Uma das atividades em sala de aula, foi ensinar os pais e filhos a plantarem um girassol. O objetivo era promover a socialização entre as famílias e a conscientização sobre as responsabilidade de se educar. A professora do Maternal, fez um comparativo explicando que ao preparar a terra, plantar e cuidar de uma sementinha, temos o objetivo de colher bons frutos. "Assim é a educação, a responsabilidade de ensinar bem, para termos bons filhos. É plantar nos filhos o bom exemplo". Em seguida os pais receberam tecidos, desenharam a própria família e colaram na colcha de retalhos, formando um verdadeiro painel. "É muito importante a participação ativa dos pais na educação dos seus filhos. A escola é um suporte; a educação é a base familiar. Este é um tempo precioso em família, e ficamos muito felizes em promover esta linda festa".
VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO) NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.
CONTATO: RENATARJBRAVO@GMAIL.COM - PESQUISAS, TECNOLOGIA ASSISTIVA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESDE 2013.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Descobertas sensoriais
Aprender com o Corpo, os Sentidos e a Curiosidade
Na Educação Infantil, cada experiência é uma oportunidade de descoberta. Antes mesmo de dominar a linguagem escrita, as crianças aprendem explorando, observando, tocando, sentindo e experimentando o mundo ao seu redor. Foi com essa proposta que desenvolvemos a atividade "Descobertas Sensoriais", utilizando caixas confeccionadas com materiais reutilizados e preenchidas com diferentes texturas e sensações táteis.
As caixas continham superfícies com características distintas, como áspero, duro, macio e gelado, proporcionando desafios e experiências variadas. A proposta era simples: permitir que as crianças explorassem livremente cada caixa utilizando os pés e as mãos, observando suas reações, expressando sentimentos e compartilhando percepções.
A importância das experiências sensoriais
Os sentidos são as primeiras portas de entrada para a aprendizagem. Quando uma criança toca uma superfície áspera, sente uma textura macia ou percebe uma temperatura diferente, ela está construindo conhecimentos sobre o ambiente e desenvolvendo habilidades fundamentais para seu crescimento.
As experiências sensoriais contribuem para:
O desenvolvimento da percepção tátil;
A ampliação do vocabulário e da linguagem;
A coordenação motora ampla e fina;
O equilíbrio e a consciência corporal;
A concentração e a atenção;
A autonomia e a autoconfiança;
A construção de conceitos científicos básicos relacionados às propriedades dos materiais.
Além disso, atividades desse tipo favorecem a inclusão, pois permitem múltiplas formas de participação e valorizam as diferentes maneiras de perceber o mundo.
Aprender brincando
Ao caminhar sobre as caixas, as crianças observavam cuidadosamente cada sensação. Algumas demonstravam surpresa, outras curiosidade, enquanto muitas expressavam alegria ao descobrir novas texturas.
Esses momentos de exploração são extremamente ricos do ponto de vista pedagógico. A brincadeira deixa de ser apenas entretenimento e se transforma em um processo de investigação, no qual a criança formula hipóteses, faz comparações e constrói significados.
Perguntas simples como:
Qual caixa é mais macia?
Qual parece mais fria?
Em qual você sente mais conforto?
Qual textura é diferente das outras?
estimulam a observação, a comparação e o pensamento crítico desde os primeiros anos de vida.
Sustentabilidade que educa
Um dos aspectos mais interessantes dessa proposta é a utilização de materiais reaproveitados. As caixas foram confeccionadas com materiais simples e acessíveis, demonstrando que recursos pedagógicos de qualidade não precisam ser caros.
Ao reutilizar materiais que poderiam ser descartados, a atividade também promove reflexões sobre sustentabilidade e consumo consciente, aproximando as crianças de práticas responsáveis com o meio ambiente.
Quando a escola transforma resíduos em oportunidades de aprendizagem, ela ensina, na prática, valores importantes para a formação cidadã.
Possibilidades de ampliação
A atividade pode ser enriquecida de diversas formas:
Introdução de novas texturas, como liso, rugoso, pegajoso e fofo;
Exploração de aromas naturais;
Percursos sensoriais maiores;
Caixas temáticas inspiradas na natureza;
Atividades de descrição oral das sensações;
Produções artísticas inspiradas nas descobertas realizadas.
Também é possível adaptar a proposta para crianças com necessidades específicas, respeitando seus tempos, interesses e formas de interação.
Considerações finais
As descobertas sensoriais mostram que aprender pode ser uma experiência simples, divertida e profundamente significativa. Quando oferecemos oportunidades para que as crianças explorem o mundo com todo o corpo, estamos favorecendo o desenvolvimento integral, fortalecendo a curiosidade natural e criando memórias afetivas ligadas ao conhecimento.
Em tempos cada vez mais digitais, proporcionar experiências concretas, táteis e vivenciais torna-se ainda mais importante. Afinal, é através do toque, do movimento, da experimentação e da brincadeira que a infância constrói suas primeiras e mais valiosas aprendizagens.
As mãos exploram, os pés descobrem, os sentidos aprendem e a infância floresce.
Flores que nascem da criatividade: arte com copos descartáveis
A arte tem o poder de transformar o simples em algo extraordinário. Nesta atividade, os alunos confeccionaram lindas flores utilizando copinhos descartáveis, palitos de churrasco e EVA, descobrindo que materiais comuns podem ganhar novos significados quando aliados à criatividade e à imaginação.
A proposta uniu expressão artística, coordenação motora e conscientização ambiental, mostrando que é possível criar, brincar e aprender ao mesmo tempo.
Aprendizagem que Floresce
Durante a construção das flores, as crianças exploraram cores, formas e diferentes possibilidades de criação. Cada detalhe foi pensado e elaborado com dedicação, desenvolvendo habilidades importantes para o processo de aprendizagem.
Além do resultado visual encantador, a atividade estimulou:
Coordenação motora fina;
Criatividade e imaginação;
Atenção e concentração;
Percepção visual;
Planejamento e organização;
Expressão artística.
Sustentabilidade e Consciência Ambiental
Os copinhos descartáveis, muitas vezes utilizados apenas uma vez, ganharam uma nova função por meio da arte. A atividade proporcionou reflexões sobre reaproveitamento de materiais, redução de resíduos e cuidado com o meio ambiente.
Ao perceberem que objetos simples podem ser transformados em algo belo e significativo, os alunos desenvolvem uma visão mais consciente sobre consumo e sustentabilidade.
Atividades Interdisciplinares
Arte
Construção das flores utilizando copinhos descartáveis.
Exploração das cores primárias e secundárias.
Criação de jardins coletivos e painéis decorativos.
Ciências
Estudo das partes da flor e suas funções.
Observação da importância das flores para a polinização.
Conversa sobre preservação ambiental.
Matemática
Contagem de pétalas e materiais utilizados.
Comparação de tamanhos e medidas.
Identificação de formas geométricas presentes na atividade.
Língua Portuguesa
Produção de textos sobre a experiência vivenciada.
Criação de poemas e acrósticos com a palavra "FLOR".
Ampliação do vocabulário relacionado à natureza.
Educação Socioemocional
Desenvolvimento da paciência e da autonomia.
Valorização do próprio trabalho e do trabalho dos colegas.
Estímulo à autoestima por meio da produção artística.
Pequenas Mãos, Grandes Criações
Cada flor produzida representa muito mais do que uma atividade manual. Ela simboliza a capacidade das crianças de criar, imaginar, transformar e aprender. Ao unir arte, natureza e sustentabilidade, a escola proporciona experiências significativas que despertam a curiosidade, fortalecem valores e cultivam o respeito pelo mundo ao nosso redor.
Assim, entre cores, pétalas e sorrisos, florescem também conhecimentos, atitudes e memórias que acompanharão os alunos por toda a vida.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Baleia de bexiga
Atividade: A Baleia de Farinha
Autora: Renata Bravo
Materiais:
1 bexiga (azul ou branca de preferência)
Farinha de trigo
Funil
Canetinha/pilot para desenhar o rosto da baleia
Passo a Passo:
Coloque o funil no bocal da bexiga.
Encha com farinha até ficar firme, lembrando que a baleia é grande e cheia de vida.
Dê um nó na bexiga.
Com o pilot, desenhe o rostinho da baleia: olhos, boca e até o jato d’água se quiser.
(Opcional) Cole barbatanas feitas de papel ou EVA.
Reflexão / História:
Observar baleias no oceano exige paciência, foco e persistência.
Muitas vezes, como o menino da história, ficamos distraídos com outras coisas e perdemos o que mais queríamos ver.
A baleia aqui representa nossos sonhos: eles podem parecer distantes, mas se mantivermos os olhos fixos, com paciência e fé, conseguiremos alcançá-los.
Mensagem para os alunos:
Assim como esperar pela baleia exige atenção e paciência, na vida precisamos ter calma e perseverança para realizar nossos objetivos.
Desdobramentos:
Educação Infantil: usar a baleia como brinquedo sensorial (amassar a bexiga é relaxante).
Ensino Fundamental: escrever uma pequena redação ou desenhar "meu sonho-baleia" e colar no mural da sala.
Roda de conversa: "Qual é a sua baleia?" (o que cada criança sonha em alcançar).
A Espera da Baleia
Autora: Renata Bravo
Materiais:
1 bexiga (azul ou branca de preferência)
Farinha de trigo
Funil
Canetinha/pilot para desenhar o rosto da baleia
Passo a Passo:
Coloque o funil no bocal da bexiga.
Encha com farinha até ficar firme, lembrando que a baleia é grande e cheia de vida.
Dê um nó na bexiga.
Com o pilot, desenhe o rostinho da baleia: olhos, boca e até o jato d’água se quiser.
(Opcional) Cole barbatanas feitas de papel ou EVA.
Reflexão / História:
Observar baleias no oceano exige paciência, foco e persistência.
Muitas vezes, como o menino da história, ficamos distraídos com outras coisas e perdemos o que mais queríamos ver.
A baleia aqui representa nossos sonhos: eles podem parecer distantes, mas se mantivermos os olhos fixos, com paciência e fé, conseguiremos alcançá-los.
Mensagem para os alunos:
Assim como esperar pela baleia exige atenção e paciência, na vida precisamos ter calma e perseverança para realizar nossos objetivos.
Desdobramentos:
Educação Infantil: usar a baleia como brinquedo sensorial (amassar a bexiga é relaxante).
Ensino Fundamental: escrever uma pequena redação ou desenhar "meu sonho-baleia" e colar no mural da sala.
Roda de conversa: "Qual é a sua baleia?" (o que cada criança sonha em alcançar).
A Espera da Baleia
(Conto que pode ser narrado enquanto as crianças fazem a atividade da baleia de bexiga cheia de farinha)
Cena 1 – A Janela e o Mar
Era uma tarde tranquila. O menino estava sentado diante da janela, olhando o mar sem piscar. Ele tinha um sonho: ver uma baleia.
As ondas iam e vinham… um pelicano passou voando, as nuvens formavam castelos, navios e até rosas. Mas o menino não queria se distrair: seu coração esperava pela baleia.
Cena 2 – A Paciência
O tempo passava e o menino sentia vontade de olhar para outras coisas… mas ele lembrava:
— “Se eu tirar os olhos do mar, a baleia pode passar e eu não vou vê-la!”
A baleia era como um sonho escondido no fundo do coração: só quem espera com paciência consegue enxergar.
Cena 3 – A Baleia Aparece
De repente, o mar se agitou… uma grande sombra azul surgiu.
O menino se levantou, o coração batia forte…
— “É ela! A baleia veio!”
A baleia saltou, enorme e maravilhosa, e lançou um jato de água para o céu, como um presente.
Cena 4 – A Lição da Baleia
O menino sorriu e pensou:
— “Valeu a pena esperar. A baleia é como os sonhos da vida: se eu tiver paciência e não desistir, eles vão aparecer.”
(Ilustração: menino feliz, olhando a baleia que nada tranquila no mar)
Atividade Manual: A Baleia de Farinha
Depois da história, cada criança vai criar sua própria baleia:
Encher a bexiga com farinha usando o funil.
Dar um nó.
Desenhar o rostinho da baleia com canetinha.
(Opcional) Colar barbatanas de papel ou EVA.
Complemento Criativo:
Cada aluno pode escrever/desenhar em uma folha:
“Qual é a minha baleia?” (um sonho que deseja realizar).
Depois, colar tudo em um mural chamado:
O Mar dos Sonhos
Cena 1 – A Janela e o Mar
Era uma tarde tranquila. O menino estava sentado diante da janela, olhando o mar sem piscar. Ele tinha um sonho: ver uma baleia.
As ondas iam e vinham… um pelicano passou voando, as nuvens formavam castelos, navios e até rosas. Mas o menino não queria se distrair: seu coração esperava pela baleia.
Cena 2 – A Paciência
O tempo passava e o menino sentia vontade de olhar para outras coisas… mas ele lembrava:
— “Se eu tirar os olhos do mar, a baleia pode passar e eu não vou vê-la!”
A baleia era como um sonho escondido no fundo do coração: só quem espera com paciência consegue enxergar.
Cena 3 – A Baleia Aparece
De repente, o mar se agitou… uma grande sombra azul surgiu.
O menino se levantou, o coração batia forte…
— “É ela! A baleia veio!”
A baleia saltou, enorme e maravilhosa, e lançou um jato de água para o céu, como um presente.
Cena 4 – A Lição da Baleia
O menino sorriu e pensou:
— “Valeu a pena esperar. A baleia é como os sonhos da vida: se eu tiver paciência e não desistir, eles vão aparecer.”
(Ilustração: menino feliz, olhando a baleia que nada tranquila no mar)
Atividade Manual: A Baleia de Farinha
Depois da história, cada criança vai criar sua própria baleia:
Encher a bexiga com farinha usando o funil.
Dar um nó.
Desenhar o rostinho da baleia com canetinha.
(Opcional) Colar barbatanas de papel ou EVA.
Complemento Criativo:
Cada aluno pode escrever/desenhar em uma folha:
“Qual é a minha baleia?” (um sonho que deseja realizar).
Depois, colar tudo em um mural chamado:
O Mar dos Sonhos
Tubarão de copinho descartável
Material: Copinho descartável azul, eva ou cartolina azul, eva branca para os dentes e vermelha para a língua, olhinhos
As tartarugas terrestres, também conhecidas como jabutis, são importantes para o ecossistema por vários motivos, incluindo:
Dispersão de sementes
As tartarugas são bio-engenheiras que ajudam na dispersão e germinação de sementes, contribuindo para a manutenção de um terreno saudável e variado.
Restauração de ecossistemas
A redução da população de tartarugas pode levar a mudanças na vegetação e até à extinção de outras espécies.
Catadoras de lixo
As tartarugas são ótimas catadoras, comendo peixes mortos de rios e lagos.
Lar para outras espécies
Os buracos cavados pelas tartarugas gopher são lar para mais de 350 espécies, como corujas-buraqueiras, lebres e linces.
No Brasil, além das tartarugas terrestres, também existem as tartarugas marinhas e as tartarugas que vivem na água e na terra, conhecidas como cágados.
Ararinhas de garrafa pet, guache e cola
Faça uma mistura de guache com cola e coloque no interior das garrafinhas, para que as crianças possam sacudir, fixando a mistura.
Depois é só enfeitar com penas, olhinhos e triângulos para o bico.
Transformando a garrafa pet em um macaco e uma coruja
A Arte se configura como uma ferramenta educativa porque desempenha a
função de social, e também psíquica, para o desenvolvimento das Funções Psíquicas
Superiores das crianças.
A arte pode ser desenvolvida como uma ação educativa com intencionalidade, sendo assim,
assume-se como mediadora do processo de formação humana das crianças.
Sobre o macaco:
Participam da cadeia alimentar e ajudam a manter as florestas saudáveis.
Papel na cadeia alimentar
Os macacos se alimentam de frutos, sementes, flores, raízes, folhas, insetos, ovos e pequenos vertebrados.
Eles também atuam como agentes dispersores de sementes, contribuindo para a restauração das florestas.
Os macacos se alimentam de frutos, sementes, flores, raízes, folhas, insetos, ovos e pequenos vertebrados.
Eles também atuam como agentes dispersores de sementes, contribuindo para a restauração das florestas.
Papel na manutenção das florestas
Os macacos modificam o habitat ao quebrarem galhos, cavarem o solo e removerem cascas de árvores.
Essas atividades criam microhabitats que beneficiam outras espécies, promovendo a diversidade de organismos na floresta.
Os macacos modificam o habitat ao quebrarem galhos, cavarem o solo e removerem cascas de árvores.
Essas atividades criam microhabitats que beneficiam outras espécies, promovendo a diversidade de organismos na floresta.
Para ajudar a proteger os macacos e o equilíbrio ecológico, é possível:
Denunciar o tráfico de animais silvestres
Promover a educação ambiental
Apoiar projetos de pesquisa que visem a preservação do meio ambiente
Não alimentar os macacos em seu habitat natural.
Denunciar o tráfico de animais silvestres
Promover a educação ambiental
Apoiar projetos de pesquisa que visem a preservação do meio ambiente
Não alimentar os macacos em seu habitat natural.
Sobre a coruja:
Ajudam a controlar a população de roedores e insetos, que podem ser nocivos ao homem.
Como as corujas contribuem para o equilíbrio ecológico?
As corujas são predadoras eficientes, que ajudam a manter o equilíbrio ecológico.
A presença de corujas em uma área pode indicar que o ambiente é saudável e equilibrado.
As corujas ajudam a prevenir infestações de roedores e insetos, que podem prejudicar as plantações e outras espécies de plantas.
As corujas ajudam a diminuir a transmissão de doenças de roedores para os humanos.
As corujas são predadoras eficientes, que ajudam a manter o equilíbrio ecológico.
A presença de corujas em uma área pode indicar que o ambiente é saudável e equilibrado.
As corujas ajudam a prevenir infestações de roedores e insetos, que podem prejudicar as plantações e outras espécies de plantas.
As corujas ajudam a diminuir a transmissão de doenças de roedores para os humanos.
O que as corujas comem?
As corujas comem pequenos roedores, lagartos, sapos, cobras, peixes, coelhos, pássaros, esquilos e insetos.
As corujas comem pequenos roedores, lagartos, sapos, cobras, peixes, coelhos, pássaros, esquilos e insetos.
Como as corujas se abrigam?
A maioria das corujas se abriga em cavernas, galhos de árvores, buracos e tocas cavadas no chão, torres de igrejas, telhados e forros de casas velhas.
A maioria das corujas se abriga em cavernas, galhos de árvores, buracos e tocas cavadas no chão, torres de igrejas, telhados e forros de casas velhas.
Arte na Educação Infantil e o desenvolvimento das funções psíquicas superiores
O espontaneísmo das vivências artísticas e a utilização
da Arte são um suporte para outras áreas de conhecimento consideradas mais importantes
em nossa sociedade.
Uma educação para a Arte deve promover o desenvolvimento de
Funções Psíquicas Superiores em seus mais elevados graus de consciência para, assim,
promover igualmente a objetivação das aprendizagens de todas as crianças, sem
distinção.
Habilidades mentais complexas que se desenvolvem com a interação social e cultural, e que envolvem o uso de linguagem, símbolos e ferramentas. Exemplos: memória, consciência, percepção, atenção, fala, pensamento, vontade, formação de conceitos, emoção.
As FPS se organizam em sistemas funcionais que têm como objetivo organizar a vida mental de um indivíduo no seu meio.
Segundo Vygotsky, as FPS se desnvolvem gradualmente a partir das funções mentais inferiores, como a percepção, a memória e a atenção. A formação das FPS são resultados da internalização mediada pela cultura. A aprendizagem e o desenvolvimento estão inter-relacionados, e a atuação de outros membros do grupo social é fundamental para o desenvolvimento do indivíduo.
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