A utilização de material cartográfico, entre croquis, plantas e, em especial, maquetes táteis ajudam no desenvolvimento da noção espacial de crianças com alguma deficiência visual. Mais do que isso, por não pautar exclusivamente na teoria, exemplos da aplicação prática de metodologias de inclusão e seus resultados, tomando emprestada a própria vivência --- período de doença degenerativa e recuperação - milagre
Abordo a importância da linguagem falada para esse desenvolvimento, bem como para a interação social de crianças.
Material necessário :
- Objetivos da Atividade:
Estimular a memória e a atenção: A atividade desafia as crianças a lembrarem-se das texturas e suas localizações, promovendo o desenvolvimento da memória de curto prazo.
Desenvolver a percepção tátil: Ao tocar e explorar diferentes superfícies, as crianças aprimoram sua capacidade de identificar e diferenciar texturas.
Promover a inclusão social: Ao adaptar o jogo para deficientes visuais, a atividade contribui para a inclusão de crianças com deficiência, permitindo-lhes participar ativamente das brincadeiras.
- Materiais Necessários:
Tampas de garrafa PET: Servem como base para as peças do jogo.
Papelão liso ou ondulado: Utilizado para criar diferentes texturas nas tampas.
Tinta puff ou tinta com relevo: Aplicada para criar padrões táteis nas tampas.
Tesoura e cola: Para cortar e fixar os materiais.
- Como Jogar:
Preparação das Peças: Crie 10 pares de tampas de garrafa PET, cada uma com uma textura distinta.
Organização das Peças: Disponha as tampas viradas para baixo em uma superfície plana.
Início do Jogo: Uma criança vira duas tampas por vez, tentando encontrar os pares correspondentes.
Objetivo: Memorizar a localização das texturas e formar os pares.
- Dicas para Inclusão:
Comunicação Verbal: Use descrições verbais claras ao orientar as crianças com deficiência visual.
Exploração Guiada: Permita que as crianças toquem as peças antes de iniciar o jogo para familiarizarem-se com as texturas.
Ambiente Acessível: Assegure que o espaço de jogo seja seguro e livre de obstáculos.
Esta atividade não só promove o desenvolvimento cognitivo e sensorial das crianças, mas também reforça a importância da inclusão e da acessibilidade nas práticas pedagógicas.
Talvez o desafio mais importante para o futuro seja o de tornar as crianças e os jovens capazes de falarem por si próprios, até mesmo desafiarem o sistema, as visões de suas famílias e dos profissionais que trabalham com elas. Esse processo deve começar nas escolas, em parceria com os pais, porque as escolas são agentes da sociedade para a socialização da sua criança. Entretanto, tradicionalmente, elas não têm visto isso como parte do seu papel no apoio aos estudantes na crítica ao sistema ou nas decisões tomadas, através de outros, em seu nome. É preciso-se preocupar em promover a autonomia e o crescimento pessoal, temos que preparar os jovens para confrontar a discriminação e o menosprezo que eles provavelmente encontrarão em um sistema que ainda está engatilhando em direção a uma sociedade inclusiva.
Deve-se tomar como ponto de partida que os professores já têm o conhecimento necessário e as habilidades que os equipam para tal jornada; o que lhes falta, muitas vezes, é a confiança em sua própria habilidade para ensinar de modo inclusivo. É necessário que o professor também trabalhe em escolas comprometidas com a inclusão desses alunos na sociedade.
Este trabalho não teve a pretensão de ditar normas ou apontar soluções quanto ao atendimento prestado pelo profissional a educação ao deficiente visual. Mas, somada a experiência desta pesquisadora aos conhecimentos levantados em bibliografia, foi possível apresentar algumas idéias visando sanar as necessidades de informação na área da deficiente visual na sociedade, e que sirvam de base para reflexão, proporcionando mais elementos para a discussão sobre o deficiente visual.
Dessa forma, a escola terá mais subsídios para o processo de inclusão do deficiente visual.
O objetivo maior da escola é atuar através de todos os seus segmentos para possibilitar a integração das crianças que nela estudam, conduzindo-as para que atinjam o seu pontecial máximo. Este processo deverá ser dosado de acordo com as necessidades de cada criança.
À medida que se vive no século XXI, acredita-se que as perspectivas relativas a escolas e a uma sociedade mais inclusiva deverão ser mais otimistas.
Podemos complementar e recortar poeticamente imagens sonoras sem assumir uma condução narrativa em uma busca simbólica pela visão, os sons da vida e seu valor afetivo, o feio, o belo, o singelo, o detalhe, o desafinado e o melódico.
Como e o que escolhemos perceber ou o quanto de nós olha e vê, sente e se desperta. Do silêncio ao som, do ruído à música, enxergamos mais.





























