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Dilemas da Sustentabilidade frente ao consumismo

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Mini Basketball Matemático

Educação Infantil (4 a 5 anos)

Objetivos:

Desenvolver a coordenação motora ampla;

Iniciar o reconhecimento de números;

Estimular contagem oral e noção de quantidade.

Como aplicar:

A criança tenta acertar a bolinha em um dos copos.

Depois, conta o número que acertou com a ajuda do professor.

Pode usar fichas ou blocos para representar a pontuação visualmente.

Exemplo de fala com a criança:

“Você acertou o número 10! Vamos contar até 10 juntos?”


Ensino Fundamental – Anos Iniciais (1º ao 3º ano)

Objetivos:

Praticar adição e subtração de forma divertida;

Comparar números e pontuações;

Trabalhar resolução de problemas simples.

Como aplicar:

Cada aluno joga 3 vezes e soma os pontos obtidos.

Pode-se criar desafios, como:

“Quem faz exatamente 35 pontos em 3 jogadas?”

“Você tem 2 jogadas. Qual a maior pontuação possível?”

Variante:

Adicionar operações no jogo (ex.: acertar um copo com multiplicação).

Fazer duplas e calcular a média dos pontos.

- Materiais:

Copos coloridos

Cartolina ou papelão

Canetas coloridas

Bolinhas de papel, ping pong ou tampinhas

- Habilidades BNCC trabalhadas:

EI03ET05, EF01MA05, EF02MA06, EF03MA07

(Identificar números, realizar adições e subtrações, resolver problemas simples do cotidiano)




Matemática fatiada: raciocínio em forma e cor


Imagem 1 

 Frações com pratos de papel (flores de fração)

Conteúdo: Frações (1/2, 1/4, 1/8, 1/9, 1/10)

Materiais: Pratos de papel, papel colorido, tesoura, cola, marcador.

- Educação Infantil:

Introdução ao conceito de “metade” com apenas 2 pedaços (1/2).

Usar a ideia de partilha: "Vamos dividir o prato em duas partes iguais?"

Associar a quantidade com o visual (sem precisar usar a notação fracionária).

- Fundamental I (1º ao 5º ano):

Trabalhar o reconhecimento das frações: 1/2, 1/4, 1/8 etc.

Montar e desmontar os pratos-fração para entender equivalência (ex: 2/4 = 1/2).

Jogos: montar a flor com as partes corretas.

- Fundamental II (6º ao 9º ano):

Explorar frações equivalentes, soma de frações com mesmo denominador.

Resolver desafios: “Quantos pedaços de 1/8 formam 1/2?”

Introdução ao cálculo com frações.

Imagem 2

Fatias de pizza com números e pepperoni

Conteúdo: Contagem, correspondência número-quantidade.

Materiais: Papel colorido, cola, canetinha.

- Educação Infantil:

Contagem de pepperonis: “Quantas bolinhas tem essa fatia?”

Associar número à quantidade representada.

Jogo: encontrar a fatia que corresponde ao número pedido.

- Fundamental I:

Atividades com adição: “Quantas bolinhas têm 2 fatias juntas?”

Introdução à subtração: “Se tirar uma bolinha, quantas sobram?”

Explorar multiplicação com base nas bolinhas.

- Fundamental II:

Adaptação para frações: cada fatia representa 1/8 da pizza → trabalhar proporção.

Estimativas e problemas com porcentagens baseadas nas fatias.

Imagem 3

Sorvetes com bolas numeradas

Conteúdo: Formação de números, adição, decomposição.

Materiais: Cartolina colorida, canetinha, tesoura.

- Educação Infantil:

Formar sorvetes com bolas numeradas até 5 ou 10.

Jogo: “Encontre duas bolas que somam o número no cone.”

Atividade de pareamento e cores.

- Fundamental I:

Resolver contas de adição e subtração usando as bolas.

Desafios com decomposição: “Que números formam o 9?”

Jogo de montar o maior número com 3 bolas.

- Fundamental II:

Adaptar para números decimais ou frações (ex: bola com 0,5 ou 1/2).

Problemas com soma de decimais ou frações usando os sorvetes.


- PLANO DE AULA – MATEMÁTICA LÚDICA COM FRAÇÕES E NÚMEROS

TEMA: Frações e Números com Material Manipulável
DURAÇÃO: 2 aulas de 50 minutos
MODALIDADE: Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II (com adaptações)
COMPONENTE CURRICULAR: Matemática
HABILIDADES BNCC:

EI03ET04 (EI): Estabelecer relações entre a quantidade de elementos de um conjunto e sua representação numérica.

EF02MA06 (EF I): Relacionar a fração com a ideia de partes de um todo.

EF05MA05 (EF I): Representar frações equivalentes e comparar frações.

EF06MA06 (EF II): Resolver e formular problemas que envolvam frações de quantidades.

-  OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o conceito de frações como partes de um todo.

Estimular a contagem, associação de número à quantidade e adição.

Relacionar frações com figuras visuais (pizza, flor, sorvete).

Desenvolver o raciocínio lógico e a coordenação motora fina.

- RECURSOS

Pratos de papel (para flores de frações)

Papel colorido (para pizza e sorvetes)

Tesoura sem ponta

Cola e canetinhas

Cartolina

Caixa organizadora

- EDUCAÇÃO INFANTIL – ATIVIDADE ADAPTADA

1- Atividade: Pizza dos Números

Cada criança recebe uma fatia de pizza com bolinhas (pepperoni).

Contam as bolinhas e relacionam com o número.

Jogo: “Achar a fatia que tem o número tal.”


2- Atividade: Sorvete de Adição

Cones com números e bolas numeradas.

Desafio: montar sorvetes com 2 bolas que somem o número do cone.

- ENSINO FUNDAMENTAL I – ATIVIDADE ADAPTADA

1- Flores das Frações

Cada grupo monta um prato com 2, 4, 8 ou 10 partes.

Comparam frações: Qual pedaço é maior? 1/2 ou 1/4?

2- Pizza dos Números

Cada fatia é 1/8 da pizza.

Desafio: montar pizzas com frações diferentes (1/4 = 2/8).

3- Sorvetes Matemáticos

Montar sorvetes com bolas que somem até 10.

Introdução à decomposição e equivalência.

- ENSINO FUNDAMENTAL II – ATIVIDADE ADAPTADA

1- Desafio das Frações

Cada grupo monta uma flor de fração e resolve:

Quantos pedaços de 1/8 formam 1/2?

Qual é a fração equivalente a 2/4?

2- Pizza Decimais e Porcentagem

Usar fatias com decimais (0.125 = 1/8).

Desafios de soma, equivalência e comparação.

3- Sorvetes de Cálculo

Números decimais nas bolas.

Criar sorvetes com soma exata de 1,00.

- AVALIAÇÃO

Participação nas atividades.

Capacidade de montar frações corretamente.

Compreensão dos conceitos ao final da aula (oralmente ou por escrita).

Socialização e colaboração em grupo.

- AMPLIAÇÃO (OPCIONAL)

Criar um mural das “Pizzas Matemáticas” ou “Sorvetes de Frações”.

Gravar vídeos explicando como montar frações.

Levar as atividades para casa como jogo para brincar com a família.

Desenvolvendo a percepção visual, coordenação motora fina, criatividade e experimentação com diferentes materiais e técnicas

Imagem 1

1- Pintura com Pontilhismo e Galhos
Técnica: Pintura com cotonete ou ponta do dedo.
Objetivo pedagógico:

Trabalhar a coordenação motora fina.

Explorar formas da natureza (folhas, galhos, flores).

Desenvolver a percepção de cores e padrões repetitivos.

Introduzir o conceito de pontilhismo artístico.

Imagem 2

2- Carimbo com Colagem e Tinta
Técnica: Impressão com matriz feita de papelão ou EVA.
Objetivo pedagógico:

Estimular o reconhecimento de formas geométricas e botânicas.

Explorar a técnica de carimbo e repetição.

Desenvolver a noção de simetria e composição visual.

Trabalhar força e pressão manual no uso de carimbos.

Imagem 3

3- Flores com Rolo de Papel Higiênico
Técnica: Impressão com rolo cortado.
Objetivo pedagógico:

Estimular a criatividade com materiais recicláveis.

Explorar formas e padrões circulares.

Trabalhar coordenação motora ao carimbar.

Promover consciência ambiental com reaproveitamento.

Imagem 4

4- Pintura Soprada com Olhinhos
Técnica: Tinta soprada com canudo ou assoprando diretamente.
Objetivo pedagógico:

Desenvolver o controle da respiração e sopro.

Estimular o senso de imaginação e humor (criando monstrinhos, germes, personagens).

Trabalhar com cores primárias e mistura de cores.

Incentivar a expressividade artística livre.


- Plano de Aula Completo e Adaptado para diferentes públicos:
Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Inclusão e Terapia para Terceira Idade

A atividade escolhida como base foi a pintura soprada com olhinhos - Imagem 4 - que pode ser facilmente adaptada para todos esses grupos.

- PLANO DE AULA – ARTE EXPRESSIVA COM TINTA SOPRADA
Tema: Criando Personagens com Pintura Soprada
Duração: 50 a 60 minutos
Material: Tinta guache, canudos, cartolina ou papel A4, olhinhos móveis, pincéis, copinhos com água, aventais

- EDUCAÇÃO INFANTIL (4 a 6 anos)
Objetivos:

Desenvolver a coordenação motora oral e fina.

Explorar texturas e cores.

Estimular a criatividade e imaginação.
Metodologia:

Conversa inicial sobre monstros, bichinhos e personagens engraçados.

Demonstração de como soprar a tinta com o canudo.

Cada criança faz sua pintura soprada e cola olhinhos.

Roda de conversa para nomear seus personagens.
Avaliação:
Participação, envolvimento e oralidade ao descrever sua criação.

- ENSINO FUNDAMENTAL (7 a 10 anos)
Objetivos:

Estimular a autonomia criativa e expressão artística.

Trabalhar sopro controlado e coordenação.

Relacionar arte com emoções e histórias.
Metodologia:

Discussão sobre sentimentos e como representá-los visualmente.

Pintura soprada representando emoções (tristeza, alegria, medo).

Nomear e escrever uma pequena história sobre o personagem criado.
Avaliação:
Entrega da atividade, criatividade e vínculo entre arte e narrativa.

- ENSINO MÉDIO
Objetivos:

Trabalhar expressão subjetiva e simbólica através da arte.

Estimular o uso de técnicas alternativas na criação visual.

Desenvolver noções de composição e crítica artística.
Metodologia:

Breve introdução sobre arte abstrata e expressionismo.

Pintura soprada livre ou com tema (por ex: “como me sinto hoje”).

Discussão crítica sobre as obras criadas: formas, cores, emoções.
Avaliação:
Participação, reflexão crítica, expressão estética.

- INCLUSÃO (crianças e adolescentes com deficiência)
Adaptações e Objetivos:

Utilizar canudos mais largos ou dispositivos de sopro adaptados.

Auxílio com colagem e uso de texturas para deficiências visuais.

Estimular sensorialmente (cor, forma, som do sopro).
Metodologia:

Atividade sensorial de escolha das cores.

Soprar ou espalhar a tinta com ajuda (se necessário).

Construção de personagens com colagens e texturas.
Avaliação:
Envolvimento sensorial, resposta emocional, interação social.

- TERAPIA PARA TERCEIRA IDADE
Objetivos:

Estimular o sopro e respiração (coordenação motora oral).

Trabalhar concentração e relaxamento.

Promover bem-estar, expressão emocional e autoestima.
Metodologia:

Atividade de relaxamento inicial com respiração.

Pintura soprada com música ambiente tranquila.

Conversa sobre as formas criadas e suas interpretações livres.
Avaliação:
Bem-estar percebido, participação e relato pessoal da experiência.




- PLANO DE AULA – Pintura Soprada: Emoções em Movimento

Etapa: Ensino Fundamental II
Ano recomendado: 6º ao 9º ano
Duração: 2 aulas de 50 minutos
Área: Arte
Habilidade BNCC (EF69AR08):
Experimentar e aplicar diferentes técnicas, materiais e procedimentos artísticos para expressar ideias, sentimentos e/ou conceitos.

- Objetivos de Aprendizagem

Desenvolver a capacidade de expressão artística utilizando técnicas não convencionais.

Relacionar formas, cores e composições com sentimentos e emoções.

Explorar o uso do sopro como ferramenta de criação artística.

Incentivar a apreciação e interpretação de obras visuais próprias e dos colegas.

- Materiais Necessários

Canudos de papel ou plástico

Tintas guache diluídas em água

Papel branco ou cartolina A4

Olhinhos móveis (opcional)

Pincéis, copinhos de água

Lápis e caneta para nomear os personagens/criações

Música instrumental leve para ambientação

- Conteúdo Trabalhado

Técnicas de pintura alternativas (sopro com tinta)

Cores e emoções

Arte abstrata e espontânea

Expressividade e simbolismo visual

- Metodologia (Etapas da Aula)

Aula 1: Criação artística

1- Conversação inicial (10 min):

Perguntar: Como podemos expressar emoções com arte, sem desenhar rostos ou palavras?

Mostrar exemplos de arte abstrata e pintura soprada.

2- Demonstração (5 min):

Mostrar como soprar a tinta com canudo para criar formas orgânicas.

3- Criação livre (30 min):

Alunos criam pinturas sopradas com diferentes cores.

Opcional: colagem de olhinhos para transformar em personagens.

4- Nome e emoção (5 min):

Aluno dá nome à sua criação e escreve qual emoção ela representa.

- Aula 2: Interpretação e reflexão

1- Exposição na sala (15 min):

Obras são dispostas no quadro ou mesa para todos verem.

2- Roda de conversa (20 min):

Cada aluno explica sua criação: como fez, o que representa, que emoção ou pensamento quis transmitir.

3- Interpretação cruzada (10 min):

Colegas tentam interpretar a obra do outro: “O que você sente ao olhar essa arte?”

4- Encerramento (5 min):

Discussão sobre como diferentes técnicas podem representar sentimentos de forma única.

- Avaliação

Participação e envolvimento durante a atividade.

Clareza na apresentação da própria criação.

Capacidade de interpretar as criações dos colegas.

Organização e criatividade na composição visual.

- Dica Extra

Monte uma galeria de arte na escola com as produções dos alunos e coloque títulos e descrições criativas ao lado das obras.



Atividade divertida, criativa e ótima para projetos interdisciplinares

Atividade Lúdica: Fantasia de Água-Viva

Faixa etária: 3 a 6 anos
Objetivo: Desenvolver a imaginação, coordenação motora e o conhecimento sobre os animais marinhos.
Materiais:

Guarda-chuvas transparentes

Fitas de cetim ou papel crepom (tons de rosa, roxo, azul)

Olhos móveis grandes (de papel, EVA ou plástico)

Cola quente ou fita adesiva

Tesoura

- Etapas:

1- Exploração temática: Converse sobre o oceano, a vida marinha e como vivem as águas-vivas.

2- Confecção da fantasia:

Cole os olhos grandes na parte de cima do guarda-chuva.

Prenda as fitas ao redor da borda inferior do guarda-chuva para representar os tentáculos.

3- Desfile/encenação: Deixe as crianças brincarem, desfilarem ou encenarem uma “dança das águas-vivas”.

4- Complemento artístico: Proponha um desenho ou pintura do fundo do mar depois da brincadeira.

- Habilidades trabalhadas:

Coordenação motora fina e ampla

Criatividade e expressão corporal

Conhecimento sobre seres vivos aquáticos

Interação e trabalho em grupo

- Plano de Aula – “Dança das Águas-Vivas”

Faixa etária: 4 a 6 anos

Duração: 2 encontros de 1 hora cada

Campos de experiência (BNCC):

“O eu, o outro e o nós”

“Corpo, gestos e movimentos”

“Traços, sons, cores e formas”

“Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”

“Escuta, fala, pensamento e imaginação”

- Objetivos de Aprendizagem (BNCC):

EI03CG03: Demonstrar controle progressivo do corpo em movimentos amplos, como correr, pular, dançar e gestos coordenados.

EI02ET02: Explorar, com a mediação de adultos, fenômenos naturais e elementos do ambiente.

EI03TS01: Expressar-se livremente por meio das artes visuais, utilizando diferentes materiais e técnicas.

EI03EO02: Participar de brincadeiras e jogos colaborativos, respeitando regras simples.

EI03EF04: Recontar histórias ou fatos vividos, ampliando o vocabulário e a expressão oral.

- Conteúdos:

Animais marinhos: características das águas-vivas

Expressão artística: construção de fantasia com materiais recicláveis

Movimento: dança e brincadeiras

Oralidade: rodas de conversa e recontos

- Materiais:

Guarda-chuvas transparentes

Fitas de papel crepom, TNT ou cetim

Tesoura, fita adesiva, cola quente

EVA, cartolina para fazer os olhos

Aparelho de som (opcional, para música ambiente oceânica)

- Desenvolvimento da Aula:

1º Encontro – Conhecendo a água-viva (50 min):

Roda de conversa sobre os animais do mar: “Quem conhece a água-viva?”

Exibição de imagens ou vídeos curtos sobre águas-vivas.

Construção da fantasia com as crianças (em pequenos grupos ou com ajuda de adultos).

Exploração livre com os guarda-chuvas prontos.

2º Encontro – Dança das águas-vivas (50 min):

Revisão rápida do conteúdo aprendido.

Dança livre ou desfile temático, com música suave imitando o movimento do mar.

Atividade artística complementar: desenho do fundo do mar ou colagem com peixinhos e algas.

Encerramento com recontos: “Como foi ser uma água-viva?”

- Avaliação:

Observação contínua:

Participação e envolvimento nas atividades

Interação com colegas

Expressão corporal e verbal

Curiosidade e interesse pelos animais marinhos

- Sugestão extra:

Monte um mural com o tema “Vida no fundo do mar” com desenhos, colagens e fotos das crianças com suas fantasias!






quinta-feira, 24 de julho de 2025

String Art (sem prego e sem martelo)

Publicada em 11/06/2016 e atualizada em 24/07/2025

Técnica de prego e linha onde se formam figuras geométricas - o mais indicado é que não use prego e martelo.

- Criada pela matemática Mary Everest Boole, no séc. XIX, como forma de ensinar idéias complexas de uma maneira simples, como auxiliar as crianças a entederem a matemática.
Ela desenvolveu métodos para ensinar conceitos matemáticos complexos de forma mais acessível às crianças. Utilizou a filosofia, a literatura e a imaginação para tornar a matemática mais interessante e compreensível. Seus métodos incluíam atividades práticas, como costura de curvas, e incentivavam a exploração e o pensamento crítico. Além disso, Mary valorizava a aprendizagem cooperativa, onde as crianças compartilhavam descobertas e desenvolviam novas abordagens.

- Na arteterapia é uma prática criativa que utiliza fios ou linhas coloridas para formar desenhos sobre uma base com pontos de fixação (como pregos, alfinetes eou adesivos), promovendo expressão emocional, concentraçõa e bem-estar. 

- E sendo excelente para a fixação de conceitos matemáticos, é uma forma criativa e concreta de ensinar matemática por meio da arte com linhas. Essa técnica permite que os alunos visualizem e construam conceitos abstratos de forma prática, despertando o interesse e estimulando o raciocínio lógico e geométrico.

- Objetivos Matemáticos
Utilizar o String Art para:
Compreender e aplicar conceitos geométricos (ponto, reta, ângulo, formas planas e simetria);
Explorar padrões, sequências e regularidades;
Trabalhar com coordenação motora fina, contagem e noção de proporção e medidas;
Desenvolver o pensamento lógico por meio de relações espaciais.

- Conceitos matemáticos explorados
1- Geometria
Segmentos de reta
Polígonos (triângulo, quadrado, hexágono)
Curvas formadas por retas
Simetria e rotação
2- Aritmética
Contagem de pontos
Sequências numéricas
Multiplicação e divisibilidade (em padrões circulares)
3- Proporcionalidade e Medidas
Espaçamento entre pontos
Estimativas e comparações
4- Plano cartesiano (para alunos maiores)
Coordenadas (x, y)
Construção de gráficos ou figuras no plano

- Público-alvo
Educação Infantil (formas e contagem)
Ensino Fundamental I (geometria básica, simetria, contagem)
Ensino Fundamental II (padrões numéricos, proporção, plano cartesiano)

- Sugestão de atividade simples (Fundamental I)
Nome: "Estrela de Linhas Retas"
Objetivo: Criar uma estrela usando linhas retas entre pontos numerados em um círculo.
Materiais:
Papelão ou EVA
Alfinetes ou tachinhas (ou adesivos no caso de string art sem prego)
Fios de lã ou barbante colorido
Régua e lápis
Passo a passo:
1- Marque 10 a 12 pontos igualmente espaçados ao redor de um círculo.
2- Numere os pontos.
3- Conecte os pontos com linhas saltando de 2 em 2 (ou 3 em 3...) formando padrões.
4- Observe a figura que se forma e conte quantos triângulos, retas, eixos de simetria aparecem.
Conceitos abordados:
Números pares e ímpares
Sequência numérica
Formação de figuras geométricas com fios
Simetria

- Dica pedagógica
Associe a arte à investigação: "O que muda se eu pular 3 pontos em vez de 2?" ou "Quantos lados tem a figura que você criou?" — assim, a atividade vira uma descoberta matemática.











Plano de aula sobre o Construtivismo Russo, com o foco na ideia de que é uma arte construtiva, que não decora, mas organiza a vida - uma proposta excelente para trabalhar interdisciplinarmente (arte, história e filosofia).

- Plano de Aula — Construtivismo Russo: A Arte que Organiza a Vida
Público-alvo: Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) ou Ensino Médio
Duração: 2 a 3 aulas (de 50 minutos cada)
Áreas envolvidas: Artes, História, Filosofia

- Objetivos
Compreender o movimento artístico do Construtivismo Russo.
Refletir sobre a função social e organizadora da arte.
Produzir uma obra inspirada no Construtivismo com foco na função prática da arte (cartaz, design, sinalização, maquete, etc.).
Valorizar a arte como meio de expressão e transformação do cotidiano.

- Conteúdos
História do Construtivismo Russo (1910-1930)
Artistas-chave: El Lissitzky, Vladimir Tatlin, Aleksandr Rodchenko
Arte utilitária e funcional: cartazes, mobiliário, arquitetura, design gráfico
Frase-chave: "A arte não deve decorar, deve organizar a vida."

- Metodologia

1- Introdução (aula 1):


Apresentação de imagens e cartazes do Construtivismo Russo.

Conversa guiada:

“Você acha que a arte deve enfeitar ou transformar?”
“O que significa uma arte que ‘organiza a vida’?”

2- Contexto histórico (aula 1):

Revolução Russa, fim do czarismo, ideais de coletividade.
Arte ao serviço da sociedade — simplificação visual, formas geométricas, cores primárias.

3- Análise de obras (aula 2):

Observação de cartazes e design construtivista.
Identificação de formas, cores, função, mensagem.

4- Produção artística (aula 2 e 3):

Criação de uma peça artística com função organizadora:
Exemplos:

Cartaz de alerta ou campanha (sustentabilidade, paz, saúde).
Design de um objeto funcional com formas geométricas (ex: organizador de materiais, mobiliário em papel).
Sinalização útil para escola ou comunidade (ex: placas de espaços coletivos).

- Materiais
Papéis coloridos, cartolina, réguas, lápis
Tesoura, cola
Computador e projetor (opcional)
Recursos digitais: Canva, Google Slides, imagens em PDF (posso montar se quiser)

- Avaliação
Participação nas discussões.
Clareza no entendimento do conceito "arte que organiza".
Criatividade e funcionalidade da peça criada.
Apresentação oral ou exposição final explicando o objetivo da obra.

- Ampliações possíveis
Exposição escolar de “arte construtiva”.
Ligação com o design gráfico e a publicidade atual.
Criação de maquetes de espaços escolares otimizados (estilo Tatlin).


Abaixo, temos exemplos de string art para crianças do pré escolar.

String art é ideal para atividades com crianças, espaços escolares ou quando se quer evitar ferramentas:

- Opção 1: String Art com Papelão

Materiais:

Papelão grosso (caixas de papelão recicladas)
Alfinetes com cabeça ou tachinhas
Fios de lã, barbante, linha grossa
Lápis e régua
Tesoura

Como fazer:

Recorte um quadrado ou coração de papelão.
Desenhe o contorno do seu desenho no papelão.
Espete os alfinetes ou tachinhas em pontos ao redor do contorno.
Amarre a ponta do fio em um pino, e vá passando entre os pontos, cruzando, criando desenhos com linhas.

- Opção 2: String Art com Placa de Isopor ou EVA Duro

Materiais:
Placa de isopor ou EVA grosso
Alfinetes (tipo costura)
Fios coloridos
Molde impresso do desenho (opcional)

Como fazer:
Coloque o molde por cima do isopor.
Espete os alfinetes nos pontos principais do contorno.
Retire o molde com cuidado.
Passe o fio entre os alfinetes, formando linhas e preenchendo.

- Opção 3: String Art com Papel Cartão e Cola

Materiais:
Papel cartão ou papel kraft
Cola branca
Fios coloridos
Lápis para desenhar o molde

Como fazer:
Desenhe o molde do que quer criar.
Passe cola no contorno.
Coloque o fio seguindo o contorno, pressionando levemente.
Depois, cruze fios entre os traços principais, também com cola.

- Dica extra:

Essa atividade é excelente para coordenação motora fina, criatividade e foco, podendo ser usada em temas como:

Animais (ex: borboleta, peixe)
Plantas (ex: flor, árvore)
Figuras geométricas
Letras do nome da criança









Proposta de atividade de String Art adaptada para crianças do Pré-Escolar (3 a 5 anos) - segura, lúdica e excelente para a coordenação motora fina.

- Atividade: “Desenho com Fios” (String Art Infantil)
Faixa etária: 3 a 5 anos (Pré-escola)
Duração: 30 a 40 minutos
Habilidade desenvolvida: Coordenação motora fina, atenção, criatividade, noção espacial
Área: Artes visuais / Psicomotricidade / Projeto sensorial

- Objetivos
Estimular a coordenação motora fina através da manipulação de fios.
Explorar formas simples e cores.
Promover a expressão artística e sensorial.
Trabalhar com a ideia de contorno e preenchimento.

- Materiais
Papelão ou cartolina grossa
Fios de lã colorida ou barbante macio
Cola branca (não tóxica)
Canetinha ou lápis de cor
Furador de papel (ou professor pode fazer furos com antecedência)
Moldes simples (ex: estrela, coração, peixe, árvore, flor)

- Passo a Passo
1- Preparação do molde (professor ou adulto):

Recorte moldes grandes em cartolina ou papelão com furos ao redor (como se fosse um "colar de pontos").
Faça os furos com furador nos contornos do desenho (cerca de 1 furo a cada 2 cm).

2- Escolha do molde pela criança:
Deixe que escolham entre figuras como:

- Flor
- Peixe
- Estrela
- Coração
- Árvore

3- Enfiando os fios:

Dê fios coloridos e mostre como passar por dentro dos furinhos, cruzando de um lado para o outro.
As crianças podem colar o início e o final com cola ou fita crepe.

4- Exploração livre:

Não precisa seguir um padrão rígido. A ideia é explorar e experimentar passar o fio de um ponto ao outro.

5- Exposição:

Monte um “painel de fios” com todos os trabalhos das crianças.

- Dicas Pedagógicas
Trabalhe com palavras como: fino, grosso, laço, linha, contorno, dentro, fora, cruzar.
Use essa atividade dentro de temas como “animais do mar” (peixe), “jardim” (flor), “corpo e sentimentos” (coração).
Pode associar a contação de história ou música (ex: “Peixe vivo”, “Borboletinha”).









Contradição Atual

De um lado, a escola quer limitar o uso do celular para evitar distrações, exposição inadequada e excesso de tempo de tela.

Do outro, ela exige o uso do celular ou computador para acessar plataformas educativas, enviar tarefas, fazer provas e até acompanhar a vida escolar.

Essa situação gera confusão para pais, alunos e até professores, e pode passar a mensagem de que o celular é "proibido", mas também "obrigatório".

- Como lidar com isso de forma consciente e equilibrada?

1- Educação Digital e não apenas proibição

Ao invés de proibir o celular, a escola pode ensinar como, quando e por que usar o celular de forma educativa. Assim, o aluno desenvolve autonomia digital.

2- Clareza nas regras

A escola pode definir horários e contextos para uso:

Pode usar para estudar, gravar aula, enviar trabalho.

Não pode usar para jogar, redes sociais, ou em momentos de interação social presencial.

3- Separar o “uso pessoal” do “uso escolar”

Isso pode ser feito com:

Aplicativos escolares organizados em pastas específicas.

Celulares com modo “foco” ativado.

Acordos familiares e escolares para horários com e sem tela.

4- Transparência com os pais

A escola precisa explicar aos pais:

“Não proibimos a tecnologia. Incentivamos o uso responsável. Usamos apps educativos, e-mail e simulados para preparar os alunos para a realidade digital, mas isso deve ser feito com apoio e orientação.”

Se você quiser, posso montar um material explicativo para escolas, ou uma cartilha para pais e alunos com orientações claras sobre isso. Também posso fazer um plano de aula para educar sobre o uso equilibrado do celular. Quer que eu organize isso?

1- Material Explicativo para Escolas

Tema: O uso equilibrado do celular no contexto escolar

- Objetivo:

Ajudar a equipe pedagógica a compreender e aplicar uma política clara, realista e educativa sobre o uso de celulares na escola.

- Pontos-chave:

Reconhecer o paradoxo: Celulares não são só distração — também são ferramentas de aprendizado.

Adotar uma abordagem educativa, não apenas proibitiva.

Construir regras claras com a participação dos alunos.

- Sugestões para Política Escolar:

Uso permitido em atividades pedagógicas com orientação docente.

Intervalos e refeições sem celular — priorizar o convívio social.

Infraestrutura: Apps escolares organizados em pastas.

Acordo de uso consciente assinado por alunos e responsáveis.

Formação digital contínua para professores, alunos e famílias.

2- Cartilha para Pais e Alunos

- Título: “Celular na Escola: Inimigo ou Aliado?”

- Introdução:

O celular pode ser uma ferramenta poderosa de aprendizado - se usado com equilíbrio e consciência.

- Orientações para Alunos:

Use o celular somente quando for pedido para atividades escolares.

Evite jogos e redes sociais durante os estudos.

Tenha um local organizado para usar o celular com foco.

Use modo avião ou "foco" quando precisar se concentrar.

- Orientações para Pais:

Acompanhe os aplicativos usados pela criança/adolescente.

Estabeleça horários com e sem tela em casa.

Dialogue sobre o que seu filho vê, aprende e faz com o celular.

Incentive outras atividades: leitura, esportes, convivência.

- Dica conjunta:

Faça combinados! "Pode usar o celular das 18h às 19h para tarefa ou app da escola. Depois, tempo offline."

3- Plano de Aula – Uso Equilibrado do Celular

Série: 5º ao 9º ano (adaptável)

Duração: 1 aula de 50 min

Área: Ciências / Projeto de Vida / Ética digital

- Objetivos:

Refletir sobre os impactos positivos e negativos do uso do celular.

Promover o uso consciente da tecnologia.

Criar um pacto coletivo de boas práticas.

- Desenvolvimento:

Roda de conversa inicial (10 min):

Quando usamos o celular?

O que é bom e o que atrapalha?

Atividade em grupo (15 min):

Montar duas colunas:

"Quando o celular ajuda"

"Quando o celular atrapalha"

Mini-documentário (10 min):

Exibir trechos curtos de vídeos sobre vício em tela e uso educativo.

Criação coletiva (15 min):

Criar um “Guia da Turma para o Uso Consciente do Celular”.

Pode virar cartaz, mural ou até contrato coletivo.

Ensino Consciente do Uso do Celular

Ensinar crianças e adolescentes a usar o celular com consciência é essencial para promover um uso saudável da tecnologia e evitar riscos como dependência, exposição a conteúdos impróprios e cyberbullying. Aqui vai um guia prático com estratégias educativas, que pode ser usado por pais, professores ou educadores sociais:

- Ensino Consciente do Uso do Celular

- Objetivos:

Promover o uso equilibrado e responsável do celular.

Desenvolver senso crítico sobre o conteúdo acessado.

Prevenir comportamentos prejudiciais como o isolamento e a superexposição.

Estimular empatia e segurança no ambiente digital.

- Para crianças (6 a 10 anos)

1- Tempo de Tela Regrado:

Use o celular com horários combinados (ex: 30 minutos após as tarefas).

Estimule o uso com propósito: vídeos educativos, jogos de lógica, chamadas com a família.

2- Ensinar por meio de histórias e jogos:

Use contos e animações que abordem segurança digital, como “Duda e o celular mágico”.

Faça jogos de "verdadeiro ou falso" sobre o que é seguro ou não fazer online.

3- Brincadeiras sem celular:

Estimule atividades offline, reforçando que o celular é só uma das opções de lazer.

- Para pré-adolescentes (11 a 13 anos)

1- Diálogo sobre redes sociais:

Converse sobre o que postam e consomem.

Explique sobre privacidade, haters e o perigo de compartilhar dados pessoais.

2- Criação de regras em conjunto:

Estabeleçam juntos combinados: horários, locais sem celular (mesa, banheiro), tipo de conteúdo permitido.

3- Prática de “desconectar”:

Proponha desafios como "1 hora sem celular" com recompensas criativas.

Use exemplos reais (positivos e negativos) para reflexão.

- Para adolescentes (14+)

1- Responsabilidade digital:

Discutir reputação online e as consequências de atitudes impulsivas nas redes.

Debater ética digital: fake news, cyberbullying, empatia e respeito.

2- Controle emocional e comparação social:

Falar sobre como as redes influenciam a autoestima.

Incentivar a prática do "consumo consciente" de conteúdo: seguir perfis que inspiram, não que causam ansiedade.

3- Incentivar produção de conteúdo positivo:

Projetos escolares com vídeos educativos, campanhas anti-bullying ou desafios criativos.

- Sugestões de Atividades Educativas:

“Diário Digital” – onde registram por uma semana o tempo de uso, aplicativos e sentimentos associados.

Roda de conversa: “Você manda no seu celular ou ele manda em você?”

Jogo dos Avatares Digitais – Criar perfis fictícios e discutir os limites do que pode ser compartilhado.

Campanha escolar “Conectados com Consciência” – com cartazes, vídeos e peças de teatro.

- Dicas Gerais para Adultos:

Seja exemplo: adultos que vivem com o celular na mão têm menos autoridade para ensinar equilíbrio.

Ensine a denunciar e bloquear conteúdos e perfis inapropriados.

Instale apps de controle parental (com diálogo e transparência).

Valorize o uso do celular para aprender, criar e se comunicar de forma positiva.

- Plano de Aula – Uso Consciente do Celular

Etapa: Fundamental I (anos finais) e II

Duração: 2 aulas de 50 minutos

Tema: Educação digital e uso consciente da tecnologia

- Objetivos:

Refletir sobre o uso do celular no cotidiano.

Identificar riscos e boas práticas no ambiente digital.

Desenvolver atitudes de responsabilidade e respeito nas redes.

- Conteúdos:

Tempo de tela e equilíbrio.

Privacidade e segurança digital.

Cyberbullying e reputação online.

Produção de conteúdo positivo.

- Metodologia:

Roda de conversa:

Inicie perguntando:

“Quantas horas por dia você usa o celular? Para quê?”

Escreva as respostas no quadro e estimule o debate.

Exibição de vídeo curto (ex: Canal Futura – Ética Digital).

Atividade em grupo – Criação de um “Guia de Boas Práticas Digitais”

Os alunos produzem um cartaz com dicas de uso consciente e depois apresentam.

Desafio “1 hora off”:

Proponha que fiquem 1 hora sem celular e depois relatem como foi.

- Avaliação:

Participação nas discussões.

Qualidade das reflexões no cartaz.

Relato do desafio “1 hora off”.

- Cartilha para Pais – “Celular com Consciência”

Formato resumido para impressão ou envio digital

- Por que conversar sobre isso?

O celular faz parte da vida dos nossos filhos. Mas sem limites, pode trazer riscos como:

Dependência digital

Exposição a conteúdos impróprios

Cyberbullying

- Como os pais podem ajudar?

1- Estabeleça combinados claros:

Horários definidos para uso

Locais livres de tela (ex: mesa das refeições)

2- Acompanhe o que é acessado:

Veja os apps e jogos instalados

Converse sobre o que estão assistindo ou postando

3- Ensine a se proteger:

Nunca compartilhar senhas, endereço ou fotos íntimas

Mostrar como bloquear e denunciar

4- Dê o exemplo:

Evite estar sempre com o celular na mão

Tenha momentos em família desconectados

- Atividades Práticas

1- Jogo do "Pode ou Não Pode?"

Monte cartões com situações (ex: “Postar a localização em tempo real”, “Gravar colega sem consentimento”). As crianças dizem se é certo ou errado e explicam por quê.

2- Linha do Tempo Digital

Os alunos desenham sua trajetória digital: o primeiro app que usaram, o que gostam de ver, o que já os fez mal etc.

3- Oficina de criação – “Meu Código Digital”

Cada um cria 5 regras pessoais para usar o celular com responsabilidade e ilustra.

4- Teatrinho: “Na rede ou na real?”

Grupos dramatizam situações de uso consciente ou inconsciente do celular.

- Palestra Escolar – “Você manda no seu celular?”

Público-alvo: Alunos e famílias

Duração: 40 minutos + perguntas

Estrutura:

Introdução interativa:

“Você conseguiria ficar 24h sem o celular?”

(Mostre dados sobre tempo médio de uso)

Reflexão sobre impactos:

Ansiedade, comparação, distração

Importância da privacidade e do respeito

Boas práticas digitais:

“3 filtros antes de postar”: É verdadeiro? É necessário? É respeitoso?

Propostas de uso criativo e educativo

Envolvimento dos pais:

Estar presente, escutar, orientar sem invadir

Encerramento:

Vídeo motivacional ou depoimento real sobre excesso de tela

Convite ao “Desafio da Desconexão em Família”