VOCÊ PEGA UMA COISA E TRANSFORMA EM OUTRA. NÃO É APENAS RECICLAGEM. É ARTE!
Pesquisa, conceito e autoria: Renata Bravo / Contato: renatarjbravo@gmail.com
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Simetrias natalinas
domingo, 13 de outubro de 2019
O valor educativo e cultural das fábulas
sábado, 12 de outubro de 2019
Oficina de totem e máscaras, na arte afro-brasileira
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Transforme uma árvore de natal
terça-feira, 8 de outubro de 2019
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Ludo
Introdução
O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é caracterizado principalmente pela dificuldade em manter a atenção, pelo esquecimento frequente e pela impulsividade/hyperatividade.
A ludoterapia surge como estratégia terapêutica eficaz para crianças de 3 a 11 anos, já que utiliza o jogo como linguagem natural da infância para trabalhar aspectos cognitivos, sociais e emocionais.
Tipos de Ludoterapia e Aplicações no TDAH
1. Brincadeira participativa
O terapeuta participa ativamente do jogo.
Estimula a confiança, a socialização e o manejo de emoções intensas.
Ajuda a criança a lidar com revezamento, competição e cooperação.
2. Ludoterapia centrada na criança
O jogo é iniciado pela criança.
O adulto responde às escolhas lúdicas, valorizando comunicação não-verbal.
Favorece a expressão de sentimentos e comportamentos.
3. Ludoterapia estruturada
Atividades com objetivos claros.
Trabalha: foco, memória, seguir instruções, paciência e autorregulação.
4. Autorregulação
Uso do jogo para controlar foco e emoções.
O terapeuta atua como modelo e oferece experiências sensoriais, atividades físicas e técnicas de relaxamento.
5. Relação terapêutica
Baseada em confiança, humor, carinho e cordialidade.
Ambiente seguro - criança mais aberta a aceitar orientações e trabalhar objetivos.
- Jogo do Ludo como Recurso Terapêutico:
Estimula raciocínio lógico.
Desenvolve coordenação motora fina.
Estimula planejamento e concentração.
Trabalha contagem e noção numérica (dado).
- Benefícios Socioemocionais:
Desenvolve empatia.
Ensina a lidar com frustrações.
Promove interação social.
Incentiva o trabalho em equipe.
- Benefícios Educacionais:
Ensina estratégias e habilidades matemáticas.
Ensina a esperar a vez pacientemente.
Ajuda no controle emocional.
Promove superação de limites.
Pode ser usado como ferramenta interdisciplinar.
- Atividades Práticas:
1. Ludo adaptado para TDAH
Tabuleiro maior, com cores bem vivas.
Regras simplificadas no início, aumentando a complexidade gradativamente.
Tempo cronometrado por rodada (para ajudar no foco).
2. Circuito da Autorregulação
Montar uma trilha com cartas de instruções simples (pular, respirar fundo, imitar animal, esperar 10 segundos).
Objetivo: treinar autorregulação de forma lúdica.
3. História do Dado
Cada jogada do dado deve vir acompanhada de uma ação verbal, ex.:
1 - diga uma qualidade sua
2 - respire fundo 3 vezes
3 - imite um animal
4 - conte até 10 calmamente
5 - elogie alguém
6 - conte algo que gosta de fazer
Trabalha memória, expressão e controle de impulsos.
4. Oficina Criativa – Construindo Meu Ludo
As crianças desenham e montam seu próprio tabuleiro (papelão, cartolina, tampinhas).
Estimula criatividade, paciência e vínculo com o jogo.
Conclusão:
A ludoterapia, quando associada a jogos estruturados como o Ludo, torna-se uma ferramenta poderosa no tratamento do TDAH. Além de estimular aspectos cognitivos e motores, favorece a socialização, a autorregulação emocional e o fortalecimento da autoestima.
1. Ludo da Matemática
Objetivo: trabalhar números, contagem e noções de probabilidade.
Como aplicar:
Cada jogada do dado deve ser contada em voz alta pelo aluno.
Ao avançar casas, pode-se pedir para somar/subtrair o número obtido.
Exemplo: tirar 4 - responder a uma conta simples (2+2).
Benefícios: concentração, raciocínio lógico, reforço de operações básicas.
2. Ludo da Convivência
Objetivo: desenvolver habilidades socioemocionais.
Como aplicar:
Cada cor do tabuleiro representa uma atitude (ex.: vermelho = coragem, azul = cooperação, verde = paciência, amarelo = respeito).
Ao cair em determinada cor, o aluno deve citar uma situação do dia a dia em que viveu essa atitude.
Benefícios: empatia, expressão de sentimentos, construção de valores.
3. Ludo da História
Objetivo: revisar conteúdos de forma divertida.
Como aplicar:
Ao cair em casas especiais, o professor faz uma pergunta de História/Geografia.
Acertou - joga novamente.
Errou - perde a vez.
Benefícios: memorização, paciência, foco em instruções.
4. Ludo do Movimento
Objetivo: ajudar na autorregulação e gastar energia de forma saudável.
Como aplicar:
Cada número do dado corresponde a uma ação física (ex.: 1 = pule 5 vezes, 2 = respire fundo, 3 = bata palmas, 4 = alongue-se, 5 = imite um animal, 6 = sente-se e conte até 10).
Benefícios: coordenação motora, controle da impulsividade, relaxamento.
5. Construindo o Ludo da Turma
Objetivo: estimular criatividade e cooperação.
Como aplicar:
Os alunos constroem seu próprio tabuleiro em cartolina ou papelão.
Definem juntos as regras adaptadas (ex.: casas de desafio, casas de relaxamento).
Benefícios: protagonismo, engajamento, valorização do trabalho coletivo.
- Dicas para o Professor:
Trabalhar em grupos pequenos (máx. 4 por jogo) para manter o foco.
Usar tempo delimitado (cronômetro ou música) para manter a dinâmica.
Reforçar elogios a cada conquista (mesmo que pequena).
Alternar entre atividade física + jogo de tabuleiro para equilibrar energia e concentração.
Turma: Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano)
Duração: 50 minutos
Tema: Concentração, cooperação e aprendizagem por meio do jogo Ludo
- Objetivos
Gerais:
Favorecer a inclusão de crianças com TDAH em atividades coletivas.
Promover o desenvolvimento cognitivo, social e emocional por meio do jogo.
Específicos
Estimular a concentração e a atenção sustentada.
Trabalhar a noção de turno e espera da vez.
Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
Incentivar a autorregulação emocional e o respeito às regras.
Estimular a convivência e o trabalho em equipe.
- Metodologia:
Apresentação (10 min)
O professor apresenta o tabuleiro do Ludo e explica as regras básicas.
Breve conversa sobre paciência, respeito às regras e importância de esperar a vez.
Jogo Principal – Ludo adaptado (30 min)
Divisão em grupos de até 4 alunos.
Cada grupo recebe um tabuleiro adaptado com casas especiais:
- Casa da Calma - a criança deve respirar fundo 3 vezes antes de jogar de novo.
- Casa do Desafio - responder uma conta de matemática ou pergunta de conteúdo (História/Geografia).
- Casa da Amizade - fazer um elogio ou ajudar o colega do lado.
O professor acompanha, ajudando na regulação da atenção e incentivando a cooperação.
Encerramento (10 min)
Roda de conversa rápida:
“O que você aprendeu jogando?”
“Como foi esperar a vez?”
“O que foi mais difícil e mais divertido?”
- Recursos Didáticos:
Tabuleiros de Ludo (um por grupo).
Dados grandes e coloridos.
Peões adaptados (pode usar tampinhas ou botões coloridos).
Cartas de desafio (matemática, curiosidades, relaxamento).
Cronômetro ou música para marcar o tempo de cada rodada.
- Avaliação:
Observação contínua durante o jogo:
Atenção ao esperar a vez.
Participação ativa e cooperação.
Respeito às regras.
Capacidade de autorregulação emocional diante de vitórias e frustrações.
Autoavaliação oral na roda de conversa final.
- Possíveis Adaptações:
Educação Infantil: tabuleiro ampliado, menos casas e foco em cores e movimentos.
Ensino Fundamental II: incluir desafios mais complexos (problemas matemáticos, charadas, questões de ciências).
Inclusão: uso de tabuleiro com símbolos visuais para alunos com dificuldades de leitura.
Estrutura do Tabuleiro
Formato: clássico, com quatro cores (azul, verde, vermelho e amarelo).
Casas especiais adicionadas:
- Casa da Calma: respire fundo 3 vezes antes de jogar novamente.
- Casa do Desafio: responder uma questão simples (matemática, curiosidade ou conteúdo escolar).
- Casa da Amizade: fazer um elogio ou ajudar o colega do lado.
Sugestão Visual de Distribuição:
Casa de Início: padrão, cada cor inicia com seus peões.
Casas normais: percorrer o caminho do tabuleiro normalmente.
Casas especiais: distribuídas ao longo do percurso, 1 a 2 de cada tipo por cor.
Tipo de Casa -Símbolo/Cor -Função
Normal - Quadrado colorido - Avançar conforme dado
Calma - ou azul claro - Respirar fundo 3x antes de jogar
Desafio - ou laranja - Responder questão de conteúdo
Amizade - ou rosa - Elogiar/ajudar colega
Materiais para Montagem:
Cartolina ou papelão para o tabuleiro.
Canetinhas, lápis de cor ou adesivos para diferenciar casas.
Peões: tampinhas, botões ou peças do Ludo tradicional.
Dados grandes e coloridos.
Cartas pequenas com perguntas ou instruções (opcional).
Sugestões de Aplicação em Sala:
Cada grupo de até 4 alunos recebe um tabuleiro.
Professor orienta e acompanha a autorregulação durante o jogo.
Casas especiais ajudam a desenvolver: foco, paciência, empatia e autorregulação emocional.
Ao final, roda de conversa sobre aprendizado, estratégias e sentimentos durante o jogo.
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Transforme pratinhos de papelão em máscaras
domingo, 15 de setembro de 2019
Pinturas, texturas e sensações
sábado, 14 de setembro de 2019
O Desenho, juntamente com a pintura, é a atividade plástica mais frequente às crianças.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Descobrindo Texturas e Formas com Colagem e Mosaico
Para além de promover o desenvolvimento estético e criativo da criança, estas atividades potenciam o desenvolvimento da organização espacial, da percepção visual, da coordenação motora fina e das noções geométricas básicas, entre outros aspetos importantes da aprendizagem infantil.
A colagem parte de formas isoladas para chegar a uma composição global. Consiste em colar pedaços de papel, tecido ou outro material sobre uma superfície plana (tecido, tábua, cartão ou cartolina), distribuindo-os de maneira a obter-se uma composição figurativa ou não.
O mosaico é uma colagem em que, partindo de pedaços de um material, cobre-se uma parte ou a totalidade de uma superfície previamente delimitada, formando imagens, padrões ou composições decorativas.
O vitral é um mosaico luminoso. Constrói-se esvaziando determinadas zonas do material utilizado como suporte e revestindo-as depois com papel transparente ou translúcido colorido, criando efeitos de luz e cor muito atrativos para as crianças.
Estas técnicas são simples e acessíveis, inclusive para os mais pequenos. São também económicas, pois utilizam frequentemente materiais reutilizados e de desperdício, incentivando simultaneamente a criatividade e a consciência ambiental.
A colagem, o mosaico e os vitrais desenvolvem destrezas manipulativas importantes, como rasgar, partir em pedaços, recortar, enrugar, picar, esvaziar e colar. Além disso, estimulam a concentração, a paciência, a imaginação, a expressão artística e a capacidade de planeamento, permitindo que a criança explore cores, formas, texturas e diferentes possibilidades de criação de forma lúdica e significativa.
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Enquanto pipas são construídas, conteúdos de geometria como o estudo de ângulos, área, perímetro, entre outros, podem ser discutidos por alunos, com a orientação de seus professores.
Explorar conceitos matemáticos de forma lúdica e interativa, a partir da construção de pipas, proporcionando aos alunos experiências que os levem a perceber a matemática de forma contextualizada gerando uma atitude positiva em relação ao conhecimento matemático.
Objetivos específicos:
• Mostrar de que maneira foi criada a pipa, e que a partir dela, foram inventadas coisas grandiosas;
• Explorar os conceitos matemáticos de forma divertida e contextualizada;
• Explorar conceitos matemáticos como: linhas concorrentes, perpendiculares, paralelas, formas geométricas e noções de medidas;
• Desenvolver um trabalho colaborativo entre os alunos;
• Criar nos alunos uma atitude positiva em relação ao conhecimento matemático.
Procedimentos Metodológicos:
• Apresentação da origem/história da pipa (questionando os alunos)- Através do data- show;
• Exposição de pipas (muito breve), por meio do data-show e pipas confeccionadas pelos ministrantes;
• Etapa da construção de pipas 1- Amarrar a vareta menor, na vareta menor com o auxilio do esquadro para formar um ângulo reto. Conforme a figura: 2- Passar a linha ao redor de toda armação. 3- Colar a armação de varetas no papel seda, deixando uma borda ao redor da linha, para fazer a dobra; 4- Corte o papel um pouco maior que a armação, essa margem servirá para a colagem. 5- Em cada extremidade dê dois cortes e pode preparar a cola, logo será usada. 6- Antes de colar, porém, dobre as margens e veja se está bem ajustada a linha, o dente do papel pode ficar solto ou colado. 7- Passe a cola sobre a margem e vire-a para dentro, aderindo bem. 8- Passe a cola sobre a margem e vire-a para dentro, aderindo bem. 9- Envergue a 1° das varetas e dê uma volta com a linha superior sobre a extremidade da vareta. 10 - Em seguida é só colocar o estirante (cabestro) e a rabiola.
• Apresentação das pipas confeccionadas pelos alunos
• Agradecimentos e encerramento.
OBS: A exploração e formalização dos conceitos matemáticos serão feitos durante e após a construção das pipas.
Cronograma:
ATIVIDADE TEMPO Apresentação da origem/história da pipa - 15 min.
Exposição de pipas - 10 min.
Construção de pipas - 40 min.
Apresentação das pipas confeccionadas pelos alunos - 10 min.
Agradecimentos e encerramento - 15 min.
Material Necessário:
• 70 Palitos de churrasco, de bambu (de preferência, com melhor acabamento, para não machucar a mão dos alunos)
• 40 Papéis Seda de cores diversas
• 07 Colas branca
• 20 Tesouras
• 20 Réguas, se possível esquadro.
• 20 Lápis
• 20 Carretéis de linha para pipas (linha corrente 10)
• Data-show Público Alvo Educação Básica, segunda fase do Ensino Fundamental e Ensino Médio.
domingo, 8 de setembro de 2019
Mesa e cadeirinhas feitas com garrafas pet, fita adesiva, papelão e eva.
Construir é fabricar, erigir, edificar, fazer algo novo. Podemos construir imitações de mobílias, brinquedos, edifícios, pontes, etc. São uma forma harmoniosa de integrar vários elementos em uma só unidade.
Essas atividades assemelham-se à modelagem.
Do ponto de vista evolutivo, as crianças começam por desenvolver um conhecimento intuitivo das propriedades características do material (papel, cartolina, cartão, plástico, espuma, esferovite, cortiça, metal, madeira, etc.) e do seu comportamento e de aspectos como a forma, medida, cor, peso, relações espaciais, etc.
sábado, 7 de setembro de 2019
A natureza e a geometria
O número de ouro (razão de Fibonacci) Um dos grandes nomes da matemática que surge inevitavelmente quando se fala da ligação da Matemática com a Natureza é o de Fibonacci. Há relativamente pouco tempo começou-se a dar importância aos números de Fibonacci e descobriu-se que são muito frequentes e podem ser usados para caracterizar diversas propriedades na Natureza, sendo o seu aparecimento não um acaso, mas o resultado de um processo físico de crescimento das plantas e dos frutos.
Há números que nos surpreendem, um desses números é o chamado número de ouro, também conhecido como rácio dourado ou proporção divina. È um número irracional, dado pela dízima infinita não periódica 1,61803398... e também pode ser representado pela metade da soma de √5 com a unidade. Uma das ocorrências mais espantosas do número de ouro encontra-se na disposição das pétalas das rosas. Elas separam-se por ângulos que são partes fraccionárias de Φ e essa disposição permite "arranjar" as pétalas de forma compacta e maximizar a sua exposição à luz.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Modelagem
Difere em relação ao desenho e pintura pela sua tridimensionalidade.
As atividades de modelagem oferecem importantes possibilidades de desenvolvimento às crianças, pois, como refere Piaget "o pensamento parte da ação".
Materiais para modelar:
- barro
- argila
- plasticina
- pasta de papel
- ...
Do ponto de vista evolutivo, em um primeiro momento a criança entra em contato com o material, brinca com ele, amassa-o, arredonda-o, introduz-lhe os dedos e mãos - fase de manipulação espontânea.
Posteriormente, a criança começa a perceber formas e procura representá-las - fase da representação.
Por último, depois d manipulação e da observação dos objetos, a criança identifia-os e tenta representá-los de forma realista - fase da identificação.
A expressão das formas em volume exige uma evolução mais lenta do que o desenho ou pintura devido à dificuldade da criança em manejar para além da forma, à terceira dimensão.
Terapia alimentar
Estimula a coordenação motora e a criatividade
Permite que a criança se aproxime do alimento de forma descontraída e segura
É uma abordagem eficaz para crianças com seletividade, dificuldade ou recusa alimentar
Tecnologia assistiva
A modelagem é uma das transposições de linguagem utilizadas no processo arteterapêutico
O contato com a massinha de modelar permite que o cliente observe a possibilidade de contatar uma produção com volume, com forma diferente da observada no desenho
Atividades de desenvolvimento
Estimula a habilidade visuoespacial e funções executivas
Ajuda a relaxar, diminuindo ansiedade, tensão e estresse
Desenvolve a coordenação motora fina, movimento importante para quando chegar a hora de aprender a escrever
Aprimora a criatividade e a imaginação
A massinha de modelar pode ser feita com farinha de trigo, biscuit, papel machê, massa de modelar escolar e industrializada.
Percepção multissensorial e criatividade
Introdução Desde a infância, percebo o mundo de maneira predominantemente multissensorial. Letras, números, formas, cores, objetos e configu...
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