VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
domingo, 18 de janeiro de 2026
Jogadores de futebol
Frida Kahlo, Van Gogh, Salvador Dalí e Dom Quixote:
A coragem de ver o mundo além do óbvio
Frida Kahlo, Vincent van Gogh, Salvador Dalí e Dom Quixote pertencem a tempos, linguagens e contextos diferentes, mas dialogam profundamente entre si pela coragem de enxergar o mundo para além do que é visível. Cada um, à sua maneira, rompeu com padrões impostos e transformou dor, sonho e imaginação em expressão criativa.
Frida Kahlo pintou a si mesma porque conhecia profundamente a própria dor. Seu corpo ferido tornou-se território de identidade, resistência e afirmação. Assim como Dom Quixote, Frida recusou aceitar a realidade apenas como ela se apresentava: ambos reinventaram o mundo a partir de suas vivências internas. Dom Quixote via gigantes onde havia moinhos; Frida via símbolos, raízes e sentimentos onde muitos viam apenas sofrimento.
Van Gogh, com suas cores intensas e pinceladas inquietas, revelou emoções que não cabiam em palavras. Sua arte nasce da sensibilidade extrema, da solidão e da busca por sentido — sentimentos que também acompanham Dom Quixote em sua jornada. Ambos foram incompreendidos em seu tempo, mas permaneceram fiéis ao que acreditavam, mesmo quando o mundo os considerava loucos.
Salvador Dalí, por sua vez, levou o sonho ao centro da realidade. Assim como Dom Quixote, dissolveu fronteiras entre o real e o imaginário. Relógios derretidos, paisagens impossíveis e figuras oníricas lembram que a mente humana é capaz de criar universos próprios. Dalí faz na pintura o que Cervantes fez na literatura: questiona o que é verdade e o que é ilusão.
Dom Quixote une todos eles como símbolo do artista e do sonhador. Ele representa aquele que ousa enfrentar o mundo com imaginação, idealismo e coragem, mesmo sabendo que pode fracassar. Frida, Van Gogh e Dalí também foram quixotescos: lutaram contra convenções, desafiaram normas estéticas e defenderam sua visão única de mundo.
Assim, esses quatro nomes nos ensinam que arte e literatura não servem apenas para reproduzir a realidade, mas para revelar verdades interiores, provocar reflexão e lembrar que sonhar, sentir profundamente e imaginar são atos de resistência.
Uma maneira divertida de exercitar as habilidades motoras finas e a coordenação olho-mão! Apenas uma maçã feita de papelão com alguns furos e barbante! Super fácil de fazer e um brinquedo que você pode manter na sala de jogos!
Flores de Papel: arte, criatividade e cenografia ao alcance das mãos
Capoeira e berimbau: o som que guia a capoeira
A capoeira é uma excelente atividade física e de uma riqueza sem precedentes para ajudar na formação integral do aluno. Ela atua de maneira direta sobre a criança, nos aspectos cognitivo, afetivo e psicomotor.
A sua riqueza está nas várias formas de ser contemplada na escola, onde o aluno, através de sua prática ordenada, poderá assimilá-la e, assim, atuar nas linhas com as quais mais se identificar.
Socialmente, é muito rica, pois a criança está sempre brincando, se desenvolvendo e ajudando o amigo a crescer.
Por meio dos movimentos rápidos da capoeira, é possível controlar a agressividade e proporcionar harmonia entre o corpo e a mente
Coordenação motora
A capoeira usa todo o corpo, o que ajuda a desenvolver a coordenação motora
A capoeira ajuda a melhorar o equilíbrio, a flexibilidade e a agilidade
A capoeira ajuda a desenvolver a percepção corporal
Autoconfiança
A capoeira ajuda a superar a timidez e a desenvolver confiança
A capoeira ajuda a desenvolver a autoconfiança na realização dos movimentos
Pensamento crítico
A capoeira ajuda a desenvolver o pensamento crítico
A capoeira ajuda a desenvolver a capacidade de resposta rápida diante de cada situação
Convivência e respeito
A capoeira ensina a conviver e a respeitar o próximo
A capoeira promove a igualdade das relações
Saúde
A capoeira pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade
A capoeira pode ajudar a dar coragem e controle emocional
A capoeira pode ajudar a prevenir doenças e a manter o bom funcionamento corporal
A capoeira também pode envolver aspectos lúdicos, artísticos, estéticos e musicais
Agogô
Instrumentos musicais que vão acrescentar motivação à prática da capoeira.
Berimbau: o som que guia a capoeira
O berimbau é um instrumento musical simples na forma, mas riquíssimo em significado cultural. Ele é o coração da capoeira, responsável por marcar o ritmo, orientar os movimentos e definir o estilo do jogo.
O que é o berimbau?
O berimbau é um instrumento de corda percutida, tradicional da cultura afro-brasileira. Apesar de sua aparência simples, ele exige técnica, sensibilidade e escuta atenta para ser tocado.
Do que ele é feito?
O berimbau é composto basicamente por:
Um pedaço de pau (verga), geralmente feito de biriba
Um pedaço de arame, normalmente reaproveitado de pneus
Uma cabaça, que funciona como caixa de ressonância
Uma baqueta (vareta de madeira)
Um dobrão ou pedra, usado para variar os sons
Um caxixi, pequeno chocalho que acompanha o toque
Essa combinação mostra como a criatividade e o reaproveitamento de materiais sempre estiveram presentes na cultura popular.
Berimbau e capoeira
Na roda de capoeira, o berimbau comanda tudo:
Define o ritmo do jogo
Indica se o jogo será mais lento ou mais rápido
Organiza a entrada e saída dos jogadores
Existem diferentes tipos de toque e até diferentes tipos de berimbau (gunga, médio e viola), cada um com sua função na roda.
Usado também por músicos
Embora seja símbolo da capoeira, o berimbau também é usado por músicos em diversos estilos, como:
Música popular brasileira (MPB)
Jazz
Trilhas sonoras
Música experimental
Seu som único, metálico e profundo chama atenção e traz identidade brasileira às composições.
Mais que um instrumento
O berimbau é mais do que um instrumento musical. Ele representa:
Resistência cultural
Herança africana no Brasil
Criatividade popular
Educação por meio da música e do corpo
Ensinar sobre o berimbau é valorizar a história, a cultura e a diversidade do nosso país.
sábado, 17 de janeiro de 2026
O avião: um sonho que ganhou asas
Performance Percussiva com Palmas e Estalar dos Dedos
Educação Infantil: aprender com o corpo e o brincar
Na Educação Infantil, o corpo é a principal ferramenta de aprendizagem. É por meio do movimento, do som e da brincadeira que a criança se expressa, se comunica e constrói conhecimento. Nesse contexto, a performance percussiva com palmas e estalar dos dedos se apresenta como uma prática simples, acessível e extremamente rica pedagogicamente.
O corpo como instrumento de descoberta
Antes de qualquer instrumento musical, a criança descobre que pode produzir sons com o próprio corpo. Palmas e estalos fazem parte do cotidiano infantil e, quando intencionalmente explorados, ajudam a criança a:
Perceber ritmo e tempo
Reconhecer o silêncio como parte da música
Desenvolver coordenação motora
Ampliar a escuta e a atenção
Tudo isso acontece de forma natural, respeitando o tempo e o jeito de cada criança.
Aprender brincando, aprender em grupo
As atividades rítmicas com palmas e estalos favorecem:
A socialização e o trabalho coletivo
O respeito à vez do outro
A concentração e a memória
A expressão corporal e emocional
A criança aprende que o som do grupo depende da escuta e da cooperação.
Uma prática alinhada à BNCC
Essa proposta dialoga diretamente com os Campos de Experiência da BNCC, especialmente:
Corpo, gestos e movimentos
Traços, sons, cores e formas
O eu, o outro e o nós
Escuta, fala, pensamento e imaginação
A música corporal amplia vivências sensoriais e estéticas, essenciais na infância.
Como desenvolver em sala de aula
O trabalho pode acontecer em pequenos momentos do dia:
Exploração livre de sons com as mãos
Jogos de imitação rítmica
Criação coletiva de sequências simples
Organização de uma pequena performance
Vivência e apreciação, sem cobranças ou correções
O foco está no processo, não no resultado final.
Sustentável, inclusiva e acessível
Por não exigir materiais, essa prática:
Pode ser realizada em qualquer espaço
Inclui todas as crianças
Valoriza o corpo e o brincar
Reforça uma educação sensível e sustentável
É música feita com o que a criança já tem: ela mesma.
Considerações finais
A performance percussiva com palmas e estalar dos dedos mostra que educar é criar oportunidades de expressão, escuta e movimento. Gestos simples se transformam em experiências significativas quando a escola reconhece o corpo da criança como lugar de aprendizagem.
Um convite para que a música esteja presente na rotina escolar de forma viva, lúdica e respeitosa com a infância.









































