segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Os biomas brasileiros têm uma grande diversidade de sabores e aromas, que podem ser encontrados em frutas, castanhas, polpas e outros ingredientes: (pedido para pesquisa escolar)




Caatinga
O umbu é um fruto suculento e aromático com sabor agridoce, que nasce no solo árido da caatinga, predominante no nordeste do Brasil. A coroa de frade é uma espécie de cacto que é usada em doces e bolos.

Cerrado
O pequi é um fruto perfumado e a castanha de baru é uma fonte de ferro e zinco, com sabor semelhante ao do amendoim.

Pantanal
A carne de jacaré é um ingrediente único deste bioma.

Pampas
A erva-mate é um ingrediente característico deste bioma.

Mata Atlântica
O cambuci, a juçara, a uvaia, o araçá e o grumixama são espécies de árvores frutíferas originais deste bioma.
O livro Biodiversidade Brasileira - sabores e aromas apresenta receitas que utilizam ingredientes de diferentes regiões do Brasil, com o objetivo de valorizar a biodiversidade do país.
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Os sabores e aromas da Caatinga estão presentes em vários alimentos e bebidas, como:
- Alimentos: O umbu, o licuri, o caju, a mangaba, o mandacaru, o maracujá-da-caatinga, a algaroba e o jenipapo.
- Bebidas: Licores com sabores de umbu, tamarindo e palma são usados em festas juninas.
- Mel: O mel extraído de abelhas nativas da Caatinga.
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro, marcado por um clima semiárido, quente e seco. A sua flora é rica e diversificada, com cerca de 1.000 espécies vegetais, das quais 318 são endêmicas.
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Os sabores e aromas do Pampa estão relacionados à culinária gaúcha, que é rica em influências e reflete a história e miscigenação do povo da região. A gastronomia do Pampa une tradição e inovação, e é muito mais do que apenas carnes e chimarrão.
Características
- Condimentos
Salsichas, chucrute, carne de porco e pães
- Influências
A culinária gaúcha é um banquete de sabores e influências
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A Amazônia é conhecida por sua biodiversidade, que se reflete nos sabores e aromas de seus alimentos, óleos e especiarias:

- Alimentos
O açaí, o guaraná, a castanha-do-pará, o piqui, a pupunha, o murici e o cupuaçu são alguns dos frutos mais conhecidos da região. Outros alimentos típicos da Amazônia são o pimentão, a mandioca, o tucumã, o jambu e a banana da terra.

- Óleos e manteigas vegetais
A Amazônia é rica em óleos e manteigas vegetais, como o óleo de açaí, o óleo de andiroba, o óleo de babaçu, o óleo de breu branco, o óleo de buriti, o óleo de copaíba e o óleo de cumaru.

- Especiarias
O cravo, a canela e a noz-moscada são especiarias da Amazônia.

- Cumaru
Uma semente aromática da Amazônia, com um aroma marcante e adocicado.

O pato no tucupi é um prato que celebra os ingredientes locais da Amazônia. O pato é marinado em uma mistura de alho, chicória, alfavaca e limão, e depois cozido no tucupi, um caldo dourado feito a partir da mandioca brava. No final, é adicionado o jambu, que causa uma sensação de formigamento na boca.
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O Pantanal é uma região com uma grande variedade de sabores e aromas, que vão desde a culinária local até os produtos de aromatização:

- Culinária
A culinária pantaneira é influenciada pela proximidade com o Paraguai e a Bolívia, e explora peixes de água doce, como o pintado e o pacu. Pratos típicos incluem o quebra torto, o quibebe de mandioca e a saltenha.

- Produtos de aromatização
A marca Pantanal Aromas oferece uma variedade de produtos, como difusores de aromas com fragrâncias de orquídeas, alecrim, lavanda, cereja e avelã, capim limão, morango, bamboo, vanilla e coco, flor laranjeira e flor de algodão.
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Os sabores e aromas da Mata Atlântica são ricos e variados, e incluem frutas, árvores e outras plantas, como:

Cambuci: Uma fruta saborosa e nutritiva que, graças à Rota do Cambuci, está conquistando o mercado.
Palmeira-juçara: Uma espécie nativa ameaçada de extinção, mas que pode ser uma fonte de renda para as comunidades se a sua polpa for processada.
Pitanga: Uma fruta que pode ser consumida in natura ou usada para fazer sucos, geleias, licores e cachaça aromatizadas.
Araçá: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Uvaia: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Grumixama: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Cereja-do-rio-grande: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Cabeludinha: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Guabiroba: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Araticum: Uma fruta saborosa e nutritiva.
Fruta-do-conde: Uma fruta saborosa e nutritiva.

A Mata Atlântica é responsável por 50% dos alimentos consumidos no Brasil, como maçã, banana, jabuticaba, pinhão e feijão preto.
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O bioma Cerrado é rico em sabores e aromas, com uma grande variedade de frutos e plantas nativas que são utilizadas na culinária:

Pequi
Fruto nativo do Cerrado, muito consumido na culinária goiana, principalmente com arroz, frango ou galinhada.

Araticum
Fruto com polpa suculenta e sabor marcante, usado em doces, sorvetes, sucos, licores e bolos.

Guariroba
Palmito de sabor amargo, muito utilizado na gastronomia goiana.
Baru
Castanha que pode ser usada para fazer geleias, licores, pães, bolos, sorvetes e doces.

Buriti
Fruto com forma elipsoidal e coloração castanho-avermelhado, que é uma importante fonte de nutrientes minerais.
Jatobá
Fruto que é uma importante fonte de nutrientes minerais, principalmente cálcio.

Araruta
Planta nativa que era usada para fazer biscoitos, mingaus e bolos, mas que foi substituída pelo polvilho ou amido de milho.

Além dos frutos, o Cerrado também é conhecido por pratos típicos como o arroz com pequi, o empadão goiano, a pamonha, a carne de sol e o peixe na telha.

Maria Bonita

 


Maria Bonita nasceu no dia 17 de Janeiro de 1910 em Malhada da Caiçara, no atual município de Paulo Afonso, na Bahia. Era filha de José Gomes de Oliveira e Maria Joaquina Conceição de Oliveira.

Sua história é marcada por seu relacionamento com o cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião. Ela se tornou a companheira de Lampião em meados da década de 1930, e foi a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros.

A vida de Maria Bonita no cangaço foi curta, mas intensa. Ela faleceu em 28 de Julho de 1938 em uma emboscada da polícia junto com Lampião. Seus corpos foram decapitados e expostos ao público em Maceió.

A história de Maria Bonita se tornou um símbolo da resistência feminina e da luta contra a opressão. Ela é uma figura importante na história do Brasil, e sua memória é preservada até hoje.

Curiosidade: Maria Bonita era conhecida por sua beleza e personalidade forte. Ela era uma mulher independente e não se submetia às regras tradicionais da sociedade....

Como plantar árvores (pedido para pesquisa escolar)

As mudanças climáticas exigem que a gente atue, e plantar árvores de forma correta é fundamental para evitar danos nos bancos e guarnições. Para isso, siga este método:

- Escava um poço de 40 cm de largura por 1 metro de profundidade.

- Coloque um tubo de PVC de 4 polegadas e encha-o de pedras.

- Plante a árvore ou a palma e cubra o tubo com pedras.

Este método permite que a água chegue diretamente às raízes, evitando que as raízes cresçam em busca de água superficial e danifiquem o pavimento. Assim, evita-se o levantamento de bancos e tubos, ao mesmo tempo que embelezamos avenidas e reduzimos o calor.



Principais monumentos do Egito (pedido para pesquisa escolar)

1. Farol de Alexandria

Descrição: Uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, o Farol de Alexandria foi construído no século III a.C. na ilha de Faros, em Alexandria, para guiar os navegantes no porto.


Sua altura era estimada entre 100 e 130 metros.

Localização: Alexandria (31.2001° N, 29.9187° E)

2. Catacumbas de Kom El Shoqafa

Descrição: Um dos maiores complexos funerários de Alexandria, as catacumbas de Kom El Shoqafa datam do século II d.C. e combinam elementos da arquitetura egípcia, grega e romana.

Localização: Alexandria (31.1829° N, 29.8967° E)

3. Pirâmides de Gizé

Descrição: As Grandes Pirâmides de Gizé, especialmente a Grande Pirâmide de Quéops, são as mais famosas estruturas do Egito Antigo, construídas como tumbas reais durante a IV Dinastia (c. 2580-2560 a.C.).

Localização: Gizé (29.9792° N, 31.1342° E)

4. Esfinge de Gizé

Descrição: Localizada próxima às Pirâmides, a Grande Esfinge de Gizé, esculpida em pedra calcária, representa uma criatura com corpo de leão e cabeça humana, provavelmente a do faraó Quéfren.

Localização: Gizé (29.9753° N, 31.1376° E)

5. Pirâmide de Saqqara

Descrição: A Pirâmide de Djoser, em Saqqara, é a primeira pirâmide egípcia e o exemplo mais antigo de grande arquitetura de pedra no mundo. Foi projetada pelo arquiteto Imhotep por volta de 2670 a.C.

Localização: Saqqara (29.8713° N, 31.2165° E)

6. Memphis

Descrição: Antiga capital do Egito durante o Império Antigo, Memphis foi um centro administrativo e religioso. Hoje, as ruínas contêm o Colosso de Ramsés II e o Templo de Ptah.

Localização: Mit Rahina (29.8495° N, 31.2543° E)

7. Templo de Luxor

Descrição: Construído durante o reinado de Amenhotep III e expandido por Ramsés II, o Templo de Luxor é dedicado ao deus Amon-Rá e está alinhado com o Templo de Karnak, ao qual era conectado por uma avenida de esfinges.

Localização: Luxor (25.6994° N, 32.6396° E)

8. Templo de Karnak

Descrição: Karnak é um vasto complexo de templos, capelas e santuários, sendo o maior dedicado a Amon-Rá. Foi expandido por vários faraós ao longo de 1500 anos, desde o Império Médio até o Período Ptolemaico.

Localização: Luxor (25.7188° N, 32.6573° E)

9. Vale dos Reis

Descrição: O Vale dos Reis, em Luxor, é o local de descanso de muitos faraós do Novo Império, incluindo Tutancâmon, Ramsés II e Seti I. Famoso por suas tumbas ricamente decoradas.

Localização: Luxor (25.7402° N, 32.6014° E)

10. Templo de Hatshepsut

Descrição: Construído para a faraó Hatshepsut na necrópole de Deir el-Bahari, este templo é um dos exemplos mais impressionantes da arquitetura egípcia, com terraços escalonados e colunas majestosas.

Localização: Luxor (25.7375° N, 32.6064° E)

11. Templos de Abu Simbel

Descrição: Construídos por Ramsés II, os templos de Abu Simbel são monumentos esculpidos diretamente na rocha. O Grande Templo é dedicado a Ramsés e a divindades egípcias, enquanto o menor é dedicado à sua esposa Nefertari.

Localização: Abu Simbel (22.3373° N, 31.6257° E)


Fontes:

Wilkinson, R.H., The Complete Temples of Ancient Egypt, Thames & Hudson, 2000.

Shaw, Ian, The Oxford History of Ancient Egypt, Oxford University Press, 2004.

British Museum: Informações sobre monumentos egípcios antigos

Fatos sobre a Guiana (pedido para pesquisa escolar)

1. Guiana é o único país que fala inglês na América do Sul, por isso é único na região. Juntamente com o Brasil e Suriname não sofreram influência hispânica .

2. É conhecida por sua diversificada composição étnica, com uma mistura de populações indoguianesas, afroguianesas e indígenas.

3. A Guiana é o lar das deslumbrantes Cataratas de Kaieteur, uma das maiores cachoeiras de uma gota do mundo.

4. O país tem uma incrível variedade de vida selvagem, incluindo jaguares, lontras gigantes do rio e o raro urso-formigueiro gigante.

5. A Guiana tem um rico patrimônio cultural, com influências das culturas indianas, africanas, chinesas e indígenas.

6. Tem a distinção de ser com o Brasil, país da América do Sul que não é uma nação hispânica.

7. A cidade capital da Guiana é Georgetown, conhecida por sua bela arquitetura colonial.

8. A Guiana é famosa pelos seus vastos trechos de selvas prístinas, que abrigam uma ampla variedade de espécies vegetais e animais.

9. O país é um importante produtor de bauxite, ouro e diamantes, contribuindo para a sua economia.

10. A Guiana também é o lar da Rupununi Savannah, uma vasta pradaria que é o lar de diversas fauna selvagem e comunidades indígenas.


Como recolher água da chuva para poder reutilizá-la (pedido pra pesquisa escolar)

Essa água pode ser destinada para descargas, lavagem de quintal e calçadas, lavagem de carro, irrigação de jardins, deixando a água proveniente da Estação de Tratamento apenas para beber, tomar banho e cozinhar.




Como reaproveitar a água da chuva em grandes centros

Reaproveitar a água da chuva pode ser uma solução ideal para quem busca reduzir o custo com o consumo de água e para aqueles que estão buscando hábitos mais sustentáveis e ecológicos. A tendência é que o reaproveitamento venha a se tornar cada vez mais uma necessidade, na medida em que a Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a escassez de água deve atingir dois terços da população mundial nos próximos 30 anos. Contudo, esse reaproveitamento é um desafio em alguns casos, principalmente quando envolve grandes centros urbanos, como metrópoles e capitais.

Por isso, neste texto vamos apresentar técnicas e dicas para reaproveitar a água da chuva, principalmente se tratando de grandes cidades, tanto para empresas como para residências. Depois de ler esse artigo, você vai ser capaz de contribuir ainda mais para preservar o meio ambiente e economizar na tarifa mensal, afinal, a água armazenada pode ser utilizada em várias tarefas cotidianas.

Exemplos de aplicação são irrigação de áreas verdes, descargas de vasos sanitários, lavagem de ambientes e outros fins que não exijam água potável. Na indústria, essa reutilização é ainda mais ampla e pode envolver desde lavagens até etapas mais específicas do processo produtivo. Além disso, em alguns casos a água pode ser utilizada para mais tarefas, como lavagem de louça e para o banho em residências ou em etapas que exijam água potável na indústria, desde que sejam utilizados os filtros adequados para isso.

Como captar água da chuva?
Antes de reaproveitar a água da chuva, é necessário utilizar métodos adequados de captação. A melhor forma é por meio da instalação de cisternas, que possibilitam eliminar as primeiras gotas que caem dos telhados, acompanhadas de sujeira, e armazenar somente a água apropriada para o consumo. Você ainda pode buscar formas de construir seu próprio sistema de captação ou improvisar com baldes ou outras formas de armazenamento.

No caso de prédios, um sistema de captação pode ser instalado no telhado e, a água, distribuída entre os apartamentos. Para atender a uma demanda maior — em caso de prédios com muitos apartamentos — pode ser instalado um reservatório no pavimento inferior ou direcionada a utilização da água da chuva somente para as áreas coletivas.

Na indústria, a capacidade de captação é ainda maior, dado que a quantia armazenada varia pelo tamanho da cisterna e pela área que a construção ocupa. Contudo, vale a pena se inteirar sobre as normas técnicas para a instalação desse tipo de recipiente.

Reaproveitamento de água da chuva em residências
A água da chuva pode ser reaproveitada em praticamente qualquer atividade doméstica. Uma forma inteligente de utilizá-la é para lavar as calçadas e o carro, já que muita água de qualidade é desperdiçada nessas tarefas. A estimativa é de que uma pessoa gaste em média 279 litros de água lavando uma calçada durante 15 minutos. Como ela não prejudica as plantas, você também pode usar como forma de irrigação.

Outra aplicação comum para a água de chuva é nos vasos sanitários, gerando uma grande economia em cada vez que alguém dá a descarga. Um vaso sanitário que fica com a descarga ativada por seis segundos gasta em média 12 litros. Ou seja, é muita água desperdiçada.

No caso do banho, o gasto médio é de 135 litros de água em 15 minutos, sendo que dependendo da vazão do chuveiro, esse consumo pode ser ainda maior. A boa notícia é que você pode utilizar um filtro adequado e reutilizar a água da chuva também para o seu banho ou para lavar a louça, gerando ainda mais economia e preservando o meio ambiente.

Reaproveitamento de água da chuva na indústria
O reaproveitamento da água da chuva em empresas é ainda mais amplo do que em residências e reflete em vantagens diretas e indiretas. Diante das preocupações cada vez mais presentes sobre questões ambientais de governos e cidadãos, é importante que a empresa construa uma imagem de responsabilidade ambiental e o reaproveitamento da água da chuva ajuda neste processo.

Na prática, esse reaproveitamento pode acarretar em uma redução drástica na conta da água e ampliação na capacidade de gerenciamento hídrico em situações de seca. Além disso, você pode tratar a água da chuva depois de armazenada de acordo com a necessidade de aplicação, garantindo qualidade em todo o processo.

A água da chuva pode ser reutilizada para lavagem de equipamentos e calçadas, processos de refrigeração, alimentação de caldeiras, geração de energia, além de outras atividades, dependendo do segmento de atuação da sua empresa. Desta forma, é importante que você utilize água adequada, conforme já demonstramos aqui.

O dilema dos grandes centros
O reaproveitamento da água da chuva nos grandes centros urbanos ainda é um problema, na medida em que as cidades brasileiras têm pouca ou nenhuma infraestrutura para atender a essa demanda e a necessidade de investimento é muito alta. Do outro lado, a reutilização coletiva da água da chuva tem sido tema de muitos estudos e alguns projetos inovadores estão surgindo.

A maioria dos projetos compreende a coleta, tratamento e reutilização da água da chuva de maneira mais ampla e espalhada pelo território urbano, de forma a evitar enchentes ou outros problemas ocasionados pelo excesso de chuvas nas grandes cidades. É possível citar como exemplo um projeto chamado Ruas Verdes, aplicado na cidade de Santa Monica, na California, nos Estados Unidos. Assim, além de evitar desastres, a água ainda é reutilizada evitando desperdícios.


Comunidade católica celebra o Mês da Bíblia (pedido para pesquisa escolar)

O mês de setembro, para nós católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia, isso desde 1971. Mas desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no ultimo domingo de setembro. O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu em 340 e faleceu em 420 dC).

São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja. Hoje a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas as casas, talvez nem fazemos ideia, mas a Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade.

A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso a Bíblia é formada por histórias de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele.



Elias, o profeta (pedido para pesquisa escolar)

https://www.vaticannews.va/pt/santo-do-dia/07/20/s--elias--profeta.html

 “Elias, o profeta, levantou-se como um fogo; suas palavras queimavam como uma tocha ardente": assim o livro do Eclesiástico (48.1) descreve um dos maiores profetas da história religiosa do antigo reino de Israel. No entanto, sabe-se pouco sobre a sua vida.

Elias nasceu em Tisbe, no século IX a.C., na época do rei Acabe. Dedicou a sua existência para distanciar o povo da adoração dos ídolos e trazê-las de volta ao verdadeiro e único Deus, coerente com o nome que lhe foi dado: Elias, de fato, significa "O Senhor é meu Deus".

Precursor de São João Batista
Elias, homem virtuoso e austero, usava um manto de pele de camelo, sobre um simples avental, amarrado na cintura, prefigurando, oito séculos antes, o profeta João Batista. Com um coração de guerreiro e uma inteligência refinada, unia, em sua alma, o fogo ardente da fé com o zelo pelo Senhor, tanto que São Crisóstomo o definiu "anjo da terra e homem do Céu". Séculos depois, o Catecismo da Igreja Católica o apresentou como modelo de vida cristã e de paixão por Deus, "Pai dos Profetas da geração dos que buscam a Deus, que buscam o seu Rosto" (CCC, 2582).

Luta contra os seguidores de Baal
Um exemplo extraordinário da força profética de Elias encontra-se no primeiro Livro dos Reis (cap. 18), que narra: “nos dias do rei Acabe, Israel se sujeitava à sedução da idolatria”; de fato, adorava Baal porque achava que fazia chover e, portanto, ajudava a fertilidade dos campos, o gado e o gênero humano. Para desmascarar esta crença enganosa, Elias convocou o povo no Monte Carmelo e o colocou diante de uma escolha: seguir o Senhor ou seguir Baal. Assim, o profeta convidou mais de 400 idólatras a um confronto: cada um devia oferecer um sacrifício e rezar para que seu deus se manifestasse. Quem respondeu, de modo inequívoco, foi o Senhor "Deus de Abraão, de Isaque e de Israel": Ele aceitou a oferta de sacrifício, preparado por Elias, sobre um altar, constituído de doze pedras, “segundo o número das doze tribos dos filhos de Jacó, que o Senhor havia chamado Israel". Assim, diante da evidente Verdade, o coração do povo se converteu. Ao contrário, Baal ficou calado e impotente, porque – segundo o ensinamento de Elias - "a verdadeira adoração a Deus é oferecer-se a Deus e aos homens; a verdadeira adoração é o amor, que não destrói, mas renova e transforma". (Bento XVI, Audiência geral, em 15 de junho de 2011).

Encontro com o Senhor no Monte Oreb
O profeta, porém, teve que enfrentar uma nova provação: ele, que lutou tanto pela fé, teve que escapar da ira da rainha Jezabel, esposa idólatra de Acabe, que queria a sua morte. Exausto e atemorizado, Elias pediu a Deus para morrer, caindo em um sono ininterrupto. No entanto, um anjo o despertou e lhe pediu para subir ao monte Oreb para um encontro com o Senhor. O profeta obedeceu e caminhou, por 40 dias e 40 noites, até chegar à meta: uma caminhada que representa a metáfora de uma peregrinação e a purificação do coração rumo à experiência de Deus.

O silêncio sonoro
Segundo as perspectivas, o encontro com o Senhor ocorreu, mas não de modo extraordinário: Deus se manifestou em forma de uma brisa leve, como um "silêncio sonoro delicado" - como o Papa Francisco explicou na homilia da Missa, na Casa Santa Marta, em 10 de junho de 2016 -: exortando Elias a não desanimar, mas a voltar atrás para cumprir a sua missão. Então, o profeta cobriu o rosto com as mãos, em sinal de adoração e humildade, e obedeceu ao pedido de Deus, porque entendeu o seu valor: o valor da provação, da obediência e da perseverança.
Daí, Elias desafiou, novamente, Acabe e Jezabel, que haviam invadido a terra de um camponês, profetizando terríveis desventuras, se não se arrependessem. O profeta também aliviou o sofrimento e a miséria de uma viúva, dando-lhe de comer e curando seu filho em fim de vida.
Quando Elias cumpriu a sua missão, desapareceu, subindo ao céu em uma carruagem de fogo, entrando na infinidade daquele Deus, que havia servido com tanta paixão. Seu manto permaneceu na terra, destinado ao discípulo Eliseu, como sinal de investidura.

Zelo profético
Hoje, a Ordem religiosa dos Eremitas do Monte Carmelo, representa este grande Profeta, em seu brasão, em forma de escudo: com um braço, segura uma espada de fogo e uma fita com as palavras "Zelo zelatus sum pro Domino Deo exercitum", ou seja, "repleto de zelo pelo Deus dos exércitos".



Profeta Ezequiel (pedido pra pesquisa escolar)


A Igreja Católica dedica o mês de setembro à Palavra de Deus – é o mês da Bíblia. Ao longo desse mês, a comunidade cristã é convidada a desenvolver e cultivar atitudes de valorização da Bíblia, de tal forma que se tornem hábitos permanentes de atenção aos ensinamentos nela contidos.

Um mês dedicado à Bíblia se torna um incentivo à aproximação e familiaridade com as Sagradas Escrituras, provocando a oração, a formação e o anúncio da Palavra. O que se busca é fortalecer o seguimento de Jesus Cristo através de uma vivência cada vez maior e mais fecunda da Palavra de Deus. Em 2024, o livro bíblico escolhido para o estudo e aprofundamento é o do profeta Ezequiel, com o lema: “Porei em vós o meu Espírito e vivereis" (Ez 37,14).

Livro do profeta Ezequiel
O livro de Ezequiel nos coloca diante de uma das etapas mais atribuladas e trágicas da história do povo de Deus. O reino de Judá, fraco e indefeso diante dos grandes impérios, se vê mergulhado numa disputa de ordem internacional sem ter condições de interferir em seu próprio destino. De um lado, o Império Babilônico; do outro, o Reino do Egito. No meio, tentando se equilibrar entre poderosos, estavam os sucessivos reis de Judá. A mensagem do profeta Ezequiel reflete sobre esse quadro histórico de dor, sofrimento e morte, mas também traz uma centelha de reconstrução e esperança.

A vivência de Ezequiel junto à comunidade das pessoas exiladas mergulhou-o na mesma sorte do povo de Deus naquele momento histórico. Ele também passou pela noite escura do desterro, do medo, da ausência e da saudade, mas se manteve fiel e persistiu em continuar a crer na fidelidade do Deus que esteve sempre presente na vida do povo.

A leitura orante, o estudo e o aprofundamento do livro de Ezequiel têm muito a contribuir no fortalecimento de uma mística e espiritualidade da resiliência. Ajuda a ler as situações atuais de guerras, conflitos, migrações forçadas, enchentes e tantas outras situações traumáticas com um olhar de fé e esperança, sem se deixar vencer pelo derrotismo, pessimismo ou desânimo.


sábado, 28 de setembro de 2024

Desenvolvimento sustentável = desenvolvimento aceitável (pedido para pesquisa escolar)


Desenvolvimento

- Socialmente aceitável - harmonia na inclusao social, no bem-estar dos indivíduos e da sociedade.

- Economicamente aceitável - harmonia no crescimento econômico.

- Ambientalmente aceitável - harmonia na proteção ao meio ambiente.

O desenvolvimento sustentável significa a população suprir suas necessidades sem suprir além da conta, para que não falte para as gerações futuras.

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Demonstra-se que existe uma evolução dos conceitos de desenvolvimento, existindo basicamente três grandes correntes de pensamento, que se alternam na busca pela demonstração do que é o desenvolvimento humano. 

Atualmente, o desenvolvimento é visto sobre o prisma do “desenvolvimento sustentável”, ou seja, aquele que busca conciliar o crescimento econômico com a preocupação com o desenvolvimento social e proteção do planeta. 

Por outro lado, comprova-se que os princípios jurídicos são normas nucleares, que buscam a efetividade do Ordenamento Jurídico, através da resolução de casos concretos. 

Desta forma, o princípio do desenvolvimento sustentável é uma norma jurídica, com reconhecimento constitucional e internacional que visa à proteção jurídica do meio ambiente tanto para a presente quanto para as futuras gerações. 

A doutrina nacional e internacional é uníssona ao apontar que o princípio do desenvolvimento sustentável é uma das bases do Direito Ambiental atual, tendo seu reconhecimento no famoso Relatório Brundtlan e é utilizado em praticamente todas as outras declarações e tratados de proteção ambiental na atualidade. 

Já a jurisprudência tanto do egrégio Tribunal Regional Federal 1, quando do pretório excelso brasileiro demonstram que o princípio do desenvolvimento sustentável é um sustentáculo constitucional que deve ser utilizado, na resolução dos casos concretos, para a proteção social. 

Também há o reconhecimento por parte da Corte Interamericana de Direitos Humanos que reconheceu o princípio do desenvolvimento como um direito humano fundamental no caso Povo Indígena Kichwa de Sarayaku Vs. Equador. 

Por fim, tem-se que o princípio do desenvolvimento sustentável deve ser utilizado, enquanto direito humano fundamental, capaz de impactar a promoção dos direitos e da atual realidade mundial, quando efetivar o pacto intergeracional, que impõe a proteção do legado das futuras gerações. Assim, e necessário buscar um equilíbrio entre o direito ao desenvolvimento e o direito a um meio ambiente sadio e ecologicamente equilibrado, que atenda a necessidade de proteção de todos. 

Arara-azul

Mundo Azul: arara-azul e seus biomas

arara azul Cartilha Educativa: Conhecendo a Arara-Azul Autora: Renata Bravo Atividade criativa Monte sua arara-azul Materiais necessários: C...