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Dilemas da Sustentabilidade frente ao consumismo

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Atividade de colagem

Pegue um pedaço de eva ou papelão e corte o desenho de uma tartaruga


Use um pratinho descartável


Para fazer o casco da tartaruga


Cole os olhinhos, pinte o nariz


Decore o casco com as crianças. 
Você poderá utilizar materiais como algodão, papel crepom, palitos de fósforo, serragem, sementes de feijão e milho, barbantes, lã e o que mais vier à sua cabeça.
As atividades com colagens para o maternal não precisam necessariamente serem realizadas com objetivos estéticos, pode ser uma arte livre e abstrata, para deixar as crianças interagirem com o material utilizado.
Muito importantes para trabalhar a coordenação motora fina das crianças do maternal.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Vai e Vem (passo a passo)

Material: 2 garrafas pet limpas e sem rótulos; fitas adesivas, fita metalizada colorida e adesivos para enfeitar; 10 metros de fio para varal; 4 pulseiras de plástico; tesoura 


 Pegue 2 garrafas pet limpas e sem rótulo


Corte a parte de cima das garrafas.


Encaixe-as.


Depois de encaixadas, use uma fita adesiva para firmar a junção das garrafas.


Decore o brinquedo com fita metalizada e adesivos.


Pegue 4 argolas ou pulseiras e 4 metros de fio para varal.


Corte os fios ao meio e prenda nas argolas.


Para finalizar, insira os fios no brinquedo. Coloque primeiro no bico de uma garrafa e puxe do outro lado. Prenda as outras argolas.


E está pronto!





quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Boneca feita com colher de pau


Adereço de cabeça feito com garrafas pet


Painel feito com dobraduras



Barcos Dentro de Garrafas: Paciência, Arte e Mistério



Há quem atribua a origem dos barcos dentro de garrafas exclusivamente aos marinheiros, mas a história dessa curiosa arte é ainda mais antiga. Seus primeiros registros surgem nos primórdios do século XVI, nas chamadas “garrafas de paciência”, peças que traziam em seu interior cenas religiosas e simbólicas, montadas com extremo cuidado.

Com o passar do tempo, essa técnica chegou às mãos dos marinheiros. Durante longas viagens marítimas, o tempo livre era grande e os recursos eram poucos. Assim, criar tornou-se uma forma de passar o tempo, aliviar a saudade e exercitar a concentração. As garrafas passaram então a abrigar barcos, cenas portuárias e paisagens marítimas, sempre relacionadas ao universo do mar.

Não se sabe exatamente quem foi o primeiro a colocar um barco dentro de uma garrafa, nem quando isso aconteceu. No entanto, existe um exemplar histórico guardado no Museu de Lübeck, na Alemanha, datado de 1784, considerado um dos mais antigos registros dessa prática.

Os marinheiros utilizavam materiais simples e disponíveis a bordo, como madeira, osso e marfim, esculpidos manualmente. Nos finais do século passado, essa arte evoluiu, tornando-se mais elaborada, com cenas completas de portos, faróis e atividades marítimas, revelando grande habilidade técnica e criatividade.

Mas afinal, como o barco entra na garrafa?

Essa é a pergunta que mais desperta curiosidade e a resposta é um excelente exemplo de engenho e paciência.

O barco não é colocado inteiro dentro da garrafa. Ele é construído fora, com partes móveis. Os mastros e velas são dobráveis, presos por fios. O casco entra primeiro pelo gargalo da garrafa. Depois, com o auxílio de pinças, varetas longas e muita precisão, o barco é posicionado no interior.

Quando tudo está no lugar, o artesão puxa cuidadosamente os fios, fazendo com que os mastros se levantem e as velas se abram, formando o barco completo. Por fim, os fios são cortados, e a garrafa é fechada, sem nenhum corte ou colagem visível.

Essa técnica transforma o que parece impossível em realidade e ensina importantes lições: planejamento, paciência, coordenação motora fina e criatividade. Mais do que um objeto decorativo, o barco dentro da garrafa é um verdadeiro exercício de arte, ciência e imaginação.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Libélulas feitas com prendedores de roupas , palitos de picolé e pedras

Os insetos são seres vivos muito comuns ao cotidiano das pessoas em diferentes ambientes. Utilizá-los como ferramenta para o ensino de Ecologia é bastante viável. Pois, facilita a ampliação da visão que os alunos possam desenvolver acerca de processos ecológicos. Como, por exemplo, perceber a função desses seres no meio ambiente. Isso pode influenciar no processo individual e coletivo de sentimento de preservação e conservação desses seres. 
Uma vez que o indivíduo descobre a função daquele ser – inseto – no Meio Ambiente, ele desconstrói conceitos e opiniões erradas pré-existentes sobre eles.