INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO) NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2024

As esponjas marinhas são animais invertebrados que desempenham um papel fundamental nos ecossistemas marinhos e têm diversas utilidades:

 Filtração - As esponjas filtram a água do mar para obter alimento, realizar trocas gasosas e excretar. Elas contribuem para a qualidade da água, removendo partículas e processando carbono, nitrogênio e fósforo.

Bioindicadoras - Algumas espécies de esponjas possuem células sensoriais que as tornam sensíveis a poluentes como metais pesados e microplásticos.

Abrigo -
As esponjas podem proporcionar abrigo para outros organismos, como moluscos e peixes.
Constituintes dos recifes de corais
As esponjas podem ser incrustantes (cobrindo rochas ou corais) ou digitiformes (dotadas de projeções).



Os recifes de corais são estruturas formadas por corais e algas coralinas, e são importantes para o meio ambiente e para a economia:


 Biodiversidade - Os recifes de corais são o lar de uma grande variedade de espécies marinhas, incluindo 25% de todas elas.


Economia -
Os recifes de corais são importantes para a pesca sustentável e para o turismo. No Brasil, mais de 18 milhões de pessoas dependem direta ou indiretamente dos corais.

Proteção costeira -
Os recifes de corais ajudam a proteger as comunidades costeiras da erosão das ondas e de tempestades.

Bioindicadores -
Os corais são bioindicadores da qualidade da água, pois só sobrevivem em água limpa e clara.

Os recifes de corais são formados por pólipos, que são minúsculos corpos individuais que se agrupam e criam um esqueleto calcário. Os corais preferem crescer em águas rasas, com temperaturas entre 16° e 32° C e com muita luz.

A maioria dos recifes de corais do planeta está em perigo, com 19% já perdidos e 35% ameaçados. A pesca, a poluição, o turismo e a indústria farmacêutica são algumas das atividades humanas que mais danificam os recifes.


Recifes de coral são estruturas rígidas formadas por corais e algas que se acumulam ao longo do tempo, formando ecossistemas marinhos únicos:

São a maior estrutura viva do planeta, visível do espaço

Abrigam mais de 25% da vida marinha
São o habitat marinho mais diversificado do planeta
São importantes para o turismo e a pesca
A rocha dos recifes é utilizada na construção

Os recifes de coral são formados por:
Corais duros que extraem cálcio da água do mar para criar uma estrutura endurecida
Algas calcárias que produzem carbonato de cálcio
Pólipos de coral, pequenos invertebrados que secretam um exoesqueleto calcário

Os recifes de coral podem ser encontrados em todos os oceanos, mas preferem águas com profundidades menores que 30 metros, temperaturas entre 16° e 32 °C e altos níveis de luz.

Alguns exemplos de recifes de coral no Brasil são:
Piscinas naturais de Maragogi, em Alagoas
Piscinas naturais de Porto de Galinhas, em Pernambuco
Banco de areia Picãozinho, em Cabedelo, Paraíba
Parrachos de Maracajaú, no Rio Grande do Norte
Parque Nacional de Abrolhos, na Bahia
Fernando de Noronha, em Pernambuco
Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte

Para ajudar na proteção dos recifes de coral, você pode:
Não participar de turismo de destruição
Não tocar, pisar ou pegar nos corais
Usar protetores solares naturais, 100% físicos, não nanoparticulados e certificados

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Os habitantes do mar são uma grande variedade de seres vivos, que podem ser classificados em três grupos: plâncton, nécton e bento.

 


Os organismos marinhos podem ser:
Peixes, Crustáceos, Equinodermos, Mamíferos, Répteis, Vermes marinhos, Moluscos, Esponjas.

Os oceanos são repletos de vida, desde a microscópica até a grande. Os vírus são os seres biológicos mais comuns no ambiente marinho, mas ainda não há um levantamento global dos tipos de vírus marinhos.

Os ecossistemas marinhos são maiores e mais antigos do que os terrestres, e possuem uma biodiversidade riquíssima. No entanto, a atividade humana está levando algumas espécies à extinção antes mesmo de serem estudadas



Porém, a vida marinha está ameaçada por diversos fatores:

Poluição - A poluição dos oceanos é causada por atividades humanas, como o descarte de lixo, esgotos, pesticidas e vazamentos de petróleo.

Mudanças climáticas - O aquecimento global é uma das maiores ameaças à vida marinha, especialmente aos corais, que são sensíveis ao aumento da temperatura.

Pesca excessiva -
A pesca excessiva e destrutiva ameaça a vida marinha e a segurança alimentar.

Perda de habitat -
A perda de habitat marinho é um problema crescente que ameaça a biodiversidade e a sustentabilidade dos oceanos.

Espécies invasoras -
As espécies invasoras representam uma ameaça à biodiversidade e ao equilíbrio ecológico dos oceanos.

Mineração submarina - A mineração submarina pode destruir o habitat de organismos marinhos, como corais, algas, manguezais e ervas marinhas.

Resíduos plásticos -
Os resíduos plásticos são uma ameaça à biodiversidade nos mares e oceanos.

Acidificação da água - A acidificação da água é uma ameaça à vida marinha.

As anêmonas-do-mar são um elemento importante da cadeia alimentar marinha e do equilíbrio do ambiente marinho, mas algumas espécies estão em risco de extinção:

Cadeia alimentar - As anêmonas-do-mar são um elemento fundamental da cadeia alimentar marinha.

Habitat - As anêmonas-do-mar fazem parte do habitat natural de espécies em perigo de extinção, como as gorgônias e as penas-do-mar.

Ameaça de extinção -
A anêmona-de-tubo, espécie presente no litoral brasileiro, está sob a ameaça de extinção.

As anêmonas-do-mar também podem ter relações de protocooperação com outras espécies, como o caranguejo-ermitão. Neste caso, a anêmona protege o caranguejo-ermitão, que transporta a anêmona para outros locais sob a sua concha.

O cavalo-marinho é um animal que desempenha um papel importante no equilíbrio ambiental e está ameaçado de extinção devido a diversas atividades humanas.

 Importância para o meio ambiente

As águas-vivas, também chamadas de medusas, são importantes para a cadeia alimentar dos oceanos. Elas controlam a população de algas e plânctons, e servem de alimento para tartarugas-cabeçudas, peixes-lua e peixes-enxada. Além disso, peixes jovens se escondem nos tentáculos das águas-vivas para se protegerem de predadores.

Água Viva Cultura e Sustentabilidade
É uma produtora cultural que atua em projetos artísticos, educativos e socioambientais. A empresa tem sede em Mogi das Cruzes, São Paulo, e busca promover a diversidade, acessibilidade e regeneração.

Agropecuária Água Viva
Uma fazenda que se destaca por ser um exemplo de pecuária sustentável. A propriedade adota técnicas agrícolas sustentáveis, como o plantio direto, a rotação de culturas e a compostagem de resíduos orgânicos.

Programa Água Viva
Um programa do SEMAD - SISEMA que visa proporcionar condições favoráveis para a sociedade da sub-bacia do rio Paracatu. O objetivo é permitir que a sociedade participe da gestão dos recursos hídricos de forma sustentável.

Água viva pode estar relacionado com sustentabilidade de várias formas, incluindo:

Importância para o meio ambiente - As águas-vivas, também chamadas de medusas, são importantes para a cadeia alimentar dos oceanos. Elas controlam a população de algas e plânctons, e servem de alimento para tartarugas-cabeçudas, peixes-lua e peixes-enxada. Além disso, peixes jovens se escondem nos tentáculos das águas-vivas para se protegerem de predadores.

Água Viva Cultura e Sustentabilidade
É uma produtora cultural que atua em projetos artísticos, educativos e socioambientais. A empresa tem sede em Mogi das Cruzes, São Paulo, e busca promover a diversidade, acessibilidade e regeneração.

Agropecuária Água Viva
Uma fazenda que se destaca por ser um exemplo de pecuária sustentável. A propriedade adota técnicas agrícolas sustentáveis, como o plantio direto, a rotação de culturas e a compostagem de resíduos orgânicos.

Programa Água Viva
Um programa do SEMAD - SISEMA que visa proporcionar condições favoráveis para a sociedade da sub-bacia do rio Paracatu. O objetivo é permitir que a sociedade participe da gestão dos recursos hídricos de forma sustentável.

A sustentabilidade na pesca e criação de polvos é um tema de debate, pois alguns consideram que a produção em massa de polvos é ecologicamente injustificável e eticamente inadequada.

 


Sustentabilidade na pesca e criação de polvos

Pesca
A pesca de polvo silvestre é geralmente artesanal, usando pequenas embarcações e técnicas tradicionais.

Criação
Alguns consideram que a criação de polvos em cativeiro é eticamente inadequada e ecologicamente injustificável.

Impactos ambientais

O uso de produtos químicos como cloro, água sanitária e alvejante para retirar o polvo dos potes é proibido por lei, pois prejudica o meio ambiente.

Aquicultura

Um estudo de 2019 concluiu que a aquicultura pouco faz para compensar os danos causados pela pesca selvagem.

Os polvos são cefa
lópodes importantes no ambiente bentônico, pois atuam como predadores generalistas e oportunistas. Eles são também um dos invertebrados mais autossuficientes do mundo marinho, com a capacidade de se camuflar e controlar os movimentos dos seus membros.

A sustentabilidade do cultivo de moluscos depende de boas práticas, como:

 


O escargot é um molusco gastrópode terrestre que tem vários benefícios, tanto para a saúde como para a pele e para o aprendizado:

Alimentação saudável - O escargot é rico em cálcio, ácidos graxos polissaturados, sais minerais e ferro. Por isso, é recomendado para combater o colesterol, para casos de raquitismo e para a gravidez e amamentação.

Propriedades medicinais do muco - O muco do escargot tem propriedades antimicrobianas e cicatrizantes. Na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, por exemplo, o muco do escargot está sendo testado como um antibiótico natural para tratar a mastite, uma doença que afeta as tetas das vacas.

Produto cosmético - O muco de caracol, também conhecido como mucina, é um ingrediente popular em produtos cosméticos para a pele. Os gregos antigos já usavam o muco de caracol para combater a inflamação tópica.

Tratamento de problemas de aprendizado - A USP usa escargots para tratar problemas que dificultam o aprendizado, como a hiperatividade e a falta de atenção.

O escargot é um caramujo que faz parte da culinária francesa, mas apenas 12 espécies de caracóis (do gênero Helix) são consumidos pelos humanos. Por ser um produto de produção manual e demorado, o escargot costuma ter um preço alto no mercado.

A mostarda pode ser usada de várias formas para ser sustentável, como:

 

Azeitonas e a produção de azeite podem ser sustentáveis de várias formas, incluindo:

 


  • Uso de caroços de azeitona
    Os caroços de azeitona podem ser utilizados para gerar energia renovável e limpa. Eles também podem ser transformados em biochar, um material poroso que pode ser usado para: 
    • Adsorver poluentes e metais pesados na água e no solo 
    • Tratar efluentes gerados na produção de azeitonas 
    • Melhorar a retenção de água e nutrientes no solo 
    • Controlar doenças e pragas no solo 
    • Produzir tijolos e cerâmicas 
  • Oliveiras centenárias
    As oliveiras centenárias podem ajudar a capturar e armazenar carbono da atmosfera. 
  • Embalagens recicláveis
    Algumas empresas usam embalagens recicláveis e reutilizáveis, como sacos de cartão ou de algodão orgânico e garrafas de vidro. 
  • Respeitar o meio ambiente
    Algumas empresas buscam tratar a terra com respeito, vendendo a maior parte dos caroços para se transformarem em biocombustível e convertendo o resto em fertilizante. 

O azeite de oliva pode ser sustentável, pois a sua produção tem um impacto mínimo no meio ambiente e pode contribuir para a captura de carbono:

  • Impacto mínimo no meio ambiente
    De acordo com um estudo da PNAS, o azeite de oliva é um alimento saudável que causa um impacto mínimo no planeta. 
  • Captura de carbono
    As oliveiras podem capturar e armazenar carbono da atmosfera, pois as suas raízes podem chegar a 6 metros de profundidade. 
  • Respeito à natureza
    Algumas marcas de azeite de oliva usam os caroços, bagaço e polpa de azeitona para produzir biocombustível e fertilizante. 
Para ser considerado sustentável, o azeite deve ser extravirgem e ter uma acidez livre de até 0,4%. Além disso, deve ser extraído por métodos sustentáveis que não deteriorem o fruto e passar por uma análise química em um laboratório certificado. 
O Programa de Sustentabilidade do Azeite do Alentejo (PSAA) é um exemplo de iniciativa que busca tornar a produção de azeite mais sustentável e competitiva. Já a Lagar H é uma marca que implementou práticas de sustentabilidade socioambiental, como a redução de emissões de gases poluentes e a certificação de carbono negativo. 

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