VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
Beneficios do origami para crianças
É indiscutível o caráter lúdico do origami, o que contribui muito para a criança elaborar sua visão subjetiva do mundo e sua personalidade.
O origami é um artesanato originário do Japão que consiste em obter representações de seres e objetos por meio de dobraduras de papel. Essa arte vem sendo praticada a séculos e ganhou o mundo devido à sua inventividade e beleza. Também é notável sua grande função terapêutica para quem a pratica, pois exige concentração e ordenação, promovendo, assim, a persistência, disciplina e calma.
Para as crianças, o origami se transforma em um instrumento especialmente poderoso. No Curso a Distância CPT Origami – Arte da Dobradura de Papéis, a professora Eleni Pereira, ao falar sobre os valores pedagógicos dessa técnica, enumera o desenvolvimento da concentração e criatividade, coordenação motora, sequência lógica e obtenção de conhecimentos geométricos. Ela ainda destaca que é indiscutível o caráter lúdico do origami, o que contribui muito para a criança elaborar sua visão subjetiva do mundo e sua personalidade.
Veja detalhadamente as razões pelas quais as crianças devem praticar essa arte:
Desenvolvimento da coordenação óculo-manual e coordenação motora fina
A coordenação óculo-manual permite que realizemos tarefas que utilizem os olhos e as mãos concomitantemente, ou seja, captamos informações com o sentido da visão e guiamos nossas mãos para efetuarmos o movimento desejado. A coordenação motora fina, por sua vez, permite a realização de tarefas delicadas, que exigem pequenos movimentos, especialmente com os dedos. Combinar esses dois estímulos fortalece músculos, ossos e nervos, preparando a criança para o desenvolvimento da escrita.
Estímulo da concentração
Para que o origami resulte na representação esperada, é necessário que as dobras sigam uma ordem correta. Assim, a criança precisa manter a atenção em uma mesma atividade por algum tempo para conseguir executar o passo a passo da figura.
Ativação da memória
Ao seguir as instruções todas as vezes em que for realizar determinada dobradura, a criança acabará por decorar as instruções, o que colocará sua memória à prova.
Desenvolvimento da paciência
Mesmo seguindo os passos das dobras, a criança, vez ou outra, vai se confundir e a figura não sairá como esperado. Isso é natural e exigirá persistência e perseverança para começar de novo.
Auxílio à satisfação emocional
Obter um animalzinho, uma florzinha ou um objeto de papel por suas próprias mãos fará com que a criança sinta uma satisfação pessoal muito grande e se sinta capaz de exercer outras atividades mais complexas.
Incentivo à imaginação
A técnica do origami permite a elaboração de inúmeras representações. A criança poderá escolher qual figura dobrar, além da cor e tamanho do papel a ser usado. Depois, por que não criar uma história com os personagens confeccionados?
Relaxamento
A dobradura de papel é uma atividade tranquila, sem agitação e que exige concentração. Dessa forma, promove a diminuição da frequência cardíaca e o desestresse.
Estímulo do trabalho
O ato de fabricar, produzir, criar e confeccionar suas próprias coisas faz com que a criança entenda o objetivo e função do trabalho. No caso, ela se manterá empenhada em uma atividade, começará de novo caso erre alguma instrução e insistirá até obter a dobradura que escolheu fazer. Depois, desfrutará de seu esforço, ou seja, brincará com uma figura que ela própria confeccionou.
Aprendizagem de conceitos espaciais, geométricos e matemáticos
O origami frequentemente envolve instruções como para cima, para baixo, direita, esquerda, meio, para frente, para trás, além de “forme um triângulo”, “forme um retângulo”, “divida o papel em duas partes”, entre outras.
Terapia para certos transtornos
Crianças com TDAH, hiperatividade e dislexia têm uma ajuda muito grande no processo de alfabetização quando, por exemplo, produzem, por meio de dobraduras, as letras do alfabeto, gravando melhor a imagem da letrinha em sua mente, uma vez que ele não simplesmente a copiou no caderno, mas a confeccionou.
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
Teatro de bonecos na educação
A introdução da prática do teatro de bonecos na escola, como proposta de arte-educação, nas séries iniciais, amplia as possibilidades para o aprendizado, pois alia o ato de criar ao processo de assimilação dos saberes. Além disso, cria espaço para uma interação entre os conteúdos escolares e os diversos conhecimentos vivenciados no ato do fazer artístico e na diversidade temática que a dramatização aborda, favorecendo a relação afetiva que se estabelece entre o grupo e entre a criança e o boneco, ausente nas práticas tradicionais pedagógicas, que enfatizam o aprendizado de forma mecânica, negando emoções, sentimentos e formas diferenciadas de expressão.
"Com as mãos modelamos os bonecos e com as mãos lhes damos vida, projetando neles nossas emoções e sentimentos. (...) O primeiro boneco modelado nos dá uma sensação gratificante. Criar com as mãos é muito forte. O boneco agora é uma extensão do meu corpo, no momento em que me projeto nele, criando com retalhos de fantasias ..."
O ato de construção e criação, tanto na arte como na educação, produz uma relação de proximidade e identidade entre aquilo que se faz e aquilo que conhecemos através de livros, de discursos, de filmes ou qualquer outra forma de registro dos conhecimentos produzidos pelo ser humano. Pois o próprio ato de fazer alguma coisa faz com que o sujeito lide com vários saberes, técnicas e percepções, na prática; ou seja, possibilita a interação (tão desejada e discursada) entre teoria e prática.
domingo, 30 de agosto de 2020
Wakanda forever
"Wakanda se tornou nosso lugar no mundo. A utopia virou um lugar de acolhimento, de reconhecimento, de pertencimento, mas mais do que tudo isso: de dignidade. Em Wakanda, somos dignos, somos fortes, somos lindos, somos poder, força, inteligência, agilidade e sobretudo, sensibilidade.
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
O desenvolvimento do gosto pela leitura por meio da contação de histórias
Seguem, aplicações de métodos diferenciados de contação de histórias, para que sejam estimulados nos alunos, o gosto e o prazer pela leitura.
Em cada história, os alunos vão se deixando levar pela leitura, o que proporciona interação dos mesmos devido a atratividade ofertada pelos métodos aplicados em sala de aula. No começo, o comportamento dos alunos diante das leituras será um tanto quanto inibido e receoso, pois resistirão em expressar a própria leitura e interagir com as histórias, mas com o passar das histórias ficarão mais desinibidos, desejosos sempre de participar das atividades propostas e de exporem as suas ideias e impressões sobre as histórias.
Ao ser aplicada a sequência didática, na qual serão realizadas diferentes técnicas, com base nas fundamentações teóricas e nas práticas vivenciadas concluir-se-á que, a partir da leitura e contação de histórias realizadas pelo professor de modo diferenciado, os alunos se sentirão incentivados a ler e buscar cada vez mais formas diferentes de aprender, pois diante das atividades propostas após as leituras, podem-se formar alunos mais concentrados, desinibidos e com melhor convívio social desenvolvendo então um incentivo para que venha ler cada dia mais.
Em cada história, os alunos vão se deixando levar pela leitura, o que proporciona interação dos mesmos devido a atratividade ofertada pelos métodos aplicados em sala de aula. No começo, o comportamento dos alunos diante das leituras será um tanto quanto inibido e receoso, pois resistirão em expressar a própria leitura e interagir com as histórias, mas com o passar das histórias ficarão mais desinibidos, desejosos sempre de participar das atividades propostas e de exporem as suas ideias e impressões sobre as histórias.
Ao ser aplicada a sequência didática, na qual serão realizadas diferentes técnicas, com base nas fundamentações teóricas e nas práticas vivenciadas concluir-se-á que, a partir da leitura e contação de histórias realizadas pelo professor de modo diferenciado, os alunos se sentirão incentivados a ler e buscar cada vez mais formas diferentes de aprender, pois diante das atividades propostas após as leituras, podem-se formar alunos mais concentrados, desinibidos e com melhor convívio social desenvolvendo então um incentivo para que venha ler cada dia mais.
sábado, 22 de agosto de 2020
sábado, 15 de agosto de 2020
Montando um foguete
Projeto Pedagógico: Explorando o Espaço no Infantil
Autora: Renata Bravo
Justificativa:
O espaço é um dos temas que mais desperta curiosidade nas crianças e adultos. A exploração do Sistema Solar na Educação Infantil favorece o desenvolvimento da imaginação, do letramento científico, da observação e da criatividade. Ao estudar o céu, as crianças se aproximam de conhecimentos que estimulam o pensamento investigativo e a capacidade de questionar, própria da essência cientista.
Objetivos:
Estimular a curiosidade e a observação científica.
Desenvolver habilidades de registro por meio de desenhos e escritas iniciais.
Trabalhar noções de tempo (dia/noite, rotação e translação).
Explorar conceitos espaciais de forma lúdica e corporal.
Ampliar o repertório cultural das crianças sobre astronautas e o Sistema Solar.
Desenvolver a coordenação motora fina e grossa em atividades de modelagem e construção.
Etapas da Aula:
1ª Etapa – Observação do Céu
Levar as crianças ao pátio.
Observar o céu (nuvens, sol, lua, estrelas, cores).
Registro por desenhos.
2ª Etapa – Lista do que existe no céu
Construção coletiva de lista (sol, lua, estrelas, aviões, foguetes, planetas).
Trabalho de letramento (associação letras/palavras).
Contagem de itens listados.
3ª Etapa – Dia e Noite
Conversa guiada sobre diferenças entre claro/escuro, sol/lua.
Produção de painéis coletivos: “O que fazemos de dia” x “O que fazemos à noite”.
4ª Etapa – Rotação e Translação
Experimento com lanterna e laranja: simular dia/noite (rotação).
Brincadeira corporal: uma criança é o Sol parado no centro; outra criança é a Terra girando em volta (translação).
5ª Etapa – Astronautas
Pesquisa com imagens e vídeos.
Conversa: “O que faz um astronauta?”, “O que eles vestem?”, “Como chegam na Lua?”.
6ª Etapa – A Chegada à Lua
PowerPoint com fotos e curiosidades sobre Neil Armstrong e outros astronautas.
Conversa: “Como você imagina andar na Lua?”.
7ª Etapa – Arte com Massinha e Cartolina
Modelagem: astronauta, foguete, estrelas.
Construção de foguete coletivo com cartolina colorida.
8ª Etapa – Sistema Solar
Montagem de móbile ou Sistema Solar em disco de vinil.
Cada criança representa um planeta e ajuda a organizar o conjunto.
9ª Etapa – Visita ao Planetário (julho)
Visita de campo para observar projeções do céu e dos planetas.
Registro coletivo da experiência em mural com desenhos e frases.
Dicas de leitura:
Mini Larousse do Universo – Apresenta o Sol, estações do ano, Sistema Solar, Via Láctea, eclipses e viagens espaciais de forma clara e acessível.
Outros possíveis livros: De onde vem o Sol? (Coleção De onde vem?), O Pequeno Astronauta, Brincando de Astronomia.
Avaliação:
Participação nas observações e registros.
Capacidade de expressar ideias oralmente e por desenhos.
Envolvimento nas atividades de experimentação e dramatização.
Reconhecimento de alguns elementos básicos do espaço.
Autora: Renata Bravo
Justificativa:
O espaço é um dos temas que mais desperta curiosidade nas crianças e adultos. A exploração do Sistema Solar na Educação Infantil favorece o desenvolvimento da imaginação, do letramento científico, da observação e da criatividade. Ao estudar o céu, as crianças se aproximam de conhecimentos que estimulam o pensamento investigativo e a capacidade de questionar, própria da essência cientista.
Objetivos:
Estimular a curiosidade e a observação científica.
Desenvolver habilidades de registro por meio de desenhos e escritas iniciais.
Trabalhar noções de tempo (dia/noite, rotação e translação).
Explorar conceitos espaciais de forma lúdica e corporal.
Ampliar o repertório cultural das crianças sobre astronautas e o Sistema Solar.
Desenvolver a coordenação motora fina e grossa em atividades de modelagem e construção.
Etapas da Aula:
1ª Etapa – Observação do Céu
Levar as crianças ao pátio.
Observar o céu (nuvens, sol, lua, estrelas, cores).
Registro por desenhos.
2ª Etapa – Lista do que existe no céu
Construção coletiva de lista (sol, lua, estrelas, aviões, foguetes, planetas).
Trabalho de letramento (associação letras/palavras).
Contagem de itens listados.
3ª Etapa – Dia e Noite
Conversa guiada sobre diferenças entre claro/escuro, sol/lua.
Produção de painéis coletivos: “O que fazemos de dia” x “O que fazemos à noite”.
4ª Etapa – Rotação e Translação
Experimento com lanterna e laranja: simular dia/noite (rotação).
Brincadeira corporal: uma criança é o Sol parado no centro; outra criança é a Terra girando em volta (translação).
5ª Etapa – Astronautas
Pesquisa com imagens e vídeos.
Conversa: “O que faz um astronauta?”, “O que eles vestem?”, “Como chegam na Lua?”.
6ª Etapa – A Chegada à Lua
PowerPoint com fotos e curiosidades sobre Neil Armstrong e outros astronautas.
Conversa: “Como você imagina andar na Lua?”.
7ª Etapa – Arte com Massinha e Cartolina
Modelagem: astronauta, foguete, estrelas.
Construção de foguete coletivo com cartolina colorida.
8ª Etapa – Sistema Solar
Montagem de móbile ou Sistema Solar em disco de vinil.
Cada criança representa um planeta e ajuda a organizar o conjunto.
9ª Etapa – Visita ao Planetário (julho)
Visita de campo para observar projeções do céu e dos planetas.
Registro coletivo da experiência em mural com desenhos e frases.
Dicas de leitura:
Mini Larousse do Universo – Apresenta o Sol, estações do ano, Sistema Solar, Via Láctea, eclipses e viagens espaciais de forma clara e acessível.
Outros possíveis livros: De onde vem o Sol? (Coleção De onde vem?), O Pequeno Astronauta, Brincando de Astronomia.
Avaliação:
Participação nas observações e registros.
Capacidade de expressar ideias oralmente e por desenhos.
Envolvimento nas atividades de experimentação e dramatização.
Reconhecimento de alguns elementos básicos do espaço.
Apresentação:
Esta cartilha foi criada para apoiar professores da Educação Infantil no desenvolvimento de atividades sobre o Sistema Solar e a exploração espacial.
Com recursos lúdicos, artísticos e científicos, as propostas estimulam a curiosidade natural das crianças e favorecem aprendizagens significativas.
Objetivos da Cartilha:
Estimular a curiosidade científica das crianças.
Desenvolver o letramento inicial e o registro de ideias.
Trabalhar a noção de tempo e espaço (dia/noite, rotação/translação).
Proporcionar experiências com expressão corporal e dramatização.
Incentivar a criatividade e coordenação motora por meio de arte.
Ampliar o repertório cultural sobre astronautas, planetas e o Universo.
Etapas da Aula (Sugestões de Atividades):
1ª Etapa – Observando o Céu
Leve a turma ao pátio.
Pergunte: “O que vemos no céu agora?”
Proponha que desenhem o que observaram.
- Sugestão de imagem: crianças olhando para o céu e desenhando.
2ª Etapa – O que existe no Céu?
Construa uma lista coletiva (palavras e desenhos).
Conte quantos elementos aparecem.
- Sugestão de imagem: mural com palavras (Sol, Lua, estrelas, foguete).
3ª Etapa – Dia e Noite
Conversem sobre diferenças: “O que fazemos de dia? O que fazemos à noite?”.
Monte dois murais ilustrados.
- Sugestão de imagem: painel dividido em dois, com atividades do dia e da noite.
4ª Etapa – Rotação e Translação
Experimento: lanterna (Sol) + laranja (Terra).
Brincadeira: uma criança é o Sol; outra, a Terra que gira.
- Sugestão de imagem: criança segurando lanterna iluminando a laranja.
5ª Etapa – Descobrindo os Astronautas
Mostre vídeos e fotos de astronautas.
Pergunte: “O que eles vestem? Onde vivem no espaço?”
- Sugestão de imagem: astronauta em traje espacial.
6ª Etapa – A Chegada à Lua
Apresente imagens da Apollo 11 e Neil Armstrong.
Pergunte: “Como seria andar na Lua?”
- Sugestão de imagem: pegadas de astronauta na Lua.
7ª Etapa – Arte Espacial
Massinha: criar astronautas, foguetes, estrelas.
Cartolina: foguete coletivo colorido.
- Sugestão de imagem: foguete de cartolina feito por crianças.
8ª Etapa – Nosso Sistema Solar
Monte um móbile ou use discos de vinil para representar planetas.
Cada criança escolhe ser um planeta.
- Sugestão de imagem: sistema solar pendurado na sala.
9ª Etapa – Visita ao Planetário
Realize saída pedagógica.
Depois, monte um mural com desenhos da experiência.
- Sugestão de imagem: crianças no planetário observando projeções.
- Sugestão de Leitura Infantil
Mini Larousse do Universo
De Onde Vem o Sol?
O Pequeno Astronauta
Brincando de Astronomia
Avaliação:
Participação nas observações e conversas.
Clareza nos desenhos e registros.
Envolvimento nas dramatizações e jogos corporais.
Reconhecimento de elementos básicos do espaço.
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Este tipo de atividade de recorte e colagem também auxilia no desenvolvimento da coordenação motora fina, percepção visual e imaginação e, ainda, promove o conhecimento e valorização da própria cultura e de outras.
O helicóptero é um aparelho capaz de levantar voo na vertical por possuir uma hélice na parte superior, que funciona como propulsor.
Quando o motor é ligado, a hélice principal gira, impulsionando o ar para baixo. Pelo princípio da ação e reação, o ar aplica na hélice uma força de reação para cima; a diferença de pressão gerada por ela devido a passagem do ar mais velozmente sobre ela do que abaixo gera diferença de pressão e a união deste dois efeito é o que faz o helicóptero subir.
Qualquer variação da velocidade angular da hélice produz uma variação de seu momento angular, que é a grandeza física que relaciona a massa de um corpo ao redor de um eixo de rotação com a sua velocidade angular.
A rotação da hélice principal tende a girar todo o corpo do helicóptero devido ao torque das forças de propulsão. Para resolver esse problema, os helicópteros são equipados com uma hélice lateral, localizada na cauda do aparelho. Esta, ao girar, empurra o ar e, pelo princípio da ação e reação, o ar empurra a hélice no sentido contrário. Esse “empurrão” anula o giro do corpo do helicóptero, estabilizando o movimento do aparelho.
Existem helicópteros dotados de duas hélices principais, não possuindo a hélice lateral. Nesse caso, a estabilidade do equipamento acontece porque as duas hélices giram em sentidos contrários uma da outra, evitando a rotação do corpo do aparelho.
Quando o motor é ligado, a hélice principal gira, impulsionando o ar para baixo. Pelo princípio da ação e reação, o ar aplica na hélice uma força de reação para cima; a diferença de pressão gerada por ela devido a passagem do ar mais velozmente sobre ela do que abaixo gera diferença de pressão e a união deste dois efeito é o que faz o helicóptero subir.
Qualquer variação da velocidade angular da hélice produz uma variação de seu momento angular, que é a grandeza física que relaciona a massa de um corpo ao redor de um eixo de rotação com a sua velocidade angular.
A rotação da hélice principal tende a girar todo o corpo do helicóptero devido ao torque das forças de propulsão. Para resolver esse problema, os helicópteros são equipados com uma hélice lateral, localizada na cauda do aparelho. Esta, ao girar, empurra o ar e, pelo princípio da ação e reação, o ar empurra a hélice no sentido contrário. Esse “empurrão” anula o giro do corpo do helicóptero, estabilizando o movimento do aparelho.
Existem helicópteros dotados de duas hélices principais, não possuindo a hélice lateral. Nesse caso, a estabilidade do equipamento acontece porque as duas hélices giram em sentidos contrários uma da outra, evitando a rotação do corpo do aparelho.
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