VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM. É ARTE!
Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com
sábado, 6 de fevereiro de 2021
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
sábado, 23 de janeiro de 2021
Brinquedo para crianças e adultos, instrumento de ótica, fonte de inspiração para os desenhistas, decoradores e bordadeiras, o caleidoscópio provoca positivas transformações na vida de quem o manuseia. Centramento, calma, concentração e alegria são vivenciados através da expansão e contração das figuras geométricas.
COMO FAZER UM CALEIDOSCÓPIO
Então, como vimos, esse dispositivo oferece uma enorme variedade de possibilidades de imagens. E o mais legal é que você pode fazer o seu próprio caleidoscópio em casa e apreciar diversas imagens deslumbrantes. Para isso você irá precisar dos seguintes materiais:
- Um tubo circular de papelão, plástico ou metal;
- Papel para forrar o tubo, ou tinta (papel de presente, papel brilhante…);
- 3 ou 4 retângulos para formar um prisma (cortar os retângulos do tamanho adequado de acordo com o diâmetro e comprimento do rolo escolhido);
- Pedras coloridas (miçangas, paetês, vidrilhos, canutilhos, lantejoulas, acrílico ou vidro colorido);
- Uma caixinha transparente maior do que o diâmetro do tubo para colocar as pedras coloridas escolhidas;
- 1 folha de papel transparente para servir de retroprojetor;
- Tampa de garrafa (pode ser de refrigerante, água, suco e etc).
Agora, o passo a passo de como montar o seu caleidoscópio caseiro:
- Com as placas cortadas, monte o prisma, recomenda-se que não tenha espaço entre as placas, pois caso isso ocorra, os desenhos pode conter falhas;
- Revista ou pinte o tubo, e decore do jeito que achar melhor;
- Coloque o prisma dentro do tubo;
- Recorte na folha do retroprojetor, um círculo do tamanho do diâmetro do tubo;
- Recorte o fundo da tampinha escolhida;
- Coloque o círculo recortado no tubo, e prenda-o com a tampinha cortada;
- Do outro lado, grude a caixinha no tubo.
Feito isso, agora você já tem o seu próprio caleidoscópio e pode apreciar as diversas imagens que o instrumento oferece.

domingo, 17 de janeiro de 2021
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Atividade que pode estimular o movimento de sopro em bebês e crianças
As brincadeiras de sopro, as quais as crianças sopram para mover um objeto, além de simples e divertidas ajudam a treinar a musculatura da face e a respiração.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Brincando de pontaria com bolas
Autora: Renata Bravo
Público-alvo:
Crianças do Ensino Fundamental I (pode ser adaptado para diferentes idades).
Duração:
20 a 30 minutos.
- Objetivos
Principal:
Desenvolver a coordenação motora e a concentração por meio de jogos de arremesso.
Secundários:
Estimular a expressão corporal.
Trabalhar atividades lúdicas em grupo.
Explorar noções de ritmo e tempo de reação.
Melhorar a condição física geral (força, agilidade, flexibilidade e resistência).
Incentivar a motivação, a cooperação e a qualidade de vida.
Materiais:
Bolas leves (de borracha, de espuma ou recicladas com meias/papel amassado).
Baldes, caixas ou círculos no chão para servir de alvo.
Fita adesiva ou cones para marcar distâncias.
Música (opcional, para atividades rítmicas).
Procedimento:
1- Aquecimento (5 min): alongamentos dinâmicos (braços, pernas e tronco).
2- Atividade principal (15 min):
Cada criança recebe uma bola.
Deve arremessar em direção ao alvo (balde ou círculo).
Variar a distância do arremesso conforme a idade.
Trocar mãos (direita/esquerda) para estimular a coordenação bilateral.
Introduzir desafios rítmicos: arremessar no tempo da música, por exemplo.
3- Variações:
Jogo em duplas: um arremessa, o outro recolhe.
Competição saudável: quem acerta mais vezes o alvo em 1 minuto.
Arremesso em movimento: correr até a linha marcada e lançar.
Encerramento (5 min):
Alongamentos leves.
Conversa rápida: “O que foi mais difícil, mirar ou se concentrar no tempo de jogar?”.
Avaliação:
Observar se as crianças:
Conseguem controlar melhor os movimentos.
Mostram mais precisão nos arremessos.
Estão atentas e concentradas durante a brincadeira.
Trabalham em grupo com motivação e cooperação.
Público-alvo:
Crianças do Fundamental I
Pessoas idosas em atividades terapêuticas
Crianças e adultos com necessidades específicas
Objetivos:
Desenvolver coordenação motora e concentração.
Promover interação social e expressão corporal.
Estimular o prazer da atividade física como fator de qualidade de vida.
1- Crianças com Autismo (TEA)
Adaptações:
Previsibilidade: explicar a atividade antes de começar, mostrar passo a passo.
Estimulação visual: usar bolas coloridas e alvos grandes.
Regras simples: arremessar até o alvo sem tempo limite.
Organização espacial: demarcar claramente o lugar de arremesso e do alvo com fita adesiva colorida.
Reforço positivo: cada tentativa é celebrada, independente do acerto.
- Benefícios: melhora da coordenação, atenção compartilhada e regulação sensorial.
2- Pessoas com Deficiência Física
Adaptações:
Cadeira de rodas: posicionar o alvo à altura do participante.
Limitação de movimento nos braços: usar bolas maiores e leves (balões cheios de arroz, bolas de espuma).
Movimento restrito: permitir lançamentos rolando a bola em direção ao alvo.
Participação coletiva: duplas podem se ajudar (um segura a bola, o outro guia o movimento).
- Benefícios: fortalecimento de membros superiores, autoestima e integração social.
3- Idosos (ex.: Alzheimer, Parkinson ou limitações motoras)
Adaptações:
Ritmo lento: dar mais tempo para preparar o arremesso.
Alvo próximo: aumentar o tamanho do alvo e reduzir a distância.
Repetição suave: movimentos curtos, sem sobrecarga física.
Alongamento inicial sentado: preparar articulações para evitar dores.
Estimulação cognitiva: associar arremessos a contagem de pontos ou músicas (ex.: jogar a bola ao ritmo da canção).
- Benefícios: manutenção da memória, concentração, interação social e mobilidade.
Avaliação Inclusiva:
Não medir apenas a precisão dos arremessos, mas o engajamento, o esforço, a interação e a motivação.
Cada aluno/participante é estimulado a superar o próprio desafio, não o do colega.
domingo, 10 de janeiro de 2021
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
Por que trabalhar com jogos na Educação?
A utilização de jogos na educação constitui uma estratégia pedagógica que pode favorecer o envolvimento dos estudantes, especialmente quando articulada a objetivos de aprendizagem claramente definidos. O interesse e a participação são elementos relevantes para os processos educativos, e atividades lúdicas podem ampliar as possibilidades de interação com os conteúdos ao incorporar experimentação, resolução de problemas, tomada de decisões e participação ativa. Entretanto, o jogo não deve ser compreendido apenas como instrumento de motivação ou como uma forma de tornar o conteúdo mais agradável, mas como uma atividade que, quando planejada pedagogicamente, pode contribuir para o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes.
O lúdico possui presença significativa na infância e integra diferentes formas de aprendizagem e socialização. Nas brincadeiras de faz de conta, por exemplo, as crianças representam situações, papéis e práticas observadas no cotidiano, elaborando simbolicamente experiências sociais e culturais. Nos jogos de regras, acrescenta-se uma dimensão estruturada pela existência de normas compartilhadas, objetivos, limites, turnos, decisões e consequências. Essa organização cria situações nas quais a criança precisa compreender e respeitar regras, lidar com resultados, negociar ações, esperar sua vez, administrar frustrações e considerar a participação dos demais jogadores. Dessa forma, o jogo pode constituir um contexto para o desenvolvimento de competências relacionadas ao autocontrole, à cooperação, à responsabilidade, ao respeito e à convivência.
A experiência com regras também permite compreender que a vida coletiva é organizada por acordos, normas e limites que regulam as relações sociais. No contexto escolar, essa aprendizagem pode ser trabalhada de maneira concreta por meio de jogos que exigem respeito às regras, tomada de decisões e reconhecimento dos direitos dos demais participantes. O objetivo pedagógico não é simplesmente impor comportamentos, mas possibilitar que o estudante compreenda a função das regras e desenvolva progressivamente a capacidade de autorregulação. Nesse sentido, dominar as regras de um jogo envolve também aprender a organizar o próprio comportamento em função de um objetivo, aspecto relacionado ao desenvolvimento da autonomia e do controle das ações.
A inserção de jogos no ensino, entretanto, exige planejamento e mediação docente. A escolha da atividade deve considerar faixa etária, objetivos curriculares, nível de desenvolvimento, características da turma, complexidade das regras e possibilidades de adaptação. O professor atua como mediador, observando as interações, esclarecendo conceitos, problematizando situações e estabelecendo relações entre a experiência do jogo e os conhecimentos trabalhados. Assim, a atividade lúdica deixa de ser apenas recreativa e passa a integrar uma proposta intencional de aprendizagem.
Também é necessário distinguir o uso pedagógico do lúdico de sua utilização comercial. A indústria cultural e o marketing utilizam frequentemente elementos de jogos, personagens e estratégias lúdicas para produzir interesse e estimular comportamentos de consumo, demonstrando que o caráter atrativo do jogo pode ser mobilizado para diferentes finalidades. Na educação, essa característica precisa ser acompanhada de intencionalidade pedagógica, evitando que o recurso seja utilizado apenas como mecanismo de entretenimento ou recompensa.
Aprender envolve conhecer, experimentar, construir, reconstruir e atribuir significado aos conhecimentos. Os jogos podem contribuir para esse processo ao criar situações nas quais o estudante participa ativamente, testa hipóteses, enfrenta desafios, analisa consequências e interage com outras pessoas. Quando integrados de maneira coerente ao planejamento educacional, podem favorecer não apenas a aprendizagem de conteúdos, mas também o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e comportamentais. O valor pedagógico do jogo, portanto, não está simplesmente no fato de ser divertido, mas na possibilidade de transformar a experiência lúdica em uma situação estruturada de aprendizagem, convivência e desenvolvimento humano.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
Percepção multissensorial e criatividade
Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...
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