*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.
A tese que fundamenta este blog parte de uma ideia simples e duradoura: a infância, o brincar, a cultura, a natureza e as relações humanas constituem dimensões essenciais da formação do indivíduo e da construção da vida em sociedade. Embora os contextos históricos, as tecnologias e os modos de viver se transformem, essa base permanece atual. Por isso, não se trata de uma tese vinculada a uma época específica, mas de uma perspectiva que atravessa gerações e continua encontrando sentido sempre que uma criança brinca, aprende, cria, convive e estabelece sua relação com o mundo.

A INFÂNCIA EM TRÂNSITO: MEMÓRIA, CULTURA E FUTURO

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segunda-feira, 7 de julho de 2025

FOTOSSÍNTESE NA HORTA: CIÊNCIA, BRINCADEIRA E ACESSIBILIDADE

Sequência didática para Educação Infantil e Ensino Fundamental anos iniciais

1. APRESENTAÇÃO

A horta escolar pode funcionar como um laboratório vivo, no qual as crianças observam fenômenos naturais, formulam perguntas, investigam hipóteses e constroem conhecimentos a partir de experiências concretas. Entre esses fenômenos está a fotossíntese, processo pelo qual plantas, algas e algumas bactérias utilizam energia luminosa para produzir matéria orgânica a partir de substâncias inorgânicas. Nas plantas, esse processo ocorre principalmente nas células que possuem cloroplastos, especialmente nas folhas.

Para realizar a fotossíntese, a planta utiliza água, gás carbônico e energia luminosa. A água é absorvida pelas raízes e transportada para outras partes da planta. O gás carbônico entra principalmente pelos estômatos, pequenas aberturas presentes nas folhas. A clorofila participa da captação da energia luminosa, que possibilita reações químicas responsáveis pela produção de açúcares. Durante a fotossíntese, ocorre também a liberação de oxigênio.

Os açúcares produzidos são utilizados no metabolismo e no crescimento da planta, além de poderem ser armazenados ou transformados em outras substâncias. Os nutrientes minerais absorvidos do solo também são essenciais ao desenvolvimento vegetal, mas não substituem a luz, a água e o gás carbônico necessários à fotossíntese.

O objetivo pedagógico não é antecipar conteúdos científicos complexos, mas permitir que as crianças construam explicações progressivamente mais elaboradas, respeitando suas experiências, sua faixa etária e suas formas de comunicação e participação.

2. OBJETIVOS GERAIS

  • Compreender progressivamente a fotossíntese e sua importância para as plantas e os ecossistemas.
  • Identificar a participação da luz, da água e do gás carbônico na produção de açúcares.
  • Reconhecer funções básicas das raízes, do caule e das folhas.
  • Desenvolver observação, investigação, formulação de hipóteses e registro de descobertas.
  • Relacionar o conhecimento científico ao cultivo de plantas e à preservação ambiental.
  • Estimular a linguagem oral, visual, corporal, escrita e matemática.
  • Promover cooperação, autonomia, criatividade e participação.
  • Garantir condições de acessibilidade para que todas as crianças possam aprender e participar das atividades.

3. DIFERENÇAS ENTRE AS ETAPAS DE ENSINO

Educação Infantil: crianças de 4 e 5 anos

Na Educação Infantil, a proposta deve partir da brincadeira, da exploração sensorial, da observação e da interação. O foco é despertar a curiosidade sobre as plantas, reconhecer suas necessidades e incentivar as crianças a expressarem suas descobertas por meio de desenhos, gestos, conversas, movimentos e construções.

Não se exige que memorizem a equação química da fotossíntese nem que compreendam detalhadamente suas reações. O vocabulário científico deve ser introduzido de maneira contextualizada, sem substituir a experiência concreta.

Objetivos específicos:

  • Observar plantas e reconhecer algumas de suas partes.
  • Perceber que as plantas precisam de água e luz para se desenvolver.
  • Conhecer, de maneira introdutória, a ideia de que as plantas produzem seu próprio alimento.
  • Participar de brincadeiras de representação da fotossíntese.
  • Expressar descobertas por meio de diferentes linguagens.
  • Desenvolver atitudes de cuidado com as plantas e o ambiente.

Campos de experiências relacionados à BNCC:

  • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
  • Corpo, gestos e movimentos.
  • Escuta, fala, pensamento e imaginação.
  • Traços, sons, cores e formas.
  • O eu, o outro e o nós.

Ensino Fundamental: Anos Iniciais, do 1º ao 5º ano

Nos Anos Iniciais, as crianças podem avançar da observação para a investigação sistemática. A complexidade das explicações deve crescer progressivamente, considerando os conhecimentos já construídos pela turma.

Objetivos específicos:

  • Identificar água, luz e gás carbônico como elementos necessários à fotossíntese.
  • Compreender que a planta produz açúcares e libera oxigênio durante o processo.
  • Diferenciar a absorção de água e nutrientes minerais pelas raízes da produção de açúcares na fotossíntese.
  • Formular hipóteses, comparar observações e organizar registros.
  • Interpretar desenhos, tabelas simples e sequências de acontecimentos.
  • Relacionar a fotossíntese à vida nos ecossistemas.

Progressão sugerida:

  • 1º e 2º anos: observação das plantas, identificação de partes, comparação de condições de cultivo, desenhos e relatos.
  • 3º ano: investigação das necessidades das plantas, registros sistemáticos e comparação de hipóteses.
  • 4º e 5º anos: aprofundamento da relação entre luz, água, gás carbônico, produção de açúcares, liberação de oxigênio e equilíbrio dos ecossistemas.

A proposta pode ser articulada às habilidades de Ciências da Natureza da BNCC, especialmente à habilidade EF02CI05, que envolve investigar a importância da água e da luz para a manutenção da vida das plantas em diferentes ambientes. Outras habilidades devem ser selecionadas de acordo com o ano escolar, o currículo da rede e os objetivos efetivamente desenvolvidos.

4. SEQUÊNCIA DIDÁTICA COMPLETA

Tema: Fotossíntese na horta: como as plantas produzem seu alimento.

Público: Educação Infantil: 4 e 5 anos; Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano.

Duração sugerida: cinco encontros de 30 a 50 minutos, ajustáveis à rotina escolar e às necessidades da turma.

Espaços: sala de aula, pátio, horta escolar ou outro ambiente com plantas.

Materiais: plantas vivas, vasos, cartões ilustrados, papel reutilizado em boas condições, lápis, materiais para desenho, etiquetas, recipientes de cultivo e instrumentos de registro acessíveis.

Etapa 1 - Levantamento dos conhecimentos prévios

Pergunta investigativa: De onde vem o alimento que mantém uma planta viva?

Organize uma roda de conversa e apresente uma planta real. Convide as crianças a observar as folhas, o caule e a terra. Pergunte o que imaginam que a planta precisa para crescer e de onde vem seu alimento.

Registre as ideias sem classificá-las imediatamente como certas ou erradas. As hipóteses iniciais serão retomadas no encerramento.

Educação Infantil: as crianças podem responder oralmente, apontar imagens, fazer gestos ou desenhar suas ideias.

Anos Iniciais: além das respostas orais, os estudantes podem escrever hipóteses e construir um esquema inicial sobre as necessidades da planta.

Aprendizagem esperada: reconhecer conhecimentos prévios, formular perguntas e compreender que a investigação científica começa pela observação e pela elaboração de hipóteses.

Etapa 2 - Observação e investigação na horta

Apresente plantas e observe suas características. Mostre as raízes, quando possível sem danificar a planta, o caule e as folhas. Explique que as raízes absorvem água e nutrientes minerais, enquanto as folhas são importantes para a fotossíntese.

Proponha uma investigação comparativa sobre a influência da luz no desenvolvimento vegetal. Utilize plantas semelhantes e mantenha, tanto quanto possível, as mesmas condições de água, solo e temperatura, variando apenas a disponibilidade de luz. Acompanhe as mudanças durante vários dias, sem deixar plantas sob condições prejudiciais por períodos prolongados.

Educação Infantil: observar, comparar, desenhar e relatar diferenças percebidas.

Anos Iniciais: registrar data, condições de observação e características das plantas; comparar resultados e discutir se as observações apoiam as hipóteses iniciais.

Cuidados científicos: o crescimento depende de vários fatores. Uma planta que cresce em local escuro pode apresentar alongamento e perda de coloração, mas isso não significa que esteja saudável. A investigação deve considerar o tempo necessário para observar mudanças.

Aprendizagem esperada: desenvolver a observação sistemática e compreender que as plantas respondem às condições ambientais.

Etapa 3 - Construção do conceito de fotossíntese

Utilize três cartões principais: LUZ, ÁGUA e GÁS CARBÔNICO (CO₂). Acrescente dois cartões de resultado: AÇÚCARES e OXIGÊNIO (O₂).

Explique que a planta utiliza energia luminosa para transformar água e gás carbônico em açúcares, liberando oxigênio durante o processo.

Apresente uma sequência visual:

LUZ + ÁGUA + GÁS CARBÔNICO → FOTOSSÍNTESE → AÇÚCARES + OXIGÊNIO

Essa representação é simplificada e não corresponde a uma equação química balanceada. Seu objetivo é apoiar a compreensão inicial do processo.

Educação Infantil: contar a história de uma folha que recebe luz, utiliza água e gás carbônico e produz açúcares. Não exigir memorização das fórmulas.

Anos Iniciais: identificar os elementos de entrada e os produtos, explicar a sequência com palavras próprias e relacionar a fotossíntese ao crescimento vegetal.

Aprendizagem esperada: construir uma explicação progressiva e cientificamente coerente sobre a produção de açúcares pelas plantas.

Etapa 4 - Jogo do Cozinheiro Verde

Distribua papéis na brincadeira: luz solar, água, gás carbônico, planta, açúcares e oxigênio. As crianças podem representar esses elementos com cartões, objetos, gestos, movimentos ou recursos de comunicação alternativa.

A criança que representa a água se desloca simbolicamente até a planta. A luz e o gás carbônico são representados por outros participantes. A criança que representa a planta organiza os cartões junto às folhas e apresenta os resultados: açúcares e oxigênio.

Explique que a representação é simbólica: não se trata de misturar ingredientes como em uma cozinha real, mas de representar um processo químico que acontece nas células vegetais.

Educação Infantil: priorizar a imaginação, a participação corporal e a identificação visual dos elementos.

Anos Iniciais: pedir que os estudantes expliquem o papel de cada elemento e identifiquem o que entra no processo e o que é produzido.

Aprendizagem esperada: consolidar conceitos por meio do movimento, da linguagem, da cooperação e da representação simbólica.

Etapa 5 - Registro, comunicação e avaliação

Convide as crianças a produzir um registro final sobre o que aprenderam.

Educação Infantil: desenho da planta, colagem de cartões, explicação oral, sequência de imagens ou gravação de áudio, conforme os recursos disponíveis.

Anos Iniciais: texto explicativo, esquema com setas, tabela de observação ou apresentação coletiva. Nos anos mais avançados, os estudantes podem comparar as hipóteses iniciais com as conclusões obtidas.

Retome a pergunta da primeira etapa: de onde vem o alimento que mantém uma planta viva?

Avalie se as crianças ampliaram suas explicações, identificam a importância da luz e da água, reconhecem o papel do gás carbônico e compreendem, de acordo com a etapa escolar, que a planta produz açúcares por meio da fotossíntese.

5. ADAPTAÇÕES DE ACESSIBILIDADE E PARTICIPAÇÃO

A acessibilidade deve ser planejada desde o início. Não se trata de criar uma atividade paralela para algumas crianças, mas de oferecer diferentes caminhos para que todas possam observar, investigar, comunicar ideias e demonstrar suas aprendizagens.

Deficiência visual e baixa visão

  • Utilizar plantas naturais, modelos tridimensionais e materiais com texturas diferenciadas.
  • Descrever oralmente os elementos, as ações e as mudanças observadas.
  • Disponibilizar cartões ampliados, com alto contraste e letras legíveis, conforme as necessidades de cada estudante.
  • Oferecer diagramas táteis e símbolos em relevo quando forem úteis.
  • Garantir acesso seguro à horta e aos materiais, com organização espacial estável.

A exploração tátil deve respeitar a segurança, as preferências e a autonomia da criança.

Deficiência auditiva

  • Apresentar instruções escritas, imagens, demonstrações visuais e sequências ilustradas.
  • Garantir boa visibilidade do rosto de quem fala e dos recursos apresentados.
  • Utilizar Libras e outros apoios de comunicação quando necessários, conforme os recursos disponíveis.
  • Evitar depender exclusivamente de explicações orais ou de sinais sonoros para organizar a atividade.

Deficiência física ou mobilidade reduzida

  • Disponibilizar vasos, mesas e materiais em alturas acessíveis.
  • Garantir rotas de circulação seguras e espaço para cadeiras de rodas e outros dispositivos de mobilidade.
  • Oferecer alternativas aos deslocamentos, como cartões manipuláveis, pranchas, apontamento ou participação por meio de um dispositivo de comunicação.
  • Permitir que a criança escolha como participar, sem exigir movimentos que não sejam necessários ao objetivo pedagógico.

Deficiência intelectual e dificuldades de aprendizagem

  • Dividir as tarefas em etapas curtas e apresentar uma instrução por vez.
  • Utilizar imagens concretas, repetição contextualizada e demonstrações práticas.
  • Oferecer tempo adicional e reduzir a quantidade de informações apresentadas simultaneamente.
  • Verificar a compreensão por diferentes meios, sem depender apenas da escrita.
  • Retomar os conceitos em diferentes situações, respeitando o ritmo individual.

Transtorno do espectro autista (TEA)

  • Antecipar a sequência da atividade com imagens ou agenda visual.
  • Explicar mudanças de ambiente e combinar previamente as etapas da brincadeira.
  • Oferecer alternativas à exploração tátil, a cheiros, a ruídos e ao contato com determinados materiais.
  • Disponibilizar um espaço tranquilo para pausas, quando necessário.
  • Respeitar diferentes formas de interação, comunicação, interesse e participação, sem obrigar a criança a representar um papel específico.

Deficiência múltipla e necessidades complexas de comunicação

  • Combinar recursos visuais, táteis, auditivos e objetos de referência conforme as necessidades individuais.
  • Utilizar pranchas de comunicação, símbolos, gestos, olhar direcionado ou dispositivos de comunicação alternativa e aumentativa.
  • Oferecer tempo suficiente para respostas e escolhas.
  • Planejar a participação com a equipe pedagógica, a família e os profissionais de apoio, quando pertinente.

Crianças com altas habilidades ou interesse avançado

  • Propor investigações complementares, como comparar registros de crescimento ou pesquisar a função dos estômatos e dos cloroplastos.
  • Incentivar a elaboração de perguntas investigativas e a comunicação das descobertas para a turma.
  • Oferecer desafios adicionais sem transformar a criança em responsável permanente por ensinar os colegas.

Princípio pedagógico: acessibilidade não significa reduzir automaticamente o objetivo de aprendizagem. Significa diversificar os meios de acesso, participação, expressão e avaliação, ajustando os apoios às necessidades de cada estudante.

6. AVALIAÇÃO: O QUE OBSERVAR?

A avaliação deve ser processual, considerando os conhecimentos prévios, a participação na investigação, as explicações construídas e os registros produzidos.

Indicadores para a Educação Infantil:

  • Demonstra curiosidade e observa características das plantas.
  • Reconhece que a luz e a água são importantes para seu desenvolvimento.
  • Participa da representação da fotossíntese por alguma forma de comunicação.
  • Expressa descobertas por desenhos, gestos, palavras ou outros recursos.

Indicadores para os Anos Iniciais:

  • Identifica luz, água e gás carbônico como elementos envolvidos na fotossíntese.
  • Explica que as plantas produzem açúcares e liberam oxigênio durante o processo.
  • Diferencia, de maneira progressiva, a absorção de água e nutrientes pelas raízes da produção de açúcares nas folhas.
  • Registra observações, compara hipóteses e comunica conclusões.
  • Relaciona o conhecimento científico ao cuidado com as plantas e os ambientes.

Os indicadores devem ser interpretados de acordo com a faixa etária, os objetivos previstos e as formas de comunicação de cada criança. A avaliação não deve penalizar estudantes por barreiras de acesso ou por utilizarem meios alternativos de expressão.

7. INTERDISCIPLINARIDADE E BNCC

A sequência permite integrar diferentes campos de conhecimento:

Ciências da Natureza: plantas, fotossíntese, necessidades dos seres vivos e relações ambientais.

Língua Portuguesa: oralidade, ampliação de vocabulário, produção de relatos e textos explicativos.

Matemática: contagem, comparação, medidas, organização de dados e elaboração de tabelas.

Arte: desenho científico, modelagem, composição visual e construção de materiais didáticos com elementos reutilizados.

Educação Física e experiências corporais: gestos, deslocamentos e representação de processos naturais, com alternativas acessíveis de participação.

Educação ambiental: cuidado com a horta, uso responsável da água, observação da biodiversidade e valorização dos espaços verdes.

Na Educação Infantil, a organização deve respeitar os direitos de aprendizagem e desenvolvimento e os campos de experiências da BNCC. Nos Anos Iniciais, as habilidades devem ser selecionadas conforme o ano escolar e o currículo da rede, evitando atribuir a uma única atividade o desenvolvimento integral de todas as competências envolvidas.

8. BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL: CONHECIMENTO, TRANSFORMAÇÃO E LEGADO

Aprender sobre fotossíntese é mais do que memorizar o nome de um fenômeno natural. É desenvolver a capacidade de observar, formular perguntas, testar hipóteses, interpretar resultados e compreender relações entre os seres vivos e o ambiente.

A horta escolar oferece oportunidades para transformar o conhecimento científico em experiência concreta. A utilização de materiais reutilizados na construção de cartões, modelos e jogos amplia as possibilidades de criação, desde que os materiais estejam limpos, seguros e adequados à faixa etária.

A proposta da Brincadeira Sustentável articula ciência, arte, sustentabilidade, acessibilidade e relações humanas, reconhecendo a criança como participante ativa do processo de aprendizagem.

A fotossíntese é um processo vital para as plantas, que as permite produzir seu próprio alimento utilizando a luz solar. Conforme ilustrado na imagem e descrito no texto, os elementos chave envolvidos na fotossíntese são:

Luz do Sol - A energia luminosa é absorvida pelas plantas, principalmente através da clorofila presente nas folhas, e é essencial para impulsionar o processo.

Gás Carbônico (CO2) -
As plantas absorvem o dióxido de carbono do ar através de seus estômatos (pequenas aberturas nas folhas).

Água (H2O) -
A água é absorvida pelas raízes da planta e transportada para as folhas.

Glicose -
É o açúcar produzido pelas plantas como resultado da fotossíntese, servindo como fonte de energia e matéria-prima para o crescimento e desenvolvimento da planta.

Oxigênio (O2) -
O oxigênio é liberado no ar como um subproduto da fotossíntese.

A fotossíntese converte a energia luminosa do sol, o dióxido de carbono do ar e a água em glicose (alimento) e oxigênio (liberado para a atmosfera).


Percepção multissensorial e criatividade

Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...