INSPIRADO EM HEIDEGGER, BRINCADEIRA SUSTENTÁVEL (POR RENATA BRAVO), NÃO SE APRESENTA COMO UM CONTEÚDO A SER DECORADO, MAS COMO UMA EXPERIÊNCIA A SER DIGERIDA, VIVIDA E INCORPORADA.

RECICLAR É IMPORTANTE, MAS QUESTIONAR É ESSENCIAL

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Sustentabilidade, educação e cidadania

ODS 9: Trabalhar Juntos para Inovar e Construir Cidades Sustentáveis

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9 (ODS 9) nos convida a imaginar e construir um futuro melhor por meio da inovação, da infraestrutura de qualidade e de uma industrialização inclusiva e sustentável. Ele nos lembra que o progresso só faz sentido quando todas as pessoas prosperam juntas.

- Construir uma nova cidade: para quem e para quê?

Pensar em uma cidade nova não é apenas desenhar prédios e ruas. É planejar espaços onde:

As pessoas tenham acesso à moradia segura

A energia limpa seja prioridade

A infraestrutura seja resiliente a catástrofes naturais

O desenvolvimento econômico caminhe junto com o cuidado ambiental

Cidades sustentáveis são aquelas que protegem vidas, respeitam a natureza e oferecem oportunidades para todos.

- Energia limpa: base do futuro

A inovação começa pela forma como produzimos e usamos energia. Fontes renováveis como solar, eólica e biomassa reduzem impactos ambientais e tornam as cidades mais eficientes e saudáveis. Investir em energia limpa é investir em qualidade de vida e em um planeta equilibrado.

- Agricultura familiar: inovação que alimenta a cidade

A agricultura familiar é parte essencial da infraestrutura sustentável. Ela:

Garante segurança alimentar

Fortalece a economia local

Reduz impactos ambientais com produção de alimentos mais próximos do consumidor

Valoriza saberes tradicionais aliados à inovação tecnológica sustentável

Hortas urbanas, quintais produtivos, cooperativas e circuitos curtos de comercialização conectam o campo e a cidade, promovendo desenvolvimento equilibrado.

- Industrialização inclusiva e responsável

A indústria tem papel fundamental no desenvolvimento, mas precisa ser:

Inclusiva, gerando empregos dignos

Sustentável, reduzindo resíduos e poluição

Responsável, respeitando pessoas e recursos naturais

Quando a inovação tecnológica apoia a agricultura familiar — como sistemas de irrigação eficientes, energia solar e logística inteligente — o desenvolvimento se torna mais justo.

- Casas preparadas para enfrentar catástrofes

Infraestrutura também significa proteção. Moradias bem planejadas, com materiais adequados e localização segura, ajudam comunidades a enfrentar enchentes, deslizamentos e outros eventos extremos. Prevenir é sempre melhor do que reconstruir.

- Fomentar a sustentabilidade desde a educação

Na escola, o ODS 9 pode ser trabalhado por meio de:

Projetos de cidades sustentáveis com hortas comunitárias

Maquetes integrando energia limpa, moradia e agricultura familiar

Debates sobre inovação, tecnologia, produção de alimentos e responsabilidade social

Atividades que estimulem o trabalho coletivo, a criatividade e o cuidado com a terra

Educar para a inovação é formar cidadãos capazes de transformar o mundo com consciência e colaboração.

- Trabalhar junto para prosperar

O ODS 9 nos ensina que ninguém constrói o futuro sozinho. Quando inovação, infraestrutura, indústria responsável e agricultura familiar caminham juntas, criamos cidades onde todos prosperam.

Inovar é cuidar. Construir é incluir. Produzir é sustentar.


Brincando com a matemática



Fácil de preparar, trabalha habilidades cognitivas,contagem e muito mais

Como transformar a Matemática em uma experiência lúdica, significativa e encantadora na Educação Infantil?

Quando pensamos em Matemática na Educação Infantil, não falamos de números soltos no papel, fichas repetitivas ou conceitos abstratos antecipados. Falamos de experiência, corpo, brincadeira, curiosidade e sentido.

A Matemática está presente desde cedo na vida das crianças:
na divisão dos brinquedos, na contagem dos passos, nas formas dos objetos, no ritmo das músicas, nas receitas, nas construções, nos jogos e nas descobertas cotidianas.

Um novo olhar para a Matemática

O desafio e ao mesmo tempo a grande oportunidade é repensar o fazer pedagógico, transformando a Matemática em uma linguagem viva, explorada de forma:

Lúdica
Significativa
Intencional
Integrada às brincadeiras
Respeitosa aos tempos e ritmos de cada criança

O objetivo não é acelerar aprendizagens, mas garantir experiências ricas que construam uma base sólida para o pensamento lógico, a resolução de problemas e a autonomia intelectual.

Matemática que nasce da experiência

Na Educação Infantil, a Matemática acontece quando a criança:

Compara tamanhos, quantidades e pesos
Explora formas, espaços e trajetos
Reconhece padrões em músicas, histórias e movimentos
Organiza, classifica e cria estratégias
Levanta hipóteses e testa possibilidades

Tudo isso sem precisar nomear conceitos abstratos, mas vivenciando-os de forma concreta e prazerosa.

Brincar é aprender Matemática

As brincadeiras são o principal território da aprendizagem matemática na infância.
É nelas que a criança:

Conta para saber “se tem para todo mundo”
Mede para construir uma torre mais alta
Organiza para brincar melhor
Calcula mentalmente ao dividir, juntar ou tirar
Desenvolve noções de tempo, espaço e quantidade

A Matemática, assim, deixa de ser um conteúdo e passa a ser uma experiência de descoberta.

O papel do educador: intencionalidade e escuta

Transformar a Matemática em uma experiência enriquecedora exige do educador:

Observação atenta das brincadeiras
Escuta sensível das hipóteses das crianças
Propostas desafiadoras, sem excesso de explicações
Ambientes organizados, ricos em materiais exploráveis
Perguntas abertas, que provoquem reflexão

Mais do que ensinar respostas, o educador cria situações-problema que despertam o pensamento matemático.

Garantindo direitos de aprendizagem
Essa abordagem respeita os direitos de aprendizagem da Educação Infantil:

Conviver
Brincar
Participar
Explorar
Expressar
Conhecer-se
A Matemática, nesse contexto, contribui para o desenvolvimento integral , cognitivo, emocional, social e corporal, sem pressões ou antecipações inadequadas.  
Encantar para aprender
Quando a Matemática é vivida com sentido, ela encanta.
E quando encanta, desperta curiosidade, confiança e prazer em aprender.

Investir em experiências matemáticas lúdicas na Educação Infantil é plantar sementes para aprendizagens futuras, formando crianças que pensam, questionam, criam e se relacionam de forma positiva com o conhecimento.

Porque a Matemática, antes de ser número, é experiência. 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Conhecendo o mundo de forma sustentável: a Geórgia

A Geórgia é um país onde a natureza e a cultura caminham juntas há milhares de anos.

Localizada entre a Europa e a Ásia, aos pés das montanhas do Cáucaso, a Geórgia nos ensina que viver em equilíbrio com a terra é uma forma de sabedoria.

Conhecer a Geórgia é descobrir que o mundo é diverso e que cada povo encontra seu próprio jeito de cuidar da natureza.

- Montanhas, rios e respeito à terra

As montanhas do Cáucaso moldam o clima, os costumes e o ritmo da vida georgiana.

Ali, a natureza não é apenas cenário:

ela orienta o cultivo

influencia a arquitetura

inspira histórias e canções

Na brincadeira sustentável, podemos convidar as crianças a criar: 

montanhas com tecidos e caixas

rios com panos azuis

paisagens com elementos naturais

Assim, elas aprendem que cuidar da terra é parte da cultura.

- O tempo da natureza: tradição e sustentabilidade

A Geórgia é considerada um dos lugares mais antigos do mundo na produção de vinho artesanal, feito em recipientes de barro enterrados na terra, respeitando o tempo natural.

Essa tradição nos ensina valores importantes para a infância:

esperar

observar

confiar nos ciclos da natureza

Na educação sustentável, isso vira brincadeira, plantio, cuidado diário e escuta.

A criança aprende que nem tudo precisa ser rápido para ser bom.

- Sons da Geórgia: música que nasce do encontro

A música tradicional georgiana é conhecida por seus cantos coletivos.

Vozes diferentes cantando juntas mostram que:

cada um é único

juntos criamos harmonia

o coletivo fortalece

Na brincadeira sustentável, a música surge: 

do corpo

da voz

de instrumentos simples

Menos tecnologia, mais presença.

- Conhecer a Geórgia é aprender sobre o mundo

Apresentar a Geórgia às crianças não é apenas ensinar geografia.

É mostrar que:

o planeta tem muitos modos de viver

a cultura nasce do território

o respeito começa pelo conhecimento

Conhecer o mundo de forma sustentável é cultivar curiosidade, empatia e cuidado começando pela infância.

Geórgia: florestas que cantam

Na Geórgia, algumas florestas guardam segredos sonoros incríveis: esculturas metálicas espalhadas entre árvores produzem sons harmônicos quando o vento passa ou alguém toca nelas.

É como se a natureza e a arte conversassem juntas.

Para as crianças, isso mostra que:

a arte pode nascer da natureza

a música está em tudo ao nosso redor

a criatividade não depende de plástico ou tecnologia

- Brincadeira sustentável inspirada nas esculturas

Você pode criar sua própria “floresta sonora” em casa ou na escola usando materiais reaproveitados:

Garrafas, latas ou tampinhas viram chocalhos e sinos

Galhos e cordas criam sons diferentes

Pedras e conchas ampliam o repertório de timbres

A criança aprende que a música pode ser sustentável e sensorial, e que tudo tem potencial sonoro.

- Escutar para cuidar

Observar e ouvir a floresta musical da Geórgia ensina mais do que notas e melodias.

Ela mostra que:

a natureza tem ritmo próprio

cada som é fruto de harmonia entre elementos

respeitar o ambiente é parte da experiência

Brincar assim desperta curiosidade, empatia ambiental e sensibilidade artística desde cedo.


domingo, 18 de janeiro de 2026

Jogadores de futebol



Futebol: paixão, história e aprendizado 

O futebol faz parte da vida de muitas pessoas. Ele está no campo, na rua, na escola, no jogo de totó e também nas grandes competições. Mais do que um esporte, o futebol é uma forma de expressão, cheia de emoções, histórias e aprendizados.

Emoções do jogo

Em uma final de campeonato, tudo pode acontecer. Há surpresa, desafio, medo de errar, receio de ser vaiado pela torcida e, ao mesmo tempo, uma enorme vibração quando o gol acontece.

Essas emoções ajudam as crianças a reconhecer e compreender sentimentos como alegria, frustração, coragem e superação.

Craques que viraram heróis

Ao longo da história, muitos jogadores se tornaram verdadeiros heróis do futebol, como:

Garrincha, conhecido por suas pernas tortas e dribles desconcertantes;
Rivelino, famoso pelo chute forte e preciso;
Pelé, Zico e Formiga, que marcaram gerações com talento e dedicação.

Muitos desses atletas foram reconhecidos pela FIFA, mostrando que o futebol brasileiro é admirado no mundo todo. Cada camisa, cada jogo e cada gol fazem parte dessa construção histórica.

Copa do Mundo e símbolos do futebol

A Copa do Mundo reúne países, culturas e torcidas diferentes. A antiga Taça Jules Rimet simboliza sonhos, conquistas e muito esforço coletivo.
Ganhar ou perder faz parte do aprendizado e ensina valores importantes, como respeito, persistência e trabalho em equipe.

Futebol feminino: direito e respeito

Nem sempre as mulheres puderam jogar futebol. O futebol feminino é resultado de muita luta por direitos e igualdade.
Hoje, meninas e mulheres mostram que o futebol é para todos, ensinando valores como respeito, inclusão e perseverança.

Dentro e fora de campo

O futebol acontece:

Em campo, com a bola, o chute a gol e o trabalho em equipe;
Na torcida, com gritos, alegria e emoção;
No dia a dia, nas brincadeiras, nos jogos e nas conversas.

Ele ensina sobre regras, convivência, respeito ao outro e amor pelo esporte.

Aprender com o futebol

Por meio do futebol, é possível aprender sobre:

História e cultura
Emoções e sentimentos
Direitos e igualdade
Cooperação e cidadania

Por isso, o futebol é muito mais do que um jogo. Ele é uma ferramenta de aprendizado que une pessoas e ajuda a formar cidadãos conscientes e respeitosos.

Futebol é paixão, educação e história em movimento.

Frida Kahlo, Van Gogh, Salvador Dalí e Dom Quixote:

A coragem de ver o mundo além do óbvio

Frida Kahlo, Vincent van Gogh, Salvador Dalí e Dom Quixote pertencem a tempos, linguagens e contextos diferentes, mas dialogam profundamente entre si pela coragem de enxergar o mundo para além do que é visível. Cada um, à sua maneira, rompeu com padrões impostos e transformou dor, sonho e imaginação em expressão criativa.

Frida Kahlo pintou a si mesma porque conhecia profundamente a própria dor. Seu corpo ferido tornou-se território de identidade, resistência e afirmação. Assim como Dom Quixote, Frida recusou aceitar a realidade apenas como ela se apresentava: ambos reinventaram o mundo a partir de suas vivências internas. Dom Quixote via gigantes onde havia moinhos; Frida via símbolos, raízes e sentimentos onde muitos viam apenas sofrimento.

Van Gogh, com suas cores intensas e pinceladas inquietas, revelou emoções que não cabiam em palavras. Sua arte nasce da sensibilidade extrema, da solidão e da busca por sentido, sentimentos que também acompanham Dom Quixote em sua jornada. Ambos foram incompreendidos em seu tempo, mas permaneceram fiéis ao que acreditavam, mesmo quando o mundo os considerava loucos.

Salvador Dalí, por sua vez, levou o sonho ao centro da realidade. Assim como Dom Quixote, dissolveu fronteiras entre o real e o imaginário. Relógios derretidos, paisagens impossíveis e figuras oníricas lembram que a mente humana é capaz de criar universos próprios. Dalí faz na pintura o que Cervantes fez na literatura: questiona o que é verdade e o que é ilusão.

Dom Quixote une todos eles como símbolo do artista e do sonhador. Ele representa aquele que ousa enfrentar o mundo com imaginação, idealismo e coragem, mesmo sabendo que pode fracassar. Frida, Van Gogh e Dalí também foram quixotescos: lutaram contra convenções, desafiaram normas estéticas e defenderam sua visão única de mundo.

Assim, esses quatro nomes nos ensinam que arte e literatura não servem apenas para reproduzir a realidade, mas para revelar verdades interiores, provocar reflexão e lembrar que sonhar, sentir profundamente e imaginar são atos de resistência.


TEXTO DIDÁTICO ACESSÍVEL 

Quando a arte encontra os sonhos: Frida Kahlo, Van Gogh, Salvador Dalí e Dom Quixote

Alguns artistas e personagens da história ficaram conhecidos porque enxergavam o mundo de um jeito diferente. Frida Kahlo, Vincent van Gogh, Salvador Dalí e o personagem Dom Quixote são exemplos de pessoas que usaram a imaginação, os sentimentos e os sonhos para criar.

Frida Kahlo foi uma pintora mexicana que gostava de fazer autorretratos. Ela usava a arte para contar sua própria história, mostrando suas dores, sua cultura e sua força. Em suas pinturas, sentimentos viram cores, símbolos e imagens.

Van Gogh foi um pintor que usava cores fortes e pinceladas marcadas para mostrar emoções. Ele pintava a natureza como a sentia, e não exatamente como ela era. Por isso, seus quadros parecem cheios de movimento e emoção.

Salvador Dalí era um artista surrealista. Ele gostava de pintar sonhos e ideias estranhas, misturando realidade e imaginação. Em suas obras, nada é comum: relógios derretem, paisagens mudam e tudo parece saído de um sonho.

Dom Quixote é um personagem de um livro escrito por Miguel de Cervantes. Ele acreditava tanto nos ideais de justiça, coragem e aventura que via o mundo de forma diferente. Para ele, moinhos de vento viravam gigantes, pois sua imaginação falava mais alto.

Esses artistas e esse personagem mostram que a arte e a literatura ajudam as pessoas a expressar sentimentos, ideias e sonhos. Eles nos ensinam que cada pessoa pode ver o mundo de um jeito único e que a imaginação também é uma forma de conhecimento.

ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR

Arte e Língua Portuguesa

Objetivos:
Compreender a relação entre arte, imaginação e sentimentos
Desenvolver a expressão artística e escrita
Estimular a observação e a criatividade

Atividade 1 - Observando e Sentindo (Arte)

Passo a passo:
1- Apresente imagens de obras de Frida Kahlo, Van Gogh e Salvador Dalí (ou descreva oralmente).
2- Converse com a turma:
O que você vê?
Que sentimentos a obra parece mostrar?
A obra parece real ou imaginária?

Registro:
Os alunos escolhem uma obra e desenham algo inspirado nela, usando cores para mostrar sentimentos.

Atividade 2 - Dom Quixote e a Imaginação (Língua Portuguesa)

Proposta: Explique que Dom Quixote via as coisas de um jeito diferente por causa de sua imaginação.

Produção de texto (adequar ao ano):

- 1º ao 3º ano: escrever uma frase ou pequeno parágrafo sobre algo comum que vire algo mágico (ex: uma árvore que vira castelo).
- 4º ao 5º ano: escrever um pequeno texto com o título
“Quando minha imaginação transforma o mundo”.

Atividade 3 - Unindo Arte e Texto

Cada aluno:

Faz um desenho mostrando sua visão imaginativa do mundo
Escreve uma legenda explicando o que transformou e por quê

Exposição:
Monte um mural com o título:
“Vendo o mundo com olhos de artista e sonhador”

Avaliação
Participação nas conversas
Criatividade no desenho e no texto
Capacidade de relacionar arte, sentimentos e imaginação

Uma maneira divertida de exercitar as habilidades motoras finas e a coordenação olho-mão! Apenas uma maçã feita de papelão com alguns furos e barbante! Super fácil de fazer e um brinquedo que você pode manter na sala de jogos!


Brincadeira Sustentável: Maçã de Papelão com Barbante

Uma maneira divertida, simples e super acessível de exercitar as habilidades motoras finas e a coordenação olho-mão das crianças!

Com apenas papelão, alguns furos e barbante, é possível criar um brinquedo educativo que estimula o desenvolvimento infantil e ainda pode ficar guardado na sala de jogos, pronto para ser usado sempre que quiser.

Como funciona a brincadeira?

A proposta é bem simples:
A criança passa o barbante pelos furinhos da maçã de papelão, como se estivesse costurando. Esse movimento exige atenção, precisão e controle dos dedos, tornando a atividade rica em estímulos motores e cognitivos.

Benefícios da atividade

Desenvolve a coordenação motora fina
Estimula a coordenação olho-mão
Trabalha concentração e paciência
Incentiva a autonomia
Promove a criatividade
Reforça valores de sustentabilidade e reaproveitamento

Para quem é indicada?

Educação Infantil
Crianças em fase de alfabetização
Atividades de reforço pedagógico
Terapia ocupacional
Espaços de brincar, escolas, clínicas e casas

A atividade pode ser adaptada para diferentes idades, variando o tamanho dos furos, a espessura do barbante ou até o formato do desenho.

Brincar também é cuidar do planeta
Além de educativa, essa brincadeira utiliza materiais reutilizáveis, mostrando às crianças que é possível criar brinquedos incríveis sem desperdício. Uma forma lúdica de ensinar consciência ambiental desde cedo.

Simples de fazer, rica em aprendizados e cheia de possibilidades.
Às vezes, tudo o que a criança precisa é papelão, barbante e imaginação 

Flores de Papel: arte, criatividade e cenografia ao alcance das mãos

Criar flores de papel é uma atividade simples, acessível e cheia de possibilidades pedagógicas, artísticas e cenográficas. Com poucos materiais, é possível transformar papel em cor, forma e imaginação.

Materiais

Cartolina colorida (também pode ser feito com papel ofício)
Tesoura
Lápis
Cola em bastão
Agulha de tricô (opcional, para enrolar pétalas e dar volume)

Como a atividade acontece

As flores podem ser criadas a partir de moldes simples ou desenhos livres. As pétalas são recortadas, modeladas com as mãos ou com o auxílio da agulha de tricô e depois coladas, formando flores únicas, cheias de personalidade.

Não existe certo ou errado: cada flor reflete o gesto, a escolha e a criatividade de quem cria.

Benefícios da atividade

Estímulo à criatividade

A atividade permite explorar:

Cores
Formas
Tamanhos
Combinações livres

Cada flor é diferente da outra, reforçando a ideia de que a arte não precisa ser padronizada.

Desenvolvimento da coordenação motora

Recortar, dobrar, enrolar e colar fortalecem:

Coordenação motora fina
Precisão dos movimentos
Atenção e concentração

É uma excelente proposta para Educação Infantil, Ensino Fundamental e também para adultos e idosos.

Expressão artística e emocional

As flores de papel funcionam como um meio de expressão:

Sentimentos
Preferências pessoais
Imaginação

Criar algo belo com as próprias mãos aumenta a autoestima e o senso de pertencimento ao grupo.

Uso em cenografia e adereços

As flores podem ser utilizadas como:
Cenografia para peças teatrais e apresentações escolares
Decoração de murais, painéis e eventos
Adereços para fantasias, coroas, tiaras e figurinos
Ambientação de projetos pedagógicos e exposições
Uma mesma produção pode ganhar novos sentidos conforme o contexto.

Consciência sustentável

Quando feitas com papel ofício reutilizado, as flores também trabalham:

Reaproveitamento de materiais
Consumo consciente
Educação ambiental de forma prática e sensível

Uma atividade simples, mas cheia de possibilidades

As flores de papel mostram que não é preciso muito para criar. Com papel, tesoura e imaginação, nasce arte, cenário, brincadeira e aprendizado.

Uma proposta perfeita para unir educação, arte, sustentabilidade e encantamento.