*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.

sábado, 25 de abril de 2015

Miniatletismo

Inspirado nos valores olímpicos, foi proporcionada na aula a prática e o conhecimento de modalidades atléticas que podem ser praticadas de forma simples e com baixo custo.
Para facilitar a prática das atividades, alunos e professores confeccionaram os equipamentos com materiais recicláveis. Com essa proposta, além de desenvolver a psicomotricidade, foi ressaltada a importância de atitudes sustentáveis individuais e coletivas, estimulando a conscientização ambiental dos alunos.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

A Libras é formada por cinco parâmetros: Configuração de mão (CM), Ponto de articulação (PA), Movimento (M), Orientação (O), Expressão facial-corporal (EFC). A alteração de um desses parâmetros pode resultar em um sinal diferente ou inexistente.

Na Língua Brasileira de Sinais (Libras), a direção da mão e olhar são importantes para a significação dos sinais. A Libras é uma lígua espaço-visual, o que significa que a comunicação é feita principalmente de forma visual, usando as mãos, expressões faciais e movimentos do corpo.
Dia Nacional da Língua de Sinais (Libras) - 24 de abril 

As  expressões faciais são parte integrante da estrutura da Libras e transmitem o estado emocional do indivíduo.
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A estrutura da Língua Brasileira de Sinais é constituída de parâmetros primários e secundários que se combinam de forma seqüencial ou simultânea.

Os parâmetros primários são: 

a) Configurações das mãos , em que as mãos tomam as diversas formas na realização de sinais. De acordo com a autora, são 46 configurações de mãos na Língua Brasileira de Sinais; 

b) Ponto de articulação , que é o “espaço em frente ao corpo ou uma região do próprio corpo, onde os sinais são articulados. Esses sinais articulados no espaço são de dois tipos, os que articulam no espaço neutro diante do corpo e os que se aproximam de uma determinada região do corpo, como a cabeça, a cintura e os ombros”; 

c) Movimento, que é um “parâmetro complexo que pode envolver uma vasta rede de formas e direções, desde os movimentos internos da mão, os movimentos do pulso, os movimentos direcionais no espaço até conjuntos de movimentos no mesmo sinal. O movimento que as mãos descrevem no espaço ou sobre o corpo pode ser em linhas retas, curvas, sinuosas ou circulares em várias direções e posições”. 

Quanto aos parâmetros secundários tem-se:

 a) Disposição das mãos , em que as “articulações dos sinais podem ser feitas apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos. Neste último caso, as duas mãos podem se movimentar para formar o sinal, ou então, apenas a mão dominante se movimenta e a outra funciona como um ponto de articulação”; 

b) Orientação da palma das mãos , “é a direção da palma da mão durante o sinal: voltada para cima, para baixo, para o corpo, para frente, para a esquerda ou para a direita. Pode haver mudança na orientação durante a execução do movimento”; 

c) Região de contato , “refere-se à parte da mão que entra em contato com o corpo. Esse contato pode-se dar de maneiras diferentes: através de um toque, de um risco, de um deslizamento etc.” 

d) Expressões faciais “muitos sinais, além dos parâmetros mencionados acima, têm como elemento diferenciador também a expressão facial e/ou corporal, traduzindo sentimentos e dando mais sentido ao enunciado e em muitos casos determina o significado do sinal”. Ou seja, podem expressar as diferenças entre sentenças afirmativas, interrogativas, exclamativas e negativas.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Jogo de chá

As meninas adoram brincar de casinha, uma brincadeira criativa, onde se cria histórias e se diverte com bonecas e acessórios lindos. E para que essa atividade seja ainda mais gostosa e animada, que tal esse lindo jogo de chá? Elas irão adorar!
Material; argolas dos lacres das garrafas. copinhos de danoninho, garrafa de água de coco, tiras garrafa pet, contact, eva


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Menino

Menino
Material: caixa de leite, retalhos, touca de lã, cadarço, tinta.

Lagosta

Materiais: caixa de ovos de papelão, tinta, limpadores de cachimbos vermelho, olhinhos


Características da lagosta 
A lagosta é um crustáceo, um animal invertebrado do grupo dos artrópodes.
Possui corpo achatado e hábitos noturnos.
Vive associada ao substrato, escondendo-se durante o dia em rochas e corais.
Apresenta comportamentos migratórios.

Importância do estudo de animais na educação infantil
Observar o mundo natural e o comportamento dos animais ajuda a compreender a nossa natureza. 
Desenvolve sentimentos positivos em relação aos animais. 
Incentiva a proteção e o respeito. 
Permite que os alunos aprendam semelhanças e distinções entre os diferentes seres vivos. 

Considerações sobre a relação entre lagostas e crianças 
A hierarquia de dominância das lagostas pode ser comparada ao comportamento infantil.
Observar o comportamento das lagostas pode ajudar a compreender melhor os filhos e como se relacionar com eles.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Meios de transporte

Material: Caixas de leite ou suco, palitos de churrasco ou canudos, barbantes ou cadarços, garrafas pet, tampinhas plásticas, rolos de papel toalha, papelão, caixas de sapatos.


domingo, 19 de abril de 2015

Reutilizando periféricos

 Exemplo criativo do que fazer com a quantidade cada vez maior de  periféricos.



Escorpião


Cobra (teclados)


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Escola na Guatemala é construída com pneus!



Na Guatemala, em San Juan Comalapa, uma escola foi construída com material reutilizado. O projeto de construção verde, realizado pela ‘Long Way Home’ (LWH) para a elaboração da ‘Escola Maya Técnico Profissional’, foi feito usando pneus reciclados e garrafas. Este material é abundante e, quando cheio de lama, fornece massa térmica para regular a temperatura interna do edifício. Em alguns casos eles são deixados visíveis, fazendo parte do design da construção. Este tipo de edificação melhora o meio ambiente e altera a consciência da comunidade. Pois, os materiais utilizados na construção são poluentes potenciais caso sejam descartados de maneira incorreta no meio ambiente. A ideia é oferecer aos alunos as habilidades necessárias para romper o ciclo da pobreza na área. Na escola as crianças aprenderão sobre a cultura maia, currículo nacional da Guatemala e competências profissionais verdes. Será a primeira instituição educacional profissionalizante no local.


Um pneu automotivo tem vida útil de cinco anos. No meio ambiente, demora 600 anos para se decompor. A reciclagem evita a poluição, ajuda em questões de saúde pública, como na reprodução do mosquito da dengue, e ainda pode representar uma oportunidade de negócios. Descoberto pelo setor da construção civil, o material vem sendo cada vez mais usado em variadas situações, desde pisos drenantes a manta acústica.

Cores e formas da bandeira do Brasil


O desafio de conhecer novas formas geométricas e montar a Bandeira do Brasil foi encarado com entusiasmo pelos alunos. Com atenção e criatividade, eles exploraram cada detalhe, sobrepondo as figuras geométricas até formar o símbolo nacional.

No início, a atividade parecia desafiadora, mas, com persistência, observação e cooperação, a turma conseguiu montar a bandeira com muito orgulho e dedicação.

Material utilizado: embalagem de ovos reciclada, recortes coloridos nas cores verde, amarelo, azul e branco.

Além de trabalhar formas geométricas, como retângulo, losango e círculo, e explorar as cores da bandeira, a atividade também estimulou a coordenação motora, a percepção visual, a concentração e o trabalho em equipe.

Cores e Formas da Bandeira do Brasil

Tema: Geometria e Cidadania
Turma: Educação Infantil / Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Duração: 50 minutos
Materiais: embalagens de ovos recicladas, cartolinas coloridas nas cores verde, amarelo, azul e branco, tesoura sem ponta, cola, pincéis e tintas.

Objetivos de Aprendizagem

  • Reconhecer e identificar as principais formas geométricas planas, como retângulo, losango e círculo;
  • Relacionar cores e formas na construção da Bandeira do Brasil;
  • Desenvolver a coordenação motora fina por meio do recorte e da colagem;
  • Estimular a cooperação e o trabalho em grupo;
  • Valorizar a bandeira como símbolo de identidade, cidadania e pertencimento.

Etapas da Aula

1. Acolhida e Conversa Inicial (10 min)
Apresentar a Bandeira do Brasil e conversar com os alunos:

  • Quais formas vocês conseguem identificar?
  • Quais cores aparecem?
  • O que a bandeira representa?

2. Exploração das Formas Geométricas (10 min)
Mostrar figuras geométricas recortadas, como retângulo, losango e círculo.

Relacionar cada forma às partes da bandeira e fazer associações lúdicas, como:

  • o círculo representando uma “bola do mundo”;
  • o losango lembrando um “diamante” ou o “brilho do Brasil”.

3. Mão na Massa: Montagem da Bandeira (20 min)
Utilizar embalagens de ovos pintadas como base da atividade.

Os alunos irão sobrepor as figuras geométricas:

  • retângulo verde;
  • losango amarelo;
  • círculo azul;
  • faixa branca.

A montagem pode ser feita individualmente ou em pequenos grupos.

4. Exposição e Socialização (10 min)
Cada grupo apresenta sua produção.

Finalizar com uma roda de conversa sobre o que aprenderam ao unir cores, formas geométricas e o significado da bandeira.

Avaliação

  • Participação na identificação das cores e formas;
  • Desenvolvimento da coordenação motora durante o recorte e a colagem;
  • Capacidade de trabalhar em grupo;
  • Interesse e expressão verbal ao falar sobre a Bandeira do Brasil.

Desdobramentos

  • Expor as bandeiras na sala ou nos corredores da escola;
  • Relacionar a atividade com outras bandeiras, como estaduais, municipais, escoteiras ou olímpicas;
  • Criar uma “bandeira da turma” utilizando novas formas geométricas inventadas pelos alunos.



Bandeira do Brasil com Tampinhas

Tema: Geometria, Reciclagem e Cidadania
Turma: Educação Infantil / Anos Iniciais
Duração: 50 minutos

Materiais

  • Tampinhas verdes, amarelas, azuis e brancas (garrafa PET, leite, entre outras);
  • Base de papelão ou bandeja de embalagem de ovos;
  • Cola quente (utilizada pelo professor) ou cola líquida forte (com auxílio do adulto);
  • Moldes impressos das formas geométricas: retângulo, losango e círculo.

Objetivos de Aprendizagem

  • Identificar e relacionar formas geométricas com a Bandeira do Brasil;
  • Trabalhar cores por meio do reaproveitamento de tampinhas;
  • Estimular a coordenação motora fina e o raciocínio espacial;
  • Incentivar a consciência ambiental utilizando materiais recicláveis;
  • Desenvolver cooperação e trabalho em grupo durante a montagem da atividade.

Etapas da Aula

1. Roda de conversa inicial (10 min)
Apresentar a Bandeira do Brasil e conversar com os alunos:

  • Quais formas aparecem?
  • Quais cores vocês conseguem identificar?
  • O que a bandeira representa?

2. Exploração das formas geométricas (10 min)
Mostrar os moldes das formas geométricas:

  • retângulo;
  • losango;
  • círculo.

Relacionar cada forma às partes da bandeira:

  • retângulo verde → fundo da bandeira;
  • losango amarelo → destaque central;
  • círculo azul → céu e planeta Terra.

3. Montagem da bandeira com tampinhas (20 min)
Cada grupo utilizará uma base de papelão ou embalagem reciclada.

Organizar as tampinhas por cores e montar:

  • o retângulo verde;
  • o losango amarelo no centro;
  • o círculo azul com a faixa branca.

A atividade pode ser realizada em grupo, estimulando cooperação, organização e criatividade.

4. Apresentação e socialização (10 min)
Expor as bandeiras produzidas e conversar sobre o que aprenderam sobre cores, formas geométricas, reciclagem e cidadania.

Avaliação

  • Reconhecimento das formas geométricas e das cores;
  • Participação durante a montagem;
  • Coordenação motora e organização espacial;
  • Cooperação e interação em grupo;
  • Criatividade no uso das tampinhas recicladas.

Sugestões Extras

  • Organizar uma exposição de arte reciclada com as bandeiras;
  • Comparar a Bandeira do Brasil com outras bandeiras (estaduais, municipais, escoteiras ou olímpicas);
  • Criar uma “bandeira da turma” utilizando apenas tampinhas coloridas e formas inventadas pelos alunos. 

domingo, 12 de abril de 2015

Carrilhão de vento - instrumento musical de percussão

Material: chaves pintadas, pedaço de madeira, cordas.


Os Instrumentos de Percussão estão no início de tudo, eu não diria nem que são os avós e sim os ancestrais de toda a família dos Instrumentos Musicais. Literalmente são do tempo das cavernas. Para se ter uma ideia, em muitos campos arqueológicos são encontradas representações de pessoas dançando em torno de um tambor. E ainda, Muitos objetos musicais também são encontrados, como toras de árvore fossilizadas, possivelmente usadas como tambores primitivos, e diversas versões de litofones, rochas de diversos tamanhos que eram dispostas sobre um tronco ou buraco no chão, usadas para produzir música melódica por percussão.

Afinal, o que é um Instrumento de Percussão
“Instrumento de percussão é um instrumento musical cujo som é obtido através da percussão (impacto), raspagem ou agitação, com ou sem o auxílio de baquetas.” É o mais simples e o mais complexo. Isso porque, das formas de classificação de Instrumentos Musicais, o de percussão é o monos preciso, e o que possui maior variedade, de modelos, formatos, timbres e cores. A grande maioria desses instrumentos possui função rítmica. Contudo, existem instrumentos como o xilofone, que possuem funções harmônicas e melódicas.

Embora haja uma variedade de instrumentos produzidos especificamente com essa finalidade, qualquer batuque, mesmo o mais ‘rustico’, feito com objetos comuns pode ser considerado como percussão. Ou seja, quando você era criança e batia as panelas da sua mãe, já executava um tipo estranho de percussão. Aliás é possível fazer percussão com qualquer coisa, desde quando você batuca os dedos em uma mesa até quando os mesmos batem nas antigas máquinas de escrever.

Classificação dos Instrumentos de Percussão

Embora coletivamente chamados de instrumentos de percussão, essa categoria pode ser subdividida por diversos critérios. As formas mais comuns de classificação dividem os instrumentos de percussão por definição do som (se podem produzir notas afinadas ou não), por método de execução (percussão, agitação ou atrito) ou por elemento produtor de som (idiofones, membranofones e cordas percutidas). Uma vez que nenhuma dessas formas é completa, em geral elas são combinadas. Assim podemos dizer que um xilofone é um idiofone percutido de altura definida e que um Taiko é um membranofone percutido de altura indefinida. Entendeu? Não, bem, vamos tentar explicar abaixo.

Por definição de som

Os instrumentos de percussão podem ser classificados de acordo com a possibilidade de produzirem sons de altura determinada ou indeterminada (com afinação ou não).

Altura indeterminada

A maior parte dos instrumentos de percussão. Esses são caracterizados pela ausência de escala, ou seja, produzem apenas um único som ou uma gama de sons muito reduzida. São utilizados precisamente pelo timbre e características sonoras que apresentam e geralmente possuem função puramente rítmica. Esses instrumentos produzem notas cuja altura não pode ser perfeitamente determinada, seja porque seus sons têm duração muito curta, seja por possuírem uma grande quantidade de parciais não harmônicos, ou ainda porque produzem variações aleatórias de altura ao longo de sua duração. Isso faz com que acompanhem bem, sem interferir na harmonia (sem que seus sons sejam percebidos como desafinados), canções compostas em qualquer tonalidade. São talvez a forma de instrumentos musicais mais antiga, dado que qualquer objeto consegue produzir sons simples: quer a bater, raspar, etc.

Entre eles podemos citar o agogô, afoxé, carrilhão, castanhola, chimbal, triângulo, blocos sonoros e muitos tipos de tambor.

Altura determinada


Instrumentos de percussão cuja vibração produz sons que obedecem à série harmônica e permitem a perfeita afinação de suas notas. Muitos possuem diversos componentes, cada um afinado em uma altura diferente, como os xilofones ou timbales. Outros permitem a variação de afinação durante a execução como o tímpano ou, ainda que de forma limitada, alguns tipos de tom-tom e o berimbau. Estes instrumentos podem exercer papel melódico ou harmônico em uma canção. Tecnicamente, qualquer instrumento de cordas pode ser executado por percussão e nesse caso estaria enquadrado nessa categoria (como o piano ou um violão com cordas percutidas).

Por forma de execução

Percussão propriamente dita


Instrumentos executados por impacto com o elemento produtor de som, quer seja uma pele, corda ou o próprio corpo do instrumento. Este é o meio mais comum de execução. A percussão pode ser executada com baquetas (como na bateria, gongos ou vibrafones) martelos (como alguns carrilhões), as mãos (como o bongô) ou o próprio corpo do instrumento (como as claves). Um teclado pode ser utilizado para provocar o impacto dos martelos, como na celesta ou no carrilhão.

Agitação

Instrumentos cuja execução depende da agitação, com as mãos ou outro meio, de todo o instrumento, como o caxixi, ganzá, maracas e chocalhos.

Atrito


Instrumentos em que a produção do som depende do atrito ou fricção. Este atrito pode ser realizado com baquetas (como no reco-reco e no guiro), com um pano úmido (cuíca) ou com uma rede de contas, como o xequerê e o afoxé.

Por elemento produtor de som


De acordo com a classificação Hornbostel-Sachs, os instrumentos são classificados de acordo com o elemento que vibra para produzir o som. Neste sistema, os instrumentos de percussão podem ser classificados em idiofones, membranofones e cordas percutidas.

Alguns nomes de Instrumentos de Percussão
Nos idiofones percutidos é a vibração de todo o instrumento musical que produz o som. Exemplos:

Agogô
Afoxé
Bloco sonoro
Caneca
Carrilhão
Casaca
Castanhola
Caxixi
Chimbau
Chocalho
Ganzá
Pratos
Reco-reco
Sino
Sinos tubulares
Triângulo
Xequerê





Nos membranofones percutidos, o som é produzido por uma membrana esticada, tal como uma pele, tecido ou membrana de material sintético. Exemplos:

Atabaque
Batá
Bateria
Bongô
Caixa (instrumento)
Cuíca
Pandeiro
Repinique
Rebolo
Surdo
Tantã (tambor)
Tambor
Tamborim
Tímpano
Tom-tom
Zabumba



Mosaico Sustentável com Tampinhas PET

Mosaico com tampinhas de garrafas pet e desenhos alusivos à proteção ambiental.


CARTILHA EDUCATIVA 
Mosaico Sustentável com Tampinhas PET 

Autora: Renata Bravo

1. Apresentação 

A produção de mosaicos com tampinhas PET é uma atividade que integra arte, criatividade, coordenação motora e educação ambiental. A proposta utiliza resíduos plásticos como matéria-prima para uma criação artística, possibilitando refletir sobre consumo, descarte, reaproveitamento e responsabilidade ambiental.

2. De onde vêm as tampinhas? 

As tampinhas utilizadas na atividade são provenientes de garrafas e embalagens presentes no cotidiano, como água, refrigerantes, sucos e produtos de limpeza. O aumento do consumo e o descarte inadequado de materiais plásticos contribuem para a geração de resíduos que permanecem no ambiente por longos períodos.

Quando descartadas de forma incorreta, as tampinhas podem chegar a rios e mares, contribuir para a poluição do solo e da água e representar riscos à fauna, especialmente quando confundidas com alimento. O reaproveitamento desses materiais em atividades artísticas permite prolongar seu uso e transformar um resíduo em recurso educativo e criativo. Entretanto, a sustentabilidade começa antes da reciclagem, com escolhas de consumo mais conscientes e com a redução da geração de resíduos.

3. Os 3 Rs da Sustentabilidade 

Reduzir: consumir somente o necessário e evitar produtos e embalagens de uso desnecessário.
Reutilizar: prolongar a vida útil dos materiais, utilizando-os novamente sempre que possível.
Reciclar: encaminhar corretamente os resíduos para os sistemas de coleta e reciclagem disponíveis.

4. Objetivos da Atividade 

A atividade tem como objetivos desenvolver a percepção de cores, a coordenação motora fina, a criatividade, a concentração e a organização; estimular o trabalho colaborativo e a paciência; promover o reaproveitamento de materiais e ampliar a compreensão sobre consumo consciente, geração de resíduos e responsabilidade ambiental.

5. Materiais Necessários 

Tampinhas plásticas de diferentes cores e tamanhos; base de MDF, papelão grosso ou placa plástica; cola quente ou cola de silicone, conforme a faixa etária e com supervisão adequada; molde impresso ou desenho elaborado pelos participantes; lápis ou caneta para marcação; tesoura sem ponta, quando necessária e sob supervisão.

6. Procedimento 

Escolha do desenho: definir a imagem que será reproduzida, como frutas, flores, animais ou formas geométricas. Separação: organizar as tampinhas por cores, tamanhos e características. Montagem: marcar o desenho na base e posicionar as tampinhas antes da colagem, iniciando pelo contorno e posteriormente preenchendo as áreas internas. Acabamento: realizar a colagem, aguardar a secagem completa e, quando pertinente, aplicar verniz à base de água para proteção da peça.

7. Orientações Pedagógicas 

A atividade pode ser desenvolvida de forma interdisciplinar, relacionando a produção artística a conteúdos de Ciências, Matemática e Educação Ambiental. As crianças podem observar ciclos naturais, espécies animais e vegetais ou elementos da paisagem representados no mosaico; realizar a contagem, classificação e comparação das tampinhas utilizadas; discutir a quantidade de embalagens associada à coleta do material; e analisar possibilidades de redução do consumo de plástico no cotidiano. O trabalho final pode integrar uma exposição escolar, ampliando a participação das famílias e da comunidade.

8. Reflexão para as Crianças 

“Se cada tampinha pudesse contar uma história, quantas garrafas e embalagens teriam sido utilizadas para reuni-las? Será que todas eram necessárias?”

A reflexão permite compreender que reaproveitar um material é importante, mas reduzir a geração de resíduos é uma etapa fundamental da sustentabilidade.

9. Benefícios Educativos 

A atividade favorece o desenvolvimento da coordenação motora fina, percepção visual, criatividade, concentração, planejamento, cooperação e consciência ambiental. Também possibilita compreender que materiais descartados podem adquirir novas funções quando utilizados de maneira criativa e responsável.

Mensagem Final 

Criar arte com tampinhas é uma forma de reaproveitar materiais e aprender sobre sustentabilidade. Mais importante, porém, é compreender que cuidar do planeta também significa reduzir o consumo desnecessário, reutilizar materiais e escolher formas responsáveis de descarte.



Ícones virtuais em libras

Ícones e logomarcas retirados da internet.
Alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais - desenhos de Cleber Couto
Idéia da composição - professora e intérprete Raquel Ferreira



Percepção multissensorial e criatividade

Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...