INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO) NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

O som é um dos principais veículos de comunicação utilizado pelos animais.

O espaço acústico pode ser considerado como um recurso ecológico finito, sujeito à competição pelas espécies que partilham do mesmo habitat. Nesse contexto, a Hipótese de Nicho Acústico (HNA) prediz que as espécies evitam emitir sinais sonoros ao mesmo tempo ou frequência, de forma a minimizar a sobreposição de sons. O objetivo geral deste trabalho foi testar a Hipótese de Nicho Acústico, verificando a existência de partição temporal e espectral quando os animais estão emitindo sinais sonoros, e também a diferença de sazonalidade na dinâmica de partição de nicho acústico. A coleta de dados foi realizada em uma área de Caatinga, que possui forte sazonalidade, com estações seca e chuvosa bem marcadas. Utilizamos dados de 3 dias não consecutivos de amostragem em cada estação, em um esquema de subamostragem de 1 minuto a cada 15 minutos de gravação (96 minutos por dia). Os sinais identificados como sons de animais foram selecionados e a sobreposição entre eles foi avaliada utilizando-se o índice de Pianka, comparando o valor do índice obtido com um gerado por um modelo nulo. Nos 576 minutos de gravação analisados foram encontrados 125 sinais sonoros classificados como aves, 77 como ortópteros, 02 como cigarras, 02 como anuros e 02 como mamíferos. As análises de sobreposição de nicho para duração dos sinais acústicos e para as bandas de frequência ocupadas por cada grupo faunístico, sugere uma baixa sobreposição em ambas estações. Os valores dos índices observados não poderiam ser originados ao acaso e refletem a ocorrência de processos biológicos nas dimensões do tempo e da frequência. Os resultados corroboram a hipótese da competição por espaço acústico e consequente adaptação dos organismos para coexistência durante a comunicação sonora.

Acauã

Os barulhos da Caatinga sãoos cantos das aves que habitam o bioma, como o casaca-de-couro, garrinchão, choca-barrada, choca-do-nordeste, cava-chão, acauã, joão-xique-xique, rolinha fogo-apagou, pica-pau-ocráceo, periquito-da-caatinga, pompéu, balança-rabo, sofreu ou corrupião, galo-da-campina ou cardeal-do-nordeste, caburé, tem-farinha-aí.

A Hipótese de Nicho Acústico (HNA) prevê que as espécies que compartilham o mesmo habitat evitam emitir sinais sonoros ao mesmo tempo ou frequência.

A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro, localizado na região Nordeste, com uma área de 826.411 km2. A sua flora e fauna são ricas em endemismo e adaptadas às altas temperaturas e à falta de água.


O som emitido por um vulcão antes de entrar em erupção é semelhante ao de um trombone, mas em uma escala muito maior

Isso acontece porque as explosões na coluna de magma geram ondas sonoras que se refletem no topo da cratera.


À medida que o magma sobe na cratera, a distância entre o topo da coluna e o topo da cratera diminui, o que faz com que o tom do som aumente.

A partir da análise do som emitido, é possível rastrear o movimento do magma dentro da cratera e emitir alertas de uma erupção iminente.

A erupção do vulcão Krakatoa, em 1883, foi o som mais alto já registrado na história. O barulho atingiu o pico de 172 decibéis, muito acima do limite sonoro humano para dor, que é de 130 decibéis. O som foi ouvido a cinco mil quilômetros de distância e circulou a Terra cinco vezes.

Em 2022, a erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga, na ilha de Tonga, foi o som mais alto já ouvido no planeta em 139 anos



O som da neve

 OS CIENTISTAS descobriram que, quando neva, cada floco ao cair na água emite um som imperceptível ao ouvido humano. Esse som é como o de uma sirene de carro de bombeiros, que quanto mais se aproxima, mais alto fica e, depois que passa, aos poucos não se ouve mais — tudo isso em dez milésimos de segundo.


Uma gota de chuva ou uma pedrinha de granizo, ao caírem, penetram na superfície da água. Mas o floco de neve por ser mais leve flutua na água e logo derrete, liberando então um “grito”, o som ao qual fizemos referência acima. Há 15 anos se descobriu esse som, mas ninguém deu muita atenção. Só que de uns anos para cá, esse som começou a incomodar os biólogos no Alasca que rastreiam salmões migrantes com sonar. O tinido dos flocos de neve que caem mascara os sinais transmitidos pelos peixes e a monitorização tem de ser abandonada. O que causa esse fenômeno?

A revista New Scientist explica que quando o floco de neve flutua na água não há quase nenhum som. Mas quando ele começa a derreter, a água é sugada por ação capilar. E é possível que nesse processo, o floco de neve libere bolhas de ar ou que elas fiquem presas por causa da água que sobe. A bolha vibra ao tentar se adaptar ao ambiente e com essa vibração envia ondas sonoras, parecidas com o som de um sino tocando — mas em um tom bem, bem mais alto.

Os sons da Mata Atlântica incluem os cantos de aves e o coaxo de anfíbios:

Cantos de aves

O sabiá-una, o capitão-de-saíra, a borralhara, o araponga, o surucuá-variado, o chocão-carijó, o arapaçu-de-garganta-branca, o gavião-pega-macaco, o saracura-do-mato e o tangará-dançador 

Coaxo de anfíbios

A rãzinha-verrucosa, um anfíbio exclusivo da Mata Atlântica, que habita o chão das florestas e se esconde entre folhas, sob troncos, raízes e pequenas tocas 

Outros sons da Mata Atlântica incluem os sons dos saguis e da coruja-listrada. 

A Mata Atlântica é um dos ecossistemas com maior biodiversidade do planeta. No entanto, o desmatamento é a principal ameaça à Mata Atlântica, levando à perda de biodiversidade e a um grande número de espécies ameaçadas de extinção. 












Dos biomas ao Papel: reciclagem de papel e proteção dos biomas

A reciclagem de papel é importante para a preservação das florestas porque reduz a necessidade de extrair matérias-primas, como árvores, para a produção de papel:

- A cada tonelada de papel reciclado, estima-se que cerca de 17 a 20 árvores sejam salvas.

- A produção de papel virgem requer 2 a 3,5 toneladas de árvores para cada tonelada de papel produzido.

- A reciclagem do papel evita o desmatamento e a perda de biodiversidade.

Além disso, a reciclagem de papel tem outros benefícios para o meio ambiente e para a sociedade:

- Reduz a poluição do ar e da água.

- Contribui para a mitigação das mudanças climáticas.

- Consome menos água e energia do que a produção de papel a partir de matérias-primas virgens.

- Gera empregos na cadeia produtiva da reciclagem.

- Promove a economia circular, que transforma resíduos em novos produtos.

O Brasil é um dos maiores produtores de papel do mundo, mas ainda há muito a ser feito para aumentar a reciclagem.



Canto da Amazônia: Uirapuru e a Amazônia


O uirapuru é uma ave originária da floresta amazônica e um personagem central de lendas indígenas, além de ter inspirado uma obra de Heitor Villa-Lobos:

Lendas

A lenda do uirapuru conta a história de Quaraçá, um jovem índio apaixonado por Anahí, uma índia casada com o cacique da tribo. Por ser um amor proibido, Quaraçá pediu a Tupã para ser transformado em pássaro e, assim, poder cantar para Anahí.

Obra de Villa-Lobos

A obra Uirapuru de Villa-Lobos foi inspirada em uma lenda indígena em que o uirapuru é flechado no coração por uma moça que se apaixona pelo seu canto.

Espécie

O uirapuru-verdadeiro (Cyphorhinus aradus) é uma espécie de ave que pode ser encontrada em quase toda a Amazônia brasileira, exceto no alto Rio Negro e na região oriental do Rio Tapajós.

Características

O uirapuru é um pássaro exclusivo da floresta amazônica que vive sozinha ou em casais. No período reprodutivo, o casal constrói o ninho com folhas secas.

Status de conservação

Não há dados estatísticos confiáveis sobre a situação de conservação do uirapuru, uma vez que o último levantamento publicado foi em 2008.

 

Uirapuru é o nome comum dado a várias espécies de aves passeriformes, piprídeas, principalmente as mais coloridas dos gêneros Pipra, Chiroxiphia e Teleonema. Recebe também outros nomes como: irapuru, guirapuru, arapuru, irapurá, virapuru, tangará, rendeira, pássaro-de- fandango e realejo. Os nomes: uirapuru, guirapuru, virapuru, arapuru e irapurá são originários do tupi-guarani “wirapu´ru” ou “guirapuru”, e tangará vem de “tãga´rá”.

Dentre as várias espécies chamadas de uirapuru, uma é tida como a verdadeira e, portanto, é chamada de uirapuru-verdadeiro (Cyphorhinus aradus). Trata-se de uma ave pequenina, medindo cerca de 10 centímetros, cujas penas variam entre os tons avermelhados e o marrom claro. Possui pés grandes e bico vigoroso e na cabeça traz manchas brancas, bem próximas aos olhos.

O uirapuru é nativo da América do Sul, presente, principalmente, em florestas e várzeas. Pode ser encontrado nos seguintes lugares: Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil. No nosso país, ele se faz presente em quase toda a Amazônia. Tanto pode viver sozinho, formar casais ou viver juntamente com outras espécies de pássaros, o que leva o caboclo a achar que seu canto melodioso é o responsável por atrair bandos de aves, mas, segundo pesquisas, ele se une a outros pássaros à cata de alimentos. Possui voos curtos, vivendo numa área limitada. Constrói seu ninho com raízes e folhas e o esconde em meio à folhagem.

Embora pareça uma ave bem comum, de plumagem bastante simples, o uirapuru está entre os pássaros que possuem um dos mais belos cantos, sendo a avezinha, inclusive, apelidada de corneta ou músico da mata. Seu canto melodioso só pode ser ouvido durante cerca de15 dias por ano, ao amanhecer ou entardecer, durante 5 a 10 minutos, enquanto trabalha na construção de um ninho para atrair a fêmea. Ele pode apresentar até sete cantos diferenciados. Macho e fêmea são dotados do belo canto, embora o macho cante melhor. O belo trinado da ave não se assemelha ao de nenhuma outra. Por isso, segundo reza uma lenda, todas as aves emudecem para ouvi-lo.

O uirapuru é um pássaro que se movimenta com muita rapidez pelo solo ou entre as folhagens, com seus pés grandes e plumagem colorida. Trata-se de uma avezinha muito agitada. Aprecia as florestas tropicais, onde se alimenta de frutas e de pequenos insetos. Muitos acreditam que ele se alimenta melhor por ocasião das estações chuvosas, época em que as formigas deixam os formigueiros para atacarem os animais rasteiros, fazendo a festa da passarada.

Existem muitas superstições envolvendo o uirapuru, que durante muito tempo teve um lugar privilegiado em nosso país, mas que hoje se encontra quase que totalmente esquecido. Eis algumas:

Aquele que obtiver uma pena terá muita sorte na vida.
Quem conseguir um pedaço de seu ninho terá o amor da pessoa amada pelo resto da vida.
Quem ouvir seu canto deverá fazer um pedido imediatamente, e será atendido.
Guardar qualquer parte da ave traz sorte nos negócios.
A companhia de um uirapuru empalhado traz muita sorte na vida e, especialmente, no amor.
Mitos de mau gosto, especialmente os dois últimos, e de extrema gravidade, pois têm sido responsáveis pela extinção da ave, ao lado do desmatamento.

Lenda sobre o uirapuru

Certa vez um jovem e valente guerreiro acabou se apaixonado pela esposa de um grande cacique, mas como não podia se aproximar dela, fez um pedido a Tupã, que não exatamente um Deus, mas sim uma manifestação divina representada pelo trovão, que transformou o jovem guerreiro num pássaro chamado Uirapuru e assim a noite ele se aproximava de sua amada e cantava para ela.

Entretanto, seu maravilhoso canto também chamou a atenção do cacique, que fascinado ficou e assim certo dia perseguiu o Uirapuru para capturá-lo e desta forma obter a canção somente pra ele, mas o pássaro rapidamente se escondeu em meio à escuridão da floresta e foi por lá que o cacique acabou se perdendo e desaparecendo. Assim Uirapuru, continuou a cantar para sua amada na esperança de que um dia ela percebesse o grande amor do jovem guerreiro. O mito transformou o Uirapuru num amuleto, e onde ele canta proporciona felicidade no amor e também boa caça e fartura.

Para ensinar biomas na educação infantil, você pode:


Explorar a natureza: Levar as crianças para parques, praças e áreas verdes para que conheçam e valorizem a natureza.

Adequar à realidade: Trazer informações sobre o bioma da cidade, como formas de exploração dos recursos naturais, atividades de sustentabilidade e práticas de preservação.


Promover o ensino lúdico: Realizar brincadeiras educativas e atividades em grupo.

Pesquisar coletivamente: Trabalhar em grupo para pesquisar sobre os animais dos biomas brasileiros.

Utilizar organizadores prévios: Utilizar organizadores prévios expositivos ou comparativos, como textos introdutórios, filmes, resenhas e imagens.

Seja um exemplo: Ser um exemplo para as crianças.

Incentivar o consumo consciente: Falar sobre a importância da água e ensinar a fazer o descarte correto do lixo.

Promover a convivência com a natureza: Incluir filmes e livros com a temática ecológica.

Um bioma é um conjunto de vida vegetal e animal, delimitado por características naturais em comum, como vegetação, clima, relevo, solo e composição da fauna e da flora.



A pesca predatória coloca em risco a sustentabilidade da vida marinha

Não é de hoje que esse tema tem sido constantemente abordado pela dimensão do prejuízo causado ao sistema ambiental em todos os aspectos. Mesmo assim a inércia das autoridades é mais preocupante ainda. A falta de politica pública, e o descaso assustam, a cada ano quando observamos as espécies desaparecerem mais rápido do que o previsto.  Pesca predatória é aquela que retira do meio ambiente, mais do que ele consegue repor, diminuindo a população de peixes e mesmo de plantas do ecossistema. A pesca predatória tem consequências desastrosas, podendo limitar a produtividade pesqueira, quer seja do ponto de vista biológico, quer econômico. Dentre as atividades realizadas de forma ilegal.


A pesca predatória tem várias consequências negativas para o meio ambiente e para a vida das pessoas, incluindo: 

Desequilíbrio ecológico A pesca predatória interfere na teia alimentar, impedindo a reprodução e o crescimento das espécies marinhas.  

Extinção de espécies A pesca predatória captura mais espécies do que o ecossistema consegue suportar, o que pode levar à extinção de diversas espécies.  

Ameaça à segurança alimentar A pesca predatória pode levar ao declínio de populações de peixes, o que ameaça a segurança alimentar das comunidades costeiras.  

Danos ao ecossistema marinho A pesca predatória pode causar danos catastróficos ao ecossistema marinho. Um exemplo é o finning, uma prática que consiste em remover as barbatanas dos tubarões, muitas vezes quando eles ainda estão vivos. Os tubarões sem barbatanas não conseguem nadar com eficiência e morrem afogados ou são comidos por outros predadores. 

Entre os grandes problemas ambientais no planeta vale o destaque para a pesca predatória que como prática captura número de espécies além do que o ciclo natural de vida e ecossistema consegue suportar e por consequência aumenta as chances de resultar no ciclo de extinção que pode fazer o peixe sumir do globo terrestre. Vegetais aquáticos também podem sofrer em níveis a ser considerada de forma negativa em termos de meio ambiente.  Conforme o local de pesca existe épocas nas quais o IBAMA não aconselha realizar a pesca. Porém, com a falta de fiscalização os pescadores atuam em massa contra os períodos e prejudicam o ciclo dos peixes. Nesse sentido qualquer tipo de atividade pesqueira que não acontece na época indicada por órgão nacional é suscetível de ser predatória.  O impacto da caça, então, gera nos ecossistemas uma redução no número de espécies, até o ponto de extinção, causando desequilíbrios naturais, quer pela captura exagerada ou mesmo pelo abate de espécies protegidas ou em risco de extinção.  Essa postura deve ser transformada, para que o ser humano passe a ter uma relação harmônica com a natureza, passando a viver de forma mais sustentável.  Muitos estudos são realizados com a ideia de sensibilizar a sociedade, mas nem sempre são capazes de surtir os efeitos desejados. Porém, nota-se que ainda faltam muitos esforços para a valorização humana com a natureza e principalmente com os animais silvestres.  Nesse contexto, o objetivo desse trabalho é fomentar a relação humana com o ambiente natural, principalmente com a relação de caça e pesca predatória dentro do campo social e indivíduos que possam ser alcançados por esta campanha, buscando uma reflexão ecológica e filosófica acerca deste assunto que ainda é pouco discutido entre os indivíduos.

Para uma horta caseira, pode-se usar adubos minerais ou orgânicos:

 


Adubos minerais - O NPK 15-15-20 é um adubo mineral rico em potássio, que é essencial para o desenvolvimento da horta.  

Adubos orgânicos - Pode-se usar esterco curtido, como 15 a 20 litros de esterco de curral ou 5 litros de esterco de galinha por metro quadrado de canteiro.  

Adubos caseiros - Pode-se usar alimentos que podem virar adubo, como: 

Borra de café, rica em nitrogênio  

Casca de ovo, rica em cálcio  

Cascas de batata, ricas em nutrientes diversos  

Feijão, que fornece nitrogênio  

Canela, que pode controlar pragas, eliminar doenças causadas por fungos e acelerar o processo de "cicatrização" das plantas  

Cinzas, ricas em nutrientes como cálcio, fósforo, magnésio, nitrogênio, entre outros 

Minhocas, que deixam a terra rica em nutrientes 

O melhor adubo depende do tipo de planta, do objetivo e do momento da aplicação:

A jardinagem é uma atividade gratificante, e nada se compara à sensação de cultivar suas próprias ervas frescas em casa. Se você é um entusiasta da jardinagem e está procurando maneiras de garantir o crescimento saudável de suas plantas. Descubra como o adubo natural pode enriquecer o solo, fornecer nutrientes essenciais e impulsionar o crescimento exuberante da sua cebolinha.

Esterco bovino - É um adubo orgânico rico em macro e micronutrientes, além de fibras que ajudam a reter água e melhorar o crescimento das raízes.  

Húmus de minhoca - Também conhecido como vermicomposto, é um adubo natural produzido pelas minhocas, que decompõem resíduos orgânicos e deixam os nutrientes para as plantas.  

Adubo mineral - É o mais utilizado pelos agricultores, por ser barato e conter minerais como ureia, nitrogênio, potássio e fosfatados.  

NPK - É uma fórmula química composta por nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), que é comum em lavouras, hortas e jardins. O NPK 4-14-8 é recomendado para preparar o solo para o plantio. Já o NPK 20x05x20, com maior concentração de nitrogênio e potássio, é usado para preparar o solo antes do plantio e no início do ciclo de vida das frutíferas.  

Adubação pneumática É feita em culturas com grande espaçamento entre as plantas e entre as linhas, por meio de semeadoras pneumáticas.  

Para o momento do plantio, os fertilizantes químicos ou granulados são os mais recomendados.



quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

A panela mais adequada para fazer comida depende do que pretende preparar e do material da panela:

 Panela de cerâmica: É uma opção segura e saudável, pois é atóxica e não transfere resíduos para os alimentos. É ideal para saltear e grelhar.

Panela de ferro fundido: Libera pequenas quantidades de ferro nos alimentos, o que pode ser benéfico para quem precisa aumentar os níveis do mineral. Além disso, o ferro fundido pode enriquecer os alimentos com ferro, ajudando a prevenir anemia.

Panela de aço cirúrgico: É atóxica e não possui substâncias como níquel, chumbo ou alumínio.

Panela de vidro: É atóxica e não transfere resíduos para os alimentos.

Panela de inox: É resistente e distribui o calor de forma igual por sua superfície. No entanto, contém níquel, que é tóxico e pode se desprender da panela ao longo do uso.

Panela antiaderente: É ótima para grelhar, fritar e selar alimentos.

Caldeirão e caçarola: São muito parecidos e servem para fazer ensopados, cozidos e alguns preparos com carne. A diferença é que o caldeirão é mais profundo e cabe mais água.


A melhor opção de utensílio de cozinha depende do que você pretende fazer com ele e das características que você considera mais importantes:

Vidro

É considerado um dos materiais mais saudáveis para utensílios de cozinha, pois não libera resíduos nos alimentos e é inerte a alimentos ácidos. É também muito higiênico e permite acompanhar o preparo dos alimentos sem abrir a tampa. No entanto, é frágil, pesado e aquece com facilidade, podendo queimar o alimento.

Alumínio
É popular, fácil de encontrar e de manusear, e aquece rapidamente. É indicado para serviços que exigem resultados leves.

Inox
É resistente, durável e não libera resíduos nos alimentos. No entanto, não é antiaderente, por isso exige mais cuidado no cozimento. Para limpar, pode-se usar vinagre, limão e bicarbonato.

Cerâmica
Preserva o sabor dos alimentos e mantém-nos aquecidos por mais tempo. É fácil de lavar e tem grande poder antiaderente. Para limpar, pode-se usar esponja macia, detergente e água morna.

Panelas de aço cirúrgico, porcelana e cerâmica também são atóxicas, ou seja, não possuem substâncias na sua composição que podem causar intoxicação no organismo.

Não se deve arear a parte interna de panelas de alumínio ou aço inox. A areação, que consiste em esfregar a panela com palha de aço ou areia, pode fazer com que substâncias do metal migrem para o alimento. Essas substâncias podem estar relacionadas com problemas neurológicos.

Para limpar a parte interna da panela, pode-se usar:
- Bicarbonato de sódio e água quente, deixando de molho por uma noite
- Vinagre e água quente, deixando de molho por uma noite

A parte externa da panela pode ser areada, mas é importante evitar o contato da palha de aço com a superfície de metal.
Panelas com revestimento a
ntiaderente não precisam ser areadas, pois o revestimento evita manchas e sujeira

Aproximar a ciência do cotidiano desperta a vontade do conhecimento e facilita o aprendizado. E contribui também para os processos de educação alimentar e nutricional


A ciência na cozinha é o estudo dos fenômenos físicos, químicos e biológicos que ocorrem durante o preparo dos alimentos, e que transformam ingredientes simples em pratos incríveis.

A cozinha pode ser considerada um laboratório, pois nela se encontram vários reagentes, como temperos, óleos, ácidos, e reagentes biológicos, como o fermento.  

A ciência culinária é a capacidade de saber que a comida é mais do que apenas comida, e de ter as ferramentas para fazer perguntas e encontrar as respostas para elas.  

A ciência está presente na cozinha de várias formas, como: 

- A química, pois quase tudo que cozinhamos e comemos é feito de carbono, oxigênio e hidrogênio  

- A física, pois na cozinha se aplicam conceitos como atrito, pressão, elasticidade, cinemática, dinâmica, eletricidade, e estudo do meio

- os riscos de uso de determicadas panelas, como as de alumínio 

- os benefícios do azeite para a saúde

- os riscos do consumo de gorduras saturadas

- a ação dos conservantes e realçadores de sabor colocados nos alimentos ultraprocessados

A cozinha e a ciência estão relacionadas de diversas formas, como:

- A cozinha pode ser considerada um laboratório, pois nela se encontram vários reagentes, como temperos, óleos, ácidos e fermento.

- A culinária é uma atividade que está ligada à natureza, à ciência e à biologia.

- O conhecimento da ciência na cozinha é importante para o reaproveitamento de alimentos, diminuindo o desperdício e o lixo orgânico.

- O conhecimento da química é fundamental para saber como aplicar os compostos presentes em temperos em alimentos industrializados ou em preparações.

- A gastronomia é uma ciência estudada há muitos séculos, e vários equipamentos, utensílios e processos culinários surgiram da curiosidade dos pesquisadores.

- A ciência culinária e a ciência alimentar são abordagens diferentes, mas ambas podem ser utilizadas para desenvolver novos produtos alimentícios.

- A comida é um elemento característico de identidades distintas, que se realizam por meio de tradições, regionalismos, modelos de cozinha e saber-fazer específicos


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