*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.
A tese que fundamenta este blog parte de uma ideia simples e duradoura: a infância, o brincar, a cultura, a natureza e as relações humanas constituem dimensões essenciais da formação do indivíduo e da construção da vida em sociedade. Embora os contextos históricos, as tecnologias e os modos de viver se transformem, essa base permanece atual. Por isso, não se trata de uma tese vinculada a uma época específica, mas de uma perspectiva que atravessa gerações e continua encontrando sentido sempre que uma criança brinca, aprende, cria, convive e estabelece sua relação com o mundo.

A INFÂNCIA EM TRÂNSITO: MEMÓRIA, CULTURA E FUTURO

sexta-feira, 3 de maio de 2024

Chuva de peixes... É possível?



Você sabia que há lugares no mundo onde... Chove peixe? Isso mesmo, embora possa parecer um mito ou uma cena de cinema, a verdade é que este fenômeno é real e ocorre anualmente nas Honduras.

De fato, além de peixes, chegaram a chover rãs e até camarão. Continue lendo para descobrir mais sobre este fenômeno único:

No Norte das Honduras, nomeadamente no município de Yoro, a 200 km do mar das Caraíbas), todos os anos cai uma chuva peculiar carregada de «presentes».

Entre os meses de maio e junho, a maior tempestade do ano não vem sozinha... mas centenas de peixes acompanham-no. Os habitantes locais esperam estas chuvas como água de maio, e nunca melhor, para a sua plantação e, perante o quão abundantes são, correm para se abrigar em suas casas.

Às vezes acontece que, quando saem, encontram-se o solo completamente cheio de peixes que recebem como um presente do céu e é hora de os apanhar em baldes, em alguns casos para os devolver ao rio e, em outros, para os cozinhar.

Por que esse fenômeno está acontecendo?

Embora possa parecer uma situação bizarra de ficção científica ou mesmo bíblica, tem sua explicação científica. Acontece quando um pequeno tornado "aspira" os peixes, quer seja de um rio ou do mar, e os transporta para uma nuvem tempestuosa de onde finalmente caem junto a abundantes precipitações.

Tempestades geram grandes redemoinhos e arrasam com tudo o que vêem no seu caminho, por isso é possível que a chuva não seja apenas de peixe como veremos mais adiante.

Na verdade, se eles passaram por uma fase de baixas temperaturas, é possível que eles caiam congelados, mas geralmente caem vivos. 

Afide. Que bichinho é esse?

 No filme "Bugs", você pode ver que a rainha tem um animal de estimação chamado "Aphie". Na vida real, este bichinho é um afide (também conhecido como pulgões) e vivem em harmonia com as formigas, mas não como animais de estimação, mas como "ganado".

Os afídeos consomem a seiva das plantas (que contêm altas quantidades de açúcares) e uma vez metabolizado, excretam melaço. As formigas adoram este melaço e "ordenham" os afídeos para que possam obtê-lo.

Em troca disto, as formigas ao "ordenhá-las" ajudam a limpar os corpos dos afídeos e, mais importante que isso, protegem os pulgões de outros predadores e até constroem "estábulos". 



quinta-feira, 2 de maio de 2024

O que é aritmética?

Aritmética da Emília: literatura, matemática e aprendizagem

A aritmética constitui o campo da Matemática dedicado ao estudo dos números e das operações fundamentais, como adição, subtração, multiplicação e divisão. Na literatura infantil brasileira, Aritmética da Emília, de Monteiro Lobato, publicada em 1935, apresenta esses conteúdos por meio de uma narrativa de aventura, utilizando situações concretas e elementos do universo do Sítio do Picapau Amarelo para aproximar a Matemática da experiência cotidiana e da imaginação infantil.

Na obra, o Visconde de Sabugosa assume a função de mediador do conhecimento e transforma conceitos matemáticos em situações narrativas. O livro aborda algarismos arábicos e romanos, adição, subtração, multiplicação, divisão, frações, números decimais, medidas, tabuada e outros conceitos, recorrendo a objetos e situações concretas para facilitar a compreensão. A utilização de elementos como frutas e objetos do cotidiano cria possibilidades de estabelecer relações entre quantidade, medida, divisão, comparação e representação numérica.

Do ponto de vista pedagógico, a obra pode ser utilizada como recurso interdisciplinar para aproximar literatura e Matemática, demonstrando que o conhecimento matemático pode ser explorado por meio da narrativa, da resolução de problemas, da observação e da experimentação. Situações presentes na história podem ser transformadas em atividades práticas, como dividir objetos em partes para representar frações, organizar quantidades para compreender a multiplicação, comparar medidas ou criar problemas matemáticos a partir dos acontecimentos narrados.

A proposta também contribui para superar a percepção da Matemática como um conhecimento isolado e exclusivamente abstrato. Ao relacionar números e operações a situações narrativas, a aprendizagem pode incorporar linguagem, imaginação, raciocínio lógico, resolução de problemas e interpretação de texto. A literatura passa, assim, a funcionar como mediadora para a construção de conceitos matemáticos e para o desenvolvimento de diferentes formas de pensamento.

A utilização contemporânea de Aritmética da Emília exige, entretanto, contextualização histórica e mediação pedagógica. A obra pertence ao contexto cultural brasileiro da década de 1930 e apresenta representações sociais e raciais que refletem concepções presentes naquele período. A presença de Tia Nastácia e outras representações do universo do Sítio do Picapau Amarelo pode ser trabalhada pedagogicamente como oportunidade para compreender criticamente o contexto histórico da produção literária, distinguindo o conteúdo matemático, o valor literário e as representações sociais presentes na obra.

Nesse sentido, trabalhar um clássico não significa reproduzir de forma acrítica todos os seus elementos, nem retirar a obra do contexto educacional. Significa possibilitar que a criança tenha contato com o patrimônio literário, compreenda seu contexto histórico e desenvolva capacidade de leitura, interpretação e reflexão. A mediação do professor é fundamental para estabelecer essas relações de maneira adequada à faixa etária.

Aritmética da Emília pode, portanto, integrar projetos que articulem literatura, Matemática, história e cultura, utilizando a narrativa como ponto de partida para experiências concretas de aprendizagem. Publicada em 1935, a obra permanece como referência histórica de uma proposta literária que buscou aproximar conteúdos matemáticos do imaginário infantil, podendo ser reinterpretada no contexto pedagógico atual com contextualização, criticidade e intencionalidade educativa.

Aritmética da Emília - Brasil, 1935
Autor: Monteiro Lobato







sábado, 27 de abril de 2024

Nomes indígenas dos estados de Brasil


Pindorama é o nome indígena do Brasil.

Esse roedor é chamado de Jerboa

Encontrado no Deserto de Gobi, na Mongólia e é muito conhecido por seus grandes pulos. Se vistos de lado parecem não têm membros anteriores, mas os possuem em tamanhos reduzidos, já os posteriores são grandes e avantajados.

São justamente esses últimos que permitem esses bichos com cerca de 10cm, pularem mais de 1,8m do chão!



Este é o esqueleto de um ornitorrinco.


Mamífero semiaquático e ovíparo é natural da Austrália e Tasmânia. De hábito crepuscular e/ou noturno, possui um focinho que lembra bico de pato e membranas interdigitais nas patas, como adaptação para a vida em rios e lagos.







Esse é o esqueleto de uma tartaruga.

As costelas da tartaruga estão fundidas à carapaça, que é basicamente parte do seu esqueleto. É por isso que as tartarugas nunca conseguem sair da carapaça.


O cágado Podocnemis expansa está distribuído pela bacia amazônica e ocorre em quase todos os seus afluentes. O esqueleto dos vertebrados é composto de cartilagem e osso e representa o produto de células de três linhagens embrionárias distintas. O crânio é formado por células da crista neural. O conhecimento do critério biológico para a seqüência de formação óssea é de suma importância para o entendimento da ontogenia. Assim, o propósito do presente estudo foi estabelecer etapas normais da formação da seqüência de ossificação dos elementos ósseos do crânio em P. expansa, nos diferentes estágios de desenvolvimento pré e pós-natal. Coletaram-se embriões a partir do 18º dia de incubação natural. Efetuou-se morfometria e os embriões foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos. Neurocrânio: no estágio 19 o basisfenóide e o basioccipital apresentam centro de ossificação; no estágio 20 o supra-occipital e o opistótico, no estágio 21 o exoccipital e somente no estágio 24 o proótico. Dermatocrânio: o esquamosal, o pterigóide e a maxila são os primeiros elementos a iniciar o processo de ossificação, isso ocorre no estágio 16. Mas a maioria desses elementos ósseos apresenta centros de ossificação no estágio 17, são eles: frontal, jugal, pós-orbital, parietal, pré-maxila, pré-frontal, seguido do palatino e quadradojugal no estágio 19 e por último o vômer no estágio 25. O osso quadrado do esplancnocrânio, no estágio 23. Ossificação da mandíbula e aparelho hióide: tanto o dentário, coronóide e o supra-angular apresentam centros de ossificação no estágio 16 e o corpo branquial I no estágio 17. A seqüência e a sincronização da ossificação em P. expansa exibem similaridades, bem como diferenças, quando comparada com outras espécies de Testudines. Fica evidente que mais estudos quantitativos são necessários para documentar a variabilidade natural de formação dos ossos. 

Os ossículos da esclera são pequenas placas ósseas localizadas no globo ocular de muitos vertebrados e diferem em sua morfologia, desenvolvimento e posição dentro de diferentes grupos de vertebrados. Com objetivo de investigar o desenvolvimento, o número, a forma e a disposição dos ossículos da esclera, em Podocnemis expansa coletou-se 15 embriões, a partir do 18º dia de incubação natural e 16 espécimes adultos, pertencentes ao acervo do LAPAS, dos quais foram removidos os globos oculares. Os embriões e os globos oculares foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos. Apurou-se que os ossículos da esclera, nessa espécie de Testudines, possuem forma quadrangular, variam de 10 a 13 com 11,25 ± 0,93 e 11,43 ± 0,81, no olho direito e no olho esquerdo, respectivamente, e ocupam posição fixa, próximos à borda anterior da esclera. Os ossículos se desenvolvem de forma intramembranosa e começam a apresentar centros de ossificação no estágio 21, com dez centros de ossificação no olho direito e oito no olho esquerdo. No estágio 23, todos os ossículos do anel esclerótico aumentam em comprimento e se aproximam dos ossículos adjacentes, formando um anel. No estágio 26 os ossículos da esclera já se apresentam na disposição definitiva. 

Com objetivo de se investigar a seqüência de formação dos elementos ósseos que formam a coluna vertebral, nos diferentes estágios de desenvolvimento pré e pós-natal em Podocnemis expansa, coletaram-se embriões e filhotes, a partir do 18º dia de incubação natural. Efetuou-se morfometria e os embriões e filhotes foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos e cartilagens. A coluna vertebral de P. expansa compreende oito vértebras cervicais, dez vértebras costais, duas vértebras sacrais e vinte vértebras caudais. No estágio 15 as vértebras ainda são constituídas por cartilagem. No estágio 17 a cartilagem começa a ser substituída por osso, e ocorre no sentido crânio-caudal. No estágio 19 todas as vértebras costais apresentam centros de ossificação, além das duas vértebras sacrais. A partir do estágio 20 as vértebras caudais começam a apresentar centros de ossificação. 

O Brasil tem a fauna mais rica de toda a América Central e do Sul, mas a maioria das informações sobre répteis é ainda preliminar. A Podocnemis expansa, conhecida popularmente como tartaruga-da-amazônia, é largamente distribuída pela bacia amazônica e seus afluentes. Com objetivo de investigar a seqüência de formação dos elementos ósseos que formam a carapaça, nos diferentes estágios de desenvolvimento pré e pós-natal, em P. expansa coletaram-se embriões e filhotes recém-nascidos, a partir do 18º dia de incubação natural. Efetuou-se morfometria e os embriões foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos e cartilagens. A carapaça é composta por 8 pares de ossos costais, 11 pares de costelas, 7 ossos neurais, onze pares de ossos periféricos, 1 osso nucal que forma a parte cranial da carapaça, 1 osso supra-pigal e 1 osso pigal que forma a parte caudal da carapaça. No estagio 16 estão presentes centros de ossificação do segundo ao sétimo par de costelas. No estágio 19, iniciam-se expansões ósseas nas costelas mais craniais. Os ossos neurais começam a se ossificar no estágio 20, seguindo do osso nucal no estagio 21. No estágio 23 o primeiro par de ossos periféricos apresentam centros de ossificação. No estágio 26, os ossos supra-pigal e o pigal iniciam o processo de ossificação. A aproximação dos ossos que formam a armadura rígida da carapaça, só ocorre depois de 46 dias da eclosão. 

A Podocnemis expansa é conhecida popularmente como tartaruga-da- Amazônia e é considerada uma das espécies selvagens mais exploradas zootecnicamente. Com objetivo de se investigar a seqüência de formação dos elementos ósseos que formam o plastrão, nos diferentes estágios de desenvolvimento pré e pós-natal, coletaram-se embriões e filhotes, a partir do 18º dia de incubação natural. Efetuou-se biometria e os embriões e filhotes foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos e cartilagens. Os ossos epiplastrão, endoplastrão, hioplastrão, hipoplastrão, xifiplastrão e o mesoplastrão formam o plastrão desse testudines. No estágio 16 observam-se centros de ossificação na grande maioria dos ossos do plastrão. De acordo com a retenção do corante alizarina a seqüência é: primeiro o hioplastrão e o hipoplastrão, depois o endoplastrão, seguido do xifiplastrão e por último o mesoplastrão. O osso epiplastrão mostra-se com centro de ossificação apenas no estágio 20. Todos esses elementos possuem centros de ossificação independentes e se unem posteriormente. O fechamento do plastrão só ocorre depois de sete meses após a eclosão.

Com objetivo de investigar a seqüência de formação dos ossos da cintura peitoral e do membro torácico, nos diferentes estágios de desenvolvimento pré e pós-natal em Podocnemis expansa, coletou-se embriões e filhotes recémnascidos, a partir do 18º dia de incubação natural. Efetuou-se biometria e os embriões e filhotes foram submetidos à técnica de diafanização e coloração dos ossos e cartilagens. O esqueleto do braço (estilopódio) é composto pelo osso úmero e o esqueleto do antebraço (zeugopódio) compreende dois ossos, a ulna e o rádio. O esqueleto da mão (autopódio) é formado pelos ossos: ulnar do carpo (UC), central do carpo 2 (C2), central do carpo 3 (C3), ossos distais do carpo (DCI, DCII, DCIII, DCIV e DCV), pisiforme do carpo (PC), osso intermédio do carpo (IC), 5 ossos metacarpos (MCI, MCII, MCIII, MCIV e MCV) e 14 falanges, duas no primeiro dedo e três em cada um dos demais dedos, cuja fórmula falângica é 2:3:3:3:3. No estágio 19, a escápula, o processo acromial e o coracóide já mostram centros de ossificação. No estágio 16, observaram-se centros de ossificação no osso úmero, seguido pelo osso ulna e, finalmente, o osso rádio. No estágio 23, o IC apresenta centro de ossificação, no estágio 24, toda a fileira distal do carpo apresentou centros de ossificação, exceto do DC V. Ainda nesse estágio também se verificaram centros de ossificação nos UC, CII e CIII. O DCV só mostrou centros de ossificação no início do estágio 25. O PC somente é visto 40 dias após a eclosão. A retenção do corante nos metacarpos ocorre na seguinte ordem: MCIII > MCII = MCIV > MCI > MCV. No estágio 20 torna-se evidente que, em todos os metacarpos, os centros de ossificação progridem em direção às epífises. A seqüência de retenção de corante nas falanges distais (FD) ocorre na ordem: FD III > FD II > FD IV > FD I > FD V. Nas falanges médias (FM): FM III > FM IV > FM II > FM V. E, finalmente, nas falanges proximais (FP): FP I > FP III > FP IV > FP II > FP V. Diferenças e semelhanças na sincronização de ossificação são evidentes entre Podocnemis expansa e as espécies comparadas. Assim, não existe um padrão de osteogênese para todos os Testudines, devido à variação do local inicial de formação óssea e da seqüência de ossificação. 

Com objetivo de investigar a seqüência de formação óssea da cintura pelvina e dos membros pelvinos, nos diferentes estágios de desenvolvimento pré e pós-natal em Podocnemis expansa, coletou-se embriões e filhotes, a partir do 18º dia de incubação natural. Efetuou-se biometria e os embriões foram submetidos à técnica de diafanização com coloração dos ossos e cartilagens. A região do estilopódio é composta pelo osso fêmur, o zeugopódio compreende dois ossos, tíbia e fíbula e o autopódio é formado pelos ossos: intermédio do tarso (IT), fibular do tarso (FT), central do tarso (CT), distais do tarso (DTI, DTII, DT III e DTIV), 5 metatarsos (MtI, MtII, MtIII, MtIV e MtV) e 14 falanges, duas no quinto dedo e três em cada um dos demais dedos, cuja fórmula falângica é 3:3:3:3:2. No estágio 16 o fêmur, tíbia e fíbula apresentam centros de ossificação na diáfise progredindo para as epífises. No estágio 19, os ossos da cintura pelvina mostram centros de ossificação. Nos ossos do tarso o DT I é o primeiro a apresentar centros de ossificação, no início do estágio 24, seguindo com IT, depois o CT e o DT II no final do estágio 24, DT III e DT IV no estágio 25. O FT mostra centro de ossificação no último estágio embrionário, estágio 26. A retenção do corante nos metatarsos ocorre na seguinte ordem: MtIII>MtII=MtIV>MtV>MtI. No estágio 20 torna-se evidente que, em todos os metatarsos, os centros de ossificação progridem em direção às epífises. A seqüência de retenção de corante nas falanges distais (FD) ocorre na ordem: FD V > FD IV > FD III > FD II >FD I. Nas falanges médias (FM): FM III > FM IV > FM II > FM I. Nas falanges proximais (FP): FP V > FP I > FP II > FP III > FP IV. As diferenças e semelhanças na sincronização de ossificação são evidentes entre Podocnemis expansa e as espécies comparadas. Assim, não existe um padrão de osteogênese para os Testudines, devido à variação do local inicial de formação óssea e da seqüência de ossificação.

Percepção multissensorial e criatividade

Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...