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Dilemas da Sustentabilidade frente ao consumismo

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Deficiências ocultas são condições físicas, mentais ou neurológicas que não são visíveis de imediato. Elas podem afetar significativamente a vida cotidiana das pessoas.

O que são deficiências ocultas?


As deficiências ocultas são aquelas que não conseguimos perceber quando olhamos para a pessoa. São pessoas deficientes mas que não usam cadeira de rodas.

São consideradas deficiências ocultas: Autismo, doença de Chron, dificuldades de integração sensorial, esclerose múltipla, auditiva ou de fala, Surdez, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Dislexia, Fibromialgia, Epilepsia, Esclerose múltipla, Ansiedade, Depressão, Diabetes.



O cordão de girassol como símbolo
O cordão de girassol é um símbolo internacional que identifica pessoas com deficiências ocultas. O uso do cordão é opcional e não prejudica o exercício de direitos.

Desafios enfrentados por pessoas com deficiências ocultas

Discriminação, preconceito e sentimento de invalidação
Falta de empatia e compreensão por parte da sociedade
Mal-entendidos, falsas percepções e julgamentos

Como ajudar pessoas com deficiências ocultas

Reconhecer e validar as experiências dessas pessoas
Considerar adaptações no seu local de trabalho para seus colegas e clientes
Proporcionar um nível extra de compreensão e empatia


Como surgiu essa ideia?
O cordão de girassol é uma incrível iniciativa do aeroporto Heathrow e está sendo usado na maioria dos outros aeroportos do Reino Unido também. E a ideia já está se espalhando para outros países e estabelecimentos.

Segundo o aeroporto de Heathrow: “O uso de um cordão de girassol em Heathrow permite que nossos colegas reconheçam que você tem uma deficiência oculta sem precisar declará-la. Isso permite que você viaje de forma independente pelo aeroporto, sabendo que, se precisar de apoio adicional durante a viagem, qualquer um dos nossos colegas poderá apoiá-lo. Se você sentir algum desconforto durante a viagem ou preferir assistência extra, vá a uma de nossas mesas de assistência, onde um de nossos colegas terá prazer em ajudar.”

A inciativa fez muito sucesso e já está se espalhando para mais países! Muito importante para a inclusão social e para que possamos compreender melhor o próximo.

Achei a ideia fantástica, pois podemos ser super rápidos à julgar outros pais, quando estão com dificuldades com os filhos, este cordão é um lembrete sutil que nunca sabemos o que alguém está passando, somente quem está naquela situação. Seja sempre gentil. Se você ver alguém com o cordão de girassol, seja paciente, gentil calmo e solidário.


Cordão de Girassol agora é lei
Agora sancionada, a Lei n. 14.624/2023 alterou o Estatuto da Pessoa com Deficiência e incluiu um novo recurso para a identificação de pessoas com deficiências ocultas: o cordão de fita com desenhos de girassóis.

Essas deficiências se referem a condições de saúde que não são imediatamente aparentes para outras pessoas, muitas vezes não sendo visíveis externamente.

Algumas deficiências ocultas comuns incluem transtornos mentais como autismo, bipolaridade e síndrome de Asperger, além de doenças crônicas como
fibromialgia e doença de Crohn.

O girassol foi escolhido como símbolo por sua característica de seguir a luz solar, representando a jornada de esperança e superação enfrentada pelas pessoas com deficiências ocultas.

O uso do cordão, que não é obrigatório, ajuda a informar o público sobre a existência de deficiências ocultas, reduzindo estigmas e aumentando a compreensão e empatia em relação a essas condições.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Transforme gravatas










Transforme gravetos



Os gravetos são um material natural que podem ser utilizados na educação infantil para estimular a criatividade e a imaginação das crianças.

Benefícios do uso de gravetos na educação infantil

Estimulam a criatividade e a imaginação
Promovem a conexão com a natureza
Incentivam a observação e a apreciação da natureza
Desenvolvem habilidades como a atenção, a percepção e o pensamento

Atividades com gravetos: Pintar com gravetos e folhas, Fazer varinhas mágicas, Jogar jogo da velha com gravetos, Fazer arte com gravetos e galhos, Fazer lembrancinhas para festas infantis.

Como trabalhar com gravetos na educação infantil

Convidar as crianças a escolherem gravetos em um ambiente natural
Observar o que chama a atenção da criança
Perguntar se sabem o nome da árvore a que pertence aquele graveto
Utilizar tintas, giz de cera, tirinhas de tecido ou papel, fitilhos, linhas, lãs, sisal, cordão, etc.

O contato com a natureza oferece diversos estímulos que permitem às crianças explorarem e conhecerem o mundo ao seu redor.


Objetivos pedagógicos:
Coordenação motora fina e grossa: manusear gravetos, cordas e nós.
Exploração sensorial: sentir texturas (madeira, corda, natureza).
Trabalho em equipe: construir algo juntos.
Autonomia e resolução de problemas: pensar em como unir e equilibrar os materiais.
Educação ambiental: valorizar a natureza e aprender a usar materiais naturais com respeito.

Materiais:
Gravetos (de diferentes tamanhos, sempre sem pontas afiadas)
Cordões ou barbantes grossos (de algodão, coloridos se possível)
Tesoura sem ponta
Cola quente (para o adulto usar, se necessário, em fixações seguras)
Elementos naturais: folhas, pedrinhas, flores secas
Mini bastões de picolé, para crianças pequenas que ainda não podem manusear gravetos verdadeiros

Atividades sugeridas
1- Exploração livre dos gravetos
Deixe as crianças tocarem, cheirarem e compararem tamanhos e formatos.
Converse sobre de onde vêm os gravetos (árvores, natureza, vento).
Brinque de classificar: “curtos e longos”, “grossos e finos”.

2- Introdução aos nós
Use uma abordagem lúdica:
Mostre um nó simples, como o nó de laço (igual ao do cadarço).
Diga que os “nós mágicos” ajudam os gravetos a ficarem juntos.
Peça que tentem amarrar dois gravetos com ajuda de um colega.
Use músicas ou histórias: “Vamos prender o galho do barquinho do pirata!”, “Precisamos amarrar o abrigo dos duendes da floresta!”.

3- Mini construções (pioneiria adaptada)
Versões seguras e simples da pioneiria escoteira:
Cabana de duendes: pequenas estruturas em forma de triângulo.
Porta-retrato natural: gravetos unidos por barbante formando um quadrado.
Barquinhos: gravetos e folhas unidos para flutuar na água (em uma bacia).

- Dica pedagógica: o foco é no processo, não no resultado - valorize o esforço, a criatividade e a cooperação.

4- História e imaginação
Crie uma narrativa para guiar a atividade:
“Hoje vamos ajudar os exploradores da floresta a construir um abrigo. Precisamos amarrar os gravetos bem fortes para que o vento não derrube!”
Isso torna o aprendizado significativo e divertido.

Cuidados:
Sempre supervisionar o manuseio dos gravetos.
Evitar pedaços com farpas ou pontas afiadas.
Adaptar o tamanho e a dificuldade dos nós conforme a idade.
Lavar as mãos após o manuseio de materiais naturais.









Atividade 2.7 página 57