VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM É ARTE!
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025
O som é um dos principais veículos de comunicação utilizado pelos animais.
O som emitido por um vulcão antes de entrar em erupção é semelhante ao de um trombone, mas em uma escala muito maior
A erupção do vulcão Krakatoa, em 1883, foi o som mais alto já registrado na história. O barulho atingiu o pico de 172 decibéis, muito acima do limite sonoro humano para dor, que é de 130 decibéis. O som foi ouvido a cinco mil quilômetros de distância e circulou a Terra cinco vezes.
Em 2022, a erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga, na ilha de Tonga, foi o som mais alto já ouvido no planeta em 139 anos
O som da neve
OS CIENTISTAS descobriram que, quando neva, cada floco ao cair na água emite um som imperceptível ao ouvido humano. Esse som é como o de uma sirene de carro de bombeiros, que quanto mais se aproxima, mais alto fica e, depois que passa, aos poucos não se ouve mais — tudo isso em dez milésimos de segundo.
A revista New Scientist explica que quando o floco de neve flutua na água não há quase nenhum som. Mas quando ele começa a derreter, a água é sugada por ação capilar. E é possível que nesse processo, o floco de neve libere bolhas de ar ou que elas fiquem presas por causa da água que sobe. A bolha vibra ao tentar se adaptar ao ambiente e com essa vibração envia ondas sonoras, parecidas com o som de um sino tocando — mas em um tom bem, bem mais alto.
Os sons da Mata Atlântica incluem os cantos de aves e o coaxo de anfíbios:
Cantos de aves
O sabiá-una, o capitão-de-saíra, a borralhara, o araponga, o surucuá-variado, o chocão-carijó, o arapaçu-de-garganta-branca, o gavião-pega-macaco, o saracura-do-mato e o tangará-dançador
Coaxo de anfíbios
A rãzinha-verrucosa, um anfíbio exclusivo da Mata Atlântica, que habita o chão das florestas e se esconde entre folhas, sob troncos, raízes e pequenas tocas
Outros sons da Mata Atlântica incluem os sons dos saguis e da coruja-listrada.
A Mata Atlântica é um dos ecossistemas com maior biodiversidade do planeta. No entanto, o desmatamento é a principal ameaça à Mata Atlântica, levando à perda de biodiversidade e a um grande número de espécies ameaçadas de extinção.
Dos biomas ao Papel: reciclagem de papel e proteção dos biomas
A reciclagem de papel é importante para a preservação das florestas porque reduz a necessidade de extrair matérias-primas, como árvores, para a produção de papel:
- A cada tonelada de papel reciclado, estima-se que cerca de 17 a 20 árvores sejam salvas.- Reduz a poluição do ar e da água.
- Contribui para a mitigação das mudanças climáticas.
- Consome menos água e energia do que a produção de papel a partir de matérias-primas virgens.
- Gera empregos na cadeia produtiva da reciclagem.
- Promove a economia circular, que transforma resíduos em novos produtos.
O Brasil é um dos maiores produtores de papel do mundo, mas ainda há muito a ser feito para aumentar a reciclagem.
Canto da Amazônia: Uirapuru e a Amazônia
Lendas
A lenda do uirapuru conta a história de Quaraçá, um jovem índio apaixonado por Anahí, uma índia casada com o cacique da tribo. Por ser um amor proibido, Quaraçá pediu a Tupã para ser transformado em pássaro e, assim, poder cantar para Anahí.
Obra de Villa-Lobos
A obra Uirapuru de Villa-Lobos foi inspirada em uma lenda indígena em que o uirapuru é flechado no coração por uma moça que se apaixona pelo seu canto.
Espécie
O uirapuru-verdadeiro (Cyphorhinus aradus) é uma espécie de ave que pode ser encontrada em quase toda a Amazônia brasileira, exceto no alto Rio Negro e na região oriental do Rio Tapajós.
Características
O uirapuru é um pássaro exclusivo da floresta amazônica que vive sozinha ou em casais. No período reprodutivo, o casal constrói o ninho com folhas secas.
Status de conservação
Não há dados estatísticos confiáveis sobre a situação de conservação do uirapuru, uma vez que o último levantamento publicado foi em 2008.
Dentre as várias espécies chamadas de uirapuru, uma é tida como a verdadeira e, portanto, é chamada de uirapuru-verdadeiro (Cyphorhinus aradus). Trata-se de uma ave pequenina, medindo cerca de 10 centímetros, cujas penas variam entre os tons avermelhados e o marrom claro. Possui pés grandes e bico vigoroso e na cabeça traz manchas brancas, bem próximas aos olhos.
O uirapuru é nativo da América do Sul, presente, principalmente, em florestas e várzeas. Pode ser encontrado nos seguintes lugares: Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil. No nosso país, ele se faz presente em quase toda a Amazônia. Tanto pode viver sozinho, formar casais ou viver juntamente com outras espécies de pássaros, o que leva o caboclo a achar que seu canto melodioso é o responsável por atrair bandos de aves, mas, segundo pesquisas, ele se une a outros pássaros à cata de alimentos. Possui voos curtos, vivendo numa área limitada. Constrói seu ninho com raízes e folhas e o esconde em meio à folhagem.
Embora pareça uma ave bem comum, de plumagem bastante simples, o uirapuru está entre os pássaros que possuem um dos mais belos cantos, sendo a avezinha, inclusive, apelidada de corneta ou músico da mata. Seu canto melodioso só pode ser ouvido durante cerca de15 dias por ano, ao amanhecer ou entardecer, durante 5 a 10 minutos, enquanto trabalha na construção de um ninho para atrair a fêmea. Ele pode apresentar até sete cantos diferenciados. Macho e fêmea são dotados do belo canto, embora o macho cante melhor. O belo trinado da ave não se assemelha ao de nenhuma outra. Por isso, segundo reza uma lenda, todas as aves emudecem para ouvi-lo.
O uirapuru é um pássaro que se movimenta com muita rapidez pelo solo ou entre as folhagens, com seus pés grandes e plumagem colorida. Trata-se de uma avezinha muito agitada. Aprecia as florestas tropicais, onde se alimenta de frutas e de pequenos insetos. Muitos acreditam que ele se alimenta melhor por ocasião das estações chuvosas, época em que as formigas deixam os formigueiros para atacarem os animais rasteiros, fazendo a festa da passarada.
Existem muitas superstições envolvendo o uirapuru, que durante muito tempo teve um lugar privilegiado em nosso país, mas que hoje se encontra quase que totalmente esquecido. Eis algumas:
Aquele que obtiver uma pena terá muita sorte na vida.
Quem conseguir um pedaço de seu ninho terá o amor da pessoa amada pelo resto da vida.
Quem ouvir seu canto deverá fazer um pedido imediatamente, e será atendido.
Guardar qualquer parte da ave traz sorte nos negócios.
A companhia de um uirapuru empalhado traz muita sorte na vida e, especialmente, no amor.
Mitos de mau gosto, especialmente os dois últimos, e de extrema gravidade, pois têm sido responsáveis pela extinção da ave, ao lado do desmatamento.
Lenda sobre o uirapuru
Certa vez um jovem e valente guerreiro acabou se apaixonado pela esposa de um grande cacique, mas como não podia se aproximar dela, fez um pedido a Tupã, que não exatamente um Deus, mas sim uma manifestação divina representada pelo trovão, que transformou o jovem guerreiro num pássaro chamado Uirapuru e assim a noite ele se aproximava de sua amada e cantava para ela.
Entretanto, seu maravilhoso canto também chamou a atenção do cacique, que fascinado ficou e assim certo dia perseguiu o Uirapuru para capturá-lo e desta forma obter a canção somente pra ele, mas o pássaro rapidamente se escondeu em meio à escuridão da floresta e foi por lá que o cacique acabou se perdendo e desaparecendo. Assim Uirapuru, continuou a cantar para sua amada na esperança de que um dia ela percebesse o grande amor do jovem guerreiro. O mito transformou o Uirapuru num amuleto, e onde ele canta proporciona felicidade no amor e também boa caça e fartura.
Para ensinar biomas na educação infantil, você pode:
Adequar à realidade: Trazer informações sobre o bioma da cidade, como formas de exploração dos recursos naturais, atividades de sustentabilidade e práticas de preservação.
A pesca predatória coloca em risco a sustentabilidade da vida marinha
Não é de hoje que esse tema tem sido constantemente abordado pela dimensão do prejuízo causado ao sistema ambiental em todos os aspectos. Mesmo assim a inércia das autoridades é mais preocupante ainda. A falta de politica pública, e o descaso assustam, a cada ano quando observamos as espécies desaparecerem mais rápido do que o previsto. Pesca predatória é aquela que retira do meio ambiente, mais do que ele consegue repor, diminuindo a população de peixes e mesmo de plantas do ecossistema. A pesca predatória tem consequências desastrosas, podendo limitar a produtividade pesqueira, quer seja do ponto de vista biológico, quer econômico. Dentre as atividades realizadas de forma ilegal.
A pesca predatória tem várias consequências negativas para o meio ambiente e para a vida das pessoas, incluindo:
Desequilíbrio ecológico A pesca predatória interfere na teia alimentar, impedindo a reprodução e o crescimento das espécies marinhas.
Extinção de espécies A pesca predatória captura mais espécies do que o ecossistema consegue suportar, o que pode levar à extinção de diversas espécies.
Ameaça à segurança alimentar A pesca predatória pode levar ao declínio de populações de peixes, o que ameaça a segurança alimentar das comunidades costeiras.
Danos ao ecossistema marinho A pesca predatória pode causar danos catastróficos ao ecossistema marinho. Um exemplo é o finning, uma prática que consiste em remover as barbatanas dos tubarões, muitas vezes quando eles ainda estão vivos. Os tubarões sem barbatanas não conseguem nadar com eficiência e morrem afogados ou são comidos por outros predadores.
Entre os grandes problemas ambientais no planeta vale o destaque para a pesca predatória que como prática captura número de espécies além do que o ciclo natural de vida e ecossistema consegue suportar e por consequência aumenta as chances de resultar no ciclo de extinção que pode fazer o peixe sumir do globo terrestre. Vegetais aquáticos também podem sofrer em níveis a ser considerada de forma negativa em termos de meio ambiente. Conforme o local de pesca existe épocas nas quais o IBAMA não aconselha realizar a pesca. Porém, com a falta de fiscalização os pescadores atuam em massa contra os períodos e prejudicam o ciclo dos peixes. Nesse sentido qualquer tipo de atividade pesqueira que não acontece na época indicada por órgão nacional é suscetível de ser predatória. O impacto da caça, então, gera nos ecossistemas uma redução no número de espécies, até o ponto de extinção, causando desequilíbrios naturais, quer pela captura exagerada ou mesmo pelo abate de espécies protegidas ou em risco de extinção. Essa postura deve ser transformada, para que o ser humano passe a ter uma relação harmônica com a natureza, passando a viver de forma mais sustentável. Muitos estudos são realizados com a ideia de sensibilizar a sociedade, mas nem sempre são capazes de surtir os efeitos desejados. Porém, nota-se que ainda faltam muitos esforços para a valorização humana com a natureza e principalmente com os animais silvestres. Nesse contexto, o objetivo desse trabalho é fomentar a relação humana com o ambiente natural, principalmente com a relação de caça e pesca predatória dentro do campo social e indivíduos que possam ser alcançados por esta campanha, buscando uma reflexão ecológica e filosófica acerca deste assunto que ainda é pouco discutido entre os indivíduos.
Para uma horta caseira, pode-se usar adubos minerais ou orgânicos:
Adubos orgânicos - Pode-se usar esterco curtido, como 15 a 20 litros de esterco de curral ou 5 litros de esterco de galinha por metro quadrado de canteiro.
Adubos caseiros - Pode-se usar alimentos que podem virar adubo, como:
Borra de café, rica em nitrogênio
Casca de ovo, rica em cálcio
Cascas de batata, ricas em nutrientes diversos
Feijão, que fornece nitrogênio
Canela, que pode controlar pragas, eliminar doenças causadas por fungos e acelerar o processo de "cicatrização" das plantas
Cinzas, ricas em nutrientes como cálcio, fósforo, magnésio, nitrogênio, entre outros
Minhocas, que deixam a terra rica em nutrientes
O melhor adubo depende do tipo de planta, do objetivo e do momento da aplicação:
A jardinagem é uma atividade gratificante, e nada se compara à sensação de cultivar suas próprias ervas frescas em casa. Se você é um entusiasta da jardinagem e está procurando maneiras de garantir o crescimento saudável de suas plantas. Descubra como o adubo natural pode enriquecer o solo, fornecer nutrientes essenciais e impulsionar o crescimento exuberante da sua cebolinha.
Esterco bovino - É um adubo orgânico rico em macro e micronutrientes, além de fibras que ajudam a reter água e melhorar o crescimento das raízes.
Húmus de minhoca - Também conhecido como vermicomposto, é um adubo natural produzido pelas minhocas, que decompõem resíduos orgânicos e deixam os nutrientes para as plantas.
Adubo mineral - É o mais utilizado pelos agricultores, por ser barato e conter minerais como ureia, nitrogênio, potássio e fosfatados.
NPK - É uma fórmula química composta por nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), que é comum em lavouras, hortas e jardins. O NPK 4-14-8 é recomendado para preparar o solo para o plantio. Já o NPK 20x05x20, com maior concentração de nitrogênio e potássio, é usado para preparar o solo antes do plantio e no início do ciclo de vida das frutíferas.
Adubação pneumática É feita em culturas com grande espaçamento entre as plantas e entre as linhas, por meio de semeadoras pneumáticas.
Para o momento do plantio, os fertilizantes químicos ou granulados são os mais recomendados.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
A panela mais adequada para fazer comida depende do que pretende preparar e do material da panela:
Panela de cerâmica: É uma opção segura e saudável, pois é atóxica e não transfere resíduos para os alimentos. É ideal para saltear e grelhar.
Panela de ferro fundido: Libera pequenas quantidades de ferro nos alimentos, o que pode ser benéfico para quem precisa aumentar os níveis do mineral. Além disso, o ferro fundido pode enriquecer os alimentos com ferro, ajudando a prevenir anemia.
Panela de aço cirúrgico: É atóxica e não possui substâncias como níquel, chumbo ou alumínio.
Panela de vidro: É atóxica e não transfere resíduos para os alimentos.
Panela de inox: É resistente e distribui o calor de forma igual por sua superfície. No entanto, contém níquel, que é tóxico e pode se desprender da panela ao longo do uso.
Panela antiaderente: É ótima para grelhar, fritar e selar alimentos.
Caldeirão e caçarola: São muito parecidos e servem para fazer ensopados, cozidos e alguns preparos com carne. A diferença é que o caldeirão é mais profundo e cabe mais água.
Vidro
É considerado um dos materiais mais saudáveis para utensílios de cozinha, pois não libera resíduos nos alimentos e é inerte a alimentos ácidos. É também muito higiênico e permite acompanhar o preparo dos alimentos sem abrir a tampa. No entanto, é frágil, pesado e aquece com facilidade, podendo queimar o alimento.
É popular, fácil de encontrar e de manusear, e aquece rapidamente. É indicado para serviços que exigem resultados leves.
É resistente, durável e não libera resíduos nos alimentos. No entanto, não é antiaderente, por isso exige mais cuidado no cozimento. Para limpar, pode-se usar vinagre, limão e bicarbonato.
Preserva o sabor dos alimentos e mantém-nos aquecidos por mais tempo. É fácil de lavar e tem grande poder antiaderente. Para limpar, pode-se usar esponja macia, detergente e água morna.
- Bicarbonato de sódio e água quente, deixando de molho por uma noite
- Vinagre e água quente, deixando de molho por uma noite
Panelas com revestimento a
Aproximar a ciência do cotidiano desperta a vontade do conhecimento e facilita o aprendizado. E contribui também para os processos de educação alimentar e nutricional
A ciência na cozinha é o estudo dos fenômenos físicos, químicos e biológicos que ocorrem durante o preparo dos alimentos, e que transformam ingredientes simples em pratos incríveis.
A cozinha pode ser considerada um laboratório, pois nela se encontram vários reagentes, como temperos, óleos, ácidos, e reagentes biológicos, como o fermento.
A ciência culinária é a capacidade de saber que a comida é mais do que apenas comida, e de ter as ferramentas para fazer perguntas e encontrar as respostas para elas.
A ciência está presente na cozinha de várias formas, como:
- A química, pois quase tudo que cozinhamos e comemos é feito de carbono, oxigênio e hidrogênio
- A física, pois na cozinha se aplicam conceitos como atrito, pressão, elasticidade, cinemática, dinâmica, eletricidade, e estudo do meio
- os riscos de uso de determicadas panelas, como as de alumínio
- os benefícios do azeite para a saúde
- os riscos do consumo de gorduras saturadas
- a ação dos conservantes e realçadores de sabor colocados nos alimentos ultraprocessados
A cozinha e a ciência estão relacionadas de diversas formas, como:
- A cozinha pode ser considerada um laboratório, pois nela se encontram vários reagentes, como temperos, óleos, ácidos e fermento.
- A culinária é uma atividade que está ligada à natureza, à ciência e à biologia.
- O conhecimento da ciência na cozinha é importante para o reaproveitamento de alimentos, diminuindo o desperdício e o lixo orgânico.
- O conhecimento da química é fundamental para saber como aplicar os compostos presentes em temperos em alimentos industrializados ou em preparações.
- A gastronomia é uma ciência estudada há muitos séculos, e vários equipamentos, utensílios e processos culinários surgiram da curiosidade dos pesquisadores.
- A ciência culinária e a ciência alimentar são abordagens diferentes, mas ambas podem ser utilizadas para desenvolver novos produtos alimentícios.
- A comida é um elemento característico de identidades distintas, que se realizam por meio de tradições, regionalismos, modelos de cozinha e saber-fazer específicos
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