*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Montagem da bandeira Nacional com tampinhas de garrafa pet - 2ª ano Ensino fundamental




Instrumentos musicais com material reciclado - crianças do pré escolar, brincam com os instrumentos musicais confeccionados para uma exposição

Projeto – Música Sustentável: Brincando com Instrumentos Reciclados
Autora: Renata Bravo

Público-alvo:

Crianças do pré-escolar (4 a 5 anos).

Duração

2 encontros de 40 a 50 minutos cada.

Objetivos:

Desenvolver a coordenação motora fina e grossa.

Estimular a imaginação e criatividade por meio da construção de instrumentos.

Introduzir noções de ritmo, som e musicalização.

Valorizar a sustentabilidade, mostrando que é possível reutilizar materiais.

Promover cooperação, expressão corporal e socialização.

Sugestão de Instrumentos Reciclados:

Chocalhos / Maracas → garrafas PET pequenas ou potes de iogurte com feijão, arroz, tampinhas.

Tambor → latas de leite em pó, caixas de papelão reforçadas, baldes pequenos.

Ganzá → tubo de papelão (rolo de papel-toalha) com grãos dentro.

Pandeiro → prato de plástico com tampinhas de metal amarradas.

Violão improvisado → caixa de sapato com elásticos esticados.

Flauta de canudo → canudos cortados em diferentes tamanhos e colados em fileira.

Desenvolvimento da Atividade:
Etapa 1 – Construção dos Instrumentos

As crianças, com apoio do professor e familiares, confeccionam os instrumentos.

Durante o processo, explorar sons: “O que acontece se colocarmos arroz? E se for feijão?”

Decorar os instrumentos com tintas, papéis coloridos, adesivos.

Etapa 2 – Exploração Sonora e Brincadeiras Musicais

Experimentar os sons de cada instrumento.

Fazer uma “roda rítmica”: cada criança toca em sequência, criando um padrão coletivo.

Brincar de “pergunta e resposta musical”: um grupo toca, o outro responde.

Etapa 3 – Exposição Musical

Organizar um espaço da escola como uma mini-orquestra de instrumentos reciclados.

Convidar famílias e outras turmas para visitar.

Crianças podem apresentar:

Uma música simples (ex.: batida de palmas + instrumentos).

Uma “improvisação livre”, mostrando seus sons.

Exposição com os instrumentos montados em mesas, cada um identificado com o nome da criança.

Benefícios da Atividade:

Coordenação motora fina (ao manusear pequenos objetos e decorar).

Coordenação motora grossa (ao tocar tambores, chocalhos).

Desenvolvimento cognitivo (associação de sons, ritmos e quantidades).

Interação social e autoestima (apresentação na exposição).

Consciência ambiental (valorização do reaproveitamento de materiais).

Dica para o professor:
Registrar o processo (fotos e vídeos) e montar um mural com o título:
“Música que vem do lixo: sons que cuidam do planeta”.

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Roteiro da Exposição Musical Sustentável

“Música que vem do lixo: sons que cuidam do planeta”

Abertura – Fala do Professor:

“Boa tarde a todos!
Sejam bem-vindos à nossa exposição musical sustentável.
Hoje vocês vão conhecer uma orquestra muito especial:
instrumentos feitos com materiais que poderiam ir para o lixo,
mas que agora viraram música.
As crianças do Pré-Escolar criaram, exploraram sons e descobriram que a arte pode nascer do simples ato de reaproveitar.
Vamos conhecer juntos?”

Entrada das Crianças:

As crianças entram segurando seus instrumentos reciclados.

Formam uma roda ou linha na frente do público.

Cada uma mostra seu instrumento levantando-o.

Parte 1 – Apresentação dos Instrumentos:

O professor convida cada criança, uma por vez, para dizer o nome do instrumento.

Ex.: “Este é o meu chocalho de garrafa com arroz.”

“Este é o meu tambor feito de lata.”

Após cada apresentação, a criança toca um pouquinho para mostrar o som.

Parte 2 – Orquestra de Sons:

O professor atua como maestro:

Grupo 1 toca (ex.: chocalhos).

Grupo 2 responde (ex.: tambores).

Todos juntos criam uma batida simples.

Opção: tocar uma música conhecida da infância (ex.: “A Dona Aranha”, “Ciranda Cirandinha”) com acompanhamento dos instrumentos.

Parte 3 – Improvisação Livre:

O professor diz:

“Agora cada um vai tocar como sentir, juntos vamos criar uma música nova!”

Crianças tocam livremente por alguns segundos, depois param no sinal do professor.

Fala Final – Crianças (em coro ou por grupos):

“A música está em todo lugar!
Nós podemos tocar e brincar!
Reciclar é importante, o planeta vamos cuidar!”

Encerramento – Professor:

“Esperamos que tenham gostado da nossa exposição.
Mais do que tocar instrumentos, aprendemos que o lixo pode virar arte,
e que a música nos ensina a ser criativos, unidos e conscientes.
Muito obrigado pela presença de todos!”

Dica:

No fim, deixar os instrumentos expostos em mesas com plaquinhas com o nome da criança e o material usado.

Se possível, colocar uma música ambiente suave para que os visitantes explorem os sons também.





Guia Prático – Música e Instrumentos Musicais na Educação Infantil

A Música como Recurso Didático:

A música vai além de entreter: é um recurso que auxilia na memorização de conteúdos escolares.

Aprender Português, Biologia, Química, Física e Matemática cantando torna a absorção mais rápida e prazerosa.

A canção pode ser um mediador da leitura: ao cantar, a criança lê, interpreta e se expressa.

“Ler canções” é um caminho para desenvolver a consciência fonológica, a entonação e a interpretação de textos.

Exemplo prático:

Matemática → cantar músicas de contagem (“um, dois, três, quatro…”).

Ciências → músicas sobre animais, plantas, corpo humano.

Português → rimas e trava-línguas cantados.

Os Instrumentos Musicais como Ferramenta Educacional - Categorias e Exemplos:

Percussão: tambores, pandeiros, maracas (facilitam ritmo, coordenação grossa e cooperação).

Teclado ou piano: desenvolvem coordenação motora fina, percepção auditiva e noção espacial.

Cordas (violão, guitarra, ukulele): estimulam paciência, memorização e movimento bilateral.

Sopro (flautas, gaitas, saxofones): trabalham respiração, ritmo e controle motor.

Benefícios da Musicalização Infantil:

Desenvolve consciência corporal e coordenação motora.

Ajuda a compreender limites físicos e reconhecer habilidades.

Estimula a criatividade e imaginação.

Favorece o controle muscular e a postura.

Melhora a concentração e o aprendizado.

Estimula aptidões como:

Matemática e lógica (contagem rítmica, padrões sonoros).

Linguagem (palavras novas, rimas, entonação).

Comparações (sons graves/agudos, fortes/fracos).

Relações sociais (cantar e tocar em grupo).

Dinâmicas e Brincadeiras Musicais:
1- Estátua Musical

Música toca → crianças dançam.

Música para → ficam paradas como estátua.
- Trabalha ritmo, atenção e autocontrole.

2- Orquestra de Sala

Cada criança recebe um instrumento (mesmo improvisado: copos, caixas, latinhas).

O professor é o maestro → guia batidas rápidas, lentas, fortes ou suaves.
- Desenvolve coordenação, escuta e cooperação.

3- Canto Contado

Contar uma história cantando (ex.: a rotina do dia, os animais da fazenda).
- Estimula linguagem, imaginação e memória.

4- Ritmo no Corpo

Palmas, estalos de dedos, batidas no peito e nas pernas para criar música só com o corpo.
- Favorece consciência corporal, ritmo e expressão.

5- Matemúsica

Usar músicas para ensinar números, adição e multiplicação.
- Aprendizado lúdico de conteúdos matemáticos.

- Sugestão para professores:
Cada aula pode começar ou terminar com uma pequena canção temática, ligada ao conteúdo do dia. Assim, a música se torna rotina, motivação e memória afetiva de aprendizado.

Exposição de brinquedos para crianças do pré-escolar

Os brinquedos produzidos com resíduos sólidos estimulam a criatividade da criança, incentivam o exercício da cidadania e o cuidado com os recursos naturais. Estamos enfrentando vários desafios por conta do aquecimento global e a reutilização de materiais é um quesito fundamental na preservação do meio ambiente e na qualidade de vida das pessoas.


Estimular nas crianças e nos pais uma reflexão sobre o consumo consciente, o descarte e a destinação corretos de materiais. O brinquedo sustentável foi uma das maneiras para despertar a atenção da criança e mostrar a nova arte do brincar e do brinquedo.











E através dos instrumentos musicais produzidos com sucata , mostramos a importância da música na formação do ser humano, em período escolar.
A música, há muito tempo é reconhecida como uma forma de expressão universal. E na educação ela tem sido mencionada como ferramenta pedagógica de grande importância para o desenvolvimento motor e afetivo. Para cantar com a criança, não é necessário possuir técnicas vocais, e sim deixar a voz sair do coração e passar pela garganta carregada de emoção, e assim conduzí-la. Cante com ela e os laços afetivos certamente serão fortaalecidos.
O contato com a música é fundamental para o desenvolvimento, através da música, a criança desenvolve a linguagem, além de ampliar o vocabulário, sua riqueza afetiva, cultural e cognitiva.




Os benefícios do criar e brincar

Criar paredes, casas, edifícios, pontes ou qualquer outra obra arquitetônica é tão desafiador quanto divertido para as crianças. Dependendo da idade, os brinquedos de montar para crianças vão variar de tamanho e dificuldade. Mas sempre vão trazer muitos benefícios para o desenvolvimento dos pequenos.


Todo mundo se lembra de ter usado um objeto qualquer que estava no seu caminho quando criança para montar uma casa, um forte ou até um castelo. Embora pareça um simples passatempo, a construção representa uma atividade extremamente enriquecedora para as crianças, do plano intelectual ao motor.


Após algum tempo, no entanto, as crianças se tornam verdadeiras profissionais da construção, seja com os clássicos Lego ou com algum outro dentre os vários brinquedos similares disponíveis.




Exposição de brinquedos com materiais reutilizados - 3ºano Ensino fundamental










quarta-feira, 25 de março de 2015

Helicóptero

Material: garrafa de amaciante, talheres descartáveis (para as hélices), tampinhas de garrafa pet (para as rodas)


terça-feira, 24 de março de 2015

Kabuletê - instrumento de percussão


Sons que encantam e conectam culturas 

O kabuletê é um instrumento musical de percussão associado, no Brasil, a práticas de musicalização, brincadeiras e manifestações da cultura popular, incluindo contextos de matriz afro-brasileira. Seu funcionamento é simples: ao girar o instrumento, pequenas peças presas por cordões entram em contato com a caixa de ressonância, produzindo um som ritmado. Essa característica torna o kabuletê um recurso acessível para experiências educativas que envolvem escuta, movimento, ritmo, coordenação motora e expressão corporal.

A construção artesanal do instrumento também amplia suas possibilidades pedagógicas. Uma caixa de papelão, pratos de papel ou papel-cartão podem formar a estrutura; sementes, miçangas ou botões podem produzir o movimento sonoro; barbante, fitas, papel e outros materiais podem ser utilizados para acabamento e ornamentação. A atividade pode ser realizada com materiais reutilizáveis, permitindo relacionar música e educação ambiental por meio da reflexão sobre reaproveitamento, consumo consciente e transformação de objetos cotidianos em recursos para brincar e aprender.

O kabuletê possibilita uma abordagem interdisciplinar. Na Educação Musical, permite investigar ritmo, pulsação, intensidade, timbre, repetição e criação de sequências sonoras. Na Educação Física, pode ser integrado a atividades de movimento, lateralidade, coordenação e percepção corporal. Em Artes, favorece a exploração de formas, texturas, cores e processos de criação. Em Ciências, permite observar vibração, propagação do som e funcionamento de diferentes materiais como fontes sonoras. Em Matemática, podem ser trabalhadas sequências, contagem de pulsos, padrões rítmicos e organização temporal. Já em História, Geografia e Cultura, o instrumento pode servir como ponto de partida para investigar manifestações culturais brasileiras, circulação de saberes e a presença das matrizes africanas na formação da cultura nacional.

A história do kabuletê exige, entretanto, cuidado na apresentação de suas origens. Não há consenso único sobre sua procedência e diferentes fontes atribuem possíveis relações do instrumento a tradições africanas e asiáticas. No contexto brasileiro, ele aparece associado a práticas culturais e religiosas de matriz afro-brasileira e também a formas populares de musicalização e brincadeira. Por isso, em uma abordagem educativa, é importante diferenciar aquilo que está documentado daquilo que pertence à tradição oral ou a interpretações posteriores, evitando transformar hipóteses históricas em certezas.

Mais do que ensinar a produzir um objeto sonoro, trabalhar com o kabuletê possibilita aproximar a criança da cultura material, da música e da diversidade de saberes presentes na sociedade brasileira. A experiência pode começar pela observação do instrumento, passar pela construção coletiva e chegar à criação de uma pequena composição rítmica, permitindo que as crianças percebam como diferentes sons podem ser organizados, combinados e transformados em linguagem.

A proposta também pode incluir uma roda de conversa sobre instrumentos presentes em diferentes culturas, seguida da escuta de manifestações musicais brasileiras, pesquisa sobre seus contextos de uso e experimentação de timbres produzidos por objetos cotidianos. Dessa forma, a atividade articula música, movimento, artes, ciência, história, cultura, sustentabilidade e criatividade, transformando o brincar em uma experiência de investigação.

O kabuletê pode, portanto, ser compreendido como um instrumento de cultura viva: um objeto que produz som, movimento e interação, mas que também abre caminhos para conhecer histórias, reconhecer a diversidade cultural brasileira e compreender que os conhecimentos são construídos e transmitidos por diferentes comunidades e gerações. Criar, tocar, pesquisar e brincar com o instrumento são ações que podem contribuir para uma educação baseada na escuta, na experiência e no reconhecimento do patrimônio cultural.

Toque, brinque, investigue e aprenda: quando a criança transforma um objeto em som, também transforma a experiência em conhecimento.



Kabuletê - instrumento de percussão

Kabuletê
Sons que conectam culturas

Autoria: Renata Bravo, idealizadora do blog Brincadeira Sustentável

Há sons que não se escutam com os ouvidos,
mas com a pele, com a memória, com a alma.
O kabuletê é um desses.
Gira entre as mãos como quem gira o tempo.
O barulho que nasce do toque das sementes contra o corpo do instrumento
é o eco de muitas vozes – vozes de crianças em brincadeira,
de ancestrais em vigília, de povos em resistência.

Cada fio que prende o barbante,
cada semente que vibra,
cada gesto que conduz o ritmo,
carrega saberes que não se leem em livros,
mas se transmitem pelo ato de fazer, de sentir, de compartilhar.

O kabuletê não pertence a um único lugar.
É ponte entre continentes e gerações.
Alguns dizem que nasceu na África,
outros que veio do Oriente.
Talvez tenha vindo de ambos,
ou talvez tenha surgido do próprio desejo humano
de criar sons para espantar medos
e celebrar a vida.

No Brasil, encontrou solo fértil nas mãos daqueles
que mesmo silenciados, seguiram cantando.
Instrumento de sobrevivência,
de alerta, de culto, de festa.
Mais tarde, tornaria-se brinquedo,
e hoje, renasce como arte, como história, como aula viva.

Nesta exposição, convidamos o público a ouvir
o que os olhos não dizem
e ver o que o som revela.

Convidamos a dançar com as memórias,
a bordar afetos,
a girar o mundo com a palma das mãos.

Aqui, o kabuletê se reinventa:
escultura, fotografia, arte têxtil, pintura, vídeo, instalação.
Grita e canta.
Conta segredos sobre ancestralidade,
sobre liberdade,
sobre o direito de existir em ritmo próprio.

Se a história muitas vezes se escreveu com espada,
aqui se escreve com semente.
Se a cultura tanto já foi calada,
aqui ganha voz, movimento e cor.

Que os sons deste kabuletê
toquem os que passam.
Que despertem em cada visitante o desejo de aprender,
de respeitar, de celebrar as raízes culturais que nos sustentam.

Porque no coração de cada batida
há a certeza de que somos feitos de movimento,
de resistência
e de poesia.

E enquanto o kabuletê gira,
gira também a história,
gira a esperança,
gira o futuro.

Material: Papel cartão ou prato descartável, botões, fitas, palito de picolé

Maracas

Material: saco de papel, fitas, tinta, cola colorida, cabo de madeira ou cano de pvc, grãos


Oficina artística com maracas recicladas e um projeto musical que pode ser aplicado em contextos como Educação Infantil, Educação Não Formal, Inclusão ou Terceira Idade.

Oficina Artística: “Minhas Maracas, Meu Ritmo”

Objetivo:

Criar maracas a partir de materiais recicláveis, estimulando a criatividade, a coordenação motora e o reaproveitamento consciente de materiais.

Público-alvo:

Educação Infantil (a partir de 4 anos)

Terceira Idade

Educação Inclusiva (adaptável)

Materiais:

Garrafinhas PET pequenas ou potes de iogurte

Tampas seguras

Grãos secos (arroz, feijão, milho)

Fitas coloridas, papel crepom, tecidos

Tinta guache ou canetinhas

Cola, tesoura (sem ponta), pincéis

Palitos (churrasco ou de picolé) – opcional como cabo

Duração:

1h30 a 2h

Etapas:

1- Acolhida e roda de conversa: Apresentar as maracas e mostrar músicas onde são usadas.

2- Escolha e preparação do material: Cada participante escolhe sua garrafinha ou pote.

3- Preenchimento com grãos: Com auxílio, os participantes colocam os grãos no recipiente (cuidar para não encher demais).

4- Fechamento e segurança: Tampar bem e selar com fita.

5- Decoração livre: Pintar, colar papéis, amarrar fitas, dar nome à maraca.

6- Testar o som: Explorar os diferentes sons produzidos e fazer comparações.

7- Mini-apresentação musical coletiva.

Projeto Musical: “Ritmos com as Maracas”

Eixos:

Música e cultura

Expressão corporal

Sustentabilidade

Identidade e pertencimento

Objetivos:

Explorar sons e ritmos com instrumentos não convencionais.

Trabalhar noções básicas de pulsação e compasso.

Estimular a escuta ativa e a cooperação em grupo.

Duração total:

De 3 a 5 encontros (1h por encontro)

Etapas:

Encontro 1 - “O Som Que Eu Faço”

Apresentação das maracas criadas.

Jogo de escuta: cada maraca tem um som. De olhos fechados, adivinhar de quem é.

Atividade de batidas simples (1-2-1-2 / 1-2-3-4).

Encontro 2 - “Ritmos Latinos”

Ouvir músicas com maracas (ex: salsa, merengue, cumbia).

Marcar o ritmo com as maracas.

Dança livre com acompanhamento.

Encontro 3 - “Corpo e Som”

Integração com palmas, pés, voz e maracas.

Roda de percussão: cada um cria e ensina um ritmo.

Encontro 4 - “Composição Coletiva”

Criação de uma música com refrão simples (pode ser falada ou cantada).

Organizar partes: quem toca o quê e quando.


Encontro 5 - “Apresentação e Celebração”

Ensaiar e apresentar a música criada para outros grupos ou familiares.

Gravar ou registrar a produção.

Encerramento com conversa sobre o processo.

Avaliação:

Participação ativa

Expressividade rítmica e corporal

Trabalho em equipe

Envolvimento com a criação artística

sexta-feira, 20 de março de 2015

Jogo pedagógico

Jogos pedagógicos na educação infantil são brincadeiras que ajudam as crianças a aprender de forma lúdica. Eles podem ser divertidos, interessantes e motivadores.

Objetivos

Desenvolver a aprendizagem
Estimular a participação ativa
Promover a autoavaliação
Desenvolver a autoestima, a criatividade e a psique infantil
Desenvolver noções de regras e papéis sociais

Características

Podem ser lúdicos ou não
Devem ser usados de acordo com o desenvolvimento da criança
Necessitam da presença, mediação e direcionamento de um adulto
Em sua maioria, são jogos com regras claras

Exemplos

Caixa misteriosa (ou caixa sensorial)
Hortinha escolar
Caça ao tesouro em equipes
Animais de formas geométricas
Pintura no saquinho transparente
Jogo da primeira letra
Atividades físicas em locais verdes
Batatinha frita 1, 2, 3
Dominó dos números
Tangram








Objetivo: estimular as percepções (visal, tátil) , além de desenvolver o raciocínio lógico matemático, a oralidade, as cores, coordenação motora fina, Trabalhar a idéia de subtração, como por exemplo: quantas tampinhas faltam para completar a cor verde?

Materiais necessários: caixa de sapato, eva, tampas diversas

Percepção multissensorial e criatividade

Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...