*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.
A tese que fundamenta este blog parte de uma ideia simples e duradoura: a infância, o brincar, a cultura, a natureza e as relações humanas constituem dimensões essenciais da formação do indivíduo e da construção da vida em sociedade. Embora os contextos históricos, as tecnologias e os modos de viver se transformem, essa base permanece atual. Por isso, não se trata de uma tese vinculada a uma época específica, mas de uma perspectiva que atravessa gerações e continua encontrando sentido sempre que uma criança brinca, aprende, cria, convive e estabelece sua relação com o mundo.

A INFÂNCIA EM TRÂNSITO: MEMÓRIA, CULTURA E FUTURO

domingo, 6 de julho de 2014

Quebra cabeça



Quebra-Cabeça com Embalagem: brincar, pensar e reutilizar

Transformar uma embalagem que seria descartada em um brinquedo educativo é uma maneira simples de unir criatividade, aprendizagem e consciência ambiental. Uma caixa de leite ou de suco pode ganhar uma nova função e se transformar em um quebra-cabeça, proporcionando às crianças uma experiência de descoberta enquanto desenvolvem diferentes habilidades.

Materiais: caixa de leite ou de suco limpa e seca, recortes de revistas, gibis ou imagens impressas, cola, tesoura e régua, se necessário.

Para confeccionar o brinquedo, primeiro é importante higienizar bem a embalagem e deixá-la secar completamente. Depois, a caixa pode ser aberta e cortada em partes de tamanhos semelhantes, formando peças verticais ou horizontais. Sobre as peças alinhadas, cola-se uma imagem escolhida para compor o quebra-cabeça. Pode ser uma fotografia, uma ilustração, um personagem, um animal ou qualquer imagem que desperte o interesse das crianças.

Depois que a cola estiver completamente seca, as peças são misturadas. O desafio começa quando a criança precisa observar cada parte, identificar as imagens e descobrir como reorganizá-las para reconstruir a figura original.

A brincadeira trabalha atenção, concentração, percepção visual, raciocínio lógico e coordenação motora fina. Também estimula a resolução de problemas, pois a criança precisa experimentar possibilidades, comparar formas e imagens, perceber erros e reorganizar as peças até encontrar a solução.

O quebra-cabeça pode ser adaptado para diferentes idades e objetivos de aprendizagem. As imagens podem abordar animais, natureza, personagens de histórias, letras, palavras, números, operações matemáticas, profissões ou meios de transporte. A quantidade e o formato das peças também podem variar, permitindo aumentar ou diminuir o nível de desafio conforme as possibilidades de cada criança.

A atividade pode ainda se transformar em uma experiência de autoria. Em vez de receber uma imagem pronta, as próprias crianças podem escolher uma ilustração, produzir um desenho ou criar uma composição coletiva para depois transformá-la em quebra-cabeça. Dessa maneira, participam de todas as etapas, desde a escolha da imagem até a construção do brinquedo e sua utilização.

A reutilização da embalagem acrescenta uma importante dimensão ambiental à proposta. Uma caixa que cumpriu sua função original deixa de ser vista apenas como resíduo e passa a ser compreendida como matéria-prima para uma nova criação. A criança aprende, na prática, que antes de descartar um objeto podemos observar suas possibilidades e imaginar novos usos.

Mais do que um brinquedo, o quebra-cabeça confeccionado com uma embalagem reutilizada é uma experiência que reúne pensamento, criatividade, coordenação, autonomia e consciência ambiental.

Quando uma embalagem se transforma em brinquedo, o resíduo deixa de ser o fim de uma história e passa a ser o começo de uma nova possibilidade. Reutilizar também é aprender a olhar para o mundo com mais criatividade.

sábado, 5 de julho de 2014

As tartarugas são importantes para o ecossistema por desempenhar diversos papéis, como:



Controle de algas
As tartarugas marinhas consomem algas e grama marinha, estimulando o crescimento de grama jovem e mais nutritiva. Isso impede que as algas se tornem excessivas e sufoquem os corais, que são a base de muitos ecossistemas marinhos.


Transporte de nutrientes
As tartarugas marinhas levam nutrientes de um local para outro quando migram, contribuindo para a fertilização de áreas marinhas remotas.

Fonte de alimento
As tartarugas marinhas são fonte de alimento para diversos predadores, como tubarões, crocodilos, aves marinhas e outros animais.


Biodiversidade
As tartarugas marinhas ajudam a manter o equilíbrio ecológico ao controlar a população de algumas espécies e fornecer alimento para outras.

Turismo sustentável
As tartarugas marinhas têm um grande valor para o turismo sustentável, pois muitos destinos de mergulho oferecem a oportunidade de observá-las.

A conservação das espécies de tartarugas marinhas é crucial para a saúde dos oceanos e do planeta. De acordo com a International Union for Conservation of Nature (IUCN), seis das sete espécies de tartarugas marinhas estão classificadas como ameaçadas de extinção.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Um desses frascos contém sacos plásticos, o outro contém uma água-viva. Agora imagine que você é uma tartaruga marinha com fome.



Os oceanos e a vida marinha estão ameaçados por causa da super exploração dos biomas, da gestão inadequada do lixo e do esgoto e de padrões produtivos altamente poluentes.

Você pode fazer a sua parte e ajudar a proteger a natureza. Evite embalagens e sacos plásticos e seja mais uma pessoa a combater a degradação do meio ambiente.

- Os oceanos são fonte de vida, abrigando uma vasta parcela da biodiversidade e fornecendo recursos naturais preciosos para a sobrevivência de comunidades costeiras. Todavia, a super exploração dos biomas marinhos, a gestão inadequada do lixo e do esgoto e padrões produtivos altamente poluentes ameaçam a saúde dos mares. Atualmente, cerca de 40% dos oceanos são considerados densamente afetados por ações do homem.

- O plástico demora pelo menos 450 anos para se decompor no meio ambiente.

Você já deve ter entendido que o plástico destrói os oceanos. Quando for ao supermercado, use sacolas de papel em vez das de plástico na hora de empacotar as compras. Prefira produtos que vêm embalados em vidro ou papel aos que chegam em embalagens plásticas para o consumidor.

Toda a vida marinha - das tartarugas aos corais e focas - está ameaçada. A acidificação dos oceanos, a perda de habitats, espécies invasoras, poluição e sobrepesca são os principais fatores responsáveis por reduzir a biodiversidade dos nosso oceanos. Se você se preocupa com a vida debaixo d'água e se você se preocupa consigo mesmo, doe tempo ou dinheiro para uma organização que ajudará a combater esse problemas.

Sanfona

Material: Cartolina colorida, tampinhas de garrafa pet, caixa de leite, tinta


Pratinhos com paisagem do mar

Material: Massa corrida (de parede) para pintar a paisagem com os dedinhos
Cola para fixar as conchinhas
Paetês para enfeitar os peixinhos
Areia da praia



Galinhas de pratinhos descartáveis

Material: Pratinhos descartáveis, eva, retalhos, arame


O papel do professor na educação infantil


A Educação Infantil constitui uma etapa fundamental do desenvolvimento humano, pois é nesse período que a criança amplia suas experiências, constrói referências sobre si e sobre o mundo e estabelece relações sociais que participam da formação de sua identidade. O ambiente educativo exerce, portanto, importante função socializadora, ao possibilitar a ampliação das interações, das linguagens, da autonomia e das formas de participação da criança na vida coletiva.

Nesse contexto, o professor desempenha papel fundamental como mediador entre a criança, o conhecimento, o ambiente e as experiências culturais. Sua atuação não se limita à transmissão de conteúdos, mas envolve a observação, a escuta, a organização dos espaços, a proposição de experiências e a criação de situações que favoreçam a expressão do pensamento, da linguagem, da criatividade, da imaginação, das emoções e das relações sociais. Para isso, é necessário compreender o desenvolvimento infantil e reconhecer que a criança interpreta e experimenta o mundo por diferentes linguagens e formas de ação.

Brincar e ensinar não constituem práticas opostas. Na Educação Infantil, a aprendizagem pode acontecer de maneira significativa por meio da brincadeira, da exploração, da investigação, da experimentação e da interação. Cabe ao professor reconhecer as possibilidades educativas presentes nessas experiências e intervir de forma intencional, formulando perguntas, propondo desafios, ampliando repertórios, estimulando a verbalização, favorecendo a cooperação e ajudando a criança a elaborar suas próprias descobertas.

A docência na Educação Infantil exige, portanto, uma presença atenta e responsável. O professor observa processos, identifica necessidades, reconhece potencialidades e organiza condições para que cada criança participe ativamente de seu percurso de aprendizagem. Esse compromisso ultrapassa a rotina da sala de aula e envolve os diferentes espaços e relações que compõem a experiência educativa, estabelecendo diálogo com a família e com a comunidade. Educar na infância significa, nesse sentido, criar condições para que a criança possa brincar, investigar, criar, conviver, expressar-se e construir conhecimentos em um ambiente de segurança, respeito, participação e pertencimento.







Percepção multissensorial e criatividade

Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...