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Dilemas da Sustentabilidade frente ao consumismo

sábado, 22 de novembro de 2025

Porta Natalina: A Casinha de Biscoito em Papel Pardo

A proposta consiste na criação de uma decoração temática natalina utilizando o papel pardo como base principal. A ideia é transformar a porta do ambiente em uma casa de biscoito (gingerbread house), estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e o reaproveitamento de materiais simples.

Primeiramente, o papel pardo será utilizado para revestir a porta e as laterais, funcionando como a “parede” da casinha. Em seguida, os detalhes serão acrescentados com elementos artesanais confeccionados com materiais escolares e de baixo custo, como pratos descartáveis pintados para representar balas coloridas, algodão sintético ou EVA simulando a cobertura de açúcar, além de desenhos feitos com tinta branca ou caneta permanente para criar arabescos, janelas e flocos de neve.

Também poderão ser inseridos enfeites como guirlanda, laços, confeitos coloridos e placas indicativas de caminhos de doces, reforçando a atmosfera lúdica e acolhedora. Na parte inferior, pequenas graminhas decorativas e um tapete temático completam o cenário, reforçando a ideia de entrada para um mundo encantado de Natal.

A atividade promove a integração entre os participantes, estimula a coordenação motora e o senso estético, e valoriza o trabalho coletivo. Além disso, demonstra como é possível gerar grandes impactos visuais utilizando materiais simples, reforçando a importância da sustentabilidade e da criatividade no ambiente escolar ou institucional.



Renas artesanais de Natal



Para tornar o ambiente ainda mais acolhedor e festivo, segue diversas atividades artesanais inspiradas nas renas de Natal. Utilizando materiais acessíveis e recicláveis, pode-se trabalhar a criatividade, a coordenação motora e o espírito natalino.

Comece confeccionando ornamentos de parede com renas feitas em papelão. Cada peça foi montada em camadas para dar efeito tridimensional, com chifres recortados e o famoso nariz vermelho em destaque, que pode ser feito com bolinha de lã ou EVA. As renas foram fixadas na parede junto a estrelas douradas, criando uma decoração charmosa e delicada.

Em seguida, produza sacolinhas temáticas utilizando papel kraft. As crianças recortam e colam os elementos da rena, olhos, chifres e nariz brilhante transformando cada sacola em um personagem natalino, ideal para lembrancinhas ou pequenos presentes.

Também confeccione renas utilizando rolinhos de papelão. Os rolinhos podem ser decorados com olhinhos móveis, narizes de pompom, chifres de papel e laços de fita na base, com alguns detalhes desenhados para expressões faciais, tornando cada rena única e divertida.

Para atividades maiores e de impacto visual, crie renas em tamanho ampliado utilizando caixas grandes de papelão. Com recortes simples e aplicação de elementos em papel colorido, monte renas sorridentes e bem-humoradas, algumas decoradas com luzes ou bolinhas natalinas, perfeitas para entrada de eventos, apresentações ou cantinhos temáticos.

Todas as atividades priorizam o trabalho manual, o uso de materiais de descarte e a personalização de cada peça, garantindo resultados encantadores, muita participação das crianças e um ambiente repleto de magia natalina.



quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Natal sustentável: aprenda a criar bonecos de neve e quebra-nozes com materiais que já tem em casa

Dê nova vida às latas de conserva, transformando-as em adoráveis enfeites de Natal, como quebra-nozes e bonecos de neve.


Nesta oficina de Natal com foco em sustentabilidade, simples latas de conserva foram recicladas e transformadas em encantadoras decorações no formato de quebra-nozes e bonecos de neve. A proposta destaca a pintura artística como principal recurso de criação, demonstrando que, com tinta e criatividade, é possível produzir peças impactantes e cheias de personalidade.

As latas foram previamente limpas e preparadas para pintura. Toda a caracterização, incluindo rosto, uniforme, botões, chapéus e demais detalhes, foi realizada exclusivamente com tinta acrílica, utilizando pincéis de diferentes espessuras. Não houve aplicação de EVA ou papel na montagem visual dos personagens.

A única exceção foi o cachecol, confeccionado com tecido xadrez amarrado ao redor do pescoço dos bonecos de neve, trazendo textura e um toque aconchegante à peça. Além disso, apenas as cartolas receberam adereços finais, como pinhas decorativas, laços ou pequenos ornamentos, para valorizar o acabamento e dar um charme especial ao projeto.

O resultado são peças criativas e sustentáveis, com predominância de pintura manual, ideal para incentivar a expressão artística e o reaproveitamento de materiais. Uma atividade simples, acessível e inspiradora para oficinas escolares, escotismo ou projetos familiares de Natal.

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

As notas musicais nasceram... de um hino religioso?

Eles não surgiram em um grande teatro, nem na mente de um compositor genial entre instrumentos dourados. Sua origem está em um canto antigo, escrito por Paulo, o Diácono, dedicado a São João Batista.

Um hino humilde, mas com um segredo escondido na sua linha de frente:

UT laxis queant

REsonare fibris

MIRA Gestorum

FAmuli tuorum

RESOLVER poluentes

LAbii reatum

Sancte Ioannes.

Cada verso começava com uma sílaba diferente.

E quando Guido d’Arezzo, no século XI, procurava uma maneira de ensinar música de forma clara e precisa, viu lá um padrão perfeito.

Com essas sílabas criou o sistema que ainda usamos para cantar e ler melodias.

Um detalhe curioso: originalmente era UT, não DO.

Mas em 1600, Giovanni Battista Doni decidiu trocá-lo por DO porque era mais fácil de pronunciar, mais aberto, mais musical.

Assim nasceu a linguagem universal da música:

Não num laboratório, nem numa corte imperial.

mas em um hino medieval que os monges nunca imaginaram que mudaria o mundo.

Todas as músicas que ouvimos hoje ainda carregam um eco daquele canto antigo.

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Renas natalinas

As renas de Natal são personagens tradicionais das histórias natalinas e estão sempre ligadas à figura do Papai Noel. Segundo a lenda, são os animais mágicos que puxam o trenó, ajudando Papai Noel a distribuir os presentes para as crianças de todo o mundo. A mais conhecida delas é a rena Rudolf, famosa por ter um nariz vermelho e brilhante, que ilumina o caminho durante a noite. As renas são símbolos de cooperação, força, união e espírito natalino, tornando-se excelentes inspirações para atividades criativas e educativas nesta época do ano.

Pensando nisso, o artesanato com papelão é uma forma sustentável e divertida de trabalhar o tema Natal com os alunos. A proposta consiste na criação de renas por meio de recortes de papelão, utilizando a técnica de encaixe entre as partes, como pernas e corpo, sem necessidade de cola. Além de incentivar a criatividade, essa atividade desenvolve a coordenação motora, o raciocínio espacial e a consciência ambiental, já que utiliza materiais recicláveis.

Para realizar o artesanato, primeiro os alunos desenham ou utilizam moldes de rena no papelão. As partes devem ser separadas em corpo, cabeça e pernas. Em seguida, são feitos pequenos cortes em pontos estratégicos para que uma peça se encaixe na outra, formando uma estrutura em pé. Também é possível criar encaixes horizontais e verticais para dar firmeza ao corpo da rena. Após montar a base, os alunos podem decorar o artesanato com tinta, papéis coloridos, algodão (imitando neve), lantejoulas ou tecidos, personalizando o projeto conforme a criatividade de cada um.

A atividade pode ser ampliada com a criação de renas com diferentes expressões faciais, acessórios natalinos ou até pequenas plaquinhas com mensagens de Natal. Dessa forma, além do aspecto artístico, o trabalho também estimula a expressão emocional e o trabalho em grupo. Por tratar-se de uma proposta acessível, pode ser adaptada para diferentes faixas etárias e perfis de alunos, incluindo aqueles com necessidades específicas, através do uso de peças maiores, materiais mais leves ou apoio na montagem.

Ao final, os trabalhos podem ser expostos em um mural ou montados em forma de cenário natalino, criando um ambiente decorativo e acolhedor. Assim, o artesanato de renas com papelão transforma-se em uma atividade significativa, promovendo o espírito de Natal, a sustentabilidade e a criatividade, incentivando os alunos a aprenderem de maneira prática e divertida.



Inclusão, identidade e superação


Frida Kahlo foi uma artista mexicana que marcou a história da arte por transformar sua dor em força. Nascida em 1907, enfrentou dificuldades desde a infância, quando teve poliomielite e ficou com sequelas na perna. Aos 18 anos, sofreu um acidente muito grave, passou por diversas cirurgias e ficou por longos períodos sem poder sair da cama. Foi nesse momento que Frida começou a pintar com ainda mais dedicação. Como não conseguia se movimentar, usava um espelho colocado acima da cama para observar a si mesma e realizou muitos autorretratos. Ela dizia que pintava a si mesma porque era o assunto que melhor conhecia.

Sua arte é marcada por cores fortes, elementos da cultura mexicana, flores, natureza e sentimentos profundos. Frida expressava em suas pinturas suas dores físicas, suas emoções e também sua identidade. Mesmo enfrentando limitações, nunca desistiu de se expressar pela arte. Frida Kahlo se tornou símbolo de coragem, empoderamento feminino e inclusão, mostrando que todos têm algo a dizer, independente de suas dificuldades. Sua obra nos ensina que cada pessoa é única, e que as diferenças devem ser valorizadas.

Para apresentar Frida Kahlo aos alunos, propõe-se uma exposição escolar inclusiva, organizada em diferentes espaços. Na entrada, pode haver um painel de boas-vindas com sua imagem e a frase: “Pinto a mim mesma porque sou o assunto que conheço melhor”. Em seguida, uma sala com sua linha do tempo contará, de forma simples e ilustrada, sua história de vida. Outro ambiente pode mostrar como ela transformou sua dor em arte, inclusive com a reprodução da cama onde pintava e um espelho, simbolizando o momento em que começou a retratar sua própria imagem.

Haverá também um espaço interativo dedicado aos autorretratos, onde os visitantes poderão se olhar no espelho e produzir suas próprias versões, com desenhos, colagens, massinha ou recursos digitais. Essa atividade estimula o autoconhecimento e, para garantir inclusão, deve oferecer materiais variados, facilitando a participação de alunos com dificuldades motoras ou neurodivergentes. Além disso, a exposição pode contar com elementos táteis, textos ampliados, audiodescrição, espaços acessíveis e participação ativa dos alunos como monitores, promovendo acolhimento e respeito às diferenças.

Outra parte da exposição chamará “Frida e a inclusão”, destacando como a artista não permitiu que suas limitações definissem sua capacidade criativa. Nesse espaço, os alunos poderão registrar frases sobre superação ou expor trabalhos que representem suas próprias histórias de força. Oficinas com flores e tiaras inspiradas na cultura mexicana, pintura coletiva e painéis com a frase “Eu sou único(a) e isso é minha força” podem complementar a mostra.

Ao final, a exposição reforçará a mensagem de que Frida Kahlo não se tornou artista apesar de seus desafios, mas também por causa deles. Sua arte nasceu da coragem de transformar sofrimento em criatividade. Assim como Frida, todos podem se expressar e aprender a valorizar suas características, entendendo que ninguém deve ser excluído. A exposição sobre Frida Kahlo celebra a diversidade, o respeito e a alegria de aprender com a arte, mostrando que, quando se trata de criatividade, não existem limitações.










 

Livro: Grande Jogo: A Aventura da Patrulha Coruja

Grande Jogo

A Aventura da Patrulha Coruja

(Baseado em fatos reais)


Nota da Autora

Embora esta história se passe no Campo do Lince, é importante destacar que esse cenário é completamente fictício. Ele foi criado a partir da inspiração no Aterro do Flamengo, espaço real do Rio de Janeiro cuja paisagem encantadora, energia vibrante e convivência harmoniosa com a natureza serviram de base para imaginar o ambiente ideal das aventuras narradas aqui.

O Campo do Lince não corresponde a um lugar existente; trata-se de uma versão literária, simbólica e idealizada, construída a partir de elementos observados no Aterro, seus campos abertos, a integração com o entorno, o espírito de liberdade e o potencial de aprendizado. Dessa inspiração nasceu o cenário fictício que se tornou palco para desafios, descobertas e experiências escoteiras transformadoras.

Convido, portanto, o leitor a imaginar cada cena vivida no Campo do Lince como uma homenagem criativa ao Aterro do Flamengo. Não uma reprodução fiel, mas um reconhecimento do poder que os espaços reais têm de inspirar sonhos, histórias e jornadas inesquecíveis. Vale lembrar que o Grande Jogo, evento que reúne escoteiros de todo o estado do Rio de Janeiro, ocorre anualmente no próprio Aterro do Flamengo, reforçando ainda mais essa conexão inspiradora.


Autora: Manuela Bravo

Coautora: Renata Bravo


Dedicatória

Este livro é dedicado a todas as patrulhas escoteiras que acreditam na amizade, na coragem e na magia de viver grandes aventuras juntos.


Capítulo 1

A Corrida Começa

No Campo do Lince, um amplo espaço gramado, perfeito para corridas, provas de habilidades e desafios em equipe, a Patrulha Coruja se preparava para o tão esperado torneio: “O Grande Jogo”.

Nossa patrulha era formada por quatro escoteiros: o veterano Daniel, a recém-chegada Manu, a ex-lobinha Bia e o Gui, nosso escoteiro com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que seria essencial para o resultado final. Tínhamos um membro a menos, pois a Pam precisou fazer uma prova na escola.

Quando o apito soou, todos correram ao mesmo tempo. O campo se transformou num redemoinho de lenços coloridos, risadas e entusiasmo!

Precisávamos passar pelo maior número possível de bases, completando desafios de todos os tipos. Era um verdadeiro circuito de aventuras!

Mas, no meio da correria, esbarramos em outra patrulha… e perdemos a prancheta, onde deveríamos registrar nossa pontuação!

- Calma, a gente consegue recuperar! - disse Daniel, tentando manter o controle.

Seguimos em frente, sem deixar que o contratempo nos desanimasse. Afinal, o jogo mal tinha começado!


Capítulo 2

Bases e Confusões

Chegamos à próxima base, mas éramos apenas três - Gui ainda não havia nos alcançado.

Mesmo assim, enfrentamos as atividades com coragem e trabalho em equipe. Até que percebemos algo preocupante: a bolsa da Bia havia sumido!

Voltamos correndo para procurá-la. Quando finalmente a encontramos, lá vinha Gui, com seu sorriso tímido, como quem dizia sem palavras: “Sabia que vocês iam precisar de mim!”

Reunidos novamente, seguimos para as próximas bases: Línguas de Sinais, Astronomia e Pioneirismo.

Cada atividade era uma nova descoberta - e cada erro, uma oportunidade de recomeçar.


Capítulo 3

O Hino Surpreendente

A próxima base exigia que cantássemos o hino da modalidade. Um silêncio pesado tomou conta do grupo.

- Ai, eu não lembro a primeira parte! - confessou Bia, coçando a cabeça.

- Eu também não... - murmurou Manu.

Daniel tentou ajudar:

- Calma, deve ser “Rataplã... alguma coisa do ar...”

De repente, Gui deu um passo à frente. O vento balançava o lenço escoteiro em seu pescoço, e ele começou a cantar, com voz firme e pura:

“Rataplã, Rataplã, Rataplã,

Somos do Ar, prontos pra voar!

Entre as nuvens, o vento a chamar,

Coragem no peito, e o sonho no olhar!

Rataplã, Rataplã, Rataplã,

Com lealdade, seguimos além,

Irmãos do Céu, com alma de bem,

Escoteiros do Ar, até o fim também!”

Por um instante, ninguém disse nada. Só o som do vento e a voz de Gui preenchiam o campo.

Quando ele terminou, olhou para nós com aquele mesmo sorriso tímido.

- Eu... aprendi ouvindo o chefe na última reunião - disse baixinho.

Ficamos emocionados. Aquela música nos uniu como nunca antes.

Aquele momento, mais do que qualquer pontuação, já era nossa verdadeira conquista.


Capítulo 4

A Conexão Final

Depois de completar várias bases, chegou o momento mais esperado: a Conexão Final.

Precisávamos correr e gritar “Conexão!” para nos unir às outras patrulhas.

O campo virou uma grande festa: gritos, risadas e alegria ecoando por todo lado.

Era impossível não se contagiar com aquela energia!


Capítulo 5

A Premiação

O sol começava a se pôr sobre o Campo do Lince, tingindo o céu de laranja e rosa.

As patrulhas se reuniram em círculo, cansadas, mas radiantes, à espera do resultado.

O chefe do jogo subiu em um pequeno palco improvisado e, com um apito, chamou a atenção de todos:

- Escoteiros e escoteiras! Chegou o momento de celebrar nossa aventura! Cada patrulha se destacou de um jeito único, mostrando coragem, criatividade e trabalho em equipe!

Quando o resultado foi anunciado, mal podíamos acreditar:

A Patrulha Coruja conquistou a pontuação de prata!

Fomos a única patrulha da tropa do nosso grupo a subir ao pódio.

A Patrulha Cobra Coral, que esperava vencer, ficou um pouco triste, mas comemoramos juntos. Afinal, o mais importante era o que tínhamos vivido.


Capítulo 6

O que Aprendemos

Essa aventura nos ensinou que, mesmo quando as coisas não saem como o planejado, o que realmente importa é seguir juntos.

Aprendemos que a amizade, a colaboração e o espírito escoteiro são o verdadeiro prêmio.

E que cada tropeço pode se transformar numa grande história para contar…

principalmente quando vivida com quem faz parte da nossa patrulha!


Sempre alerta para servir o melhor possível


O lema dos escoteiros é "Sempre Alerta para Servir". Ele significa que o escoteiro deve estar preparado, de corpo e mente, para ajudar os outros e cumprir seus deveres, seguindo os valores do movimento escoteiro.


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Título: Grande Jogo : A Aventura da Patrulha Coruja

Autoras: Manuela Bravo e Renata Bravo

Gênero: Literatura infantojuvenil / Aventura / Inclusão

Público-alvo: Crianças e pré-adolescentes de 8 a 13 anos, especialmente escoteiros ou leitores que apreciam histórias de amizade, cooperação e superação.

Resumo da Obra

Durante o “Grande Jogo”, um torneio escoteiro cheio de desafios e emoções, a Patrulha Coruja enfrenta momentos de tensão, perdas e descobertas. Quando tudo parece perdido, Gui - um escoteiro autista - surpreende os amigos ao transformar o clima do grupo com sua coragem e emoção ao cantar o hino Rataplã do Ar.

Entre risadas, corridas e aprendizados, os jovens percebem que o verdadeiro troféu não é o prêmio do jogo, mas o laço de amizade e união que os une como patrulha.

A história celebra a diversidade, o trabalho em equipe e a empatia, apresentando uma aventura leve e sensível, ideal para leitores em formação.

Nota autobiográfica - Renata Bravo Renata Bravo é educadora, escritora e idealizadora do blog Brincadeira Sustentável, um espaço dedicado a compartilhar ideias criativas que unem aprendizado, natureza e consciência ambiental. Apaixonada pelo movimento escoteiro, acredita que cada atividade pode inspirar valores como amizade, respeito e cuidado com o planeta. Mãe de Manuela Bravo, sua grande companheira de aventuras, Renata encontra nas descobertas da filha a inspiração para transformar experiências simples em histórias cheias de significado. Juntas, acreditam que brincar, aprender e cuidar da natureza são formas de construir um mundo melhor.


Foto do Aterro do Flamengo/RJ 
(inspiração para o fictício Campo do Lince) por Renata Bravo

“Cada aventura é maior quando vivida em patrulha.”


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Diferenciais:

Representação positiva da neurodiversidade (protagonista autista);

Enredo ambientado no universo escoteiro, com verossimilhança e encanto;

Mensagem de inclusão e valores sem tom moralista;

Potencial para uso em projetos pedagógicos e de leitura guiada;

Visual convidativo e acessível, favorecendo a leitura independente.

Essência da obra:

Uma aventura escoteira sobre amizade, coragem e diversidade - mostrando que o maior prêmio é pertencer a uma patrulha unida.

Contato: renatarjbravo@gmail.com