*BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL DESDE 2013*

Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com

Inspirada em Heidegger, a Brincadeira Sustentável não se apresenta como um conteúdo a ser decorado, mas como uma experiência a ser vivida, elaborada e incorporada.
A tese que fundamenta este blog parte de uma ideia simples e duradoura: a infância, o brincar, a cultura, a natureza e as relações humanas constituem dimensões essenciais da formação do indivíduo e da construção da vida em sociedade. Embora os contextos históricos, as tecnologias e os modos de viver se transformem, essa base permanece atual. Por isso, não se trata de uma tese vinculada a uma época específica, mas de uma perspectiva que atravessa gerações e continua encontrando sentido sempre que uma criança brinca, aprende, cria, convive e estabelece sua relação com o mundo.

A INFÂNCIA EM TRÂNSITO: MEMÓRIA, CULTURA E FUTURO

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

O Deuteronômio, um livro da Bíblia, apresenta alguns princípios que podem ser relacionados à educação ambiental, como: (pedido para pesquisa escolar)

- Respeito pelos animais

O Deuteronômio 14:3-21 indica que os israelitas podiam comer animais que tivessem as unhas fendidas e o casco dividido em dois, mas não o camelo, a lebre e o coelho selvagem.

- Preocupação com as árvores

O Deuteronômio 20:10-20 indica que as árvores do campo são pessoas, e que não devem ser cortadas.


- A Bíblia também apresenta outros princípios que podem ser relacionados à educação ambiental, como:

A gratidão por tudo o que Deus deu à humanidade

A necessidade de evitar o desperdício de plantas, animais e recursos naturais
A necessidade de usar a riqueza da Terra para cuidar dos pobres e necessitados
A necessidade de apreciar as criações de Deus
A necessidade de estar atento às questões ambientais
A necessidade de zelar e venerar os recursos naturaisRespeito pelos animais



O livro de Gênesis, na Bíblia, conta a história da criação do mundo e dos seres humanos, e pode ser usado para refletir sobre a importância do cuidado com o meio ambiente:


A criação do mundo, segundo a Bíblia, ocorreu em seis dias, quando Deus criou o ar, a água, as árvores, os animais e, por fim, Adão.

O primeiro capítulo de Gênesis narra a criação do espaço vital para a vida humana, e pode ser analisado como uma referência à importância do cuidado com o ecossistema.

A Bíblia também afirma que Yahweh não criou a Terra para ser um caos, e que os seres humanos devem usar com gratidão o que Deus lhes deu.


A Doutrina e Convênios 49:19–21 afirma que os seres humanos devem evitar o desperdício de recursos naturais, e usar a riqueza da Terra para cuidar dos necessitados.

Apocalipse 11: 18b diz que "tempo de destruíres os que destroem a terra".

- A educação ambiental surgiu em 1965, durante a Conferência de Educação da Universidade de Keele, na Grã-Bretanha.

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Cuidados com o meio ambiente: dever cristão

“Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem”. Salmos 24:1

A mídia relata diariamente catástrofes, desastres naturais e intensas mudanças climáticas que afetam a fauna e a flora levando, muitas vezes, à extinção de espécies. Essas notícias fazem-nos refletir sobre nossa responsabilidade frente às transformações dos ecossistemas. Como cristãos, devemos estar atentos às questões ambientais, afinal, Deus criou todas as coisas e delegou-nos o seu cuidado: “tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no Jardim do Éden para o cultivar e guardar” (Gênesis 2:15).

Em Salmos 19:1 lê-se: “os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos”. Amemos Sua criação, por ser uma manifestação de Sua glória, que destruímos cada vez que devastamos a natureza. O Senhor não fez nada em vão, tudo está dentro de Seu plano e desrespeitar a natureza ou ignorar seus pedidos de socorro é ir contra a vontade divina. Lembremos que na Bíblia há várias passagens em que Deus se refere ao meio ambiente. No Salmo 104, especialmente, é nítida essa preocupação. Em outras passagens, o Senhor recorre à natureza, através das comparações e das parábolas, para ajudar a ensinar os filhos.

É nosso dever cristão, portanto, lutar pela preservação do meio ambiente, para que nossos irmãos das gerações futuras possam também usufruir das bênçãos naturais ofertadas por Deus.

Maria Bonita

 


Maria Bonita nasceu no dia 17 de Janeiro de 1910 em Malhada da Caiçara, no atual município de Paulo Afonso, na Bahia. Era filha de José Gomes de Oliveira e Maria Joaquina Conceição de Oliveira.

Sua história é marcada por seu relacionamento com o cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião. Ela se tornou a companheira de Lampião em meados da década de 1930, e foi a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros.

A vida de Maria Bonita no cangaço foi curta, mas intensa. Ela faleceu em 28 de Julho de 1938 em uma emboscada da polícia junto com Lampião. Seus corpos foram decapitados e expostos ao público em Maceió.

A história de Maria Bonita se tornou um símbolo da resistência feminina e da luta contra a opressão. Ela é uma figura importante na história do Brasil, e sua memória é preservada até hoje.

Curiosidade: Maria Bonita era conhecida por sua beleza e personalidade forte. Ela era uma mulher independente e não se submetia às regras tradicionais da sociedade....

Como plantar árvores

As mudanças climáticas exigem que a gente atue, e plantar árvores de forma correta é fundamental para evitar danos nos bancos e guarnições. Para isso, siga este método:

- Escava um poço de 40 cm de largura por 1 metro de profundidade.

- Coloque um tubo de PVC de 4 polegadas e encha-o de pedras.

- Plante a árvore ou a palma e cubra o tubo com pedras.

Este método permite que a água chegue diretamente às raízes, evitando que as raízes cresçam em busca de água superficial e danifiquem o pavimento. Assim, evita-se o levantamento de bancos e tubos, ao mesmo tempo que embelezamos avenidas e reduzimos o calor.



Principais monumentos do Egito

EXPOSIÇÃO: EGITO  ARQUITETURA, VIDA E ETERNIDADE

Conceito: Exposição interdisciplinar sobre o Egito Antigo, apresentada a partir de seus monumentos, conhecimentos e práticas culturais, articulando arquitetura, arqueologia, história, arte, religião, matemática, astronomia, engenharia, geografia e patrimônio cultural. A proposta transforma o estudo dos monumentos em uma experiência de investigação, observação, criação e participação.

1. PORTAL DO NILO - O TERRITÓRIO
Entrada cenográfica representando o Rio Nilo, com mapa do Egito, delta, deserto, cidades e principais sítios arqueológicos. O espaço apresenta a relação entre território, água e desenvolvimento da civilização egípcia.

2. ALEXANDRIA - CIÊNCIA, NAVEGAÇÃO E CONHECIMENTO
Espaço dedicado ao Farol de Alexandria e às Catacumbas de Kom El Shoqafa. Pode incluir uma maquete do farol, uma representação de um antigo porto e uma experiência de orientação e navegação.

3. GIZÉ - A ARQUITETURA MONUMENTAL
Núcleo dedicado às pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos e à Grande Esfinge. Maquetes e instalações permitem explorar escala, proporção, geometria, orientação espacial e técnicas construtivas.

4. SAQQARA E MEMPHIS - A TRANSFORMAÇÃO DA ARQUITETURA
Apresentação da Pirâmide de Djoser, do trabalho de Imhotep e da antiga cidade de Memphis. Uma sequência visual demonstra a transformação da mastaba para a pirâmide escalonada e o desenvolvimento da arquitetura funerária monumental.

5. LUXOR - A CIDADE DOS TEMPLOS
Recriação parcial de uma avenida de esfinges inspirada na ligação entre os templos de Luxor e Karnak. O espaço apresenta colunas, hieróglifos, relevos e elementos arquitetônicos para investigação artística e histórica.

6. VALE DOS REIS - A CIDADE DOS MORTOS
Ambiente imersivo inspirado nas tumbas subterrâneas. Painéis e elementos cenográficos apresentam os rituais funerários, as crenças sobre a vida após a morte e a função das pinturas e inscrições.

7. HATSHEPSUT - ARQUITETURA E PODER
Apresentação do templo de Deir el-Bahari, destacando sua arquitetura em terraços, sua integração com a paisagem e as representações relacionadas ao reinado de Hatshepsut.

8. ABU SIMBEL - PEDRA, PODER E PRESERVAÇÃO
Maquete dos templos de Abu Simbel acompanhada de uma instalação sobre sua transferência para uma área mais elevada durante a construção da represa de Assuã. O núcleo permite abordar patrimônio, conservação-restauração, engenharia e cooperação internacional.

9. ESCRITA E IMAGEM - O MUNDO DOS HIEROGLIFOS
Oficina prática de introdução aos hieróglifos, na qual os visitantes podem identificar símbolos e produzir uma pequena inscrição utilizando papel, argila ou materiais reutilizados. A atividade relaciona escrita, imagem e comunicação.

10. O GRANDE DESAFIO DO EGITO - ESTAÇÃO INTERATIVA
Grande jogo interdisciplinar no qual os participantes recebem a missão de construir uma pequena estrutura inspirada na engenharia egípcia utilizando materiais reutilizados. A atividade envolve peso, equilíbrio, proporção, geometria, planejamento e cooperação.

11. LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA
Espaço destinado à simulação de uma escavação arqueológica. Os participantes encontram objetos, fragmentos, inscrições e pistas e precisam registrar, identificar, organizar e interpretar os achados.

12. EGITO CONTEMPORÂNEO - PATRIMÔNIO E PRESERVAÇÃO
Núcleo de encerramento dedicado à conservação dos monumentos, aos impactos ambientais, ao turismo, à arqueologia e aos desafios contemporâneos de preservação do patrimônio histórico e cultural.

INSTALAÇÃO CENTRAL - A PIRÂMIDE DA EXPERIÊNCIA
No centro da exposição, uma grande pirâmide cenográfica construída com materiais reutilizados funciona como instalação artística, recurso pedagógico e símbolo da exposição. Cada uma de suas faces pode representar um eixo: Arte, Ciência, História e Patrimônio.

PROPOSTA METODOLÓGICA
A exposição utiliza recursos cenográficos, maquetes, mapas, instalações, experiências sensoriais, oficinas, jogos e atividades investigativas. O visitante não é apenas espectador: observa, experimenta, constrói, interpreta e registra. A proposta valoriza a aprendizagem interdisciplinar e a relação entre conhecimento histórico, experiência prática, criatividade e preservação do patrimônio.

RELAÇÃO COM A BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL
A exposição pode incorporar princípios da Brincadeira Sustentável ao utilizar materiais reutilizados na construção de maquetes, jogos e elementos cenográficos. A transformação dos materiais torna-se parte da própria experiência educativa: o objeto descartado deixa de ser apenas resíduo e passa a constituir recurso artístico, pedagógico e cultural.

TÍTULO DA EXPOSIÇÃO:
EGITO - ARQUITETURA, VIDA E ETERNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA INTERDISCIPLINAR DE ARTE, CIÊNCIA E PATRIMÔNIO


Fatos sobre a Guiana (pedido para pesquisa escolar)

1. Guiana é o único país que fala inglês na América do Sul, por isso é único na região. Juntamente com o Brasil e Suriname não sofreram influência hispânica .

2. É conhecida por sua diversificada composição étnica, com uma mistura de populações indoguianesas, afroguianesas e indígenas.

3. A Guiana é o lar das deslumbrantes Cataratas de Kaieteur, uma das maiores cachoeiras de uma gota do mundo.

4. O país tem uma incrível variedade de vida selvagem, incluindo jaguares, lontras gigantes do rio e o raro urso-formigueiro gigante.

5. A Guiana tem um rico patrimônio cultural, com influências das culturas indianas, africanas, chinesas e indígenas.

6. Tem a distinção de ser com o Brasil, país da América do Sul que não é uma nação hispânica.

7. A cidade capital da Guiana é Georgetown, conhecida por sua bela arquitetura colonial.

8. A Guiana é famosa pelos seus vastos trechos de selvas prístinas, que abrigam uma ampla variedade de espécies vegetais e animais.

9. O país é um importante produtor de bauxite, ouro e diamantes, contribuindo para a sua economia.

10. A Guiana também é o lar da Rupununi Savannah, uma vasta pradaria que é o lar de diversas fauna selvagem e comunidades indígenas.


Como recolher água da chuva para poder reutilizá-la (pedido pra pesquisa escolar)

Essa água pode ser destinada para descargas, lavagem de quintal e calçadas, lavagem de carro, irrigação de jardins, deixando a água proveniente da Estação de Tratamento apenas para beber, tomar banho e cozinhar.




Como reaproveitar a água da chuva em grandes centros

Reaproveitar a água da chuva pode ser uma solução ideal para quem busca reduzir o custo com o consumo de água e para aqueles que estão buscando hábitos mais sustentáveis e ecológicos. A tendência é que o reaproveitamento venha a se tornar cada vez mais uma necessidade, na medida em que a Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a escassez de água deve atingir dois terços da população mundial nos próximos 30 anos. Contudo, esse reaproveitamento é um desafio em alguns casos, principalmente quando envolve grandes centros urbanos, como metrópoles e capitais.

Por isso, neste texto vamos apresentar técnicas e dicas para reaproveitar a água da chuva, principalmente se tratando de grandes cidades, tanto para empresas como para residências. Depois de ler esse artigo, você vai ser capaz de contribuir ainda mais para preservar o meio ambiente e economizar na tarifa mensal, afinal, a água armazenada pode ser utilizada em várias tarefas cotidianas.

Exemplos de aplicação são irrigação de áreas verdes, descargas de vasos sanitários, lavagem de ambientes e outros fins que não exijam água potável. Na indústria, essa reutilização é ainda mais ampla e pode envolver desde lavagens até etapas mais específicas do processo produtivo. Além disso, em alguns casos a água pode ser utilizada para mais tarefas, como lavagem de louça e para o banho em residências ou em etapas que exijam água potável na indústria, desde que sejam utilizados os filtros adequados para isso.

Como captar água da chuva?
Antes de reaproveitar a água da chuva, é necessário utilizar métodos adequados de captação. A melhor forma é por meio da instalação de cisternas, que possibilitam eliminar as primeiras gotas que caem dos telhados, acompanhadas de sujeira, e armazenar somente a água apropriada para o consumo. Você ainda pode buscar formas de construir seu próprio sistema de captação ou improvisar com baldes ou outras formas de armazenamento.

No caso de prédios, um sistema de captação pode ser instalado no telhado e, a água, distribuída entre os apartamentos. Para atender a uma demanda maior — em caso de prédios com muitos apartamentos — pode ser instalado um reservatório no pavimento inferior ou direcionada a utilização da água da chuva somente para as áreas coletivas.

Na indústria, a capacidade de captação é ainda maior, dado que a quantia armazenada varia pelo tamanho da cisterna e pela área que a construção ocupa. Contudo, vale a pena se inteirar sobre as normas técnicas para a instalação desse tipo de recipiente.

Reaproveitamento de água da chuva em residências
A água da chuva pode ser reaproveitada em praticamente qualquer atividade doméstica. Uma forma inteligente de utilizá-la é para lavar as calçadas e o carro, já que muita água de qualidade é desperdiçada nessas tarefas. A estimativa é de que uma pessoa gaste em média 279 litros de água lavando uma calçada durante 15 minutos. Como ela não prejudica as plantas, você também pode usar como forma de irrigação.

Outra aplicação comum para a água de chuva é nos vasos sanitários, gerando uma grande economia em cada vez que alguém dá a descarga. Um vaso sanitário que fica com a descarga ativada por seis segundos gasta em média 12 litros. Ou seja, é muita água desperdiçada.

No caso do banho, o gasto médio é de 135 litros de água em 15 minutos, sendo que dependendo da vazão do chuveiro, esse consumo pode ser ainda maior. A boa notícia é que você pode utilizar um filtro adequado e reutilizar a água da chuva também para o seu banho ou para lavar a louça, gerando ainda mais economia e preservando o meio ambiente.

Reaproveitamento de água da chuva na indústria
O reaproveitamento da água da chuva em empresas é ainda mais amplo do que em residências e reflete em vantagens diretas e indiretas. Diante das preocupações cada vez mais presentes sobre questões ambientais de governos e cidadãos, é importante que a empresa construa uma imagem de responsabilidade ambiental e o reaproveitamento da água da chuva ajuda neste processo.

Na prática, esse reaproveitamento pode acarretar em uma redução drástica na conta da água e ampliação na capacidade de gerenciamento hídrico em situações de seca. Além disso, você pode tratar a água da chuva depois de armazenada de acordo com a necessidade de aplicação, garantindo qualidade em todo o processo.

A água da chuva pode ser reutilizada para lavagem de equipamentos e calçadas, processos de refrigeração, alimentação de caldeiras, geração de energia, além de outras atividades, dependendo do segmento de atuação da sua empresa. Desta forma, é importante que você utilize água adequada, conforme já demonstramos aqui.

O dilema dos grandes centros
O reaproveitamento da água da chuva nos grandes centros urbanos ainda é um problema, na medida em que as cidades brasileiras têm pouca ou nenhuma infraestrutura para atender a essa demanda e a necessidade de investimento é muito alta. Do outro lado, a reutilização coletiva da água da chuva tem sido tema de muitos estudos e alguns projetos inovadores estão surgindo.

A maioria dos projetos compreende a coleta, tratamento e reutilização da água da chuva de maneira mais ampla e espalhada pelo território urbano, de forma a evitar enchentes ou outros problemas ocasionados pelo excesso de chuvas nas grandes cidades. É possível citar como exemplo um projeto chamado Ruas Verdes, aplicado na cidade de Santa Monica, na California, nos Estados Unidos. Assim, além de evitar desastres, a água ainda é reutilizada evitando desperdícios.


Percepção multissensorial e criatividade

Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...