1. Divisão

A mesma peça pode ser dividida em 6 blocos de 8 pontos cada.



2. Frações

3. Operações com frações



5. Média aritmética

VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM. É ARTE!









ELMER, O ELEFANTE XADREZ
DIFERENÇA, IDENTIDADE E CONVIVÊNCIA
A história de Elmer, o Elefante Xadrez aborda a diferença como elemento constitutivo da identidade e da vida coletiva. Em uma manada na qual todos os elefantes apresentam a mesma cor, Elmer se destaca por possuir o corpo formado por múltiplas cores e quadrados. Sua singularidade, inicialmente percebida por ele como um problema, desencadeia uma reflexão sobre pertencimento, reconhecimento e aceitação.
Ao tentar modificar sua aparência para tornar-se semelhante aos demais, Elmer experimenta uma forma de pertencimento baseada na ocultação da própria identidade. Entretanto, ao retornar à manada, percebe que sua presença, seu humor e sua maneira particular de interagir são elementos importantes para aquele grupo. A narrativa evidencia que a convivência não depende da eliminação das diferenças, mas da capacidade de reconhecê-las e integrá-las à experiência coletiva.
O episódio em que os elefantes reconhecem Elmer demonstra que sua identidade não está restrita à aparência. O personagem é reconhecido por sua maneira de agir, brincar e estabelecer relações. A chuva, ao revelar novamente suas cores, funciona como elemento simbólico de retorno à própria identidade. Elmer não precisa deixar de ser quem é para pertencer.
No final, os próprios elefantes passam a pintar seus corpos e realizar um desfile, transformando a diferença de Elmer em uma celebração coletiva. A singularidade deixa de ser motivo de isolamento e passa a integrar uma experiência compartilhada. A história, portanto, constitui um apelo à tolerância, ao respeito e à valorização da diversidade, mas também possibilita uma reflexão mais profunda sobre identidade e pertencimento: a diferença não é apenas algo que deve ser tolerado pelo grupo; ela pode fazer parte da própria construção da coletividade.
ATIVIDADE PRÁTICA
AS CORES QUE NOS TORNAM ÚNICOS
Objetivo: desenvolver a percepção de que cada pessoa possui características, formas de expressão e modos de ser próprios, valorizando a diversidade sem transformar a diferença em motivo de exclusão.
Materiais: papel, lápis de cor, giz de cera, tinta ou materiais reutilizáveis para composição artística.
Desenvolvimento: após a leitura da história, conversar com as crianças sobre Elmer e perguntar: por que ele queria deixar de ser diferente? O que mudou quando ele voltou a mostrar suas cores? O que aconteceria se todos os elefantes fossem exatamente iguais? A partir da conversa, cada criança deverá criar seu próprio “Elmer”, utilizando cores, formas e padrões que representem características de sua personalidade, interesses ou maneiras de perceber o mundo. Não é necessário explicar ou identificar publicamente o significado de cada escolha; a criança poderá compartilhar somente aquilo que desejar.
Ao final, os trabalhos podem ser reunidos em um grande painel coletivo, formando uma composição na qual nenhuma criação precise ser igual à outra. A proposta permite concluir que pertencer a um grupo não significa tornar-se igual aos demais, mas participar dele preservando características próprias e respeitando as características dos outros.
Síntese pedagógica: a atividade utiliza a linguagem artística para transformar a temática da diferença em uma experiência concreta de expressão, reconhecimento e convivência. A diversidade deixa de ser apenas um conceito discutido verbalmente e passa a ser percebida visualmente na própria produção coletiva.
Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...