VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Barcos Dentro de Garrafas: Paciência, Arte e Mistério
Com o passar do tempo, essa técnica chegou às mãos dos marinheiros. Durante longas viagens marítimas, o tempo livre era grande e os recursos eram poucos. Assim, criar tornou-se uma forma de passar o tempo, aliviar a saudade e exercitar a concentração. As garrafas passaram então a abrigar barcos, cenas portuárias e paisagens marítimas, sempre relacionadas ao universo do mar.
Não se sabe exatamente quem foi o primeiro a colocar um barco dentro de uma garrafa, nem quando isso aconteceu. No entanto, existe um exemplar histórico guardado no Museu de Lübeck, na Alemanha, datado de 1784, considerado um dos mais antigos registros dessa prática.
Os marinheiros utilizavam materiais simples e disponíveis a bordo, como madeira, osso e marfim, esculpidos manualmente. Nos finais do século passado, essa arte evoluiu, tornando-se mais elaborada, com cenas completas de portos, faróis e atividades marítimas, revelando grande habilidade técnica e criatividade.
Mas afinal, como o barco entra na garrafa?
Essa é a pergunta que mais desperta curiosidade e a resposta é um excelente exemplo de engenho e paciência.
O barco não é colocado inteiro dentro da garrafa. Ele é construído fora, com partes móveis. Os mastros e velas são dobráveis, presos por fios. O casco entra primeiro pelo gargalo da garrafa. Depois, com o auxílio de pinças, varetas longas e muita precisão, o barco é posicionado no interior.
Quando tudo está no lugar, o artesão puxa cuidadosamente os fios, fazendo com que os mastros se levantem e as velas se abram, formando o barco completo. Por fim, os fios são cortados, e a garrafa é fechada, sem nenhum corte ou colagem visível.
Essa técnica transforma o que parece impossível em realidade e ensina importantes lições: planejamento, paciência, coordenação motora fina e criatividade. Mais do que um objeto decorativo, o barco dentro da garrafa é um verdadeiro exercício de arte, ciência e imaginação.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Libélulas feitas com prendedores de roupas , palitos de picolé e pedras
Os insetos são seres vivos muito comuns ao cotidiano das pessoas em diferentes
ambientes. Utilizá-los como ferramenta para o ensino de Ecologia é bastante viável. Pois,
facilita a ampliação da visão que os alunos possam desenvolver acerca de processos
ecológicos. Como, por exemplo, perceber a função desses seres no meio ambiente. Isso pode
influenciar no processo individual e coletivo de sentimento de preservação e conservação
desses seres.
Uma vez que o indivíduo descobre a função daquele ser – inseto – no Meio Ambiente,
ele desconstrói conceitos e opiniões erradas pré-existentes sobre eles.
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