VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
quinta-feira, 31 de julho de 2025
Jogo da Onça na Educação
Jogos de Tabuleiro como Prática Pedagógica
Objetivo Geral:
Promover o uso dos jogos de tabuleiro como ferramentas didáticas que favorecem o desenvolvimento cognitivo, social e emocional dos estudantes, integrando ludicidade e aprendizagem significativa no ambiente escolar.
Unidades Temáticas / Módulos:
1- Fundamentos Teóricos e Históricos dos Jogos de Tabuleiro
Origem e evolução dos jogos de tabuleiro no mundo e na educação.
Abordagens pedagógicas e teorias da aprendizagem (Piaget, Vygotsky, Freire).
O jogo como linguagem, expressão e construção de conhecimento.
2- Jogos de Tabuleiro e Desenvolvimento de Habilidades
Pensamento lógico-matemático.
Leitura, interpretação e produção textual.
Resolução de problemas e tomada de decisões.
Desenvolvimento da atenção, memória e estratégia.
3- Jogos como Ferramenta de Inclusão e Cooperação
Mediação de conflitos e desenvolvimento socioemocional.
Jogos cooperativos e competitivos: vantagens e limites.
Adaptação de jogos para alunos com deficiência.
4- Planejamento e Aplicação dos Jogos em Sala de Aula
Seleção de jogos adequados por faixa etária e objetivo pedagógico.
Organização de tempos e espaços escolares.
Avaliação formativa com jogos.
Integração com diferentes componentes curriculares.
5- Criação de Jogos Pedagógicos
Elementos e estrutura dos jogos de tabuleiro.
Etapas da criação de um jogo: objetivo, regras, material.
Desenvolvimento de jogos autorais com fins didáticos.
Testagem, adaptação e documentação pedagógica.
6- Práticas e Estudos de Caso
Análise de experiências bem-sucedidas em escolas.
Relato de práticas com diferentes ciclos escolares.
Oficinas práticas: jogar, adaptar e criar jogos.
Avaliação do impacto pedagógico do uso de jogos.
Metodologia
Aulas expositivas dialógicas.
Oficinas práticas com jogos clássicos e pedagógicos.
Grupos de estudo e discussão.
Criação colaborativa de jogos.
Aplicação prática com turmas ou simulações.
Público-Alvo
Professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.
Coordenadores pedagógicos e gestores escolares.
Estudantes de pedagogia e licenciaturas.
Psicopedagogos e profissionais da educação inclusiva.
Aula com Uso de Jogos Específicos
Tema: Matemática – Operações básicas
Série: 3º ano do Ensino Fundamental
Jogo: Trilha das Operações (tabuleiro com casas numeradas e desafios matemáticos)
Objetivos:
Resolver operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Estimular o raciocínio lógico e o trabalho em grupo.
Materiais:
Tabuleiro impresso ou desenhado em cartolina.
Peões, dado e cartas com desafios matemáticos.
Etapas:
1- Introdução (10 min): Conversa sobre o que os alunos já sabem sobre operações.
2- Explicação do jogo (10 min): Regras, objetivos e dinâmica.
3- Jogo em grupos (30 min): Alunos jogam em duplas ou trios, tirando dúvidas com o professor.
4- Encerramento (10 min): Roda de conversa sobre o que aprenderam.
Avaliação:
Observação da participação.
Resolução correta das operações nas cartas.
Cooperação entre colegas.
Sugestões de Jogos por Área do Conhecimento
Área/Jogo de Tabuleiro/Competência Trabalhada
Matemática - Banco Imobiliário - Cálculo de valores, planejamento
Língua Portuguesa - Jogo da Memória Silábico - Leitura e formação de palavras
Ciências - Dominó dos Animais - Classificação e características
História - Linha do Tempo - Sequência de fatos históricos
Geografia - Rota das Regiões - Localização e cultura regional
Arte - Trilha das Cores - Mistura de cores, reconhecimento visual
Inglês - Word Bingo - Vocabulário e pronúncia básica
Roteiro de Oficina: Criação de Jogos Pedagógicos
Público: Professores ou alunos a partir do 5º ano
Duração: 2h
Objetivo: Criar jogos autorais com fins educativos
Etapas:
1- Boas-vindas e sensibilização (15 min):
Breve fala sobre a importância do jogo na aprendizagem.
Exibição de exemplos.
2- Escolha do tema (15 min):
Grupos definem tema e público-alvo.
3- Planejamento do jogo (30 min):
Nome, regras, objetivos pedagógicos, mecânica.
4- Produção (45 min):
Materiais simples: cartolina, papel, tampinhas, canetas.
5- Apresentação e troca (15 min):
Cada grupo apresenta seu jogo e propõe aplicação.
6- Fechamento (10 min):
Roda de conversa sobre o processo.
Instrumentos de Avaliação e Acompanhamento
- Ficha de Observação para o Professor
Item observado - Sim/Não/Observações
- Participa com interesse -----
- Segue as regras do jogo -----
- Coopera com o grupo -----
- Resolve os desafios -----
Autoavaliação para alunos
Eu participei do jogo com atenção. ( ) sim ( ) mais ou menos ( ) não
Eu ajudei meus colegas. ( ) sim ( ) mais ou menos ( ) não
O jogo me ajudou a aprender. ( ) sim ( ) mais ou menos ( ) não
Mundo Aquático em Origami
Encantadora obra de arte feita com origami, a tradicional arte japonesa de dobrar papel para criar figuras sem cortes ou colagens. A cena representa um ambiente aquático, com quatro peixinhos coloridos, cada um dobrado com cuidado e criatividade. Eles nadam entre bolhas e plantas aquáticas, todas igualmente confeccionadas em papel.
Objetivos pedagógicos:
Desenvolver a coordenação motora fina e a destreza manual.
Estimular a paciência, a concentração e a atenção aos detalhes.
Trabalhar formas geométricas, sequência de passos e percepção espacial.
Proporcionar um momento de relaxamento e expressão artística.
Benefícios do origami para crianças:
Favorece o raciocínio lógico e matemático.
Enriquece o vocabulário visual e cultural, ao explorar uma tradição milenar japonesa.
É uma atividade acessível, sustentável e com grande potencial criativo.
Dica pedagógica: Após a montagem, incentive as crianças a contar uma história sobre os peixinhos e o fundo do mar, promovendo também a oralidade e a imaginação.
Peixinhos de Origami no Fundo do Mar
Faixa etária: 4 a 8 anos
Duração: 1 aula de 45 a 60 minutos
Área de conhecimento: Artes / Coordenação Motora / Cultura e Tradição
OBJETIVOS
Apresentar a técnica de origami como expressão artística e cultural.
Desenvolver a coordenação motora fina e a concentração por meio das dobras.
Estimular a criatividade com a criação de uma cena aquática.
Trabalhar oralidade e contação de histórias a partir das produções.
CONTEÚDOS
Cultura japonesa: introdução à arte do origami.
Dobras geométricas e simetria.
Criação artística com papel.
Representação de animais aquáticos.
MATERIAIS
Papéis coloridos (quadrados: 15x15 cm ou 20x20 cm)
Papel azul (cartolina ou cartaz) para fundo do mar
Lápis de cor ou giz de cera
Cola (opcional para colar no fundo)
Tesoura (somente para preparar o fundo, não para o origami)
Olhinhos móveis (opcional)
Música ambiente calma (opcional)
ETAPAS
1- Roda de Conversa (10 min)
Apresentar o que é o origami e mostrar exemplos simples.
Falar sobre o fundo do mar e os animais que vivem lá.
Mostrar a cena que será criada com os peixinhos.
2- Demonstração guiada (15 min)
Entregar um papel quadrado para cada criança.
Dobrar juntos, passo a passo, um peixe de origami simples
Repetir a dobradura com outro papel, para reforçar.
3- Criação livre e montagem (15 min)
As crianças podem decorar o fundo azul com giz de cera ou lápis de cor, desenhando algas, bolhas, areia.
Depois, colam os peixinhos no fundo do mar.
Podem fazer outros elementos em origami ou recorte (algas, água-viva etc.).
4- Apresentação e contação (10 min)
Cada criança apresenta seu fundo do mar.
Incentivar que contem uma pequena história ou nomeiem seus peixes.
AVALIAÇÃO
Participação e envolvimento nas etapas.
Capacidade de seguir instruções com atenção.
Expressão criativa no cenário e na narrativa.
Respeito aos materiais e ao momento coletivo.
EXTENSÃO
Criar um painel coletivo com todos os fundos do mar.
Gravar um pequeno vídeo com a contação das histórias das crianças.
Introduzir outro animal marinho em origami na aula seguinte (como tartaruga, polvo ou baleia).
PASSO A PASSO – PEIXE DE ORIGAMI SIMPLES
1- Comece com um quadrado de papel colorido (lado colorido virado para baixo).
2- Dobre ao meio formando um triângulo (de canto a canto).
3- Dobre novamente ao meio, formando um triângulo menor.
4- Levante uma das pontas e dobre para trás para formar a cauda.
5- Vire e desenhe um olhinho (ou cole um olho móvel).
Artesanato de Unicórnio com Fios Colorido
Atividade com foco em artes, meio ambiente e expressão criativa
Faixa Etária: 4 a 8 anos
Duração: 2 encontros de 50 minutos cada
Área: Artes Visuais, Meio Ambiente, Linguagem Oral
Tema Integrador: Verão, Natureza e Criatividade
Objetivo Geral:
Estimular a criatividade, coordenação motora fina e consciência ambiental por meio da criação de uma cena de praia com materiais recicláveis e naturais.
Objetivos Específicos:
Representar paisagens utilizando diferentes materiais e texturas.
Identificar elementos do ambiente praiano (areia, mar, conchas, animais marinhos, objetos de uso humano).
Desenvolver a imaginação e o senso estético.
Trabalhar o reaproveitamento de materiais em artesanato.
Conteúdos:
Representação visual de paisagens
Composição com materiais diversos
Elementos naturais e culturais do litoral
Cores e texturas
Materiais:
Papelão ou cortiça (base)
Papel de seda azul e branco (mar)
Cola branca, tesoura sem ponta
Areia (natural ou artificial), conchas
EVA ou papel colorido (estrelas-do-mar, chinelos, guarda-sol)
Canetinhas e lápis de cor
Cola glitter (opcional)
Etapas da Atividade:
1º Dia: Explorando o Universo da Praia
(Sensibilização e planejamento criativo)
1- Roda de conversa:
O que encontramos na praia?
Quais sons, cheiros e cores lembram o mar?
Vocês já foram à praia? Como foi?
2- Exploração tátil:
Toque em conchas, areia, papel de seda.
Comparação de texturas e cheiros.
3- Desenho livre:
As crianças desenham sua praia ideal com lápis de cor e compartilham com o grupo.
2º Dia: Mãos à Obra – Montagem da Praia Artesanal
1- Montagem da base:
Dividir a folha em duas partes: areia e mar.
Colar areia de verdade ou papel marrom; papel de seda azul e branco para o mar.
2- Adição de elementos:
Criar e colar chinelos, estrelas-do-mar, guarda-sóis.
Aplicar conchas reais para decoração.
3- Finalização criativa:
Detalhes com glitter, bolhas feitas com cotonete e tinta, peixes com recorte e dobradura.
Encerramento:
Exposição dos trabalhos em mural "Verão na nossa Escola".
Breve apresentação individual: "O que tem na minha praia?"
(Opcional) Gravar um vídeo coletivo cantando uma música sobre o mar.
Habilidades da BNCC:
EI03ET05 / EF15AR04: Experimentar diferentes materiais e técnicas para criar composições artísticas.
EI02CG05: Ampliar a coordenação motora ao manusear materiais diversos.
EF15AR03: Identificar e apreciar produções artísticas do cotidiano e da natureza.
Extra para Família:
Propor um passeio à praia ou parque com elementos naturais e coletar conchas e folhas secas para futuras criações.
Meu Cavalo-Marinho Brilhante
Objetivo:
Desenvolver a criatividade, a coordenação motora fina e o conhecimento sobre animais marinhos, com foco no cavalo-marinho.
Materiais:
Moldes de cavalo-marinho em papel cartão
Lantejoulas, glitter, olhos móveis (articulados)
Cola, tesoura (sem ponta), pincéis
Tintas coloridas e canetinhas
Fitas ou barbante (opcional para pendurar)
Etapas da Atividade:
1- Exploração e conversa inicial:
Mostre imagens reais de cavalos-marinhos.
Fale brevemente sobre suas características (tamanho, cor, forma de nadar, onde vivem, curiosidade sobre o macho carregar os filhotes).
Relacione o animal com o tema do mar, proteção da natureza e beleza da diversidade marinha.
2- Mão na massa:
Distribua os moldes de papel e os materiais de arte.
Deixe que cada criança decore seu cavalo-marinho com tinta, lantejoulas e olhos móveis.
Incentive a personalização com cores criativas.
3- Exposição:
Pendure os cavalos-marinhos com barbante em um “oceano coletivo” na parede da sala ou no teto.
Faça uma roda de conversa para cada criança mostrar e nomear seu cavalo-marinho.
Habilidades trabalhadas:
Coordenação motora fina (ao pintar, colar, manusear pequenos objetos)
Identificação de animais e ambientes marinhos
Expressão artística e criatividade
Oralidade e autoestima (ao apresentar seu trabalho)
Truque extra:
Associe a atividade a uma contação de história, como uma aventura no fundo do mar ou um livro infantil sobre cavalos-marinhos, para ampliar o repertório.
O Papagaio e Suas Penas Mágicas
Aula Interdisciplinar:
Áreas do conhecimento:
Arte
Ciências
Linguagem Oral e Escrita (opcional)
Objetivos de Aprendizagem:
Arte:
Estimular a criatividade e expressão artística com diferentes materiais.
Desenvolver a coordenação motora fina através de colagem e montagem.
Ciências:
Reconhecer as funções das penas nas aves (voo, camuflagem e proteção).
Conhecer características dos papagaios e sua adaptação ao ambiente.
Linguagem (opcional):
Escutar e compreender histórias orais.
Ampliar vocabulário relacionado a animais e natureza.
Duração:
1 a 2 aulas (50 min cada)
Materiais:
Moldes ou recortes de papagaios em papel (corpo e cabeça)
Penas coloridas artificiais
Cola, tesoura sem ponta
Lápis de cor ou giz de cera
Cartolina ou folha colorida para o fundo
Imagens e vídeos curtos sobre papagaios em seu habitat
História curta ou vídeo com narrativa sobre um papagaio (pode ser inventada)
Etapas da Aula:
1- Roda de Conversa Inicial (15 min)
Perguntar às crianças:
"Vocês já viram um papagaio? Onde?"
Mostrar fotos e vídeos curtos de papagaios.
Explicar de forma lúdica:
- "As penas ajudam os papagaios a voar bem alto, a se esconder nas árvores e até a ficar quentinhos!"
2- Atividade Artística (25-30 min)
Distribuir os moldes de papagaios e os materiais.
Orientar as crianças a decorarem com penas, usando cores vibrantes, como fazem os papagaios.
Sugerir que escolham um nome para seu papagaio.
3- Apresentação e Compartilhamento (10 min)
Cada criança mostra seu papagaio e pode dizer:
"Este é o papagaio (nome), ele voa e se esconde onde?"
Fazer uma exposição dos trabalhos.
4- Extensão com História ou Música (opcional)
Contar ou mostrar uma história como:
"O Papagaio que Queria Voar até a Lua".
Ou cantar uma música sobre papagaios ou aves tropicais.
Habilidades da BNCC (exemplos):
EI02ET03 – Explorar diferentes materiais e técnicas de artes visuais.
EI02CG04 – Perceber características dos animais e plantas no ambiente.
EF01CI01 – Observar características dos seres vivos.
EI02EF04 – Relacionar movimento do corpo com intencionalidade e deslocamento.
EI02EO03 – Participar de rodas de conversa, ouvindo com atenção e se expressando.
Sugestão de fechamento:
- Colar os papagaios em um mural com o título: "Nosso Bando Colorido!"
Arte com Esponjas
Atividade de arte e artesanato infantil, em que esponjas são utilizadas como carimbos para criar lindas borboletas coloridas.
Materiais:
Tinta guache colorida (em potinhos ou tigelas)
Esponjas cortadas ou dobradas em formato de asas de borboleta
Papel branco (sulfite, cartolina ou outro)
Pincel fino ou caneta preta (opcional)
Como fazer:
1- Mergulhe as esponjas na tinta.
2- Pressione sobre o papel para formar as asas da borboleta.
3- Use um pincel ou caneta para desenhar o corpo e as antenas da borboleta.
Objetivo da Atividade:
Além de ser uma proposta divertida e criativa, essa atividade desenvolve a coordenação motora fina, a percepção visual e estimula a expressão artística das crianças.
Atividade de pintura de borboletas que ajuda a promover a criatividade, coordenação motora e valores simbólicos como transformação e beleza
Duração: 50 minutos
Área de conhecimento: Artes visuais / Natureza e sociedade
Tema: Transformação e criatividade com borboletas
Habilidade BNCC:
EI03EF03 – Explorar diferentes materiais, instrumentos e técnicas de desenho, pintura, colagem e modelagem.
EI03ET04 – Estabelecer relações entre o meio ambiente e os seres vivos.
Objetivos de Aprendizagem
Estimular a coordenação motora fina e a expressão artística.
Desenvolver a percepção visual por meio das cores e formas.
Compreender o ciclo de vida da borboleta e seu simbolismo.
Trabalhar valores como transformação, recomeço e beleza da natureza.
Materiais Necessários
Moldes de papel em formato de borboleta (cartolina ou papel sulfite grosso) e dobrados
Tintas guache variadas
Caixa de ovos (usada como paleta de tintas)
Pincéis de diferentes tamanhos
Aventais ou camisetas velhas
Mesa forrada com plástico ou jornal
Imagens de borboletas reais (para observação inicial)
Desenvolvimento da Aula
1- Roda de Conversa (10 min)
Apresente imagens de borboletas e converse com as crianças sobre:
As cores e formas que observam.
Onde vivem as borboletas.
O que acontece com a lagarta até virar borboleta (transformação).
Explique que cada um fará sua própria borboleta usando pintura.
2- Exploração Artística (30 min)
Mostre como usar a caixa de ovos como paleta para misturar tintas.
Entregue os moldes e incentive as crianças a pintarem livremente suas borboletas, explorando cores e padrões.
Dê liberdade criativa: cada borboleta é única.
Observe e incentive o uso de pinceladas cuidadosas, nomeando cores e formas.
Depois de pintados, solicite que dobrem a folha ao meio para carimbar o outro lado da borboleta. Assim ela vai ficar com as duas asas iguais. Isso estimula a coordenação motora, a percepção de simetria e a surpresa ao abrir a folha.
3- Compartilhamento e Apreciação (5 min)
Forme um “varal de arte” ou coloque as borboletas no mural da sala.
Convide as crianças a contar sobre suas criações.
Valorize todas as produções.
4- Encerramento (5 min)
Reforce a ideia de que todos podemos nos transformar e criar algo bonito.
Sugira que levem a borboleta para casa e contem a história da transformação para a família.
Avaliação
Participação na roda de conversa.
Envolvimento na atividade artística.
Capacidade de explorar cores, pinceladas e formas.
Demonstrações de cuidado e criatividade.
Truque Extra para Enriquecer a Aula
Conte uma história curta sobre a borboleta e sua transformação (pode ser um livro infantil ou uma narrativa simples com fantoches).
Ou inclua uma música sobre borboletas para embalar a atividade, como “Borboletinha está na cozinha...” ou uma versão instrumental suave para ambientar.
Carimbos com Esponjas
Atividade divertida e sensorial com carimbos feitos de esponjas, ideal para crianças pequenas. A proposta estimula a criatividade, a coordenação motora fina e o reconhecimento de formas e cores, de forma livre e expressiva.
Como realizar a atividade:
1- Materiais necessários:
Esponjas (de cozinha ou banho)
Tintas coloridas (à base de água, seguras para crianças)
Recipientes rasos (pratinhos ou bandejas)
Folhas de papel, cartolina ou papel pardo
2- Preparação: Corte as esponjas em formatos variados:
Formas geométricas (círculo, quadrado, triângulo)
Formas divertidas (coração, estrela, flor, nuvem)
3- Execução: As crianças mergulham as esponjas nas tintas e pressionam sobre o papel, criando composições únicas.
Incentive a mistura de cores
Proponha a criação de padrões (repetição de formas, mandalas) ou obras livres
Truque extra: Aproveite para conversar com as crianças sobre o nome das formas, das cores utilizadas e até sensações como “macio”, “molhado”, “cheiro da tinta”, envolvendo linguagem e sentidos.
Arara-azul
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