quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Em um canto tranquilo da Alemanha

Sacos de comida são discretamente pendurados para aqueles que precisam - pobres, famintos e vulneráveis. Não há exibições públicas ou fanfarras, nem câmaras ou vídeos para capturar o ato. É simplesmente um gesto dito de boa vontade e serviço, feito com humildade e compaixão. Esta bondade tranquila, sem qualquer necessidade de reconhecimento, serve como um lembrete poderoso de que a verdadeira generosidade muitas vezes não se vê, mas o seu impacto é profundamente sentido.



As inundações podem ter diversas consequências, incluindo:

- Riscos à saúde

As inundações podem causar infecções como leptospirose, dengue, diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A, giardíase, amebíase, verminoses. A água contaminada e a mistura de água potável com água poluída são alguns dos principais riscos.

- Danos ambientais
As inundações podem contaminar o solo e a água, afetar a biodiversidade e modificar ecossistemas locais. O assoreamento de rios e o desmatamento são consequências comuns.

- Perdas humanas e econômicas
As inundações podem causar a perda de vidas, de meios de subsistência, de objetos, máquinas e equipamentos.

- Danos à infraestrutura
As inundações podem comprometer serviços locais e estruturas físicas públicas e privadas.

- Aumento do risco de acidentes
O ambiente com entulhos e destroços aumenta o risco de acidentes com animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras

Os gases de efeito estufa (GEE) são substâncias que absorvem e reemitem radiação infravermelha, aumentando a temperatura da Terra. Os principais GEE são:




Dióxido de carbono (CO2)

O gás que mais contribui para o aquecimento global, com um tempo de permanência na atmosfera de até mil anos.

Metano (CH4)
Tem um potencial de aquecimento 28 vezes maior que o CO2, mas é emitido em menor quantidade.

Óxido nitroso (N20)
Tem um potencial de aquecimento 265 vezes maior que o CO2, e é emitido principalmente pelo tratamento de dejetos animais, uso de fertilizantes, queima de combustíveis fósseis e alguns processos industriais.

Além desses, outros GEE são: Hexafluoreto de enxofre (SF6), Hidrofluorcarbonos (HFCs), Perfluorcarbonos (PFCs).

Os GEE podem ser de origem natural ou antrópica. O efeito estufa é um fenômeno natural que permite a entrada dos raios solares e a retenção do calor na Terra, mas a concentração excessiva de GEE pode causar o aquecimento global

Uma tempestade catastrófica é um fenômeno meteorológico de grande intensidade que pode causar danos significativos à natureza e à infraestrutura humana:


- Ventos fortes e rajadas
- Trovoadas
- Precipitação forte, como chuva, granizo ou neve
- Alagamentos
- Enchentes
- Deslizamentos de terra
- Perdas humanas

As tempestades podem ser causadas por um conjunto de fatores, como a umidade do ar, a instabilidade vertical da atmosfera e a existência de mecanismos que empurram o ar para cima.

Com o aumento das temperaturas, mais umidade evapora, o que pode agravar chuvas e inundações extremas, tornando as tempestades mais destrutivas.

O furacão Milton, que se dirigiu à costa do Golfo da Flórida, foi descrito pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos como um grande furacão "catastrófico" e "perigoso".

A temperatura do planeta Terra tem aumentado nos últimos anos, o que é conhecido como aquecimento global. Esse fenômeno é causado pela intensificação do efeito estufa, que tem como principal componente o dióxido de carbono (CO2). O CO2 é liberado para a atmosfera principalmente pela queima de combustíveis fósseis, como petróleo, gás natural e carvão mineral.


O aquecimento global é um problema ambiental grave, com consequências danosas para o meio ambiente e para os seres humanos. Algumas ações humanas que contribuem para o aumento da temperatura são:

- Queimadas
- Desmatamentos
- Poluição do ar e das águas
- Certas atividades industriais
- Transporte
- Agropecuária
- Descarte de resíduos

Em 2023, o planeta registrou o ano mais quente em 174 anos de medições meteorológicas. A temperatura média global ficou 1,4°C acima da média histórica de 1850/1900. O mês de outubro de 2023 foi o mais quente já registrado em nível mundial, com uma temperatura média de 15,3°C.


O Acordo de Paris sobre as alterações climáticas visa limitar o aumento da temperatura a longo prazo para não mais do que 1,5°C

Paquistão, Cazaquistão e mais: entenda o “istão” dos países da Ásia

Cazaquistão

Uzbequistão

Turcomenistão

Afeganistão

Quirguistão

Tajiquistão

Paquistão


“Istão” é uma forma de dizer “lugar de morada” em algumas línguas, como o hindi, o persa e o quirguiz, faladas na Ásia. Especificamente, elas podem ser encontradas em países como Afeganistão e Índia. Essa tradução se refere a um povo ou etnia exclusiva e por isso, quando se fala do Cazaquistão, seria o mesmo que dizer “morada dos cazaques”, os nativos do país. Quirguistão é o “lugar dos quirguizes”, do mesmo modo que Afeganistão é o “território dos afegãos” e assim por diante.

Os outros países asiáticos que possuem essa terminação (Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão) seguem exatamente a mesma lógica.

Origem do termo
De acordo com Mário Ferreira, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP), o “stão” é, provavelmente, derivado de um termo indo-europeu, algo semelhante a “sthã”, especula. É possível traduzir esse vocábulo para português com o sentido de "estar", “parar” ou "permanecer".

Ele foi usado, inclusive, como a raiz do verbo “stand”, em inglês, que carrega a ideia de “permanecer”.

Exceção à regra
O Paquistão, que também termina com “istão” e deveria ser incluso na tradução como os outros países, tem um sentido próprio. Ele foi batizado por Rahmat Ali, o principal responsável pela independência paquistanesa, 20 anos de o território do país ser sequer constituído, em 1947.

O termo “Paki” foi escolhido porque as letras “p” e “k” simbolizavam as áreas que a nação em construção reivindicava para si. No caso, “p” se referia a província do Punjab, enquanto o “k” designava os limites de Cachemira, no noroeste indiano.

Os incêndios florestais podem causar impactos ambientais, sociais e na saúde humana, como:

Impactos ambientais

- Destruição de grandes áreas florestais e de espécies de árvores
- Redução da fertilidade do solo
- Redução de nascentes e da quantidade e qualidade da água
- Emissão de poluentes atmosféricos, como dióxido de carbono (CO2), que contribui para o aquecimento global e as mudanças climáticas

Impactos sociais

- Perda de residências e outras estruturas

- Prejuízos econômicos, como perda de patrimônio e dispêndio de recursos públicos na prevenção e combate

Impactos na saúde humana

- Doenças respiratórias, como asma e renite, principalmente em crianças e idosos

- Aumento do risco de câncer devido a mutações celulares
- Aumento de atendimentos médico-hospitalares

Os incêndios florestais têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos, sendo que os anos de 2020, 2021 e 2023 foram os piores para a ocorrência de incêndios globais.

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