segunda-feira, 21 de outubro de 2024

As bolas de Natal

As bolas de Natal simbolizam os frutos da vida humana e os desejos, como amor, esperança, perdão e alegria. Elas podem aparecer em tamanhos e materiais diferentes, mas sempre deixam qualquer decoração natalina mais alegre.

Hoje, há uma diversidade incrível de estilos, materiais e tamanhos disponíveis, atendendo a todos os gostos e estilos de decoração







Enfeites natalinos bonecos de neve

 

Material: desentupidor de pia, bola de isopor, retalhos de fitas e eva, botões, miçangas. barbante


Material: disco de vinil, retalhos de eva


Caixotes de madeira e decoração natalina









Alguns símbolos do Natal

Os símbolos natalinos são parte importante da tradição da festa no fim do ano. Eles garantem aquele clima especial e único dessa época. Decoram e enfeitam as ruas e casas de todo o mundo e espalham o espírito natalino por todos os cantos. Mas será que você sabe os seus significados? O que será que representa a estrela de Natal? Qual o significado da árvore de Natal? De onde surgiu o Papai Noel? Descubra aqui o significado de 5 símbolos de Natal.


1) Árvore de Natal é um símbolo natalino de esperança
A árvore é um dos principais símbolos natalinos e está sempre presente na decoração de Natal. Acredita-se que a tradição de cortar pinheiros e enfeitá-los venha dos países bálticos. Esse ritual era feito para comemorar a chegada do solstício de inverno. O pinheiro é a árvore escolhida pois é a única que mantém suas folhas verdes o ano todo, inclusive no frio intenso, simbolizando assim a esperança e a vida.


2) Estrela de Natal: símbolo natalino representa o caminho de luz que guia a humanidade
Já a estrela que sempre aparece no topo das árvores de Natal tem sua origem na religião cristã. Ela representa a estrela de Belém que, de acordo com os cristãos, guiou os 3 reis magos até o local do nascimento de Jesus. A partir de então, ela passou a significar uma estrela-guia para a humanidade.








3) Papai Noel é o símbolo natalino de bondade e altruísmo
Um dos símbolos de Natal mais emblemáticos certamente é o papai Noel. O bom velhinho de roupa vermelha e barba branca está sempre no nosso imaginário quando pensamos em Natal. Ele representa o sentimento de altruísmo e bondade nessa época de fim de ano. Acredita-se que o Papai Noel tenha sido inspirado em São Nicolau, bispo católico turco que tinha o hábito de presentear as crianças mais pobres.


4) Presente de Natal também é um símbolo típico da época.
Natal é tempo de presentear quem se ama, não é mesmo? Mas de onde será que esse costume veio? A tradição de dar e receber presentes no dia de Natal é inspirada na história cristã dos 3 reis magos que presentearam o menino Jesus com ouro, mirra e incenso na noite de seu nascimento. Há também a influência de São Nicolau (que inspirou a figura do Papai Noel) que presenteava crianças de famílias carentes e também jogava moedas de ouro pelas chaminés dos mais pobres.



5) Guirlanda de Natal na porta é um símbolo de boas vindas às visitas.
A guirlanda de Natal é um enfeite de formato redondo confeccionado com folhas, galhos, flores e outros adornos. Tradicionalmente ela é pendurada nas portas das casas e é repleta de simbologias. Acredita-se que a tradição venha das religiões pagãs para celebrar o solstício de inverno e agradecer as colheitas. A guirlanda de Natal também pode ser vista como uma forma de atrair o espírito natalino e dar as boas-vindas às visitas.

Gingerbread



















 The Gingerbread man: A lenda dos biscoitos de gengibre no natal.
As receitas em sua origem, refletem a cultura de uma comunidade, as hibridações culturais, suas tensões, inclusive as incorporações de novos produtos em uma cultura.

A origem dos biscoitos de gengibre reside nas receitas medievais europeias do. Lebkuchen (pão de gengibre) foi provavelmente o primeiro pão/bolo para ser tradicionalmente relacionado com o Natal.

De origem do sudeste asiático, o gengibre é uma raiz conhecida pelo seu sabor pungente comumente usado na culinária indiana para temperar legumes. A raiz fresca pode ser usada em pequenos pedaços, em fatias ou ralada.
É encontrada também em pó, em conserva doce ou salgada, ou em forma de cristais.

No começo da idade média o gengibre, ingrediente principal dos biscoitos não era uma especiaria fácil de ser encontrada na Europa.
As cruzadas propiciaram o contato dos europeus com o oriente, estabelecendo-se assim o contato com as especiarias começando a fazer gosto no paladar, inicialmente, do clero.
Aquele não foi um período de grande desenvolvimento para as artes culinárias, a maior parte das mudanças e descobertas se deu entre as paredes dos mosteiros.
Logo, foram os religiosos que tiveram inicialmente a ideia de fazer biscoitos com gengibre para celebrar as festas do inverno, e eles se basearam em tradições da Europa Pré-Católica.

Outra versão nos da conta que a Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, resolveu fazer certa vez para uma de suas festas de natal, homenzinhos de biscoito de gengibre com a cara dos convidados.
Desde então esta tradição continua a ser realizada na Europa e na America do Norte.

Na Idade Média, ele foi levado para a Europa do Leste, que foi justamente considerado como o remédio universal para muitas doenças. Esta especiaria, como se viu, na verdade, tem muitas propriedades medicinais:

Segundo relatos Russos, os biscoitos de gengibre nasceram na Rússia por volta do século IX, quando eram chamados de "pryaniki", uma mistura de farinha, mel e suco de frutas, mas o mel constituía quase metade de todos os outros ingredientes, que quase parecia a textura de um bolo, ou de um pão (Pão de mel te lembra alguma coisa?). Mais tarde, já nos séculos XII e XIII, foram adicionadas especiarias vindas da Índia e Oriente Médio (canela, nozes, gengibre, frutas secas...).
Entre os séculos XVII-XIX a receita se espalhou, e cada região tinha a sua maneira de assar os "pryanikis", onde a tradição e os segredos da culinária eram passados de geração em geração.

Os "pryanikis" eram feitos em formato de animais para enfeitar as arvores de natal, eram feitos para pobres e ricos, como presentes, para casamentos, festas, celebrações, dias especiais e também para pessoas doentes, com o objetivos de cura, neste caso eram assados no formato de anjos.

A historia dos biscoitos de Natal remonta a 10.000 anos, quando os agricultores do período Neolítico usavam pedras quentes para assar um alimento composto de cereais e misturado com água, talvez os primeiros descendentes dos biscoitos.

Esta tradição de biscoitos de natal se espalharam pela Europa facilmente, e variava a receita de acordo com o paladar de cada civilização.
Os holandeses trouxeram consigo os primeiros biscoitos de Natal. Assim começou a arte de fazer bolinhos deliciosos.

Os Cookies (biscoitos) é uma palavra que vem da palavra holandesa Koeptje [koekje], o que significa pequeno bolo.

Livros da receita do período da Renascença, porem, já traziam uma inúmeras receitas de biscoitos desse tipo. Mas esta tradição, com a revolução Industrial, foi mudando pois os biscoitos passaram a ser produzidos em fábricas.
Atualmente é comum ver biscoitos decorados no natal, sobretudo nos filmes norte-americanos.
E as receitas de biscoito de gengibre, talvez por serem práticas e rápidas, ganharam espaço.
A história rendeu tanto que os estúdios Disney criaram o personagem Gingerbread Man no filme Shrek o para incrementar a historia do ogro verde.
Para isso os profissionais da animação se inspiraram na fábula abaixo.

Adaptado do conto dos irmão Grimm, a História do BISCOITINHO DE GENGIBRE, é uma versão esterilizada para a classe média do século XIX, mas a original era uma demonstração da dureza da vida na Idade Média.
Devido à fome e à constante escassez de comida, o homicídio infantil era uma prática comum na Idade Média.
Nesta história os irmãos são deixados no bosque para que morram ou desapareçam porque não podem ser alimentados.

Nas primeiras cópias da coleção dos Irmãos Grimm não havia madrasta; a mãe persuadiu o pai a abandonar os seus próprios filhos. Esta mudança, como na Branca de Neve, parece ser uma atenuação deliberada da violência contra as crianças, para as mães modernas que não suportariam ouvir sobre mães que ferissem os próprios filhos.

O fato de que a mãe ou madrasta tenha morrido quando as crianças matam a bruxa é porque a mãe ou madrasta e a bruxa são, de facto, a mesma mulher, ou, pelo menos, que a personalidade delas está fortemente ligada.
Além de porém as crianças em perigo, têm a mesma preocupação pela comida: a mãe ou madrasta para evitar a fome e a bruxa com a casa feita de comida e o seu desejo de comer as crianças. Temos também outra versão que é a de que João e Maria que resolveram dar um passeio e não que a mãe os expulsou de casa, eles se perdem na floresta e aí que encontram a casa de doces.

A primeira impressão feita da História do GENGIBREAD MAN foi em de maio de 1875.
Certa vez uma mulher estava se queixando para o marido que queria ter um filho, porém sabia que eram ambos já velhos para terem um filho. casal de idosos estava com fome.
A senhora decidiu fazer um filho de biscoito de gengibre (GENGIBREAD), em formato de boneco e colocou no forno, para assar. Quando ela abriu o forno, para tirar o biscoito, ele pulou da forma e saiu correndo pela janela aberta da cozinha.
O casal correu atrás dele na esperança de comê-lo para saciarem sua fome...
“Corram! Corram! Corram o mais rápido que puderem! Vocês não podem me pegar! Eu sou o GENGIBREAD MAN!!!”
Enquanto corria, o GENGIBREAD MAN encontrou um porco, uma vaca faminta, um cavalo que também queriam devorá-lo...

GENGIBREAD MAN falou mais uma vez: “Corram! Corram! Corram o mais rápido que puderem! Vocês não podem me pegar! Eu sou o GENGIBREAD MAN!”
Então o BISCOITO DE GENGIBRE percebeu que estava correndo em direção ao rio.
“Oh, não! O rio! Agora eles vão conseguir me pegar! Como eu vou conseguir atravessar o rio?”
Foi nesta hora que uma esperta raposa saiu de trás da árvore e se dispôs a ajudar o GENGIBREAD MAN a atravessar o rio.
O BISCOITO DE GENGIBRE pulou em seu rabo e lá se foram eles atravessando o rio.
Quando estavam quase chegando a outra margem a raposa pediu para o GENGIBREAD MAN pular no seu focinho para não afundar...
Apesar do medo de ser comido pela raposa ele pulou no focinho dela, então ela o jogou para o alto, com a intenção de agarrá-lo com a boca para matar a sua fome, o que veio a ocorrer.

Receita do GENGIBREAD MAN

Ingredientes:
Rende: 30 biscoitos
100 g de margarina ou manteiga
100 g de açúcar
125 ml de melado
1 gema de ovo
250 g de farinha de trigo peneirada
1/2 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de cravo-da-índia em pó
1 colher (chá) de gengibre
1/2 colher (chá) de noz-moscada

Modo de preparo:Em uma tigela grande, bata a manteiga e o açúcar até obter um creme homogêneo. Misture o melado e a gema de ovo.
Numa outra vasilha misture a farinha, o sal, o fermento em pó, o bicarbonato, a canela, o cravo, o gengibre e a noz-moscada. Ponha os ingredientes secos junto com o creme.
Misture a massa.

Cubra a vasilha e deixe a massa ficar na geladeira por pelo menos uma hora.
Preaqueça o forno a 180ºC.
Em uma superfície levemente enfarinhada, abra a massa na espessura de 0,5 cm. Corte a massa usando os cortadores de biscoitos do seu gosto. Numa assadeira que não precisa ser untada, coloque os biscoitos separados por 5 cm.
No forno preaquecido, asse os biscoitos por 8 a 10 minutos, ou até que estejam firmes.
Tire da assadeira e deixe que esfriem sobre uma grade. Decore os biscoitos depois de frios.









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