INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO) NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.

CONTATO: RENATARJBRAVO@GMAIL.COM - PESQUISAS, TECNOLOGIA ASSISTIVA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESDE 2013.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Guitarra

Material: Caixa de sapato, elásticos e adesivos decorativos


A história da guitarra começa em 1930, quando o instrumento surge como uma modificação do violão.
As populares e versáteis guitarras se originaram a partir de um instrumento musical de origem espanhola. A vihuela, como era denominada, se originou por meio de outros dois instrumentos mais antigos ainda: o “ud”, com cinco cordas e muito popular no Oriente Médio, e a “cozba”, um aparelho musical romano.
As guitarras elétricas surgiram em 1930, como uma modificação do próprio violão. Os primeiros modelos geravam um som muito suave e baixo, algo bem diferente do que conhecemos hoje em dia. Para ampliar a potência sonora do instrumento, no mesmo foram colocados captadores (espécies de minúsculos microfones). Isso gerou um pequeno problema, pois estes dispositivos faziam os bojos das guitarras vibrarem, provocando a famosa alteração sonora conhecida como feedback. Para solucionar tal problema, o famoso músico norte-americano Les Paul criou o corpo maciço da guitarra, o que deixou o instrumento na forma como conhecemos atualmente.
A empresa Rickenbacker começou a fabricar as primeiras guitarras em 1931. O primeiro modelo de guitarra elétrica a ser comercializado foi a Electro Spanish. Contudo, o principal responsável pela produção em massa e popularização do instrumento foi Leo Fender, criador da tradicional fabricante de guitarras que leva seu sobrenome. A Fender também desenvolveu uma das mais lendárias guitarras: a Stratocaster.
A guitarra se popularizou após a Segunda Guerra Mundial, durante as décadas de 50 e 60, período em que ganhou enorme espaço no mundo da música. Hoje em dia, estima-se que existam cerca de 50 milhões de guitarristas em todo o mundo.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Simetrias natalinas










Material: papelão

Desenhe uma espiral , depois recorte.
Prenda o centro da espiral no teto.
Decore com bolas natalinas e pingentes.



domingo, 13 de outubro de 2019

O valor educativo e cultural das fábulas

A fábula retrata situações do cotidiano em geral, e logo em seguida, apresenta sua lição de moral. O contato com as fábulas em qualquer fase da aprendizagem ajuda as crianças a resolverem os seus conflitos, contribui ainda para o seu desenvolvimento cognitivo e social. 

Busca-se também o conceito de literatura, sua finalidade e contribuições para a formação do aluno, possibilita constatar que a leitura e a literatura são ferramentas necessárias à escola no quesito de formação de leitores. 

No desenvolvimento da criança, a leitura ganha um papel essencial, ela se realiza como um diálogo e a este é atribuído um tempo e um espaço e uma situação, que vão gerar momentos de descontração, criatividade e imaginação. 

Quando o professor realiza a leitura, ele precisa ir além do texto, buscando sempre a compreensão do que está lendo, para tornar a leitura prazerosa e significativa. 

Entretanto, não é somente ler para os alunos, e sim, ajudá-los a interpretar o que se está lendo, é neste momento que o papel do professor é fundamental para fazer a intervenção correta, por isso é necessário que o profissional tenha um vasto conhecimento sobre o gênero apresentado. 

Desse modo, a escola, os professores e até os pais devem reconhecer esse valor que a leitura e a literatura têm para as crianças e para a sociedade. 

 É preciso entender que a escola é a maior pioneira da leitura no país, pois é por meio da intervenção desta, que a criança fica hábil na leitura. 

Ao citar as obras de Monteiro Lobato, percebe-se sua preocupação com a realidade em que vivia. Desde sua juventude preocupou-se com as questões que o país estava passando. 

Por meio de suas obras literárias buscou ajudar de forma significativa, ao trazer para a criança personagens criadas em meio à fantasia do mundo infantil possibilitando ampliar o imaginário dos pequenos leitores. 

Desenvolvendo por meio do gênero fábula, o qual foi citado e analisado em relação as suas contribuições o qual permite que a criança adquira o conhecimento de resolver conflitos quando se vê em frente um, fazendo isso de forma sútil, fantasiosa e muito prazerosa. 





sábado, 12 de outubro de 2019

Oficina de totem e máscaras, na arte afro-brasileira

Objetos simbólicos dotados de grande força expressiva, inspirados na arte africana e afro-brasileira. 
Esta atividade permite muitas possibilidades de criação, de forma alegre e lúdica.

Material: papelão, rolos de papel toalha, tintas.


Máscaras e totens são elementos da arte africana que representam a identidade cultural e os rituais das tribos africanas. 

Máscaras
São usadas em rituais religiosos, de guerra, de fertilidade da terra e de entretenimento 
Representam o divino e são usadas para incorporar espíritos e adquirir forças mágicas 
São usadas em cerimônias, celebrações festivas e eventos sociais 
São usadas em rituais de iniciação, como a chegada à maioridade ou a preparação para papéis de liderança na comunidade 
São usadas para proteção contra forças negativas ou espíritos malignos 
São esculpidas em madeira, barro, marfim, metais, couros, tecidos, cerâmica, bronze e cobre.


Máscaras e Totens Africanos - Expressões de Identidade e Cultura

Objetivo geral:
Compreender a importância das máscaras e totens na arte africana e afro-brasileira, valorizando suas expressões simbólicas, espirituais e estéticas por meio da criação artística.

Materiais:

Papelão

Rolos de papel toalha

Tintas coloridas

Tesoura sem ponta

Cola

Fitas, barbantes, sementes, tecidos, miçangas (opcional)

INTRODUÇÃO CULTURAL

Converse com os alunos sobre:

A diversidade dos povos africanos e suas tradições artísticas.

O significado simbólico das máscaras e totens: representação de antepassados, espíritos, forças da natureza e proteção.

A influência dessas expressões na arte afro-brasileira, como no Candomblé, Congada, Maracatu e Afoxé.

OBSERVAÇÃO E INSPIRAÇÃO

Mostre imagens de máscaras africanas e totens, destacando:

Cores vibrantes e formas geométricas.

Elementos simbólicos (animais, olhos grandes, bocas expressivas).

Materiais naturais usados na confecção tradicional.

CRIAÇÃO ARTÍSTICA

Proponha que cada aluno:

1- Escolha um símbolo pessoal (força, coragem, alegria, ancestralidade).

2- Modele sua máscara ou tótem usando papelão e rolos de papel.

3- Pinte e decore com cores que expressem sentimentos e significados.

4- Dê um nome e uma história para o objeto criado.

SOCIALIZAÇÃO E REFLEXÃO

Monte uma exposição ou uma roda de conversa:

Cada aluno apresenta sua criação e explica o simbolismo.

Discutam como a arte pode expressar identidade, fé e pertencimento.

Relacione com a consciência negra e o respeito à diversidade cultural.

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS ESPECÍFICOS

Desenvolver a expressão artística e simbólica.

Promover o reconhecimento e valorização da cultura afro-brasileira e africana.

Estimular o respeito à diversidade e a criatividade coletiva.

Favorecer o trabalho manual e o senso estético.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Transforme uma árvore de natal


Uma árvore de natal é tipicamente uma árvore. 
Mas quem diz que é preciso? hahah ...
Aqui está uma árvore externa, feita de pneus reaproveitados. 
Pulverizados, pintados de verde e decorados. 


Se você tiver acesso a pneus, essa é uma ótima dica para decoração externa.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Ludo



Relatório – TDAH e Ludoterapia
Autora: Renata Bravo

Introdução


O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é caracterizado principalmente pela dificuldade em manter a atenção, pelo esquecimento frequente e pela impulsividade/hyperatividade.
A ludoterapia surge como estratégia terapêutica eficaz para crianças de 3 a 11 anos, já que utiliza o jogo como linguagem natural da infância para trabalhar aspectos cognitivos, sociais e emocionais.

Tipos de Ludoterapia e Aplicações no TDAH
1. Brincadeira participativa

O terapeuta participa ativamente do jogo.

Estimula a confiança, a socialização e o manejo de emoções intensas.

Ajuda a criança a lidar com revezamento, competição e cooperação.

2. Ludoterapia centrada na criança

O jogo é iniciado pela criança.

O adulto responde às escolhas lúdicas, valorizando comunicação não-verbal.

Favorece a expressão de sentimentos e comportamentos.

3. Ludoterapia estruturada

Atividades com objetivos claros.

Trabalha: foco, memória, seguir instruções, paciência e autorregulação.

4. Autorregulação

Uso do jogo para controlar foco e emoções.

O terapeuta atua como modelo e oferece experiências sensoriais, atividades físicas e técnicas de relaxamento.

5. Relação terapêutica

Baseada em confiança, humor, carinho e cordialidade.

Ambiente seguro - criança mais aberta a aceitar orientações e trabalhar objetivos.

- Jogo do Ludo como Recurso Terapêutico:

Benefícios Cognitivos

Estimula raciocínio lógico.

Desenvolve coordenação motora fina.

Estimula planejamento e concentração.

Trabalha contagem e noção numérica (dado).

- Benefícios Socioemocionais:

Desenvolve empatia.

Ensina a lidar com frustrações.

Promove interação social.

Incentiva o trabalho em equipe.

- Benefícios Educacionais:

Ensina estratégias e habilidades matemáticas.

Ensina a esperar a vez pacientemente.

Ajuda no controle emocional.

Promove superação de limites.

Pode ser usado como ferramenta interdisciplinar.

- Atividades Práticas:
1. Ludo adaptado para TDAH

Tabuleiro maior, com cores bem vivas.

Regras simplificadas no início, aumentando a complexidade gradativamente.

Tempo cronometrado por rodada (para ajudar no foco).

2. Circuito da Autorregulação

Montar uma trilha com cartas de instruções simples (pular, respirar fundo, imitar animal, esperar 10 segundos).

Objetivo: treinar autorregulação de forma lúdica.

3. História do Dado

Cada jogada do dado deve vir acompanhada de uma ação verbal, ex.:

1 - diga uma qualidade sua

2 - respire fundo 3 vezes

3 - imite um animal

4 - conte até 10 calmamente

5 - elogie alguém

6 - conte algo que gosta de fazer

Trabalha memória, expressão e controle de impulsos.

4. Oficina Criativa – Construindo Meu Ludo

As crianças desenham e montam seu próprio tabuleiro (papelão, cartolina, tampinhas).

Estimula criatividade, paciência e vínculo com o jogo.

Conclusão:

A ludoterapia, quando associada a jogos estruturados como o Ludo, torna-se uma ferramenta poderosa no tratamento do TDAH. Além de estimular aspectos cognitivos e motores, favorece a socialização, a autorregulação emocional e o fortalecimento da autoestima.


Sugestões de Aplicação em Sala de Aula

1. Ludo da Matemática


Objetivo: trabalhar números, contagem e noções de probabilidade.

Como aplicar:

Cada jogada do dado deve ser contada em voz alta pelo aluno.

Ao avançar casas, pode-se pedir para somar/subtrair o número obtido.

Exemplo: tirar 4 - responder a uma conta simples (2+2).

Benefícios: concentração, raciocínio lógico, reforço de operações básicas.

2. Ludo da Convivência

Objetivo: desenvolver habilidades socioemocionais.

Como aplicar:

Cada cor do tabuleiro representa uma atitude (ex.: vermelho = coragem, azul = cooperação, verde = paciência, amarelo = respeito).

Ao cair em determinada cor, o aluno deve citar uma situação do dia a dia em que viveu essa atitude.

Benefícios: empatia, expressão de sentimentos, construção de valores.

3. Ludo da História

Objetivo: revisar conteúdos de forma divertida.

Como aplicar:

Ao cair em casas especiais, o professor faz uma pergunta de História/Geografia.

Acertou - joga novamente.

Errou - perde a vez.

Benefícios: memorização, paciência, foco em instruções.

4. Ludo do Movimento

Objetivo: ajudar na autorregulação e gastar energia de forma saudável.

Como aplicar:

Cada número do dado corresponde a uma ação física (ex.: 1 = pule 5 vezes, 2 = respire fundo, 3 = bata palmas, 4 = alongue-se, 5 = imite um animal, 6 = sente-se e conte até 10).

Benefícios: coordenação motora, controle da impulsividade, relaxamento.

5. Construindo o Ludo da Turma

Objetivo: estimular criatividade e cooperação.

Como aplicar:

Os alunos constroem seu próprio tabuleiro em cartolina ou papelão.

Definem juntos as regras adaptadas (ex.: casas de desafio, casas de relaxamento).

Benefícios: protagonismo, engajamento, valorização do trabalho coletivo.

- Dicas para o Professor:

Trabalhar em grupos pequenos (máx. 4 por jogo) para manter o foco.

Usar tempo delimitado (cronômetro ou música) para manter a dinâmica.

Reforçar elogios a cada conquista (mesmo que pequena).

Alternar entre atividade física + jogo de tabuleiro para equilibrar energia e concentração.


Plano de Aula – Ludo Pedagógico para Crianças com TDAH

Turma: Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano)
Duração: 50 minutos
Tema: Concentração, cooperação e aprendizagem por meio do jogo Ludo

- Objetivos
Gerais:

Favorecer a inclusão de crianças com TDAH em atividades coletivas.

Promover o desenvolvimento cognitivo, social e emocional por meio do jogo.

Específicos

Estimular a concentração e a atenção sustentada.

Trabalhar a noção de turno e espera da vez.

Desenvolver raciocínio lógico-matemático.

Incentivar a autorregulação emocional e o respeito às regras.

Estimular a convivência e o trabalho em equipe.

- Metodologia:

Apresentação (10 min)

O professor apresenta o tabuleiro do Ludo e explica as regras básicas.

Breve conversa sobre paciência, respeito às regras e importância de esperar a vez.

Jogo Principal – Ludo adaptado (30 min)

Divisão em grupos de até 4 alunos.

Cada grupo recebe um tabuleiro adaptado com casas especiais:

- Casa da Calma - a criança deve respirar fundo 3 vezes antes de jogar de novo.

- Casa do Desafio - responder uma conta de matemática ou pergunta de conteúdo (História/Geografia).

- Casa da Amizade - fazer um elogio ou ajudar o colega do lado.

O professor acompanha, ajudando na regulação da atenção e incentivando a cooperação.

Encerramento (10 min)

Roda de conversa rápida:

“O que você aprendeu jogando?”

“Como foi esperar a vez?”

“O que foi mais difícil e mais divertido?”

- Recursos Didáticos:

Tabuleiros de Ludo (um por grupo).

Dados grandes e coloridos.

Peões adaptados (pode usar tampinhas ou botões coloridos).

Cartas de desafio (matemática, curiosidades, relaxamento).

Cronômetro ou música para marcar o tempo de cada rodada.

- Avaliação:

Observação contínua durante o jogo:

Atenção ao esperar a vez.

Participação ativa e cooperação.

Respeito às regras.

Capacidade de autorregulação emocional diante de vitórias e frustrações.

Autoavaliação oral na roda de conversa final.

- Possíveis Adaptações:

Educação Infantil: tabuleiro ampliado, menos casas e foco em cores e movimentos.

Ensino Fundamental II: incluir desafios mais complexos (problemas matemáticos, charadas, questões de ciências).

Inclusão: uso de tabuleiro com símbolos visuais para alunos com dificuldades de leitura.


Tabuleiro de Ludo Adaptado – Casas Especiais
Estrutura do Tabuleiro

Formato: clássico, com quatro cores (azul, verde, vermelho e amarelo).

Casas especiais adicionadas:

- Casa da Calma: respire fundo 3 vezes antes de jogar novamente.

- Casa do Desafio: responder uma questão simples (matemática, curiosidade ou conteúdo escolar).

- Casa da Amizade: fazer um elogio ou ajudar o colega do lado.

Sugestão Visual de Distribuição:

Casa de Início: padrão, cada cor inicia com seus peões.

Casas normais: percorrer o caminho do tabuleiro normalmente.

Casas especiais: distribuídas ao longo do percurso, 1 a 2 de cada tipo por cor.

Tipo de Casa -Símbolo/Cor -Função
Normal - Quadrado colorido - Avançar conforme dado
Calma - ou azul claro - Respirar fundo 3x antes de jogar
Desafio - ou laranja - Responder questão de conteúdo
Amizade - ou rosa - Elogiar/ajudar colega

Materiais para Montagem:

Cartolina ou papelão para o tabuleiro.

Canetinhas, lápis de cor ou adesivos para diferenciar casas.

Peões: tampinhas, botões ou peças do Ludo tradicional.

Dados grandes e coloridos.

Cartas pequenas com perguntas ou instruções (opcional).

Sugestões de Aplicação em Sala:

Cada grupo de até 4 alunos recebe um tabuleiro.

Professor orienta e acompanha a autorregulação durante o jogo.

Casas especiais ajudam a desenvolver: foco, paciência, empatia e autorregulação emocional.

Ao final, roda de conversa sobre aprendizado, estratégias e sentimentos durante o jogo.


Renata Bravo em colaboração com a Secretaria Municipal da Educação Superintendência de Gestão Educacional Departamento de Ensino Fundamental de Curitiba


JOGOS: TRANSPOSIÇÃO DO TABULEIRO PARA A QUADRA

LUDO 
ORIGEM: ÍNDIA 
COMO JOGAR: NO TABULEIRO

O tabuleiro do Ludo é formado por um quadrado que possui um percurso marcado com o desenho de uma cruz, com cada braço de uma cor diferente (vermelho, amarelo, verde, azul). Em cada um dos cantos estão os 4 pontos de saída onde começam os 4 peões de cada jogador. 
Para iniciar, um jogador lança dois dados e percorre com um dos seus peões o número de casas correspondente ao valor tirado. 
O objetivo do jogo é ser o primeiro que, partindo do ponto de saída, chegar com os 4 peões à casa final, no centro da cruz. Para isso, devem dar a volta inteira no tabuleiro e chegar antes dos adversários. 
Uma vez concluído o percurso em torno de todo o tabuleiro, o peão deve subir a coluna correspondente à sua cor para chegar ao círculo central. Para chegar, é necessário tirar no dado o número exato, correspondente ao número de casas que que faltam para o peão conquistar o círculo central. Se não conseguir, pode utilizar o número para movimentar outros peões ou então passar a sua vez.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Transforme pratinhos de papelão em máscaras

Pratinhos de papelão transformados em máscaras "Queimadas pelo Sol". 🌞
Enquanto recortam e pintam as máscaras, aproveite e converse com as crianças, sobre os perigos da exposição inadequada ao sol. 




outras opções de máscaras 




segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Faces de origami (passo a passo)

Material: papel de origami

Como fazer o origami?

O tradicional não é difícil. Não é preciso ferramentas ou cursos especiais - apenas muita atenção e ser bom observador. É claro que você precisa de papel adequado e conhecimento das regras de dobradura. Qualquer pessoa que dobrar o papel com paciência e exatidão poderá transformá-lo em uma bonita figura.

Você pode usar qualquer papel que tiver à disposição, incluindo jornal, folhas de propaganda ou papel de presente. É você quem decide o tamanho, a quantidade e a cor do papel de acordo com o que quiser fazer. Mas se quiser fazer algo bem bonito, é melhor escolher com cuidado a cor do papel, mas também do tipo de papel que usa. O ideal é usar papel feito especialmente para origami. Pode ser que você queira usar o papel artesanal japonês, chamado washi.

Para a maioria das figuras, é essencial que o papel seja um quadrado perfeito. para verificar se o papel é quadrado, você pode juntar os dois cantos opostos e dobrá-los em forma de triângulo. Se todas as bordas combinarem perfeitamente, então o papel foi cortado da maneira correta.

Para conseguir um ótimo resultado, você tem de dobrar o papel de forma que canto combine com canto e borda com borda, de modo exato. Além disso, é necessário apertar bem as dobras. Ao dobrar o papel em forma de triângulo, junte dois cantos opostos e segure-os bem firme com o polegar e o indicador de uma das mãos e dobre a base com a outra mão. Quando for dobrar o papel no meio para formar um retângulo, certifique-se de que os cantos superiores se casem perfeitamente e então segure bem firme as bordas superiores enquanto dobra a base.

Para algumas figuras de origami é necessário dobrar e desdobrar o papel, fazendo um vinco nele, em preparação para o passo seguinte. Ás vezes é preciso enrolar, preguear, torcer, apertar, forçar para dentro, abrir com sopro e virar o papel pelo avesso - tudo para dar-lhe diferentes efeitos.

Você pode fazer uma variedade de figuras tradicionais ou até mesmo criar outras novas.

Não perca a chance de aprender a arte de dobrar papel.









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domingo, 15 de setembro de 2019

Pinturas, texturas e sensações

Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto. As texturas e sensações, partem do princípio que, através da exploração de diferentes materiais os pequenos ampliam a capacidade de expressão e o conhecimento do mundo.


Pintar é representar uma imagem gráfica por meio de formas e cores. Tem uma função representativa, expressiva e decorativa.

A pintura possibilita a aprendizagem de novas técnicas plásticas.

Para a criança pintar é colorir uma superfície com cor, o que diferencia a pintura de desenho.

A cor estimula a criatividade da criança, proporciona informações sobre como ela percebe as formas e o significado das coisas que o rodeiam. Na pintura, a criança exprime-se através da cor sem a preocupação de reproduzir formas figurativas.

A cor é a principal linguagem plástica da criança pela facilidade com que pode exprimir tudo o que se sente. Consequentemente, a pintura é a técnica que adquiriu maior preponderância na área plástica.

Tal como o desenho, a pintura contribui para um domínio do gesto e do espaço gráfico. No entanto, a pintura não exige tanta coordenação e precisão com o desenho. Ter a vantagem de permitir à criança o contato com uma grande diversidade de materiais e de técnicas.

A estampagem, também permite cobrir com cor determinadas zonas da superfície.

Em relação à cor, a criança passa por várias fases gráficas.

No primeiro momento, na fase da garatuja, a cor não tem importância para a criança que está mais interessada na experimentação do movimento, e com os seus efeitos, sobre o papel ou outro suporte. 

Geralmente, a criança utiliza só uma ou duas cores e prefere as que são vivas e atrativas. Nesta etapa, o trabalho com as cores deve ser dirigido, fundamentalmente, à sua discriminação e identificação.

É nesta fase pré-esquemática, quando a criança mostra grande interesse e vivacidade cromática, utilizando uma maior diversidade de cores nos seus desenhos. Este uso da cor está associado às necessidades e vivências emocionais da criança. É, assim, importante, nesta etapa, oferecer à criança a possibilidade de observar e experimentar cores, para que descubra e estabeleça relações objeto-cor na realidade. Por outro lado, a criança faz também uso livre da cor de acordo com as suas necessidades (exemplo: sol pintado de azul).

Do ponto de vista do conhecimento do objeto, a criança distingue primeiro a cor, antes da forma e dos 3 aos 5 anos está mais interessada nas cores das coisas, do que, nas suas formas. Antes, a criança até os 2 anos depende das suas experiências tácteis e necessidade de pegar o objeto para conhecer a sua textura, forma, etc, ... à medida que a criança cresce, torna-se mais sensível à cor ao mesmo tempo, que se abre ao conhecimento dos outros e adquire consciência dos seus próprios sentimentos.

sábado, 14 de setembro de 2019

O Desenho, juntamente com a pintura, é a atividade plástica mais frequente às crianças.










O desenho é uma representação gráfica de algo através do traçado de linhas.
Pode-se dizer que é uma "atividade natural" para as crianças: estas fazem traços com os seus dedos, por exemplo, na areia ou no vidro embaçado.
O desenho é também a base para outras atividades plásticas, como a pintura e a colagem. 
Do ponto de vista do desenvolvimento da criança, o desenho é um forte indicador da maturação intelectual. Existe uma forte relação entre o desenvolvimento do desenho infantil e o das aprendizagens instrumentais básicas, sobretudo da escrita. A escrita surge como um traçado que vem completar o desenho. 
O desenho infantil favorece ainda a aquisição de conhecimentos: a criança desenha o que percebe das coisas, facilitando assim o processo de assimilação dos novos conhecimentos. Por outro lado, os seus êxitos gráficos potenciam o seu conhecimento da realidade. 
É de referir ainda que o desenho constitui um importante meio de diagnóstico e de terapia infantil: o que a criança não sabe ou não pode comunicar diretamente por palavras, exprimi-o muitas vezes através do desenho,daí a importância de não fazer juízos precipitados sobre as realizações infantis. 
Vários autores estudaram a evolução do desenho infantil, não havendo um consenso sobre as várias etapas/fases. Em comum, tem o fato de nenhuma das etapas/fases estarem perfeitamente limitadas, pelo que cada uma delas contêm elementos da etapa/fase anterior e da posterior. De uma forma geral, podem-se distinguir, entre os 2 e os 6 anos, 3 fases-chave no desenvolvimento do desenho. A figura humana é o tema mais frequente no desenho infantil, e é onde melhor se observa a evolução do desenho. Evolui desde o boneco ou girino primitivo, representado, habitualmente, por uma forma circular grande de onde saem 2 traços até se chegar a um desenho que não são incluídos numerosos pormenores. 
Do ponto de vista metodológico, há 3 posíções distintas que as crianças poderão adotar para desenhar: 
- sentados ou deitados no chão com o papel individual ou coletivo, diretamente no chão (é uma posição muito cômoda para os mais pequenos e evita a sujidade);
- à volta da mesa de trabalho onde estão colocados os materiais e onde se apoia o suporte (as crianças podem trabalhar de pé, como costumam preferir, ou sentadas);
- de pé, frente à parede ou no cavalete em que se tenha colocado o suporte em posição vertical.
Os materiais básicos são os lápis e o papel, mas podem ser utilizados mitos outros. Para um traçado mais longo, pode-se usar o dedo molhado em guachê, ceras ou giz, e para um traçado mais fino e preciso utilizam-se por exemplo, lápis, marcadores ou esferográficas. Os primeiros são os mais adequados às atividades de iniciação ao controle do traço e os seguintes ao desenho de pormenor.
Quando aos suportes, o mais comum é o papel, mas podem ser usados outros como cartolinas, quadros ou areias.

Jogo da memória tátil (adaptado para deficientes visuais)

O impacto do surto de esclerose múltipla e o fortalecimento de habilidades preexistentes

Introdução Desde muito cedo, percebi que minha forma de experimentar o mundo era diferente da maioria das pessoas. Durante anos, acreditei q...