sopre, use a imaginação e divirtam-se
Deixar que a criança assopre e faça o máximo de bolhas possível
Propor atividades como "Quem está dentro da caixa?"
Propor atividades de observação das próprias características no espelho

Materiais necessários:
Água em temperatura ambiente, Açúcar, Detergente neutro, Água quente.

Atividades com bolhas de sabão

Fazer bolhas de sabão com garrafa pet
Fazer máquina de bolhas de sabão com garrafa pet
Fazer bolhas de sabão que não estouram

Avaliação
A avaliação pode ser contínua e observar a participação das crianças nas atividades, sua interação com os colegas e a capacidade de expressar suas emoções e descobertas.



Um laboratório é essencial para que os alunos comprovem fatos e teorias científicas estudadas na sala de aula


O que é um laboratório escolar e qual sua importância para os alunos?

O laboratório escolar é um espaço multidisciplinar onde acontecem atividades práticas, geralmente voltadas às áreas relacionadas às Ciências (Biologia, Física e Química). Por outro lado, outras disciplinas, como a Matemática, podem recorrer ao espaço para colocar em prática assuntos específicos de seus programas.Embora o laboratório escolar tenha surgido há mais de 2 séculos, hoje, se reafirma como um importante espaço para os alunos fazerem experimentações e se tornarem protagonistas no processo de ensino-aprendizagem. Mas o que é isso? Em palavras simples, eles colocam a “mão na massa”, fazendo experimentos dirigidos para testarem uma teoria ou encontrarem a solução para um problema científico.Como as disciplinas de Ciências diferem de quaisquer outras, para entender seus conceitos é preciso olhar para além dos livros e das atividades dentro da sala de aula. Biologia, Física e Química, especialmente, são disciplinas que pressupõem observar, manusear e manipular objetos, substâncias, seres vivos etc.Quando pensamos em atividades práticas, a fim de colocar os alunos no centro do processo de ensino-aprendizagem, o laboratório escolar oferece inúmeras alternativas para o professor. Lá, podem ser desenvolvidas várias propostas relacionadas às chamadas metodologias ativas, nas quais os alunos são os agentes principais da construção do seu conhecimento.Então, as melhores escolas― e o Colégio Academia se orgulha disso ― combinam ensino teórico com atividades em seus laboratórios para que os alunos se engajem ainda mais com cada conceito. Afinal, conforme o Cone da Aprendizagem de Edgar Dale (1900-1985), retemos até 90% do conhecimento quando praticamos o que foi aprendido.

O que não pode faltar em um laboratório escolar?

Como existem muitos assuntos bem difíceis de entender olhando apenas nos livros, o laboratório escolar precisa estar preparado com uma série de materiais e equipamentos para suprir as necessidades dos conteúdos teóricos.Logo, modelos de anatomia e kits de física e química, por exemplo, facilitam a compreensão de teorias científicas complexas. Dê uma olhada em uma lista de materiais e equipamentos que não pode faltar no laboratório escolar!

Materiais de vidro para misturar substâncias
Estes materiais são utilizados em experimentos nos quais é preciso misturar ou diluir soluções que utilizam diferentes elementos físicos e/ou químicos:

balão de Erlenmeyer;
barra de agitação de vidro;
barra de agitação magnética;
béquer;
frascos com tampa;
tubo de ensaio.

Materiais de vidro para medição

Outra coisa que os estudantes fazem no laboratório escolar é medir volumes líquidos e pingar substâncias na quantidade correta. Alguns dos materiais usados para isso são:

bureta;
cilindro graduado;
frasco volumétrico;
funis;
pipeta.

Diversos
Aqui, equipamentos utilizados para aquecer, agitar, cortar, secar e analisar incluem:

bico de Bunsen (queimador);
bisturis;
bulbo de pipeta;
dessecador (para secagem);
frasco de lavagem;
lâmina para microscopia;
pinças;
pipeta descartável;
suportes de tubos de ensaio e vidraria;
tesouras;
vidro de relógio.

Equipamentos

Também há equipamentos analógicos, elétricos e eletrônicos, utilizados nos experimentos de laboratório. Alguns deles são:

agitador/aquecedor magnético;
centrífuga;
estufa;
microscópio;
óculos de segurança.

Itens em exposição

Muitos laboratórios escolares também contam com exemplares de animais e do corpo humano para observação. Por exemplo:

animais taxidermizados;
animais conservados em vidros com formol;
pequenos roedores, moluscos e peixes vivos;
fetos ou órgãos de animais e até humanos.
Existem outros laboratórios escolares, além dos voltados às atividades de Ciências?
Além do laboratório voltado à área de Ciências, as melhores escolas também contam com salas específicas para diversas disciplinas, atividades extracurriculares e projetos. Seguindo o modelo de laboratório, algumas das mais comuns na atualidade são as seguintes.

Laboratório multimídia
A estrutura varia de escola para escola, mas pode incluir equipamentos como lousa digital, computadores, tablets, projetores, entre outros. Esse espaço pode ser utilizado por todas as disciplinas, conforme proposta do conteúdo ou desejo do professor.

Laboratório de informática

Além de ser usado como espaço de estudo dos alunos, o laboratório de informática é utilizado para atividades como Programação para crianças.

Laboratório de robótica
É o espaço onde acontecem as atividades de Robótica Educacional da escola. A sala consiste em bancadas, peças para a montagem dos robôs e computadores, por meio dos quais os protótipos são programados.

Por que matricular o seu filho em uma escola com boa infraestrutura de laboratórios?
O mundo atual exige uma formação que privilegie as experimentações, a investigação e a autonomia dos alunos. O laboratório escolar tem essa função, uma vez que os estudantes tomam o controle de vários experimentos e observações. Veja, de maneira resumida, alguns dos benefícios de matricular os(as) filhos(as):

oferece a chance de uma ótima experiência prática;
colabora para os alunos desenvolverem hipóteses, argumentos e conclusões;
estimula a curiosidade;
incentiva a criatividade;
estimula aprendizagem autônoma;
ajuda a melhorar a memória;
aumenta o engajamento com as disciplinas;
melhora os níveis de concentração;
desenvolve habilidades de análise crítica e raciocínio lógico;
favorece a aprendizagem baseada em equipes.

Por fim, a experimentação, assim como outras metodologias ativas de aprendizagem, favorece o desenvolvimento cognitivo dos pequenos. Os exercícios de identificar problemas, testar hipóteses, reconhecer efeitos e causas, dialogar com os colegas e até mesmo cometer erros são excelentes para as funções cognitivas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

O artesanato na educação infantil é uma atividade que estimula a criatividade, a concentração, a paciência e a resolução de problemas.

Também ajuda a fortalecer os laços familiares.

Benefícios do artesanato para crianças
Desenvolve a concentração e a resolução de problemas
Fortalece o aspecto emocional
Ensina a lidar com a frustração e a alegria de concluir um projeto
Incentiva o pensamento livre
Enriquecer as experiências das crianças de conhecimento artístico e estético
Contribui para a formação da identidade da criança
Desenvolve a resiliência

Como trabalhar o artesanato na educação infantil

Iniciar com atividades fáceis e aos poucos torna-las mais detalhadas
Facilitar adiantando um pouco e permitir que os alunos terminem o restante mais fácil
Pesquisar artesanatos na internet ou livros e adequar a sua necessidade
Trabalhar em grupo, o artesanato pode ser incrivelmente relaxante, divertido e social

Materiais para artesanato
Papel
Caixa de ovos
Potes plásticos
Rolos de papel higiênico
Palitos de picolé
Tampas de garrafa
Garrafas PET








A etiqueta à mesa evoluiu ao longo da história, desde os tempos dos faraós egípcios até aos dias de hoje.

 A etiqueta é uma forma de se comportar à mesa que demonstra pertença a um grupo social.

Antiguidade
No Egito, a maneira de se comportar à mesa diferenciava os poderosos dos escravos e dos pobres.
Na Idade Média, a nobreza europeia praticava a etiqueta de forma elaborada, com reverências e cumprimentos formais.

Renascimento

No século XVI, durante o Renascimento, o livro "O Cortesão", escrito por Baldassare Castiglione, tornou-se um guia para a etiqueta na corte italiana.

Século XVII

Na França, o rei Luís XIV, conhecido como “o Rei-Sol”, distribuiu bilhetes (étiquettes) para os nobres da corte, ensinando-os a agir entre seus pares.

Século XX

Em 1922, Emily Post, nos Estados Unidos, escreveu um livro sobre etiqueta que ajudou a classe média a se adaptar aos novos costumes.


Não apoie os cotovelos sobre a mesa, não mastigue de boca aberta, não fale com a boca cheia. Essas são apenas algumas das normas de bom comportamento à mesa que você aprendeu ainda durante a infância.


De onde surgiram os hábitos considerados como bons modos na hora da refeição?


Na Grécia Antiga, o costume era fazer três refeições diárias: café da manhã, almoço e jantar, com uma dieta baseada nos três pilares mediterrâneos: trigo, azeite de oliva e vinho. Normalmente, as pessoas comiam sentadas no chão, já que o uso de móveis era reservado para os banquetes. No lugar dos pratos, usavam recipientes de metal ou terracota, ou ainda bases feitas de pão. Apesar de comerem com os dedos, eles usavam uma faca para cortar carnes e colher para tomar sopa. Homens comiam separados das mulheres, e só se reuniam após a refeição.

Até o século III a.C., os gregos rejeitavam inovações e novidades quando o assunto era culinária. Para eles, a alimentação devia ser simples e frugal.

No Império Romano
A gastronomia e os costumes romanos receberam uma forte influência da cultura grega a partir do ano 300 a.C. Porém, a riqueza do império fez com que eles adotassem refeições cada vez mais robustas e elaboradas. A principal delas era o jantar, servido em um cômodo específico que as casas abastadas tinham para esse fim, mobiliado com espécies de poltronas dispostas em volta da mesa. Os comensais se alimentava com a cabeça voltada para a mesa, e os pés para fora da poltrona. Entre os membros das classes privilegiadas, homens e mulheres podiam comer juntos, mas havia também o hábito de a esposa se alimentar sentada na frente do marido. Antes das refeições, os antigos romanos lavavam pés e mãos. Eles comiam com os dedos e usavam dois tipos de colher. Após pegar um alimento, o costume era lavar os dedos e usar uma espécie de guardanapo para limpar a boca. Os restos de comida (ossos, cascas, etc) eram jogados no chão mesmo.

No Império Bizantino
Bizâncio nasceu como colônia grega por volta de 660 a.C., mas foi refundada no ano de 330 pelo imperador Constantino I (conhecido como Constantino, o Grande) para ser capital do Império Bizantino, sob o nome de Constantinopla. Os bizantinos tinham fama de ser muito exigentes com o preparo dos alimentos e a apresentação da mesa. Uma mudança muito significativa em relação à época anterior é que os bizantinos começaram a comer sentados. As camas em que as pessoas se alimentavam com o corpo reclinado foram desaparecendo, e comer sentado em uma cadeira passou a ser a norma oficial. A mesa era limpa, recebia uma toalha e guardanapos, e um recipiente com água para lavar as mãos.

Foram eles que inventaram o garfo e o apresentaram em Veneza, no começo do século XI, pelas mãos de Teodora, filha do imperador Constantino X Ducas. O objeto foi considerado extravagante, e São Pedro Damião chegou a referir-se a ele como “instrumento diabólico”. À época, o garfo era reto e tinha apenas dois dentes. Foi só no século XVIII que seu formato se adaptou e chegou ao que conhecemos hoje, tendo sua utilização popularizada na Europa.

Na Idade Média
Na Europa da Baixa Idade Média, o mais comum era fazer duas refeições: almoço e jantar. O café da manhã era algo visto como aceitável apenas para trabalhadores, crianças, idosos e mulheres. Os homens da nobreza evitavam a refeição por considerar imoral quebrar o jejum noturno pela manhã logo cedo.

As pessoas se alimentavam usando colheres, e geralmente cada comensal tinha sua própria faca. Antes de cada refeição, os participantes lavavam o rosto e as mãos.

Na Idade Média, os banquetes ficaram comuns entre a elite, que passou a aproveitar qualquer oportunidade para fazer festa. Geralmente, tais eventos ocorriam em lugares amplos, longe da fumaça e da cozinha. Os comensais eram distribuídos de acordo com a hierarquia. O anfitrião tinha sua própria mesa, um pouco mais elevada que as demais e especialmente iluminada. Em outras palavras, ele era o protagonista da refeição. Os convidados eram acomodados em volta considerando o status de cada um: quanto mais “importante”, mais próximo ficaria do anfitrião. Todos se sentavam de um único lado da mesa, e se alimentavam de frente. Era costume que duas pessoas compartilhassem da mesma taça e também o pão. Havia um objeto específico para cortar a carne, que depois era colocada sobre o pão.

No Renascimento
Nessa época, as normas de etiqueta marcavam uma diferença clara entre a corte, a nobreza e os plebeus. Em 1528, foi publicado o livro O Cortesão, do diplomata Baltasar Castiglione, e já em 1530, Erasmo de Roterdã publicou De civilitate morum puerilium. As duas obras podem ser consideradas manuais de educação e civilidade, incluindo boas maneiras de comportamento à mesa e durante banquetes. Erasmo, por exemplo, aconselhava a comer com as mãos limpas, manter ambas as mãos sobre a mesa, não apoiar os cotovelos, sentar-se com postura erguida, colocar os talheres e a taça à direita, e o pão, à esquerda; entre muitas outras orientações para não fazer feio na casa de um anfitrião.

Os banquetes oferecidos pela corte viraram praticamente um espetáculo, sob influência da gastronomia italiana. Todos os alimentos eram servidos ao mesmo tempo, permitindo que os participantes pegassem o que quisessem. A partir do reinado de Isabel I de Castela, homens e mulheres passaram a compartilhar da mesma mesa.

No século XVII, o uso do garfo, que até então era reservado aos ricos, foi popularizado na França. De lá, chegou à Península Ibérica, Itália e às Ilhas Britânicas.

Nos séculos XVIII e XIX
Os modos à mesa distinguiam a nobreza do povo. Os manuais de etiqueta e boas maneiras faziam muito sucesso, e até 1800 tais regras eram incluídas até mesmo nos livros de educação infantil. O uso de louças e talheres específicos para certos alimentos começou a ser difundido, prática que se mantém até hoje. Para demonstrar educação, homens e mulheres precisavam comer e beber seguindo determinadas regras, agindo ainda como bom anfitrião ou bom convidado.

Era preciso saber como aceitar um convite, que assuntos abordar durante a refeição, onde sentar e como cortar a carne. Usualmente, o anfitrião cortava a carne, e sua esposa servia a sopa. Os talheres eram posicionados à direita, enquanto pão e guardanapo ficavam à esquerda.

No começo do século XX, as normas de etiqueta passaram a ser tidas como bem estabelecidas, e os manuais deixaram de incluir coisas básicas, como a forma certa de segurar os talheres. Por outro lado, eles passaram a sugerir costumes um tanto complicados, como a temperatura ideal da sala de jantar.

No século XXI
Hoje em dia, podemos dizer que os bons modos à mesa, já fazem parte da sociedade: não beber se estiver com algum alimento na boca, não mastigar de boca aberta e não falar de boca cheia são alguns exemplos. Ainda assim existem algumas regras de bom comportamento nas refeições que é bom conhecer para não fazer feio caso compareça a uma refeição mais formal.

Não comece a comer antes do seu anfitrião. Isso demonstra falta de educação;

Utilize os talheres de fora para dentro. Eles são posicionados assim justamente para facilitar o uso;

Sua porção de pão estará à sua esquerda, e deve ser cortada com as mãos, não com a faca;

O guardanapo deve ser posicionado em seu colo (sim, por mais que pareça estranho, essa é a maneira correta);

Não coloque sua comida no prato de outra pessoa nem pegue nenhum alimento alheio;

Não sopre a comida para esfriá-la.


A etiqueta à mesa na educação infantil

É um conjunto de regras e comportamentos que devem ser ensinados às crianças para que elas se comportem de forma adequada em situações sociais.

Algumas regras de etiqueta à mesa
Sentar-se corretamente na cadeira
Colocar o guardanapo no colo
Esperar que todos estejam servidos para começar a comer
Utilizar os talheres corretamente
Não comer com as mãos
Utilizar as palavras mágicas “por favor” e “obrigado/a”
Mastigar com a boca fechada
Não apoiar os cotovelos na mesa
Não interromper um adulto ou outra criança
Não falar com a boca cheia

Como ensinar etiqueta à mesa
Seja o exemplo
Modele as maneiras à mesa que você gostaria que eles adotassem
Faça uma lista de todas as maneiras à mesa que você considera importantes
Não os sobrecarregue
Concentre-se em um aspecto de boas maneiras de mesa de cada vez
Faça um gráfico de recompensas

Quanto mais cedo forem transmitidas, mais cedo essas boas maneiras serão assimiladas.



domingo, 23 de fevereiro de 2025

Na educação infantil, o Carnaval pode ser trabalhado através de atividades lúdicas que estimulem a imaginação e o desenvolvimento sensorial

 

Máscara com pratinho descartável e colorset

Atividades

Confecção de máscaras carnavalescas
Pintura com cores do Carnaval
Brincadeiras tradicionais de Carnaval
Confecção de instrumentos musicais kabulete , ganza , musica
Contação de histórias sobre o Carnaval
Jogos e dinâmicas que trabalhem o reconhecimento de cores e formas
Apresentação de marchinhas de Carnaval e promoção de momentos de dança
Colar de macarrão colorido


Colar havaiano com canudo e eva

Objetivos
Desenvolver habilidades motoras finas
Explorar a criatividade
Promover a socialização
Incentivar o ritmo
Exercitar o autoconhecimento, o autocontrole, a empatia e as decisões responsáveis

Considerações

É importante proporcionar um ambiente lúdico e educativo, onde as crianças possam aprender e se divertir ao mesmo tempo
Cada escola pode adaptar as atividades de acordo com a sua realidade e os interesses das crianças
O Carnaval é uma rica oportunidade para trabalhar com os pequenos o repertório cultural

Lança confete de copo descartável e bexiga de borracha

sábado, 22 de fevereiro de 2025

O Kubb é um jogo de estratégia e precisão, jogado ao ar livre, entre duas equipas. O objetivo é derrubar os cubos (kubb) adversários e, por fim, o rei

Como jogar

As equipes posicionam-se frente a frente
Cada equipe alterna jogadas, lançando os bastões para derrubar os kubbs adversários
Os kubbs derrubados são jogados para o lado da equipe que os derrubou
A outra equipa deve derrubar os kubbs defensivos antes que eles possam atacar os kubbs da equipe adversária
A primeira equipe a derrubar o rei ganha

Regras

Recomenda-se jogar em superfícies de areia, pedra ou relva
Cada equipa pode ter entre 2 e 12 jogadores
O campo de jogo expande-se durante o jogo
Cada cubo derrubado marca pontos

Vantagens

Incentiva o trabalho de equipe, a estratégia e as capacidades motoras
É perfeito para levar para piqueniques, reuniões familiares ou eventos ao ar livre