VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM. É ARTE!
Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Cápsulas de café expresso
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Atividade para o dia da Bandeira Nacional
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Carro de fórmula 1
HISTÓRIA E ORGANIZAÇÃO
A Fórmula 1 (F1) é a principal categoria do automobilismo internacional e reúne equipes, pilotos e fabricantes em competições realizadas em diferentes circuitos do mundo. A categoria é estruturada por um conjunto específico de regulamentos técnicos, esportivos e financeiros que define as características dos carros, as condições de competição e os procedimentos dos campeonatos.
O termo “fórmula” refere-se ao conjunto de regras que estabelece os parâmetros que devem ser seguidos pelas equipes e pelos carros participantes. O número “1” identifica a categoria principal dentro da estrutura internacional do automobilismo de monopostos.
A Fórmula 1 foi oficialmente estabelecida em 1950, a partir da organização de um campeonato mundial para unificar competições de Grandes Prêmios sob um regulamento comum. O primeiro Grande Prêmio do Campeonato Mundial de Fórmula 1 foi realizado em 13 de maio de 1950, no circuito de Silverstone, na Inglaterra. A prova foi vencida pelo piloto italiano Nino Farina, conduzindo um Alfa Romeo.
A regulamentação esportiva e técnica da Fórmula 1 é estabelecida no âmbito da Fédération Internationale de l'Automobile (FIA), entidade internacional responsável pela regulamentação de diversas modalidades do automobilismo. A FIA define normas relacionadas à segurança, características técnicas dos veículos, procedimentos esportivos, licenciamento e organização das competições.
A Fórmula 1 constitui, portanto, uma modalidade esportiva de elevada complexidade técnica, na qual desempenho, engenharia, estratégia, preparação física, comunicação e trabalho coletivo estão diretamente relacionados ao desenvolvimento das equipes e à realização das provas.
Projeto de ciências com crianças do 6º ano
CONSTRUÇÃO DE CARRINHOS COM MATERIAIS REAPROVEITADOS
Projeto interdisciplinar destinado a estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental, utilizando a construção de carrinhos-brinquedo como recurso experimental para abordar conceitos de Ciências, Física, tecnologia, sustentabilidade e educação ambiental. A proposta consiste na elaboração de protótipos funcionais utilizando materiais reaproveitados, possibilitando aos estudantes investigar, na prática, relações entre força, movimento, massa, atrito, equilíbrio, velocidade, energia e estrutura.
A atividade inicia-se com a pesquisa sobre o funcionamento de veículos e os princípios básicos envolvidos no deslocamento de um objeto sobre uma superfície. Em seguida, os estudantes identificam materiais disponíveis para reutilização, como papelão, embalagens, tampinhas plásticas, palitos, canudos, CDs ou outros componentes adequados, planejando a estrutura do carrinho e definindo os mecanismos necessários para seu funcionamento.
Durante a construção, os grupos devem testar diferentes configurações de rodas, eixos, dimensões e distribuição de massa, registrando as alterações realizadas e observando seus efeitos sobre o movimento. A experimentação permite comparar os protótipos e formular hipóteses sobre fatores que favorecem ou dificultam o deslocamento.
A etapa de testes pode ser realizada em uma pista previamente demarcada, mantendo condições semelhantes para os diferentes grupos. Os estudantes podem observar distância percorrida, tempo de deslocamento, estabilidade e comportamento do carrinho, organizando os resultados em tabelas e representações gráficas. O objetivo não é apenas construir um brinquedo, mas utilizar o protótipo como instrumento de investigação científica.
A dimensão ambiental está presente na seleção e reutilização de materiais que poderiam ser descartados. A proposta permite discutir redução de resíduos, reutilização, consumo consciente, ciclo de vida dos materiais e criatividade aplicada à sustentabilidade, demonstrando que objetos cotidianos podem adquirir novas funções por meio do planejamento e da transformação.
O projeto também desenvolve planejamento, resolução de problemas, trabalho colaborativo, comunicação científica, raciocínio lógico, criatividade e capacidade de avaliar resultados a partir da observação e da experimentação.
Produto final: protótipo de carrinho construído com materiais reaproveitados, acompanhado de registro do processo de desenvolvimento, hipóteses, testes, resultados e conclusões.
Síntese: a construção de carrinhos transforma materiais reutilizados em modelos experimentais capazes de aproximar ciência, tecnologia e sustentabilidade. Ao construir, testar, modificar e comparar seus protótipos, os estudantes compreendem conceitos científicos por meio da experiência prática e do método investigativo.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Jogo pedagógico com caixas de ovos e tampinhas
Borboletas
ATIVIDADE ARTÍSTICA: BORBOLETAS COM PAPEL CREPOM E ARAME
Atividade de construção de borboletas utilizando papel crepom e arame, com enfoque em expressão artística, coordenação motora, percepção visual, composição e reutilização criativa de materiais. A proposta consiste na modelagem de uma estrutura simples em arame para representar o corpo e a sustentação das asas, seguida da aplicação e modelagem do papel crepom para criar volume, textura, movimento e variações de cor.
O desenvolvimento da atividade envolve planejamento da forma, manipulação dos materiais, dobradura, torção, recorte e composição das asas. A escolha das cores e a organização dos elementos permitem explorar simetria, contraste, proporção e equilíbrio visual, enquanto a modelagem do arame favorece precisão e coordenação motora fina.
A atividade pode ser ampliada com uma breve observação da anatomia das borboletas, abordando corpo, asas, antenas, simetria bilateral e diversidade de padrões encontrados na natureza. Dessa forma, a produção artística estabelece uma relação interdisciplinar entre Arte, Ciências e educação ambiental, utilizando a borboleta como referência para observar formas e estruturas presentes no ambiente natural.
Materiais: papel crepom de diferentes cores, arame maleável, tesoura, cola ou fita adesiva e materiais complementares para acabamento.
Produto final: borboletas tridimensionais confeccionadas manualmente, podendo ser utilizadas em instalações, painéis, cenários, exposições ou atividades de educação ambiental.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Percepção multissensorial e criatividade
Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...
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